domingo, 20 de agosto de 2017

AMOR, RESPEITO E LIBERDADE

Aquilo que existe em mim e faz parte de mim, pode ser transformado. Aquilo que é do outro, só pode ser transformado por ele e será compreendido e aceito por mim, dentro dos meus limites.

Posso falar ao outro como me sinto em relação ao que ele faz ou diz. Mas não tenho o poder de controlar o que ele faz ou diz.

Não posso afirmar: "aquilo que você fez me feriu". Eu é que me feri com aquilo que você fez ou disse.

Sou dono de minhas emoções, sensações e sentimentos. Sou dono das minhas atitudes, pensamentos e palavras.

Não é coerente dizer que fiz algo com alguém só porque alguém fez outra coisa comigo primeiro. Agindo assim sou apenas resposta a eco.

É mais valioso optar por agir ao invés de apenas reagir. É mais sensato perceber que sou senhor das minhas emoções; e se faço ou fiz algo sou o grande responsável por isso.

Reconheço que as rédeas do meu destino estão em minhas mãos. E me recuso a segurar as rédeas do destino do outro.

Busco o amor em sua mais bela expressão. E por isso abro mão de querer ter o controle sobre a vida do outro.

Quero amar com liberdade. Quero amar com plenitude. Quero amar antes de tudo porque é bom amar".

TEXTO DE: Kau Mascaranhas
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 22 de Agosto de 2.017.
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sábado, 19 de agosto de 2017

Que tal parar de engolir sapo?

Sabe aquelas palavrinhas que ficam entaladas aí na sua garganta? Ou, então, aquelas frases inteirinhas, perfeitas e prontas que vêm à sua cabeça só depois de algumas horas do confronto, da provocação ou da humilhação? E, as mais contundentes: aquelas declarações que vivem encarceradas no seu peito, perdidas num tempo que não volta… Sabe?!

Essas danadinhas têm um poder muito maior do que você pode supor. Palavras não ditas vão paralisando as nossas engrenagens emocionais aos poucos. E, quando a gente se dá conta, viraram ferrugem a impedir a movimentação de sentimentos dentro de nós e para fora de nós. Morrem desidratadas. Apodrecem.

Palavras são pensamentos que tomam forma, feito uma imagem que se conjura a partir de desejos, coragens ou medos inconfessáveis. E se ficarem aprisionadas, causam um enorme estrago. Pesam. Travam. Perturbam.

E como são seres essencialmente livres, vão achando jeitos de vazar da gente. E para que possam vazar, deixam de ser palavras. Transformam-se. Viram olhares cortantes ou ressentidos, transmutam-se em dores pelo corpo e pela alma, materializam-se em ações colaterais que de tão alteradas em sua origem, não as podemos mais identificar ou reconhecer; tampouco controlar.

Há coisas que são demasiadamente difíceis de dizer. Será mais difícil acolher um pedido de perdão, ou proferi-lo com toda a honestidade do coração? Será mais custoso, verbalizar uma falha de caráter ou ter palavras de acolhimento para tranquilizar aquele que a confessou? Será mais doloroso ouvir um adeus, quando se quer que o outro fique, ou dizer adeus vendo nos olhos do outro a súplica pela nossa permanência?

Acontece que, depois de proferidas, as palavras já não nos pertencem mais. Temos algum controle sobre aquilo que dizemos, ainda que cada coisa que saia de nossa boca, passe por milhares de filtros internos e externos, antes de ganharem vida. Somos responsáveis pelo que deixamos o outro ouvir. Mas não temos nenhum controle sobre o que ele é capaz de entender.

Cada um transforma o que foi dito pelo outro, a partir de suas próprias verdades e de sua constituição emocional. Cada um encontra jeitos de interpretar a fala do outro, baseado em sua percepção do mundo, em sua capacidade de interagir com as incontáveis experiências afetivas.

As palavras podem, a um só tempo, nos condenar ou absolver; nos aproximar ou afastar; nos propiciar encontros adoráveis ou embates terríveis. É por isso que nos cabe a honradíssima tarefa de encontrar uma forma qualquer de comunhão entre o que somos, sentimos, queremos e expressamos para o mundo. Porque sempre haverá coisas difíceis demais a dizer, na mesma medida em que haverá outras tantas dificílimas de se escutar.

Então… sejamos mais generosos e piedosos diante de nossas fraquezas e das alheias, também. Quem sabe não seja essa a única forma de nos conectarmos por meio de um espaço sagrado de convivência, no qual ninguém esteja obrigado a engolir sapos, e onde todos aqueles que já foram engolidos possam ser libertos e, finalmente, viver em paz… lá fora… definitivamente fora de nós!

TEXTO DE: Ana Macarini
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 22 de Agosto de 2.017.
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Quem tudo quer, tudo perde

É um esforço gigantesco querer tudo, ser o primeiro em tudo, ganhar a maior fatia, ter a preferência, todas as medalhas de ouro, troféus, amores, a vez, o melhor presente, a vida mais perfeita.

Quem tudo quer, mostra claramente que não há espaço para o outro que não seja na sombra dos seus triunfos. Ninguém jamais estará ao lado. Se estiver na frente, é alvo. Atrás, seguidor.

O vencedor de tudo é solitário, encarcerado em suas glórias, ostentando status de um assento somente. Ninguém senta ao seu lado. Ninguém o olha nos olhos.

Quem tudo quer, abre mão da generosidade em prol de um acúmulo de bens, moedas, pertences, coleções, poder, solidão.

O conquistador absoluto quer por querer, para que o outro queira e não tenha, para passar a vida contando, recontando e escondendo.

Quem tudo quer, quer para ter, não para ser. Quem tudo quer, entende que o excesso alimentará todos os seus vazios, a sobra esconderá todas as faltas.

Quem tudo quer, perde a vida para um gincana insana, acumula além das conquistas, fadiga, desafetos, mágoas, distâncias.

Quem quer toda a razão, distorce o senso de justiça.

Quem quer toda a atenção, lança mão de apelos patéticos.

Quem quer todo o poder, luta contra a igualdade.

Quem tudo quer, atropela sonhos alheios, afetos mais delicados, relações familiares, derruba árvores para construir muros, explode anseios, ignora o bom senso, manipula a ética.

Quando tudo quer, se perde, se desintegra, se transforma em alguém que seria seu pior inimigo ou seu maior desgosto.

Quem tudo quer, tudo perde, e o mais triste é não perceber que a mesma ambição que motivou por tanto tempo, se fosse um tanto mais comedida e andasse de mãos dadas com outras ambições, lado a lado, se transformaria num grande e valioso ganho.

TEXTO DE: Emilia Freire
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 21 de Agosto de 2.017.
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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O tempo de Deus ninguém consegue prever. Que portas se abram e se fechem dentro do que tiver que ser.

Nessa minha incapacidade de, por vezes, não entender tudo, deixo o tempo passar, deixo o coração se ajeitar, deixo a vida me mostrar o que é melhor.

Apenas ajudo-me, cuido de mim, elevo-me mais. O que é para ser vem no momento certo.

Já aprendi que, por vezes, tudo é um grande mistério inviolável. Preciso aprender a desvendar as coisas que se aprofundam na alma.
Pode ser que demore. Pode ser que eu descanse. Pode ser que eu queira tudo em um segundo. Penso demais, amo demais, sinto demais.

Talvez eu só queira um banco de praça para sentar e olhar a paisagem, talvez eu só queira o silêncio das horas. Talvez eu só queira inspirar e expirar tranquilidade.

Pessoas vão passando à minha frente, corações vão se desencontrando e se encontrando. Vão se entreolhando. Muita coisa pode passar despercebida. Outras, com certeza, manterão a chama da minha alma acesa.

Meu mundo não é tão complicado. Muitas vezes, só não quero que mexam no meu desarrumado. É através dele que, muitas vezes, eu acesso a página do querer.

Cada um vive dentro daquilo que acha melhor. Eu aceito os desígnios de Deus.
Vou deixar a pressa descansando em algum canto, vou esquecer os meus rompantes, vou procurar ser mais feliz comigo mesma.

Nessa minha visão meio torta dos próprios sentimentos, muitas vezes, dou-me um tempo, dou-me uma chance, dou-me mais coragem para colocar um ponto final naquilo que me interrogou, provocou, instigou e mostrou que, no final das contas, escolher outro caminho poderia ser muito melhor, poderia trazer mais chances de cura e evolução interna.

Quem nos macera a alma, não nos faz sorrir. O que atrasa, não adianta, o que sobrecarrega não ajuda ninguém a subir mais um degrau.

Talvez eu só queira tomar um porre de amo- próprio e me colocar mais em primeiro plano. Talvez eu só queira dançar, conversar e ser cúmplice de um sorriso sincero. Nada me falta.

Acho que, quanto mais eu me liberto daquilo que freia, mais eu me liberto de todos os falsos argumentos, de todas as coisas que não deram certo, mas que Deus, mesmo assim, abençoou como sendo necessário.

Talvez seja isso. Parar de exigir tanto, parar de empurrar com a barriga o próprio coração.

Não tenho direito de anular minha vida, anular o que pretendo anular as coisas que se mostram à minha frente como guias de luz.

O tempo de Deus ninguém consegue prever. Então, entre meus erros e acertos, que portas se abram e se fechem dentro do que tiver que ser. Só peço que me respeitem como sou, e que me deixem viver.

TEXTO DE: Sil Guidorizzi
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 19 de Agosto de 2.017.
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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Cobertor pequeno: você já dormiu com um cobertor pequeno numa noite fria?

Você já dormiu com um cobertor pequeno numa noite fria? É um balé sob lençóis! Você cobre os braços, descobre os pés, estica o cobertor com o calcanhar e descobre o pescoço. Uma noite de cão!

Não descansa, não esquenta totalmente e não consegue dormir. E se seu cobertor falasse, provavelmente diria: Ei! Pare de me esticar assim! Sou como sou, desculpe-me se não sou suficiente para o tamanho do seu frio.

Quando o trabalho não o satisfaz, quando os amores não o satisfazem, quando você quer mudar seu visual, a foto do seu perfil, a cor da casa, quando você está aqui sempre pensando em estar ali e seu coração não se aquieta com "o que tem para hoje", quando isso se torna constante. seu cobertor pode estar pequeno.

A gente estica, descarrega nas pessoas nossas expectativas, espera demais de situações e de pessoas que não nos dão o que esperamos, simplesmente porque elas nos dão tudo o que podem dar.

Concluo que ao esticarmos demais as coisas, as pessoas, as desgastamos demais. Perdemos, damos uma impressão errada de quem somos, porque não conseguimos expressar algo que parece tão simples: eu sinto muito frio. Na alma, no espírito. A culpa não é do cobertor.

Talvez não seja o cobertor que seja pequeno, mas você anda sentindo frio, demais para o calor que esse cobertor pode lhe dar.

Projetamos nossas necessidades nas outras pessoas, quando essas necessidades nos são tão particulares. Somos nós quem precisamos daquilo, são nossas necessidades, devem ser supridas por nós mesmos e não colocadas como um fardo sobre os ombros de quem caminha ao nosso lado e talvez não faça a mais remota ideia dos nossos sentimentos.

Se eu estou com frio demais para aquele cobertor, sou eu que preciso certificar-me de buscar meios mais eficazes de me aquecer. O cobertor não tem culpa.

Então. talvez não seja o cobertor que seja pequeno, mas você anda sentindo frio demais para o calor que esse cobertor pode lhe dar.

TEXTO DE: Luciana Marques
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 18 de Agosto de 2.017.
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

É aos poucos que tudo se ajeita

A gente não quer sentir dor. Não quer sentir aflição. Não deseja experimentar o desamparo nem a solidão. Mas vez ou outra sentimos. Vez ou outra o medo vem nos visitar e a angústia nos faz companhia. E descobrimos que isso nos torna vivos também. Isso faz parte da condição humana, que não é só forte e bem resolvida o tempo todo, mas também é feita de desassossegos e inquietações.

"A angústia é um privilégio de quem está completamente dentro da vida". A frase, de Maria Ribeiro, me fisgou nesse momento em que aguardo ansiosa o lançamento do meu segundo livro. Faltam dois dias. Dois dias em que a ansiedade e a angústia fazem parte do repertório de sensações que experimento. Mas constato que nunca me senti tão viva.

Nunca me senti tão à flor da pele e tão humana.
Sentir-se no alto de uma montanha russa faz parte dessa aventura que é a vida; entender que vamos suportar a descida e encontrar sentido nas curvas do caminho nos dá coragem para abrir os olhos e soltar as mãos, cientes de que no fim, a angústia foi um combustível importante também.

De vez em quando somos tentados a tirar alguém da tristeza. Mas ela tem sua utilidade e seu tempo. Tem a serventia de nos equilibrar, de nos posicionar corretamente na vida, de trazer clareza e lucidez. Nos torna mais reflexivos e criativos, pois nos impulsiona a encontrar recursos para atravessar o deserto, para transpor os rios, para desbravar as subidas e romper os cadeados.

Todo mundo sente angústia vez ou outra na vida. E é um erro acreditar que só porque alguém parece ter a "vida perfeita", não sente medo e solidão. Só porque aparenta ter equilíbrio e sofisticação, não experimenta ausência e inadequação.

A felicidade é feita de altos e baixos, e é assim pra todo mundo. Temos o costume de superestimar a felicidade alheia e nos ressentir de nossa própria realidade. Esquecemos que na vida real qualquer um pode acordar num dia imperfeito, sentindo-se desajustado, carente de respostas e com o coração cheio de lembranças. Isso é premissa para sentir-se vivo também, e quem nunca experimentou esses sentimentos vive em outro planeta ou está mentindo.

É aos poucos que tudo se ajeita. Aos poucos que a gente entende que de vez em quando a alegria se atrasa, mas não vai embora de nós. É suavemente que a gente compreende que de repente tudo se enche de significado de novo, as peças se encaixam, a roupa serve, a intuição flui, o riso irrompe. Sim, a vida é linda e espantosa.

Tenho me reconciliado com minhas aflições. Andado de mãos dadas com minhas imperfeições. Aceitado que meu caminho não está imune a rasuras e correções. Entendendo que só errando e não tendo medo de tentar novamente é que irei crescer e me fortalecer. 

Descobrindo que não preciso adiar a angústia de estar viva só porque ela me lembra que o tempo é escasso e tudo passa, mas reconhecer que ela dá significado ao mosaico de peças de que sou feita. Pois na vida tudo se ajeita, basta ter uma fé enorme de que, sem urgências ou impaciências, encontrarei a dança perfeita.

TEXTO DE: Fabíola Simões
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 17 de Agosto de 2.017.
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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Tudo o que você tem na sua vida hoje, um dia vai acabar.

Passei um mês no interior da Índia, em Dharamsala, trocando experiências com refugiados tibetanos que haviam perdido absolutamente tudo em suas vidas; mas ainda assim continuavam a viver em paz.
Impressiona-me até hoje como eles conseguem viver bem, apesar de terem passado por tudo o que passaram.

Foi lá que eu ouvi uma das frases que eu vou levar pra vida inteira. Talvez você não goste de ouvir, mas vou falar mesmo assim:
Tudo acaba. É sério, tudo acaba. O seu relacionamento um dia vai acabar, as suas amizades vão acabar, o seu trabalho um dia não vai mais fazer parte da sua vida, o seu intercâmbio vai acabar, até a sua família um dia vai acabar.

Absolutamente tudo o que você tem na sua vida hoje, um dia vai acabar. As pessoas se cansam da gente, a gente se cansa delas, a gente acorda um dia percebendo que não é bem isso que a gente quer, a gente vive decepções, a gente decepciona os outros.

As pessoas morrem, mudam-se para longe e não voltam mais, afastam-se sem mais nem menos. As pessoas são demitidas. Imprevistos acontecem o tempo todo.

A gente muda de gosto, de vontades, a gente muda o tempo inteiro. A vida vive se renovando.

Absolutamente nada é pra sempre. E absolutamente tudo dura exatamente o tempo que tinha que ter durado.

Desculpa ser um pouco dura com você e lhe falar isso assim, do nada, sem mais nem menos. Mas saber disso, antecipadamente, vai  poupar muito sofrimento ao longo dos seus anos na terra. 

 E pode fazê-lo ver as coisas de uma outra maneira - como aqueles refugiados fazem. 

Você pode escolher viver de duas formas a partir desse texto: Pode decidir ignorar o que você acabou de ler e continuar achando que vai ter tudo e todos pra sempre. É uma escolha sua viver assim, e eu não vou lhe julgar. 

Mas você pode, também, aceitar esse fato e aprender a conviver com isso.  Sabendo que tudo um dia acaba, a gente começa a fazer mais questão de aproveitar o que a gente tem hoje.

Então, por favor, dê sempre 100% de você em tudo o que você vive. Não faça as coisas pela metade. Seja um bom parceiro pro seu companheiro, seja um bom amigo, seja bom no seu trabalho, trate bem a sua família, aproveite ao máximo o que você tem hoje.

E, quando algo acabar, não se desespere. Entenda que isso faz parte da vida.

Seja grande o bastante para absorver todos os ensinamentos dessa fase que passou, e parta para a próxima, cada vez mais enriquecido com as experiências que você teve no passado.

A vida é a arte dos encontros e dos desencontros. As coisas precisam terminar para que outras tenham espaço para começar.

Tudo acaba. Mas tudo também recomeça, e essa é a grandeza da vida. 
O fim também pode ser lindo!

TEXTO DE: Amanda Areias
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 16 de Agosto de 2.017.
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