segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

As panelas da minha mãe.

Minha mãe sempre teve o hábito de preparar comida a mais, especialmente para os almoços de domingo. Ela enchia as panelas, com mais do que o suficiente para nossa família.

Mas ela não pretendia desperdiçar nenhum grão, não. Tampouco esperava ninguém em especial. A gente vivia uma expectativa constante do tipo: "vai que chega alguém.".

Naquela época não usávamos telefone, nem nada e eu me perguntava por que ela fazia aquilo, já que tudo não passava de suposição. O fato é que ela fazia com frequência e as panelas cheias tornaram-se uma espécie de convite. As visitas, que se revezavam entre parentes e amigos, passaram a ser uma constante em nossa casa simples.

Hoje penso que as panelas dela não se enchiam apenas de comida. Que se enchiam também de afeto e consideração, mesmo sem saber a quem serviriam. Acho até que o coração dela era maior do que as próprias panelas. 

Tudo isso se tornou um atrativo e o que não passava de suposição tornou-se nossa realidade. Percebi conforme o tempo passava que, embora as pessoas viessem sem aviso, chegavam com a certeza de que ela estaria pronta para recebê-las.

Que lições aquelas panelas quentinhas sobre o fogão à lenha foram capazes de me ensinar!

Talvez nossas "panelas" estejam ficando vazias demais. Estamos nos satisfazendo com coisas que não deveriam nos deixar satisfeitos. Não nos esperamos mais, nem queremos nos receber. Cada um por si, sem nenhuma chama acesa e sem nos encontrarmos de fato.

Por mais que se insista em dizer que o afeto se liquefez, a maioria das pessoas ainda está à procura de aconchego e carinho. 

E pensar que já fomos melhores nisso! Que já demos mais importância às outras pessoas, na época em que elas eram o que tínhamos de mais precioso.

Agora se diz "família, meu tudo", sem que haja uma verdade sendo dita na íntegra. A família tornou-se digital e vê-se muito mais pela tela. Os amigos têm-se enveredado por este mesmo caminho.

A verdade é que a gente anda mesmo é sem tempo para acolher quem quer vir ao nosso encontro, embora tenha muita gente querendo ser esperada e necessitando ser encontrada, com fome que não é exclusiva de arroz e feijão.

Bem que poderíamos adotar a tática das panelas cheias, abarrotando-nos com sentimentos de amor e de espera pelo outro; bem que poderíamos aumentar nossa abertura e nossa receptividade.

Porque faz bem para nosso crescimento pessoal, o encontro com quem está à procura de alívio para as necessidades que sente. Oferecer um sorriso, um abraço ou uma refeição de vez em quando não faz mal a ninguém, e deixa o coração cheio de coisas deliciosas.

Pelo menos foi o que eu aprendi com as convidativas panelas da minha mãe.

TEXTO DE: Alessandra Ferrari Piassarollo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 23 de Janeiro de 2.018.
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domingo, 21 de janeiro de 2018

Alguns “eu te amo” podem sair não só da boca para fora, mas também do ego para fora.

Sinto que alguns “eu te amo” podem sair não só da boca para fora, como também do ego para fora. Há um certo “eu te amo” que não significa um amor pela pessoa, mas o amor pela forma que se é amado.

Há uma confusão aí. Quando se diz eu te amo, a palavra amor entra em jogo. Ele é verbo de ação. Porque quem ama cuida, respeita, protege, ampara, encoraja, anima. É presente, é presença.

Mas, e quando muito disso não existe numa relação? Nesse caso, eu vejo apenas o amor por uma forma e não por um ser.

É fácil detectar. A falta de algumas frases pode ajudar a perceber esta ideia “você está bem?”. “Como foi seu dia?” “Está melhor hoje?” “Está precisando de alguma coisa?”

O amor tem dessas coisas de cuidado, carinho, interesse, real entrega. Se não vejo essa sutileza, para mim não configura amor, configura armadilha.

Dizer “eu te amo” e ser vazio de atitudes concretas com o ser “amado” é contraditório.

Muitas vezes, a pessoa ama a forma como é amada – ama o cuidado, o carinho, o movimento do parceiro em sempre atender e estar perto, ama o amor do outro por ele, mas não necessariamente o ama, de fato. Dá para compreender?

É importante sentir a maré. Perceber os gestos, o interesse para não ficar nessa de viver uma carência afetiva sem real interesse. É fácil dizer “eu te amo”, mas atrás dessas lindas palavras que estremecem o coração é importante acompanhar o carinho, atenção, afeto e cuidado.

Sinto diversas relações vazias preenchidas de falso amor.

Digo isso apenas para compreender que amor não é apenas uma boa química e uma noite gostosa juntos. Amor está na relação que se constrói no dia a dia. No querer bem, no estar por perto, mesmo que distante e saber que existe um bom parceiro para a vida, para diversos momentos.

Eu te amo não é contrato de alma, nem de serviço. É um sentimento real e construtivo.

Saber que é amado é entender que alguém está junto para o que der e vier! E não apenas para ser amor e objeto de desejo.

TEXTO DE: Anieli Talon
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 22 de Janeiro de 2.018.
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Amar o próximo como a si mesmo é uma das mais importantes missões daqueles que amam a Deus

O amor é o elo que une os corações, que nos aproxima de Deus e do próximo. Através de suas obras compreendemos o sentido da vida, do amor incondicional, de doar, retribuir, amar e ser amado.

Deus nos mostra que é preciso valorizar a vida, olhar para dentro de nós, lembrar de quem somos, qual o nosso propósito de vida, missão.

A vida é uma dádiva fomos criados para conviver em sociedade, criar laços, partilhar momentos, viver em harmonia. Somos convidados por Deus a amar o próximo, perdoar os inimigos, as pessoas a nossa volta, descobrir a beleza que possuímos em nosso interior, nossa alma humanitária, nosso ser iluminado.

Podemos até impressionar as pessoas pelas nossas capacidades, dons, inteligência, mas o que faz a gente brilhar é o amor que habita em nós, a forma como tratamos nossos semelhantes, como colocamos o bem em prática.

Essa é uma das formas mais bonitas de agradar a Deus, firmar nosso voto de confiança, contribuir levando esperança aos corações, cooperando com a obra missionária do pai, prestando serviços comunitários, visitando doentes, idosos, os mais carentes. Levando uma palavra de fé, um abraço fraternal, sendo luz, abrindo caminhos, portas de inclusão.

Podemos possuir muitos bens, diplomas, ter um belo caráter, mas o que faz diferença, torna-nos apreciáveis, inesquecíveis, valorosos são as nossas obras, o amor que dedicamos, doamos. Quando ajudamos os irmãos agradamos a Deus, somos gratos, reconhecemos que tudo que temos foi ele quem deu, permitiu.

O que Deus pediu a todos nós é que amássemos uns aos outros como a nós mesmos. Compreender o outro como ele é, cheio de defeitos, problemas, perdoando suas falhas. Devemos pedir a Deus todos os dias sabedoria para viver.

(Ó mestre fazei com que eu procure mais consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado e é morrendo que se vive para vida eterna. Oração de São Francisco de Assis) perdoemos nossos irmãos pelas ofensas, pelo mal que nos fizeram, as dores que nos causaram.

Esqueçamos os desentendimentos e façamos o bem. O confronto, a raiva e a falta de perdão só destroem criam desavenças, alimentam o ódio, atrasam nossa vida, bloqueiam os caminhos, trazendo más vibrações, angústia irritação, infelicidade. Voltemos nosso coração para a conciliação, bondade, a boa semeadura.

Consideremos o momento atual, trabalhando no presente, agindo agora para colher no futuro. O amor é fonte de vida que sacia nossa sede, fortalecendo-nos e mostrando que, onde reina a sua majestade, Deus impera e faz maravilhas.

Se não apoiamos o amor e sua força universal, negociamos contra nós mesmos, andamos em direção contrária, nadamos contra a correnteza, fazemos gol contra, contrariando a grande lei, provamos do nosso próprio veneno. Onde reina o amor Deus aí está. Aí estão também suas bênçãos, a gratidão, a paz, sabedoria, inteligência, prosperidade.

Confiemos em Deus, não adiemos a luta, façamos nossa parte. Amar o próximo como a si mesmo é uma das mais importantes missões daqueles que amam a Deus.

TEXTO DE: Leide Vieira Nascimento
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 20 de Janeiro de 2.018.
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Tudo é novo, tudo pode ser recriado, todos os momentos em nossa vida são presentes do Universo!

A satisfação, em tudo na vida, é garantida, quando você aceita aquele momento tal qual ele se apresenta.

Não digo que devemos dar pulos de alegria ou aplaudir situações nas quais o nosso coração se aperta de tristeza, mas aí é que está o ponto central da questão: tristeza por quê?

Se você tinha uma expectativa que não foi correspondida e isso gerou frustração, pense que talvez a culpa seja sua, porque não podemos adivinhar todos os minutos da vida ou todos os passos do destino.

Uma vez li uma coisa muito interessante que também tem relação com o tema. Na verdade, ninguém é capaz de nos ofender, porque seja o que for que a pessoa diga a nosso respeito, seja lá do que for que ela nos acuse, se forem verdadeiras as palavras, elas não podem nos ofender porque são justas. Se forem mentirosas as mesmas palavras, elas também não devem nos ofender, porque sabemos que tudo aquilo é mentira.

Então se pensamos em satisfação versus descontentamento, concluímos que é bem fácil escolher a primeira opção, é apenas questão de treino.

Quem diz que tem uma vida cheia de rotina está enganado, porque não existe rotina, a vida é uma incógnita constante, a única coisa rotineira talvez seja o seu olhar, a forma como encara a vida.

É preciso saber diferenciar. Ânsia é a perfeita tradução de um desejo sincero, justo e profundo, já a ansiedade é o receio de que este mesmo desejo não se realize.

Em tudo, temos duas faces de uma mesma moeda, em qualquer situação que vivemos, podemos escolher sentir decepção ou alegria, mesmo que aquele momento não seja o esperado ou ansiado, basta reinventar, procurar ver em tudo o aprendizado mostrado e não desanimar jamais, seja de um objetivo, de uma amizade ou amor.

Eu nunca começo um relacionamento com alguém pensando em viver coisas já vividas, reensaio de lembranças repartidas; seria como rabiscar uma página nova usando coisas já escritas.

Tudo é novo, tudo pode ser recriado, todas as coisas, pessoas ou situações podem despertar nosso ânimo em viver e sentir alegria!

Quando sentimos descontentamento é como se rejeitássemos aquele momento, que na maioria das vezes é um presente do universo, um desafio que nos impulsiona a crescer. Sei que nem tudo é fácil, sei que algumas pessoas se superam na arte de nos tirar do sério, mas o segredo é justamente esse, não se abalar muito, não se apegar ao que se apresenta e nem ao resultado.

Quando enfrentar um problema não se detenha, procure pensar e enxergar a melhor solução, tome as providências possíveis e siga em frente, não se paralise e não dê chance para a tristeza permanecer.

Vibre a cada novo dia porque é uma nova oportunidade para a vida que está sempre apta a nos oferecer seus milagres diários. Se existir gratidão não é possível haver insatisfação, são coisas opostas!

Na montanha russa da vida sou a que mais grita na descida, mas também a mais forte na subida. Sou a que se alegra, na chegada ou na partida. Que nossos trilhos estejam sempre alinhados com nossa vontade, generosidade e que o amor seja sempre nossa meta e nosso guia, nessa viagem fantástica onde jamais existe rotina.

TEXTO DE: Dalia Hewia 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 19 de Janeiro de 2.018.
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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Só porque você perdoou alguém, não significa que essa pessoa deva ficar em sua vida.

Eu realmente acredito que o perdão é cura. Que ele nos renova e nos prepara para uma nova etapa de nossas vidas. O perdão é uma das coisas mais poderosas que existem!

No entanto, nós, muitas vezes, tendemos a "perdoar as pessoas erradas." Queremos colocar de volta em nossas vidas pessoas que nos magoam sempre, porque acreditamos que para evoluirmos e avançarmos, precisamos constantemente perdoá-las.

No entanto, por mais que perdoar seja libertador e altruísta, só porque perdoamos alguém não significa que essa pessoa, necessariamente, deva permanecer em nossas vidas. Não precisamos dar a chave de nossos corações a ela novamente. Temos todo o direito e liberdade de deixar ir e permitir que Deus nos ajude a lidar com as dores.

O perdão não é um elo de ligação eterno com a pessoa que nos traiu, que mentiu para nós, que provou que não deseja nossa felicidade.

Perdão é aceitar os erros de outras pessoas em sua direção e acalmar seu coração, com a certeza de que existem coisas melhores preparadas para nós.

Não pense, nem por um minuto, que você tem o dever de manter um relacionamento com uma pessoa que lhe faz mal, apenas para mostrar resiliência ou altruísmo. Não acredite que você tenha que ser próximo de uma pessoa que o manipula, apenas para obter o melhor com o seu esforço. Se você está infeliz perto de uma pessoa, enxergue o seu valor.

Perdoar é dar outra chance, ser compassivo e amoroso, mesmo quando sente que a outra pessoa não merece verdadeiramente. No entanto, isso é tudo o que você precisa fazer. Nada além disso.

Entenda que perdoar não é a mesma coisa que permanecer. Sua vida não pode ser plena com pessoas negativas e tóxicas ao seu redor. Você não deve condenar sua felicidade por conta de atitudes erradas de outras pessoas.

Você é uma pessoa única e incrível, e merece um amor verdadeiro, que permanece ao seu lado.

Perdoar apenas dá a você mais forças para deixar o passado para trás e colocar-se em um caminho de sucesso, com pessoas que realmente querem o seu bem.

TEXTO DE: Luiza Fletcher 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 18 de Janeiro de 2.018.
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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Um grande coração é feito de pequenas gentilezas!

“A gentileza é a essência do ser humano. Quem não é suficientemente gentil, não é suficientemente humano.” – Joseph Joubert.

Ontem fui à feira com minha mãe. Chegando lá, pedimos 3 pasteis. Cada pastel custava R$5,00 reais, ou seja, gastamos R$ 15,00 reais. Para acompanhar, pedimos um caldo de cana grande no valor de R$ 4,00 reais. Ao todo, nossa conta daria R$ 19 reais.

A senhora que nos atendeu acabou nos cobrando apenas R$ 15,00 reais, esquecendo-se de cobrar o caldo de cana.
Conforme eu e minha mãe fomos andando, notamos que o troco estava errado.

Eu disse a ela que seria certo voltarmos para pagar o que consumimos. Imediatamente, ela concordou comigo.

Voltamos à mesma banca e fizemos o que nosso coração nos pediu.

A senhora que nos atendeu ficou muito surpresa com nossa ação. Convenhamos, hoje em dia, é raríssimo encontrar pessoas que fariam o mesmo. Não generalizando, entretanto, sabemos que está ficando cada dia mais difícil encontrar pessoas que carregam em si honestidade.

Após entregar a ela os R$ 4,00 reais, eu me senti tão bem! Pode ser algo tão simples, mas, trouxe uma paz imensa para o meu coração.

R$ 4,00 reais pode parecer pouco, mas faz muita diferença na hora de fechar um caixa. Creio que aquela senhora trabalha para ajudar sua família e seria cruel de nossa parte ir embora com aquele valor, sabendo que consumimos a mais.

Não mereço o Oscar por ter tomado essa decisão, contudo, eu me senti feliz ao saber que posso mudar o dia de alguém com o pequeno gesto.

Ações do bem para com o próximo, além de arrancar um sorriso genuíno de quem as recebe, causam-nos uma sensação de conforto inexplicável. 

Parece que o coração sente quando fazemos o bem e, como recompensa, sentimos a paz instalando-se dentro de nós em questão de segundos.

TEXTO DE: Larissa Dias
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 17 de Janeiro de 2.018.
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domingo, 14 de janeiro de 2018

Você sempre pode levantar-se novamente!

Você sempre pode levantar-se novamente. Está em suas mãos libertar-se de tudo aquilo que poluiu sua visão e endureceu o seu coração, e voltar a ser aquela pessoa otimista que enxergava tudo com esperança.

Você sempre pode recomeçar. Perdoe-se por seus erros e entenda que suas opções de vida são ilimitadas, cabe a você fazer suas escolhas.

Não há limites para aprender mais sobre aquilo que se ama e tornar-se uma pessoa melhor. Você sempre pode se curar. Entenda que nem tudo que acontece de errado em sua vida é culpa sua. Muitas vezes você apenas se envolveu com pessoas erradas, estava indeciso ou confundiu paixão com amor.

É essencial compreender que você não é difícil de amar, apenas encontrou pessoas que não conseguiram lidar com sua autenticidade.

Você sempre pode transformar sua vida. Não há motivo para ficar preso a um caminho que não o faz feliz. Você não é uma vítima, pelo contrário, é o mestre de sua vida. Você pode decidir investir ao invés de desistir, fazer ao invés de sonhar, acreditar ao invés de duvidar.

Você sempre pode mudar sua maneira de agir e reagir ao mundo ao seu redor.

Você pode se abrir e enxergar o mundo através de diferentes perspectivas e aprofundar sua fé naquilo que o universo lhe diz. Cabe a você enxergar as lições ao invés das perdas e fazer o melhor com o que tem.

A verdade que nem todos enxergamos é que podemos escolher não viver tristes e decepcionados, mas, muitas vezes, desistimos cedo demais. Desistimos de fazer nossa parte. Esperamos que as coisas se resolvam sozinhas e que as pessoas naturalmente comecem a gostar de nós e nos apoiar.

Esperamos que um milagre caia em nossos colos. O que não enxergamos, é que, muitas vezes, esses milagres já estão dentro de nós.

Trazer luz a sua alma, curar seu coração, purificar sua mente. Abandonar situações e pessoas que não contribuem para sua evolução. Amar e empatizar consigo mesmo. Acreditar que as coisas podem ser melhores, mesmo nas dificuldades.

Todos esses são milagres que estão presentes dentro de nós. É através deles que nós nos protegemos do mal e lutamos por nós mesmos.

TEXTO DE: Luiza Fletcher
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 16 de Janeiro de 2.018.
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