quinta-feira, 23 de abril de 2015

Acredite no seu coração

Qual a diferença entre
fé e medo?
Nenhuma.

Ambos são acreditar
em algo que não
existe ainda.

Todas as vezes em
que você duvidar
de que é capaz de
viver seus sonhos
lembre-se de que
absolutamente nada
pode ser mais forte
do que um desejo
verdadeiramente
oriundo do seu coração.

Não vindo do medo,
ou da evitação,
ou do receio - da mente.
Eu disse,
do coração.

Acredite
no seu coração.
Acredite na sua
verdade.
E sempre que começar
a achar que seu
medo ou sofrimento
são grandes demais,
não se esqueça:
pelo menos uma
vez na história da
humanidade,
alguém mais já
viveu exatamente o que
você está vivendo.

Todas as dores da
humanidade são isso:
dores da humanidade,
combate entre mente
e coração,
eu e ego,
amor e medo.

Sintonize-se com o amor,
preocupe-se apenas
com isso.
Vá adiante.
Lembre-se:
você pode estar tão
perto de onde quer
chegar que,
talvez,
a felicidade seja
só seguir em frente.

TEXTO DE: Flávia Melissa
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 28 de Abril de 2.015.
* * * * *
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Olhe Ao Redor

Olhe para todos a seu
redor e veja o que temos
feito de nós.
Não temos amado,
acima de todas as coisas.
Não temos aceito
o que não entendemos
porque não queremos
passar por tolos.

Temos amontoado
coisas,
coisas e coisas,
mas não temos um
ao outro.
Não temos nenhuma
alegria que já não
esteja catalogada.
Temos construído
catedrais,
e ficado do lado
de fora,
pois as catedrais
que nós mesmos
construímos,
tememos que sejam
armadilhas.

Não nos
temos entregue a
nós mesmos,
pois isso
seria o começo de
uma vida larga e
nós a tememos.

Temos evitado cair
de joelhos diante do
primeiro de nós que
por amor diga:
tens medo.

Temos organizado associações
e clubes sorridentes onde
se serve com ou
sem soda.

Temos procurado
nos salvar, mas sem usar
a palavra salvação para não
nos envergonharmos
de ser inocentes.
Não temos usado
a palavra amor para não
termos de reconhecer sua
contextura de ódio,
de ciúme e de tantos
outros contraditórios.

Temos mantido em segredo
a nossa morte para tornar
nossa vida possível.
Muitos de nós fazem arte por
não saber como é a outra coisa.
Temos disfarçado
com falso amor a
nossa indiferença,
sabendo que nossa
indiferença é angústia
disfarçada.

Temos disfarçado com o
pequeno medo o grande
medo maior e por isso
nunca falamos o que
realmente importa.
Falar no que realmente
importa é considerado
uma gafe.

Não temos adorado por termos
a sensata mesquinhez de nos
lembrarmos a tempo dos
falsos deuses.
Não temos sido puros
e ingênuos para não
rirmos de nós mesmos
e para que no fim do
dia possamos dizer
"pelo menos não fui tolo"
e assim não ficarmos
perplexos antes de
apagar a luz.

Temos sorrido em
público do que não sorriríamos
quando ficássemos sozinhos.
Temos chamado de
fraqueza a nossa
candura.

Temo-nos temido um
ao outro,
acima de tudo.
E a tudo isso consideramos
 a vitória nossa de
cada dia.

TEXTO DE: Clarice Lispector
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 26 de Abril de 2.015.
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VOCÊ OBSERVA AS PEQUENAS COISAS DA VIDA?

Muitas vezes ficamos
preocupados em atingir
grandes metas,
alcançar grandes
realizações,
e nos esquecemos de
observar que
a vida é feita de pequenas
coisas que quase
sempre nos
passam despercebidas
e parecem não fazer
diferença.

Mas se começarmos pelas
pequenas coisas,
veremos que é a partir
delas que acontecem grandes
coisas em nossa vida.

Quando executamos
simples atos,
como fechar uma torneira
para evitar gasto desnecessário,
dar bom-dia ao vizinho,
escutar um amigo que
precisa desabafar,
dar um sorriso a alguém
desconhecido,
ceder lugar no ônibus para
outro sentar-se...
tornamos nossa vida mais alegre
e significativa.

E com certeza nosso dia
terá sido melhor.

Comece a partir de agora,
uma vida diferente.

Pratique atos de gentileza.

Você verá como
isso terá diferença
em sua vida e na do outro.

Não despreze as pequenas
coisas em sua vida,
pois é a partir delas que
você alcançará
grandes realizações.

TEXTO DE: Maria Salette e Wilma Ruggeri
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 25 de Abril de 2.015.
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terça-feira, 21 de abril de 2015

Estação das Perdas

Há horas em nossas vidas que somos
tomados por uma enorme sensação
de inutilidade, de vazio...
Questionamos o porquê de nossa existência
e nada parece fazer sentido.
Concentramos nossa atenção no
lado mais cruel da vida,
aquele que é implacável e a todos
afeta indistintamente:
as perdas do ser humano.

Ao  nascer,
perdemos o aconchego,
a segurança e a proteção do útero.
Ao perdermos o aconchego do útero,
ganhamos os braços do mundo.
Ele nos acolhe:
nos encanta e nos assusta,
nos eleva e nos destrói.

E continuamos a perder..
E seguimos a ganhar.
Perdemos primeiro a inocência
da infância.
A confiança absoluta na
mão que segura nossa mão.
E ao perdê-la,
adquirimos a capacidade
de questionar.
Por que?

Perguntamos a todos
e de tudo.
Abrimos portas para um
novo mundo e fechamos janelas,
irremediavelmente deixadas para trás.
Estamos crescendo.
Nascer, crescer, adolescer,
amadurecer, envelhecer, morrer,
renascer(?)...
Vamos perdendo aos poucos alguns
direitos e conquistando outros.
Perdemos o direito de
poder chorar bem alto,
aos gritos mesmo,
quando algo nos é tomado
contra a vontade.
Perdemos o direito de dizer
absolutamente tudo que nos passa
pela cabeça sem medo de
causar melindres.

Estamos crescidos e nos
ensinam que não devemos
ser tão sinceros.
E aprendemos...
E vamos adolescendo...
 Ganhamos peso,
ganhamos pêlos,
ganhamos altura...
Ganhamos o mundo.

Neste ponto, vivemos em
grande conflito.
O mundo todo nos parece
inadequado aos nossos sonhos...
Ah!
E os sonhos!!!
Ganhamos muitos sonhos.
Sonhamos dormindo,
sonhamos acordados,
sonhamos o tempo todo.
Aí de repente, caímos na real!
Estamos amadurecendo...

E continuamos amadurecendo...
Ganhamos um carro novo,
uma companheira,
ganhamos um diploma.
E desgraçadamente perdemos
o direito de gargalhar,
de andar descalço,
tomar banho de chuva,
lamber os dedos...

Já não pulamos mais no
pescoço de quem amamos e tascamos
aquele beijo estalado...
Mas,
apertamos as mãos
de todos,
ganhamos novos amigos,
ganhamos um bom salário,
 ganhamos reconhecimento,
honrarias,
títulos honorários e a chave da cidade...
E assim,
vamos ganhando tempo...
Enquanto envelhecemos.

De repente percebemos que
ganhamos algumas rugas,
algumas dores nas costas (ou nas pernas),
ganhamos celulite,
estrias,
ganhamos peso...
E perdemos cabelos.
Nos damos conta que perdemos
também o brilho no olhar,
esquecemos os nossos sonhos,
deixamos de sorrir...
Perdemos a esperança.
Estamos envelhecendo.

Não podemos deixar pra fazer
algo quando estivermos morrendo...
Afinal,
quem  nos garante que
haverá mesmo um renascer?

Exceto aquele que
se faz em vida,
pelo perdão a si próprio,
pelo compreender que as perdas fazem parte.
Mas,
que apesar delas,
o sol continua brilhando
e felizmente  chove de vez em quando.
 Que a primavera sempre chega após o inverno,
 que necessita do outono que o antecede...

Que a gente cresça e não
envelheça simplesmente...
Que tenhamos dores nas costas
e alguém que as massageie...
Que tenhamos rugas e boas lembranças...
Que tenhamos juízo mas mantenhamos
o bom humor e um pouco de ousadia...
Que sejamos racionais.
Mas,
lutemos por nossos sonhos...
E, principalmente,
que não digamos apenas eu te amo.
Mas,
ajamos de modo que aqueles
a quem amamos,
sintam-se amados mais
do que saibam-se amados.
Afinal,  o que é o tempo

TEXTO DE: Aila Magalhães
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 24 de Abril de 2.015.
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segunda-feira, 20 de abril de 2015

UM NOVO CAPÍTULO

A vida é como um
livro e é preciso
que se aprenda a
dividi-lo em seus
capítulos.

Uma boa história
em cada capítulo:
é assim que se escreve
um bom livro.
Vivo, intenso,
verdadeiro e bem
dividido.

Não tenha medo
do ponto final.

Os capítulos tem início
e fim e cabe a quem
o escreve perceber
o momento de cada
um terminar.

Permita-se
uma página em branco.
Dê a si mesmo a
oportunidade de
recomeçar.

Uma nova história
só tem início quando
você vira a página.
Por melhor ou pior
que tenha sido
determinada história,
ela precisa ter um
fim para que outra
possa começar.

Não existe hora
certa de se iniciar
um capítulo.
Não precisa ser pela
manhã,
no início do ano,
na segunda-feira.
Ele simplesmente
começa quando você
decidir escrevê-lo.

Só tenha
muito cuidado porque,
para essa escrita
não existe borracha.
Tudo que for escrito
será definitivo,
por isso pense muito
bem sobre o que vai escrever e quem
participará de cada momento.

Personagens entram
e saem da história.

Aceite:
alguns chegam
para ficar,
outros fazem o seu
papel e se vão.
Pode ser que algum
retorne em um
capítulo mais à frente,
nunca se sabe.

Não se prenda aos
personagens secundários.
O único personagem
vitalício nesse livro
é você.

Todos os outros
vão passar,
cedo ou tarde.
Você é o autor,
diretor,
roteirista e
protagonista dessa
história.

É a sua história.

Lápis e papel na mão.
Uma página em branco.

Que tal um novo capítulo?

TEXTO DE: Procura-se.
Fineza nos informar através do e-mail:
mensagem@toninholima.com.br
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 23 de Abril de 2.015.
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domingo, 19 de abril de 2015

VOCÊ PODE VENCER

Há momentos em nossas
vidas que
nos sentimos pequenos,
fracos,
inseguros e incapazes
de reagir e vencer
algumas dificuldades
que vivemos.

Já aconteceu
isso com você?

Mas quando paramos
um pouco e olhamos para
“dentro de nós”,
percebemos quantos
obstáculos,
quantas barreiras,
quantos nãos,
quantos momentos
difíceis já vencemos.
Percebemos a força,
a capacidade,
o poder que
existe dentro
de nós.

Então,
percebemos que
escondido atrás deste
gigante chamado medo,
chamado dúvidas e
incapacidade que
acreditamos ter,
esta a nossa
capacidade de vencer.

Quando fazemos esse momento
de reflexão da nossa
capacidade,
das nossas conquistas,
dos momentos difíceis
que já vivemos e
vencemos,
fica muito mais
fácil enfrentar o
momento atual,
pois percebemos
que é apenas mais
um que será vencido.

Percebemos que os
gigantes somos nós
que já vencemos tantos
outros problemas e
não vai ser o problema
atual que
vai nos derrotar.

Portanto:
quando se sentir incapaz,
se sentir inferiorizado,
pare por um instante
e faça um momento
de reflexão.

Coloque em uma folha
de papel o maior numero
de situações difíceis
que você já venceu,
veja o que você fez
para vencer,
de quem você recebeu
ajuda e como se sentiu
após a vitória.

Você vai perceber que
será capaz de vencer
mais esse obstáculo.

Não perca tempo
pensando no problema,
quanto mais você
gasta seu tempo
pensando no problema,
maior ele fica.

Pense na solução,
gaste seu tempo com
a solução,
imagine o prazer,
a alegria que você
vai sentir e o orgulho
que vai causar
nas pessoas que te
amam ao ver você
vitorioso.

Lembre-se:
Você pode vencer
mais essa!

Quando conquistar
a vitória.
Convide as pessoas
que você ama para
comemorar mais
essa conquista.

Lembre-se:
VOCÊ PODE VENCER.

TEXTO DE: Nestor de Almeida
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 22 de Abril de 2.015.
* * * * *
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PRINCÍPIO DO VÁCUO

Você tem o hábito de juntar
objetos inúteis no momento,
acreditando que um dia
(não sabe quando)
poderá precisar deles?

Você tem o hábito de juntar
dinheiro só para não gastá-lo,
pois no futuro poderá fazer falta?

Você tem o hábito de guardar roupas,
sapatos, móveis,
utensílios domésticos e outros
tipos de equipamentos
que já não usa há um bom tempo?

E dentro de você?

Você tem o hábito de guardar mágoas,
ressentimentos, raivas e medos?

Não faça isso.
É anti prosperidade.

É preciso criar um espaço,
um vazio,
para que as coisas
novas cheguem
em sua vida.

É preciso eliminar o que
é inútil em você e na sua vida,
para que a prosperidade venha.

É a força desse vazio
que absorverá e atrairá tudo
o que você almeja.

Enquanto você estiver
material ou emocionalmente
carregado de coisas velhas e inúteis,
não haverá espaço aberto
para novas oportunidades.

Os bens precisam circular.
Limpe as gavetas,
os guarda-roupas,
o quartinho lá do fundo,
a garagem.

Dê o que você não usa mais.

A atitude de guardar um
monte de coisas inúteis
amarra sua vida.

Não são os objetos guardados
que emperram sua vida,
mas o significado da
atitude de guardar.

Quando se guarda,
considera-se a
possibilidade da falta,
da carência.

É acreditar que
amanhã poderá faltar,
e você não terá meios de
prover suas necessidades.

Com essa postura,
você está enviando
duas mensagens para
o seu cérebro e para a vida:
* primeira,
você não confia no amanhã e,
* segunda,
você acredita que o novo e o melhor
não são para você,
já que se contenta em guardar
coisas velhas e inúteis.

Desfaça-se do que
perdeu a cor e o brilho
e deixe entrar o novo em sua casa
e dentro de você!

"As pessoas são solitárias
porque constroem
paredes ao invés de pontes."

TEXTO: Joseph Newton
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 21 de Abril de 2.015.