Perdoar é se libertar do peso do passado
Há momentos em que tudo parece ruir por dentro, mesmo quando por fora seguimos funcionando. É nesse silêncio inquieto que surgem perguntas inevitáveis: quem sou eu, de verdade? Talvez seja aí que o autoconhecimento começa — não como resposta, mas como um encontro honesto consigo mesmo. O sentido da vida não vem pronto; ele se constrói nas escolhas, sobretudo nas dores que nos transformam. A felicidade, então, deixa de ser um destino distante e passa a ser a capacidade de se acolher, mesmo nos dias difíceis. Superar traumas não é apagá-los, mas não permitir que definam quem somos. Quando olhamos para nossas feridas com compaixão, elas se tornam aprendizado. A gratidão nasce nesse espaço — não por ignorar a dor, mas por reconhecer que ainda há algo que nos sustenta. Perdoar é se libertar do peso do passado. E, no fim, talvez o sentido da vida esteja nisso: parar de fugir de si mesmo e aprender a viver com verdade, mesmo sendo imperfeito. TEXTO DE AUTORIA DE: Toninho Lima * * * * * *...