Amor próprio não é vaidade
Amor próprio não é vaidade, nem egoísmo disfarçado. É responsabilidade emocional. É o compromisso silencioso de se tratar com o mesmo cuidado que você oferece a quem ama. É entender que você não precisa se diminuir para caber em lugares onde não há espaço para quem você é. Que dizer “não” também é uma forma de respeito. Que descansar não é fraqueza. Que errar não te faz menos digno, apenas humano. Amor próprio é parar de negociar seus limites para não perder pessoas — e perceber que quem vai embora porque você se escolheu nunca esteve de verdade. É olhar para si com honestidade, acolher as próprias sombras e ainda assim decidir ficar. Não nasce pronto. É construção diária. Tem dias de firmeza, outros de dúvida. Em alguns momentos ele sussurra, em outros exige coragem. Mas sempre aponta para o mesmo lugar: dentro. Quando você se escolhe, o mundo muda de tom. As relações ficam mais verdadeiras, as escolhas mais conscientes, a paz menos rara. Amar a si mesmo não resolve tudo, mas sustenta...