domingo, 22 de outubro de 2017

Será que é o seu "jeito" mesmo?

Muitas vezes escuto pessoas dizendo: "Eu não vou mudar meu jeito para agradar alguém".

Concordo que não temos que mudar para agradar outro pessoa, o problema é que a maioria das pessoas ainda não se conhece o suficiente e acha que o jeito como estão, como se expressam, é um jeito que é delas e, muitas vezes não é.

Vou falar de mim: Muitas vezes eu era reativa na comunicação e eu achava que eu era daquele jeito, que era uma característica minha, natural. Entretanto, com muita terapia e meditação, descobri que eu não era daquele jeito, mas que eu estava daquele jeito por conta de raivas guardadas. Ou seja, aquilo que eu achava que era "meu jeito" era, na verdade, uma couraça de defesa. Como eu descobri que eu estava equivocada? 

Por um termômetro interno simples: o sentimento. Sempre que eu era reativa, eu me sentia mal depois. O ego poderia até ter uma ilusão temporária de "desabafo" ou "catarse", mas o sentimento posterior era um mal estar emocional que muitas vezes somatizava.

Depois de tanto me prejudicar e atrair problemas por conta daquele jeito eu entendi que aquele não era o meu jeito real, mas era a defesa que eu usava por inconsciência.

Por isso o nosso GPS interno é sempre um excelente parâmetro para sabermos se aquilo que expressamos vem da percepção ou se estamos nos defendendo de algo externo.

Claro, você não precisa mudar para agradar ao outra mas sim para ficar mais próximo da sua essência.

Quando você se conecta com o melhor de você irá agradar quem realmente importa, que são as pessoas que tem afinidade com você, além de você mesmo, é claro.

Essa é a minha sugestão amorosa de hoje.

TEXTO DE: Texto de Gisela Vallin
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 24 de Outubro de 2.017.
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sábado, 21 de outubro de 2017

Para onde nos leva a carência afetiva?

A carência afetiva é um dos maiores ladrões de felicidade que pode existir. Ela é um buraco sem fundo, o qual a pessoa que a sente não consegue preencher e do qual, muitas vezes, não consegue sair.

Além disso, ela é um péssimo guia, pois nos leva por caminhos extremamente escuros e para becos sem saída, direcionando a pessoa para escolhas erradas, e que acabam por reafirmar as crenças distorcidas e negativas que sustentam a carência, aumentando ainda mais a falta afetiva.

É enorme o número de pessoas que estão presas em sua própria carência afetiva, tornando-se vítimas de padrões de relações que fazem sofrer.

Pessoas, que a despeito de suas qualidades e conquistas, sentem-se sem valor e não merecedoras do amor e de bons sentimentos dos outros, bem como de si mesmos.

Quando alguém sofre de carência afetiva, torna-se vítima da própria carência, que o leva a viver situações internas e externas que causam sofrimento e dependência.

Mas o que é a carência afetiva?

A carência afetiva é a falta de afeto, que pode se manifestar de forma prolongada e constante, ou ser mais pontual, em decorrência de um evento ou momento específico da vida.

Essa falta é a falta de autoestima, que nada mais é que a  falta de estima por si mesmo, falta do amor-próprio e confiança em si.

De uma forma equivocada, porém, a pessoa carente procura preencher essa falta, buscando fora aquilo que só pode ser encontrado dentro.

Ela acaba repetindo, assim, uma cena antiga e primária da relação com os pais, onde ela conseguiu construir internamente uma confiança em seu valor de que era amada exatamente como é.

Esta busca, equivocada, por amor, torna a pessoa carente quase que um mendigo emocional, aceitando somente migalhas; um faminto emocional, voraz por cuidados e atenção que nunca são suficientes.

Seja qual for a posição, acabam se inter-relacionando  e criando uma jeito de funcionar específico.

Como surge a carência afetiva?

É nas relações primárias, com pai, mãe e familiares, que se estabelece a matriz da carência, um padrão que se não for dissolvido, por cuidados e ressignificações, vai se repetindo pela vida, até que possa ser compreendido, esconstruído e reeditado.

Este padrão pode ser motivado pela falta de atenção e afeto, ou pela não confirmação do valor da criança, sendo que, neste caso, a criança duvida que mereça ser amada pelo que é, integralmente e na sua essência.

No outro caso, há um cuidado excessivo dos pais, que impedem que a criança se torne independente e confiante de sua força e vontade, tornando-a dependente da presença e de confirmação de amor e companhia, todo o tempo.
Como se manifesta a carência afetiva ou quais são os sinais da carência?

Cada pessoa é única em sua expressão no mundo, e manifesta, também, de forma única sua carência, de acordo com sua história e leitura da realidade, porém, alguns sinais são comuns.

Aqueles que receberam de menos na infância podem carregar em si a ideia de que não são suficientemente bons e que, para compensar isso, devem oferecer muito aos outros. Aliás, para essas pessoas, aquilo que elas oferecem aos outros é sempre pouco, então, ela inicia uma jornada sem fim de cuidados e agrados para compensar aquilo que acredita faltar em si.

Resultado final? Acabam esgotadas e sufocando o outro, além de criar uma expectativa, fadada à frustração, de que o outro vai retribuir na mesma proporção e medida. Os que receberam muito, por sua vez, pedem demais, nada lhes é suficiente, o que gera um sentimento de eterna insatisfação e  uma  impotência no parceiro. Em ambos os casos, é possível encontrar o dar muito e o querer muito, cada um por um caminho, mas os dois, pelo mesmo motivo: a falta de amor-próprio.

E para onde a carência afetiva nos leva?

Ela nos leva a pedir ou a dar demais, gerando cobranças e insatisfação;

Ela nos leva a nos contentar com pouco ou a achar que aquilo que o outro nos oferece é sempre pouco;

Ela nos leva a fazer escolhas às cegas, guiados pela falta, pelo medo e não pelo desejo;

Ela nos leva a fazer escolhas ruins, onde recebemos pouco ou nada, pelo medo da solidão ou de ficar sem nada;

Ela nos leva a nos contentar com migalhas, que tapeiam a fome afetiva, mas não nos nutrem verdadeiramente;

Ela nos  leva e entrar e ficar em relações abusivas, que reproduzem e confirmam o padrão de menosvalia estabelecido na infância.

A carência pode nos tornar um peso para o outro, porque, no final das contas, estamos pedindo que o outro realize uma tarefa que é só nossa: AMAR-NOS!

Sim, os nossos parceiro ou nossos amigos não podem pagar uma conta que é nossa, e que tem suas raízes em nosso passado.  Amar a nós mesmos começa conosco e tem raízes em nossa história com  nossos pais.  E só nós podemos reeditar esta história, perdoar nossos pais e seguirmos adiante, por outros caminhos.

Só nós podemos preencher com coisas boas essa falta, qualquer outra coisa vai ser tentativa de tapar buraco!

TEXTO DE: Marta Andrade
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 23 de Outubro de 2.017.
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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Não se prenda ao passado. Liberte-se e seja feliz!

Liberte-se, dê o seu grito de independência e deixe o passado passar.

É preciso soltar as amarras e viver o presente, não é saudável viver aprisionado(a) a situações que ocorreram e que, muitas vezes, não foram positivas, em nada contribuindo para nossa felicidade.

Enfim, viver ligado (a) a acontecimentos que já se perderam na poeira do tempo é um verdadeiro desperdício de vida.

Há pessoas que paralisam, ficam engessadas, congeladas em determinados fatos de sua existência e esquecem de se situar no presente, que é onde a vida acontece.

É verdade que existem situações que realmente deixam marcas difíceis de apagar, cicatrizes profundas que, de vez em quando, insistem em doer, como um ferimento que volta a sangrar.

Porém é necessário ter perseverança, muita força de vontade e amor a si próprio(a) para superar tudo que não nos torna feliz, inserindo-nos no contexto de nossa vivência atual.

A vida é muito curta para cultivar dores, sofrimentos, tristezas.

Quando se toma consciência da transitoriedade de tudo, é bem mais fácil transpor barreiras e buscar uma existência harmoniosa e feliz.

A grande sacada é praticar a “Lei do Desapego!”. Vive melhor aquele que gosta mas não se apossa de coisas e pessoas, procura companhias leves, que trazem paz e harmonia, caminha pela vida com otimismo e fé buscando sempre realizar seus sonhos, acreditando que a felicidade não é uma utopia, existe sim e que podemos encontrá-la logo ali, numa curva do caminho.

TEXTO DE: Yára Uchôa Barreto
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 21 de Outubro de 2.017.
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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Ocupado demais? Não esteja ocupado demais para perceber que a vida flui, está fluindo.

Será que você não está ocupado demais? Ocupado demais cumprindo regras, normas ou pedidos que não olha para o lado, não vê pessoas novas, nem reconhece as antigas?

Não demora com ninguém, não olha para ninguém, não troca, não relaxa. Ocupado demais, não é verdadeiro com seu coração, que, por diversas vezes, queria apenas parar e ficar ali o tempo que quisesse.

Segue com pressa, sem dar atenção aos detalhes do caminho. Segue quase correndo para dar conta de tudo, para vencer metas, para ser o que o outro espera, para ser próspero, para oferecer tudo o que puder, para ser excelente profissional, excelente companhia, para ter, mas, queria apenas estar. Apenas estar no momento, no instante precioso. Apenas estar!

Depois surge o questionamento, o arrependimento, a culpa, a dúvida. E se tivesse deixado tudo para lá, parado e ficado ali, no momento presente? E se não tivesse corrido, fugido ou fingido? Não sabemos e nem vamos saber. Esses questionamentos surgem porque tomamos determinadas atitudes e tivemos determinados resultados. Senão, não teríamos, não questionaríamos, não mudaríamos. 

Assim, consciente do tempo e das escolhas, posso estar mais, saber menos, correr menos, apenas estar. Não esteja ocupado demais para amar. Não esteja ocupado demais para olhar.

A vida lhe apresenta infinitas possibilidades o tempo todo, você percebe? Está aberto e receptivo ou sempre arrependido? Um arrependido que não vê e não vive.

Se tiver que correr, corra com calma. Não se perca da sua alma. Nunca será perda de tempo trocar, compartilhar sorrisos. Nunca será perda de tempo receber carinho. Nunca será perda de tempo silenciar, meditar e renovar sua energia. Ter tempo para ouvir os passarinhos, para acompanhar as nuvens do céu. Ter tempo para o que desejar.

Não esteja ocupado demais para perceber que a vida flui, está fluindo. Não esteja ocupado demais para sentir, para receber, para doar. Não esteja ocupado demais para se conhecer, para conhecer o outro.

Não esteja ocupado demais para ouvir, ocupado demais para conversar. Não esteja ocupado demais para se amar, para ser amor.

Não esteja ocupado demais para ser educado. Ocupado demais para responder. Ocupado demais para ouvir a si mesmo. Não esteja ocupado demais que não esteja!

TEXTO DE: Rúbia Iana Machado
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 20 de Outubro de 2.017.
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Você merece um amor que fique!

Eu sei que nem sempre a vida é justa com você e que ultimamente as coisas não estão fáceis. Sei de todas as suas dificuldades, todas as noites chorando até dormir e das lágrimas que, de vez em quando,ainda insistem em cair em momentos não apropriados.

Além disso tudo, também estou consciente de que, muitas vezes, você deseja retomar o amor que perdeu. Eu sei que você passou por muito. Você passou por tantas noites sem dormir.

Você se afogou em lágrimas e mergulhou no mar da dor. Seu travesseiro foi drenado e seco de todas as lágrimas que você criou quando você saiu.

E, com certeza, parte de você ainda está desejando que o amor perdido volte. Por favor, não faça isso consigo mesmo. Você não merece amores temporários, felicidade com prazo de validade, ser resgatado somente para depois largarem-nos pelos cantos, sem rumo.

Você não merece ser cativo das necessidades de outra pessoa e nem a sutura que impede outro alguém de sangrar até o fim. Você não merece ser acariciado apenas para depois ficar sozinho e cheio de dúvidas.

Você não merece pessoas que não cumprem suas promessas, que ferem seu coração sem o mínimo de consideração, que levam embora sua crença em um amor verdadeiro e na felicidade em casal.

Você é uma obra criada pelo Senhor dos senhores. Sua presença nesse mundo é um presente sem tamanho! Você é uma raridade e alguém para se admirar.

Independente de todas as suas dores e feridas, saiba que você é puro amor. Apesar de todas as feridas, o amor que o constitui emana de seu ser em cada sorriso e olhar.

Agora você pode esconder sua tristeza com sorrisos, mas você ficará bem, acredite.

Aprenda a fazer do amor-próprio o seu lema de vida. Aprenda a aproveitar sua própria companhia e tornar-se uma pessoa melhor, ao invés de procurar um parceiro melhor. Você pode não ser uma pessoa que acredita em religiões, mas talvez possa entender que, por trás de toda a nossa realidade, existe algo/alguém controlando o destino de todos nós.

Então, enquanto o seu amor ideal não chega, viva sua vida. Saia para jantar, acompanhado ou não, vá ao cinema assistir a adaptação que esperou por tanto tempo e publique seu artigo que já está criando teia de aranha.

Organize seus planos de vida, centre seus pensamentos e vá atrás de seus sonhos. No momento certo, o parceiro ideal aparecerá em sua vida e você estará verdadeiramente preparado.

Não se prenda a um relacionamento menos do que perfeito porque você merece eternidade, felicidade permanente, motivação, carinho. 

Você merece alguém que estará segurando sua mão, mesmo quando estiver incerto do que realmente está acontecendo. 

Você merece ser amado, mesmo em meio a suas feridas, merece alguém que Deus fez especialmente para você. Uma pessoa que não o fira por prazer, e que é digna o suficiente para manter suas promessas.

Aquela que mostrará a você como é a felicidade em um relacionamento, que o deixará nas nuvens, disparando  seu coração a cada encontro.

Você não merece um amor conveniente. Merece um amor que fique, um amor preparado por Deus.

TEXTO DE: Luiza Fletcher 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 18 de Outubro de 2.017.
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terça-feira, 17 de outubro de 2017

A forma como você reage determina a luz que floresce em você!

Não são as situações que acontecem em nossas vidas que determinam quem somos e sim a forma como lidamos com elas. se somos apenas reflexo inconsciente ou se saberemos ser luz consciente.

Existem dois tipos de pessoas: as que vivem de forma automática, sendo como um espelho e refletindo o que as afeta, de forma inconsciente e totalmente mecânica, que exageradamente se deixam afetar pelas situações sem filtrá-las ou analisá-las antes de terem alguma reação - essas pessoas se encontram em um estado de sonambulismo, onde o seu bom senso dorme e elas vivem sem um propósito de transformação e amadurecimento espiritual; e  existem aquelas que são luz em meio a dias sombrios, que buscam ser inspiração e servirem de exemplo, que procuram sempre algo bom para se levar, de forma a acrescentar na sua experiência.

Elas levam a vida de dentro para fora, sem que o externo afete seu interior, não se deixando cair nas tempestades dos outros, procurando sempre se perguntar o que aquilo tem a agregar em sua vida e, frequentemente, fazendo um balanço das suas bagagens, para não carregar peso desnecessário na sua viagem pela vida.

É comum sermos reflexos mais do que sermos luz, não nos foi ensinado a cuidar do nosso "eu" interior como nos é ensinado a cuidar do nosso "ego" (da nossa aparência). Mas é no momento da dor que definimos se aquilo vai nos trazer apenas um sofrimento ou se irá nos transformar e lapidar nosso precioso diamante. "A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional", ela pode até ser boa por um certo tempo, faz-nos sentir novamente que somos humanos, que sofremos e não somos perfeitos.

Nós apenas erramos ao alimentar o sofrimento, esquecendo do propósito dele ali, das nossas responsabilidades e atitudes diante disso.

Quando em meio às lágrimas preferimos nos afogar, em vez de aprender a nadar e por pura ignorância preferimos a profundidade da escuridão, em vez de fortalecer a nossa luz.
Precisamos compreender que na vida nada é permanente, assim, os dias bons e ruins chegam ao fim da mesma forma e deixam de fazer parte do que é o AGORA. 

Que saibamos levar conosco apenas as lições que cada dia nos tem a oferecer, deixando para trás qualquer outra impressão que possa querer permanecer em nossas mentes. Devemos seguir de forma mais tranquila, mais leve e com a sabedoria que nossas experiências nos trazem.

Afinal se a vida é movimento, transformação, desapego e renovação é neste ritmo que precisamos aprender a dançar. Aprender a ser inspiração quando não se vê mais coisas belas no externo, mas que existe aflorando dentro de nós.

TEXTO DE: Thaina Merelin 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 18 de Outubro de 2.017.
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

E se nada der certo, faça como o GPS…

E se nada der certo, faça como o GPS! Isso mesmo! Sabe quando você está no trânsito guiado pelo sistema de navegação global e por algum motivo não segue o caminho traçado pelo dispositivo? 

E ele imediatamente em frações de segundos recalcula a melhor rota para chegar ao destino solicitado por você?

Pois, então. Tenha a inteligência necessária para seguir em frente ou mudar a rota quando necessário.
Mudar a rota não significa que você tenha que desistir do ponto de chegada, ou seja, do seu destino. Todos nós quando traçamos uma meta, buscamos elaborar os melhores caminhos. No entanto, nem sempre eles vão ser seguidos à risca. 

Em alguma parte do percurso, pode ser necessária a mudança de direção. Que também não implica na mudança do objetivo.

Você não precisa ser tão rápido como o aparelho de localização, mas precisa estar ciente de que a qualquer momento pode ser necessário alguma mudança. Então, esteja preparado.

Tenha sempre uma “carta” na manga. Prepara-se para enfrentar todos os ares. Não seja como os ventos que seguem sem rumo e sem destino. Sem saber de onde vem ou para onde vai. Saiba que cair faz parte da vida. Mas levantar é uma questão de escolha.

Escolha levantar e seguir. Por qual caminho, eu não sei. Mas, siga.

Mas, lembre-se: o sistema de GPS sempre vai escolher o caminho mais curto. Nem sempre o menor caminho é o melhor para você. Muitas vezes, o caminho mais longo e árduo é a melhor saída para uma chegada próspera. Ainda que não entendamos.

E se assim for o seu caso, tire proveito da situação. Quanto maior o caminhar, maior será a sua experiência e consequentemente maior será a sua força.

Ninguém sai de uma batalha da mesma forma que entrou. É claro que você pode sair vencedor ou não. Busque sempre o melhor para tornar-se um.

Mas, se por algum motivo você não chegar ao topo, faça como o GPS!

Um forte abraço!

TEXTO DE: Marcus Andrade
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 17 de Outubro de 2.017.
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