sábado, 3 de dezembro de 2011

Nossas dores ...

Nossa dor é uma maneira de
encarar um fato,
e podemos agravar ou não esse momento,
nos agarrando aos sentimentos
que envolvem a dor,
ou lutar para compreender e diminuir
esse estágio.

Lógico que precisamos responder a dor
com o devido sentimento,
não dá para receber a notícia de uma
morte de um ente querido,
com sorrisos e alegria,
fazendo uma "festa da passagem",
mas também não dá para se
fechar para a vida
pelo resto da existência,
vivendo o luto.

Assim também ocorre com
uma desilusão no amor,
não é porque você sofreu uma traição,
ou perdeu aquela pessoa
que julgava ser a sua alma gêmea,
que a semente do amor vai
secar na sua vida.

O amor, a dor,
a doença e até mesmo a morte,
são estágios de evolução que cobram
um preço sim,
mas cada um paga apenas o que
quer pagar,
somos nós quem colocamos
o preço do sofrer,
podemos encurtar ou prolongar
o sofrimento,
através da determinação
em seguir adiante,
deixando a vida nos mostrar
"oportunidades",
outras maneiras de ser
feliz e evoluir.

Nem toda evolução passa pela dor,
podemos optar pelo amor,
que é sempre mais prazeroso,
mas nem sempre é o caminho
mais fácil,
pois o amor pede liberdade,
perdão,
despojamento,
esperança e certeza,
coisa que nem sempre carregamos
na alma.

A escolha é sua:
fechar-se na dor e perder
o preciso tempo que tudo repara,
ou respirar fundo e dizer para a vida:
Eu quero seguir e ser feliz!

Eu acredito em você.

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 08 de Dezembro de 2.011.

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