Postagens

Aprendi a crescer por causa da vida. Fui lá e fiz! A vida agora me respeita. E fez de mim, gigante!

Eu cresci. Não, não, não estou falando da contagem dos anos. Virei um gigante. A vida disse pra mim, como disse pra você também: "vai lá e faz". . Eu fui. E fiz. Agigantei-me pra vida. Mostrei que não tenho medo de apanhar, que ela pode me dar a prova que for, eu sangro e cumpro. Não sabia que apanharia tanto, nem que sangraria assim. Não tô reclamando, não. É só que. Eu sinto uma dor nas costas às vezes. Você sente também? Eu sinto o coração queimar, parece que vai parar a qualquer momento. Mas o danado cisma em bater sem parar e pela manhã acorda cheio de olheiras, com cara de ressaca, cara de quem apanhou a noite toda. Mas sou um gigante. Já avisei pra ele (meu coração) que coração de gigante, coração gigante é. Cansa, apanha, mas segue. Sou gigante. Não ganhei kit de sobrevivência na batalha com a vida, então fui crescendo. Mas agora já não caibo quase em lugar nenhum e quase todo mundo se espanta com meu tamanho. Não uso grilhões. Amarra nenhuma. Não sen...

As coisas não mudam por dois motivos: ou é medo ou já é tarde demais.

A hesitação em agir muitas vezes acaba culminando no desperdício de oportunidades únicas, que já terão ido embora quando resolvermos abraçá-las. Demorar-se demais nas dúvidas pode nos impedir de avançar na hora certa, de aproveitar o melhor momento, de optar por quem seria verdadeiro. Mudar algo lá fora e mudar algo dentro de nós são tarefas muitas vezes difíceis e assustadoras. A gente gosta do que é certo, do que já está estabelecido, do que é constante. A gente até força e se ilude com o que supostamente já está ali do lado, com quem permanece faz tempo, com o que somos desde cedo. A zona de conforto é deveras cômoda e muitos não ousam questioná-la, pois isso requer uma coragem absurda. Fato é que nunca teremos certeza absoluta quanto às tomadas de decisão que assumiremos vida afora, uma vez que a escolha implica, em si, também uma renúncia. Quando optamos por algo, deixamos para trás alguma coisa e assim nos questionaremos quanto à possibilidade de o que preterimos ter...

O problema não é entregar o seu coração e sim não pegá-lo de volta. Não o deixe em mãos erradas.

Quando você menos espera surge aquela paixão avassaladora que você rapidamente confunde com amor. E seus dias se tornam perfeitos e você se dedica totalmente a alguém por acreditar que ele (a) seja  único em sua vida. Você começa a fazer planos, a construir seu futuro, encaixando cada detalhe do seu sonho, como se fosse uma criança montando o seus blocos de Lego, mas, de repente, você percebe que montar as peças sozinho (a) não tem graça. Que os planos são somente seus e a pessoa amada não está nem aí para o futuro desta relação. Não, a culpa não é sua! Você não errou por se entregar demais, por ter ocupado todo o espaço do seu coração com este alguém. Você se dedicou a um amor no qual acreditou e de fato isto é muito lindo. Mas o amor precisa ser vivido no plural. Os dois corações precisam estar em sintonia, sonhando juntos, desejando trilhar o mesmo caminho, enxergando um futuro onde os dois estejam lado a lado. Mas, se não é recíproco, então chegou a hor...

Quando se ama, a fidelidade é um prazer e não um sacrifício!

O amor resiste ao tempo, à distância, às doenças, à falta de dinheiro, à falta de conforto, mas jamais sobreviverá à falta da verdade. Muito se discute sobre a fidelidade, sobre sua importância ou não, entre outros. A questão é que se trata de algo cuja importância diz respeito a cada casal, pois o que vale para um nem sempre valerá para todos. É assim com tudo na vida. O amor não precisa de contrato, mas sim de que cada parceiro saiba exatamente o que o outro requer, para não agir de modo a quebrar expectativas e promessas. Se, desde o princípio, a fidelidade for um pré-requisito que tranquilize os sentimentos do parceiro, não haverá outro comportamento aceitável que não o do comprometimento em não sair com mais ninguém. Não existe, aliás, relacionamento em que não seja necessário fazer concessões, pois teremos que abrir mão de certas coisas, para ganharmos outras. Roda assim a manivela do mundo. Nesse sentido, caso a pessoa não queira conceder em nada, em nenhum aspecto ...

Ouvi dizer que joelhos ralados doem menos que corações partidos…

A verdade é que crianças não têm dimensão do quanto dói um coração partido, então, para elas, a única dor possível é a do joelho, ou as dores que os tombos permitirem. Pergunto então: Que criança em sã consciência já deixou de andar de bicicleta por causa de um tombo caído? Se bem me lembro, em minha infância era assim: A gente caia, corria pro colo de mãe… às vezes, só gritava por ela e ela prontamente atendia, ela cuidava, colocava remédio (que aqui entre nós fazia doer bem mais que o machucado original), dava-nos carinho, por vezes, um doce e dizia: Agora que caiu, levanta e vai brincar de novo. Menina moleca que sempre fui, tive uma infância repleta de fatos marcantes com direito a joelhos e cotovelos ralados, a quase perda de um dente, uma ida ao hospital para descobrir que a dor não era pedra nos rins mas sim efeito de um tombo de árvore, e tantas outras coisas retratadas nas minhas cicatrizes. Por outro lado também tive uma infância repleta de gargalhadas, brincadei...

O tempo

Qual de nós não foi mais feliz do que agora? E se não éramos, achávamos que iríamos ser um dia. A coisa mais misteriosa que existe: o tempo. O tempo acaba com tudo: com as árvores, com as montanhas, com as pedras, com a água -que se evapora-, com os sentimentos, com os bichos, com os homens. O tempo acaba com o vigor físico, com o paladar, com o olfato, com o interesse pelas coisas; com a vontade de viajar, de comprar uma roupa nova, de reencontrar um velho amigo, até com a vontade de viver. É cruel, o tempo. Quem se salva do passar do tempo? Os que não pensam, talvez, ou talvez os que só pensem no momento, aquele que estão vivendo; mas mesmo assim podem pensar que já viveram momentos parecidos e muito melhores que nunca mais vão se repetir, por culpa do tempo. Qual de nós não foi mais feliz do que agora? E se não éramos, achávamos que iríamos ser um dia, quando tivéssemos mais dinheiro, quando encontrássemos o verdadeiro amor, quando tivéssemos filhos, quando eles cre...

Resiliência psicológica: "Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!"

A palavra resiliência vem do Latim. Resilire, que significa recusar, voltar atrás. É também a capacidade que temos de sermos flexíveis em momentos que estamos diante das adversidades. Essa flexibilidade é erguida por meio de um conjunto de crenças, que permitem transcender os obstáculos da vida e progredir no futuro com superação. O resiliente é uma pessoa que, mesmo quando perde o emprego, bate o carro, é lograda pelos sócios, repete o erro de confiar em quem não deveria, morre seus pais, é traída pelo cônjuge, sofre uma decepção com um filho, passa por uma grave doença e faz uma cirurgia de risco. Porém, ela continua, firme e forte, não se deixando abater. E a gente se questiona: Como essa pessoa consegue? Mas existe uma explicação para isso, não se é resiliente sozinho, apesar da resiliência ser subjetiva. A psicologia destaca que o valor do relacionamento com a família, sobretudo na infância, auxiliou na constituição da inteligência emocional da pessoa em suporta...