Amar a si mesmos é um ato revolucionário
É preciso ousadia para se amar em um mundo que tenta, a todo custo, fazer você enxergar defeitos em si mesmo. É preciso coragem para gostar de si próprio em tempos em que a sociedade tenta vender beleza e afeto. Porque amar-se é o ato mais revolucionário que podemos ter diante de todos que tentam nos fazer desacreditar de nós mesmos. São poderosas as pessoas que se amam. Indomáveis, donas de si mesmas, conhecedoras do próprio valor, ousadas, buscadoras de sonhos e quebradoras de todas as limitações que o mundo tenta lhes impor. Quem se ama não aceita qualquer tratamento, não fica em qualquer espaço, não se contenta com qualquer companhia, não consente nada que não honre o seu ser e não colabore com sua jornada. A pessoa que se ama não é manipulável, não se diminui para caber, não força relações, não esconde o seu brilho. Ela não é egoísta, é consciente. Sabe que reconhecer o seu valor não diminui o valor de ninguém e, por isso, jamais irá se menosprezar. Cada qua...