quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Deixar ir não é a mesma coisa que desistir!

Deixar ir não é abrir mão. Nem desistir. Nem fracassar. Deixar ir é entender que existem encerramentos tristes em nossas vidas, mas que eles duram pouco tempo, porque são apenas uma parte de um caminho que levam a algum final feliz.

Deixar ir não significa que você desiste fácil ou que não sabe como fazer as coisas na sua vida funcionarem. Não significa que você seja uma pessoa instável e imatura demais para se organizar de forma sábia.

Significa simplesmente que você não pode ter tudo, por mais que tente, porque nem tudo foi feito para ser seu. Você nem sempre será o primeiro em tudo e, na verdade, isso é até bom, porque muitas pessoas ficam tão obcecadas em vencer que se esquecem do que realmente estão buscando.

Nós focamos muito em apenas conseguir tudo o que queremos que nem avaliamos direito se essa é a melhor coisa para nós.

Eu por muito tempo eu me senti mal por deixar ir, achava que isso dizia que eu era fraco (a) ou que não tinha capacidade de manter as coisas/pessoas em minha vida, assim como todo mundo.

No entanto, conforme o tempo passou, eu percebi que não tem sentido ser teimoso ou lutar por pessoas que não têm nenhum interesse além de nos ferir.

Não faz sentido provar que está certo às custas de sua felicidade.

Assim, eu aprendi o quanto é importante deixar ir quando as coisas terminam. Muitas vezes, as coisas têm um fim muito antes de estarmos prontos, e a ilusão de ainda tê-las é muito pior do que a realidade de deixá-las ir.

Deixar ir não é desistir. É abrir espaço para que coisas melhores cheguem em nosso caminho. É perder algo sabendo que algo muito melhor está para chegar. É viver um período limitado de dor para que a cura faça o seu trabalho e nos renove.

TEXTO DE: Luiza Fletcher
* * * * * * * * * * * * * * *
Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 24 de Novembro de 2.017.
* * * * * * * * * * * * * * *
AJUDE-NOS A AJUDAR. Só de clicar nos links de propagandas deste blog você ajuda a Campanha Natal Solidário que promovemos há 23 anos.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

"Fechei os olhos e pedi um favor ao vento: leve tudo que for desnecessário. Ando cansada de bagagens pesadas."

A vida é feita de ciclos, e a melhor maneira de seguir em frente é com a bagagem leve, fácil de carregar. Preste atenção às pessoas que você realmente quer ao seu lado. E, sem um pingo de culpa, livre-se de pesos desnecessários.

Ontem fui à cabeleireira e retoquei as luzes que faço há algum tempo. Ao chegar em casa, ainda me adaptando à nova imagem refletida no espelho, comentei com meu marido sobre o significado dessa mudança. Muito mais do que disfarçar os fios brancos que aumentam ano a ano, a alteração na aparência reflete um processo interno que estou passando, e dá boas-vindas a um tempo de menos enganos e mais certezas; de menos inseguranças e mais amor-próprio; de menos mimimi e mais hahaha.

Às vezes a gente se engana. Perde tempo e energia travando batalhas intermináveis com os traumas do passado, com as rejeições que sofremos, com as decepções que tivemos. E não percebemos que uma vida bem vivida é feita de peças que têm encaixe, ao lado de pessoas que nos querem bem, experimentando sensações que nos deixam em paz.

Se uma peça não está se encaixando, não devemos forçar o encaixe. Isso causa um desgaste enorme, diminui a fé que temos em nós mesmos, nos submete a uma situação embaraçosa e desnecessária.

É como ser tamanho 40 e querer entrar num jeans 34. Você não precisa disso, esse não é o último jeans da face da Terra e, definitivamente, é constrangedor demais desejar algo que não te serve. Quanto antes você entender isso, mais cedo perceberá que, às vezes, a vida nos frustra de um modo inimaginável, mas antes de insistir naquilo que não nos cabe, é importante que saibamos qual lugar queremos ocupar.

Geralmente, as pessoas mais felizes são as que ocupam os melhores lugares em suas próprias vidas.

Quando decidimos ocupar o melhor lugar em nossa própria vida, aprendemos a recusar qualquer situação que nos diminua, e já não dependemos mais da aprovação alheia para nos sentirmos em paz.

As críticas são bem-vindas, desde que nos estimulem a crescer e as inseguranças do passado dão lugar a uma aceitação enorme de nossas incompletudes e um orgulho imenso de nossas conquistas. Aprendemos a nos respeitar e rejeitamos tudo aquilo que nos fere ou subestima.

Precisamos desistir de alguns sonhos, lugares e pessoas se quisermos o melhor para nós mesmos. A vida é feita de ciclos, e a melhor maneira de seguir em frente é com a bagagem leve, fácil de carregar. Preste atenção ao que você deseja daqui pra frente. Preste atenção às pessoas que você realmente quer ao seu lado. E, sem um pingo de culpa, livre-se de pesos desnecessários.

Hoje quero que o vento bagunce meu cabelo e me ensine a ser leve. Que eu aprenda a suportar o tempo finito de cada coisa e entenda a partida de tudo que não é eterno.

Que o vento me ensine a deitar no colo do Pai e deixar que Ele tome conta. Que eu tenha paz. Que eu aprenda a fechar meus olhos e confiar. Que eu deixe de querer controlar tudo. Que eu possa esvaziar minha casa, meu guarda roupa, minha agenda e meu espírito daquilo que é excessivo e desnecessário.

E que, restaurada por repentina leveza, eu possa ignorar o que não acrescenta e valorizar o que realmente importa.

TEXTO DE: Fabíola Simoes
* * * * * * * * * * * * * * *
Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 23 de Novembro de 2.017.
* * * * * * * * * * * * * * *
AJUDE-NOS A AJUDAR. Só de clicar nos links de propagandas deste blog você ajuda a Campanha Natal Solidário que promovemos há 23 anos.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Você é feliz com as escolhas que você fez?

Você já parou para pensar que toda a sua vida aconteceu com base em suas próprias escolhas?

Diga-me: você é feliz com elas?

Antes de responder a essa pergunta, primeiramente, olhe para dentro de si mesmo(a) e reflita. Sinceramente, você se lembra dos motivos que o(a) levaram a fazer essas escolhas?

O que quero dizer é que a vida pode parecer ser difícil, mesmo quando se trata das escolhas que nós mesmos fizemos.

O fato é que, mesmo escolhendo a vida dos nossos sonhos, às vezes, a rotina cansa. E não há nenhum problema em admitir isso para si e para o mundo.

O filho grita. A faxina desgasta. O marido reclama. O chefe vira a cara. O trabalho que tinha que ser feito sai todo errado. O pagamento atrasa ou reflete uma situação financeira não tão agradável.

Sim, eu sei que a vida está corrida e o fato é que ela pode deixar muita gente perdida em meio a tantos afazeres e cobranças e, ainda pior, pode deixar muita gente perdida de si mesma, perdida daquilo que a define e que a faz pulsar. Perdida de toda a motivação que a levou a desejar estar onde está.

O que eu quero dizer é que, mesmo quando tudo parece cansativo demais, isso não quer dizer, necessariamente, que você fez as escolhas erradas.

Às vezes, é só uma questão de aprender a dizer não e  dar-se o descanso merecido e, então, reencontrar-se com seu verdadeiro propósito de vida. De aprender a dizer não para todo e qualquer padrão de pensamento que lhe diz que você precisa dar conta de tudo o tempo todo.

Certo dia, li que mais vale uma esposa e mãe feliz do que uma casa bem arrumada. E isso nos faz pensar em quantas vezes deixamos de dizer o não que nos permitiria, de fato, ter mais tempo para o que é essencial.

Colocamos a culpa em tudo, mas o fato é que quando aprendemos a ser verdadeiramente autênticos(as), o mundo fica mais leve e, consequentemente, a gente fica mais leve também.

Suavizamos, assim, nossas expressões e o nosso coração, e temos mais tempo para sermos gentis e amáveis com quem realmente importa.

O fato é que quando falamos sim querendo dizer não por medo de magoar alguém, por medo de não sermos aceitos(as) fatalmente nos transformamos em nossa pior versão, e é exatamente ela que entregamos a quem estiver por perto e afastamos aqueles que, no final das contas, não queríamos ferir.

No entanto, eu sei, existem coisas que precisam ser feitas, mesmo que estejamos cansados. Afinal, uma certa rotina faz com que tudo seja possível. Mas, porque não escolher fazê-las com um pouco mais de leveza?

Certa vez, estava me sentindo cansada, e tudo o que eu mais queria era ficar quietinha no meu canto, mas eu precisava trabalhar, então, resolvi buscar dentro de mim as razões pelas quais eu escolhi fazer o que eu faço e, conforme fui encontrando os inúmeros motivos que me trouxeram até aqui, de repente, eu me peguei fazendo meu trabalho renovada, com o amor e a paixão até então adormecidos pela minha falta de conexão comigo mesma.

Portanto, na minha sugestão de hoje, eu o(a) convido a não deixar de lembrar a si mesmo(a), todos os dias, os motivos pelos quais você desejou estar onde está. E, então, viva com prazer e sabedoria cada uma de suas escolhas!

TEXTO DE: Keissy Kelly
* * * * * * * * * * * * * * *
Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 22 de Novembro de 2.017.
* * * * * * * * * * * * * * *
AJUDE-NOS A AJUDAR. Só de clicar nos links de propagandas deste blog você ajuda a Campanha Natal Solidário que promovemos há 23 anos.

sábado, 18 de novembro de 2017

Não force a barra com quem não gosta de você!

A busca pelo reconhecimento e a carência social criada pela era tecnológica faz-nos sofrer à toa.

É impressionante como muitas vezes buscamos a unanimidade sobre nós e sobre o que fazemos, querendo do outro a aprovação total.

E nesse jogo insano que nos propomos a disputar o placar nos é sempre desfavorável.

Custa, mais um dia a gente entende que na vida é assim: algumas pessoas gostam de você, outras não o suportam. Umas o admiram, enquanto há quem o critique à toa.

Há também quem torça por você, ao passo que outras querem vê-lo na pior para que elas próprias se sintam bem. Tem também aquelas que o vigiam e  julgam por qualquer coisa, mas há outras que o compreendem e o aceitam como você é.

Grande parte do nosso sofrimento tem a ver com forçar a barra para que os outros nos aceitem e nos amem a todo custo.

Como somos imperfeitos e também erramos (ah, como erramos), essa tarefa se torna pesada, cheia de expectativas e consequentes frustrações.

É difícil aceitar, eu sei. Mas o dia em que desistirmos de ter a atenção de quem não nos prestigia e o dia em que deixarmos de lado a busca pelo aplauso do inimigo, seremos muito mais leves e felizes.

Não gosto de generalizações, mas acredito que quanto mais buscamos reconhecimento e aceitação do outro, mais deixamos de fazer isso por nós mesmos.

Quem é bem resolvido consigo tende a não entregar nas mãos de terceiros a responsabilidade pela própria felicidade.

Não se trata de ser egoísta ou se isolar, mas decida deixar de lado o que acham de você.

Autoestima e autoconfiança não permitem que deixemos para o outro as decisões sobre o nosso verdadeiro valor.

De agora em diante não force a barra: aposte em quem está do seu lado. Dos outros, não espere tanto (ou não espere nada).

Deseje que eles sigam seu próprio caminho e defendam suas crenças. Continue escrevendo sua história com o melhor que puder oferecer da sua essência. E quem tiver que fazer parte dela, com certeza terá um capítulo especial!

TEXTO DE: Fabiano Latham
* * * * * * * * * * * * * * *
Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 21 de Novembro de 2.017.
* * * * * * * * * * * * * * *
AJUDE-NOS A AJUDAR. Só de clicar nos links de propagandas deste blog você ajuda a Campanha Natal Solidário que promovemos há 23 anos.

Saudade de quando as coisas eram mais simples.

Saudade de quando as coisas eram mais simples e não vivíamos sufocados por tantas complicações. Ou era a gente que não complicava tanto as coisas?

A vida seguia num ritmo bem mais lento, sem tanta cobrança, com menos movimento. E nós fazíamos um tempo para ficar na varanda, só pra assistir o vento balançar os galhos das plantas que amorosamente colocávamos lá.

A gente sentia prazer em colocar água na chaleira e observá-la ferver; e depois apreciar o cheiro do café que subia de dentro da caneca esmaltada, enquanto esfriava sem ser sacudido.

Nesse meio tempo, traçávamos planos menos ambiciosos que os de agora. Não tínhamos tanto desejo de subjugar o mundo; no máximo pensávamos em algumas melhoras.

E na frente das casas, com menos muros e poucas grades, podíamos sentar nos bancos e conversar. Ou nas praças, ou das janelas. A conversa não era debate e não ficava revirando os desconfortos de ninguém.
Fazer um pão, um bordado, jogar cartas e esperar o tempo de cada coisa acontecer. Fazer bem o que se sabia, sem se preocupar com as coisas que não se fazia bem era o segredo dessa vida pacata.

E quando a saudade vinha, a gente pegava a caneta e com prazer escrevia uma carta àquele alguém. Sem pressa. Com tempo para escolher com apreço as palavras noticiadoras.  E esperava-a ir, como se tivesse asa, e chegar ao seu destino.

Naquele tempo sabíamos que há um momento certo para tudo acontecer. E compreendíamos esse fato.

Andávamos de braços dados. Nossos pertences não eram tão cobiçados. Nem a beleza era tão exigente. Também não gastávamos tanto nosso tempo com notícias dos outros, nem nos comparávamos tanto.

Ficou a saudade dos sabores, dos sons mais calmos e dos amores que tínhamos. Amor pelo sossego, pela calma, pela charmosa harmonia.

Tínhamos tempo para deitar na rede, para ocupar as cadeiras ao redor da mesa, e pra encher a sala com conversas agradáveis e histórias biográficas. Tínhamos tempo para nos encontrar. E nos pertencíamos mais.

A urgência não nos apressava tanto. A paz era vista todos os dias, enquanto acenava sua bandeira branca em frente ao nosso portão.

Hoje os tempos não são mais tão calmos. As semanas correm velozes e o giro rápido, às vezes nos entontece. A família, outrora reunida, agora luta com dificuldade para juntar seus pedaços. Ela já não sabe o que foi feito com o afeto que deveria fazer-lhe companhia.

Poucos, nesses dias de hoje, conseguem viver satisfeitos. Não basta mais ser, nem existir. E a premente necessidade de estar no topo faz novas vítimas a cada amanhecer.
Desaprendemos a viver.

Desnecessariamente gastamos nossa vida com coisas complicadas, e por vezes sem sentido, simplesmente porque não sabemos aonde as coisas simples foram parar.

TEXTO DE: Alessandra Ferrari Piassarollo
* * * * * * * * * * * * * * *
Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 20 de Novembro de 2.017.
* * * * * * * * * * * * * * *
AJUDE-NOS A AJUDAR. Só de clicar nos links de propagandas deste blog você ajuda a Campanha Natal Solidário que promovemos há 23 anos.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Precisamos falar sobre a (in)felicidade

No últimos dias, tenho vivido verdadeiras maratonas. É que desde que me propus a ser uma pessoa melhor, cada novo nascer do sol tem se tornado uma nova aventura. Mas leia tudo isso de uma forma positiva. Temos a mania persistente de ver a vida com peso, dor ou sacrifício. Minha mudança segue por este caminho.

A verdade é que eu estava bem distante de onde gostaria de estar. Em termos de vida mesmo. Em termos de satisfação, realização pessoal. Em termos de felicidade com o espelho, com o outro, com o mundo, comigo de um modo geral e em todos aspectos que isso possa tocar. Sendo assim, quando tudo parece ruim, a única solução plausível é – mudar. Sem saber por onde, comecei a reorganizar os meus sentimentos. Comecei pelo meu coração.

Percebi que todos os meus dias estavam exaustivos. Nem bem começavam e eu já queria que acabassem, que as horas voassem, que o final de semana chegasse. Só comecei a observar isso quando a ficha de que eu estava deixando a minha vida para um depois que poderia nem sequer chegar, caiu. Eu estava empurrando com a barriga a minha, talvez, única chance de ser feliz.

Foi então que eu decidi me policiar, me observar, me vigiar em cada ação. Diante de cada chateação, diante de cada reclamação, diante de cada impasse, pedra no caminho ou topada, comecei a ver como era a minha reação. Como eu reagia quando as coisas não saíam como o planejado. Já posso adiantar que meu humor andava de mal a pior. E, só por esse mesmo motivo, tudo mais caía com um desesperador efeito dominó. Derrubando tudo que encontrava pela frente.

Nós somos polos energéticos. Não é difícil de entender. É só imaginar um ímã inverso. Ao invés de atrair os sentimentos opostos, atraímos os iguais. Ou seja, se tenho bons pensamentos, se nos automotivamos e estamos felizes, vamos chamar, para perto da gente, coisas extremamente boas, motivadoras e alegres. Se só reclamamos e maldizemos a vida, teremos, cada vez mais, motivos para reclamar e maldizer a nossa própria existência.

Para quem já conhece o fundo do poço ou já se viu com lama existencial até os joelhos, tentar qualquer coisa nova, por mais louca que seja, não deve ser tão difícil, então, te proponho um desafio. Tente ser feliz mesmo sem grandes motivos. Sempre que alguma coisa vier te preocupar, coloca seus fones de ouvido com sua música favorita e dança. Sempre que for reclamar, agradeça. Sempre que quiser brigar, reconheça a sua parcela de erro.

Podem parecer apenas palavras bonitas de quem quer te enfiar goela abaixo mais uma autoajuda barata, mas te garanto que, com certeza ABSOLUTA, sua vida vai mudar quando você – realmente – se permitir estar bem e encarar de forma otimista, positiva e menos densa, negativa e pessimista os problemas que te assolam.

TEXTO DE: Matheus Rocha
* * * * * * * * * * * * * * *
Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 18 de Novembro de 2.017.
* * * * * * * * * * * * * * *
AJUDE-NOS A AJUDAR. Só de clicar nos links de propagandas deste blog você ajuda a Campanha Natal Solidário que promovemos há 23 anos.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Algumas "liçõezinhas" que a gente aprende e desaprende, mas que vale considerar.

A vida costuma nos dar várias lições. Há dias em que você não quer lição nenhuma, apenas deseja ficar em paz.

Não tente ajudar quem não merece. E não se culpe por isso. Pode ser que os outros não entendam sua intenção e se voltem contra você, ou reclamem das suas atitudes. Faça por quem merece e precisa.

Pessoas costumam colocar palavras na sua boca, falar de sentimentos que você não expressou e dizer coisa a seu respeito que têm muito pouco a ver com você. Você não tem que aceitar o sofrimento, a dor, a humilhação, a rejeição.

Existem meios de se afastar de tudo isso. Quase tudo é possível de ser revertido. Não se torne uma vítima.

O mundo pode se manifestar contra suas ideias, pensamentos, principalmente aqueles já instituídos pelas pessoas, mas se você não aceita, continue no caminho, a crença é sua, quem pode mudar é você, os outros que continuem pensando o que eles bem entenderem.

Você não deve tentar de novo, se não quiser. Deus renova todas as coisas e desistir é algo que, se faz bem, vale a pena. Amanhã podem surgir outros desejos e outras vontades. Benditos são os amanhãs.

Aquele dia que você diz que será o melhor da sua vida pode começar todo e errado e terminar também. E o outro dia pode ser igual. Não se frustre por isso. Acontece.

A vida costuma nos dar várias lições. Há dias em que você não quer lição nenhuma, apenas deseja ficar em paz.

Nem sempre você precisa estar por perto, principalmente da família. Muitas vezes a melhor coisa é se afastar, ficar distante. Quem sabe até algumas milhas de distância. Faz um bem!

A gente adora carregar umas culpas. Se nós não somos totalmente responsáveis por estas culpas e não podemos contornar situações no agora, é preciso deixar que o tempo ajude a resolver.

Há momentos em que você está no lugar certo, no emprego certo, com as pessoas certas, com o amor que desejou e fazendo o que entende ser correto. Em outros, você não quer nada disso. Simplesmente gostaria de desaparecer. É estranho, mas é real.

Às vezes você está fora de sintonia com o Universo, pessoas e coisas. Você quer muito algo e o Universo nem aí. Você precisa de tempo e tudo acontece muito rápido. Você busca respostas e elas simplesmente não vêm. Ok, bem-vindo à vida!

Use a razão e o coração. Você pode conviver com os dois, mas não permita que suas decisões firam sua essência e nem a essência alheia. Se isso acontecer, arrependa-se e não carregue os arrependimentos para o resto dos seus dias.

Pessoas pensam diferente de você, e muitas vão querer mudar a sua maneira de encarar a vida e o mundo e pode ser que não seja para

melhor. Nem sempre estamos completamente certos ou totalmente errados. É bom sermos flexíveis, mas conviver diariamente com nossos avessos e opostos, cansa.

Em muitas ocasiões você não consegue ser a melhor pessoa do mundo. Nem o melhor amigo, namorado ou esposa, nem o melhor pai ou mãe, ou irmão. E na verdade nem tentou.

Mas, se você percebeu isso, é sinal de que está tentando encontrar sua melhor versão.

TEXTO DE: Kênia Casagrande
* * * * * * * * * * * * * * *
Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 17 de Novembro de 2.017.
* * * * * * * * * * * * * * *
AJUDE-NOS A AJUDAR. Só de clicar nos links de propagandas deste blog você ajuda a Campanha Natal Solidário que promovemos há 23 anos.