domingo, 27 de novembro de 2011

O Que Fazer Do Fracasso?

"Levanta-te, resplandece..."
(Isaías 60:1)

O Apóstolo Paulo falhou;
Pedro falhou;
todos os doze apóstolos falharam.

Davi,
o Maior rei de Israel,
"um homem segundo o coração de Deus",
falhou.
Moisés,
gigante entre os Israelitas,
que deu a Lei,
libertador de seu povo,
falhou.
Jacó,
pai de Israel,
falhou;
Isaque,
filho da promessa,
falhou.
Abraão,
pai da fé,
modelo daqueles que
são íntegros e fiéis,
falhou.
Até nossos primeiros pais,
em sua perfeição humana,
falharam.

Quem não falhou?
Falhar não é o problema e
sim o que se faz depois
da falha.
Quem faz do fracasso um
ponto final é um fracassado.

Aquele que vê no fracasso uma
escola do Espírito
deixa que o fracasso contribua
para seu
crescimento em Cristo.

A Palavra de Deus está
repleta de exemplos de
grandes homens
que experimentaram momentos
de falhas e decepções. Eram
homens e, portanto,
tinham seus erros.
Mas Deus os amava e
eles superaram
os fracassos e tornaram-se
vitoriosos na força do Senhor.

Seria diferente conosco?
Poderíamos nós ser perfeitos
e sem erros?
Claro que não.
Por isso Jesus Cristo,
nosso Senhor e Salvador,
veio ao mundo e morreu na
cruz para nos trazer
regeneração e para nos
aproximar novamente da
presença santa do Pai.

Há um ditado popular que diz:
"Errar é humano e persistir
no erro é burrice".

Espiritualmente poderíamos dizer:
"Errar faz parte da natureza humana,
mas reconhecer o erro e pedir
perdão a Deus nos conduz
novamente à santidade
e nos faz obter,
pelos méritos do Senhor,
a herança celestial que nos
foi preparada
desde a fundação do mundo".

As falhas e fracassos
diante de Deus não devem
ser o ponto
final de nossos objetivos.

Devemos sempre estar
dispostos a
levantar e seguir
em frente.

O Senhor
estará ali para nos ajudar.

Os fracassos serão
esquecidos e as conquistas
prevalecerão.
Os pecados serão perdoados
e a alegria de
estar com Deus permanecerá
por toda a eternidade.

Use seus fracassos como estímulo
para alcançar as vitórias
almejadas.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 02 de Dezembro de 2.011.

A Morte não Existe

É possível que o temor
da morte provenha do fato
de se pensar que tudo
termine com a vida.

A morte verdadeira
é o não pensar,
uma tirania que aprisiona
a inteligência,
uma escravidão mental.

Como sentir a eternidade
dentro de si?

Não estamos morrendo todas
as noites para despertar
no dia seguinte?

Na Comédia de Dante,
diz o poeta:
“O pior dos suplícios é sentir-se
morto sem acabar de morrer,
é sentir-se quase vivo estando morto,
e ansiando morrer,
seguir vivendo”.

A morte tem a ver com
a falta de estímulos,
de interesse e esperança.

O essencial é a atividade,
o movimento, o equilíbrio.

É necessário abandonar
a inércia e a desesperança,
construir um novo futuro,
ressurgir das cinzas como
o pássaro imortal,
uma verdadeira ressurreição
que a lenda de Lázaro não
pode explicar.

Por que o espírito humano
busca o conhecimento e o
aperfeiçoamento?

Por que busca o acercamento
com Deus?

A liberdade do homem
é construída sobre o pensar.
Quanto mais pensar,
mais livre será.

Mas o que é pensar?
Esta movimentação discricionária
de pensamentos na mente seria pensar?

Não, isso não é pensar,
criar soluções luminosas,
optar por caminhos,
selecionar o que convém para
o bem e felicidade próprios
e alheios.

Ao pensar,
opomo-nos à fatalidade
e liberamo-nos do destino comum,
da mediocridade.
Trata-se de opor à fatalidade
um destino construído pela pessoa,
que será viável através
do conhecimento,
do domínio dos pensamentos.

Todos têm o privilégio de
mudar o destino,
apesar de não poder
modificar o desígnio que
lhes dá um tempo de vida
neste planeta.

A cada decisão que se toma,
o futuro está sendo alterado.
A fatalidade e o predeterminismo
não existem para
quem use sua inteligência
para construir o futuro.

Não é a fatalidade
que leva o desatento
a acidentar-se,
o esquecido a envolver-se
em inúmeros problemas,
o irascível a atrair sobre si
a violência dos que
não o suportam.

O destino pode ser modificado
por quem compreende
que deve se transformar
para construir uma vida melhor,
pois existe para o ser humano
o livre arbítrio,
a liberdade interior por
optar sobre o que quer pensar,
fazer, realizar.
Assim se poderá escapar
da fatalidade.

Qualquer obstáculo
pode ser transformado
em instrumento de aperfeiçoamento
pessoal através da utilização
da inteligência.

Um defeito que nos incomoda
poderá mover-nos para combatê-lo,
extirpá-lo.

Mudando,
poderemos construir
um novo destino.

Nenhuma idéia diferente
ou oposta à do aperfeiçoamento
poderá nos impulsionar
para a construção de uma
vida mais feliz.

Um dos preceitos gravados
no Templo de Delfos era o
“Conhece a ti Mesmo”.
Platão diz através de Sócrates
- personagem de um de seus escritos -
que “parece-me ridículo,
pois,
não possuindo eu ainda
esse conhecimento,
que me ponha a examinar
coisas que não me
dizem respeito.
Não são as fábulas que investigo;
é a mim mesmo”.

Esse conhecimento implica
conhecer os defeitos pessoais;
é muito comum censurarmos
os dos outros.

Ao evitar, em nós,
os que censuramos,
estaríamos realizando uma
pequena parte daquele conhecimento
inscrito no templo grego.

Assim como a fome
e a sede são sinais de nosso
organismo indicando que
precisamos nos alimentar,
os defeitos são sinais
de que nosso organismo psicológico
nos dá indicando que
devemos mudar.

E o nome dessas mudanças
é educação espiritual;
construção de uma nova
conduta que deverá nos
ocupar diariamente,
da mesma forma como
dormimos e nos alimentamos,
para não cair na inanição mental,
na indigência espiritual.

Há também muitos
preconceitos que precisam
ser eliminados e que nos
têm influenciado fortemente.

O primeiro deles é o que
diz que não podemos mudar,
que tudo está escrito,
que a vida é um vale de sofrimentos,
que não somos ninguém,
que o ser humano não
tem conserto,
que alguém virá para
nos salvar e resolver por nós
o que não conseguimos.

Ao vencer tais preconceitos
e assumir as rédeas do destino,
opomo-nos ao comum e á
fatalidade que não existe para
quem lute por pensar com
liberdade e construir
o próprio futuro.

TEXTO: Nagib Anderáos Neto
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 30 de Novembro de 2.011.

Sobre estar sozinho

Não é apenas o avanço tecnológico
que marcou o inicio deste milênio.
As relações afetivas também
estão passando por
profundas transformações e
revolucionando o conceito
de amor.

O que se busca hoje é
uma relação compatível com
os tempos modernos,
na qual exista individualidade,
respeito,
alegria e prazer
de estar junto,
e não mais uma relação
de dependência,
em que um responsabiliza o outro
pelo seu bem-estar.

A idéia de uma pessoa
ser o remédio para nossa felicidade,
que nasceu com o romantismo,
está fadada a desaparecer
neste início de século.

O amor romântico parte
da premissa de que somos
uma fração e precisamos
encontrar nossa outra metade
para nos sentirmos completos.

Muitas vezes ocorre
até um processo
de despersonalização que,
historicamente,
tem atingido mais a mulher.
Ela abandona suas características,
para se amalgamar ao
projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos
também vem dessa raiz:
o outro tem de saber fazer
o que eu não sei.

Se sou manso,
ele deve ser agressivo,
e assim por diante.
Uma idéia prática de sobrevivência,
e pouco romântica,
por sinal.

A palavra de ordem deste
século é parceria.
Estamos trocando o amor
de necessidade,
pelo amor de desejo.

Eu gosto e desejo a companhia,
mas não preciso,
o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico,
que exige mais tempo individual,
as pessoas estão perdendo
o pavor de ficar sozinhas,
e aprendendo a conviver
melhor consigo mesmas.

Elas estão começando a
perceber que se sentem fração,
mas são inteiras.
O outro,
com o qual se estabelece um elo,
também se sente uma fração.
Não é príncipe ou salvador
de coisa nenhuma.
É apenas um companheiro
de viagem.

O homem é um animal
que vai mudando o mundo,
e depois tem de ir se reciclando,
para se adaptar ao mundo
que fabricou.

Estamos entrando na era
da individualidade,
o que não tem nada a
ver com egoísmo.
O egoísta não tem
energia própria;
ele se alimenta da energia
que vem do outro,
seja ela financeira ou moral.

A nova forma de amor,
ou mais amor,
tem nova feição e significado.

Visa a aproximação de dois inteiros,
e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles
que conseguirem trabalhar
sua individualidade...

Quanto mais o indivíduo
for competente para viver sozinho,
mais preparado estará
para uma boa relação afetiva.

A solidão é boa,
ficar sozinho não é vergonhoso.
Ao contrário,
dá dignidade à pessoa.

As boas relações afetivas
são ótimas,
são muito parecidas com
o ficar sozinho,
ninguém exige nada de
ninguém e ambos crescem.

Relações de dominação
e de concessões exageradas
são coisas do século passado.
Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar
e agir não serve de referência
para avaliar ninguém.

Muitas vezes,
pensamos que o outro
é nossa alma gêmea e,
na verdade,
o que fizemos foi inventá-lo
ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam
ficar sozinhas de vez em quando,
para estabelecer um
diálogo interno e descobrir
sua força pessoal.

Na solidão,
o indivíduo entende
que a harmonia e a paz de
espírito só podem ser
encontradas dentro dele mesmo,
e não à partir do outro.

Ao perceber isso,
ele se torna menos crítico
e mais compreensivo quanto
às diferenças,
respeitando a maneira de
ser de cada um.

O amor de duas pessoas
inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação,
há o aconchego,
o prazer da companhia
e o respeito pelo ser amado.

Nem sempre é suficiente
ser perdoado por alguém,
algumas vezes você tem de
aprender a perdoar
a si mesmo...

TEXTO: Flávio Gikovate
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 29 de Novembro de 2.011.

domingo, 20 de novembro de 2011

As dores da Alma

As dores da alma não
deixam recados,
imprimem uma sentença
que perdura pelos anos.

Um amor que acabou
mal resolvido,
um emprego que se perdeu
inexplicavelmente,
um casamento que
mal começou e já terminou,
uma amizade que acabou
com traição,
tudo vai deixando sinais,
marcas profundas...

Precisamos trabalhar
as dores da alma,
para que sirvam apenas
de aprendizado,
extraindo delas a capacidade
de nos fortalecermos,
aprendendo que o melhor de nós,
ainda está em nós mesmos.

Que amando-nos incondicionalmente
descobrimos a auto-estima,
que se deixarmos seguir
o caminho da dor e da lamentação,
iremos buraco abaixo no caminho
da depressão.

As dores da alma não
saem no jornal,
não viram capa de revista,
e só quem sente,
pode avaliar o estrago que
elas causam.

Como não existe vacina para
amores mal resolvidos,
nem para decepções diárias,
o que vale é a prevenção,
então:
ame-se para amar
e ser verdadeiramente amado,
sorria para que o mundo
seja mais gentil,
dedique-se,
para que as falhas sejam pequenas,
não se compare a ninguém,
você é único,
repare nas pequenas coisas,
mas cuidado com as grandes
que por vezes estão bem diante
do nosso nariz e não
enxergamos.

Sonhe,
pois o sonho é o combustível
da realização,
tenha amigos e seja o melhor
amigo de todos,
apaixone-se pela vida e por
tudo o que é seu,
acredite em seu poder
de sedução,
estimule-se,
contagie o mundo com
o seu melhor,
creia em Deus,
pois sem Ele não há
razão em nada,
e tenha sempre a absoluta
certeza de que,
depois da forte tempestade,
o arco-íris vai surgir e o sol vai
brilhar ainda mais forte.

Eu acredito em você!

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 26 de Novembro de 2.011.

A PORTA DO LADO

Em entrevista dada
pelo médico Drauzio Varella,
disse ele que a
gente tem um nível
de exigência absurdo em
relação à vida,
que queremos que absolutamente
tudo dê certo, e que,
às vezes,
por aborrecimentos mínimos,
somos capazes de passar
um dia inteiro de cara amarrada.

E aí ele deu um exemplo trivial,
que acontece todo dia
na vida da gente...

É quando um vizinho
estaciona o carro
muito encostado ao seu na garagem
(ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping).
Em vez de
simplesmente entrar pela outra porta,
sair com o carro e tratar da sua vida,
você bufa, pragueja,
esperneia e estraga o que
resta do seu dia.

Eu acho que esta história de
dois carros alinhados,
impedindo a abertura da porta do motorista,
é um bom exemplo do que
torna a vida de algumas pessoas melhor,
e de outras, pior.

Tem gente que tem
a vida muito parecida com
a de seus amigos,
mas não entende por que eles
parecem ser tão mais felizes.

Será que nada dá errado pra eles?
Dá aos montes.
Só que, para eles,
entrar pela porta do lado,
uma vez ou outra,
não faz a menor diferença.

O que não falta neste mundo
é gente que se acha o último
biscoito do pacote.
Que "audácia" contrariá-los!
São aqueles que nunca
ouviram falar em saídas
de emergência:
fincam o pé, compram briga
e não deixam barato.

Alguém aí falou em complexo
de perseguição? Justamente.
O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta,
e às vezes saio por ela também.
É incômodo,
tem um freio de mão no
meio do caminho,
mas é um problema solúvel.
E como esse,
a maioria dos nossos
problemões podem ser
resolvidos assim,
rapidinho.
Basta um telefonema,
um e-mail,
um pedido de desculpas,
um deixar barato.

Eu ando deixando de graça...
Pra ser sincero,
vinte e quatro horas têm
sido pouco prá tudo o que
eu tenho que fazer,
então não vou
perder ainda mais tempo
ficando mal-humorado.

Se eu procurar,
vou encontrar dezenas de
situações irritantes e
gente idem;
pilhas de pessoas que vão
atrasar meu dia.
Então eu uso a "porta do lado"
e vou tratar do
que é importante de fato.

Eis a chave do mistério,
a fórmula da felicidade,
o elixir do bom humor,
a razão por que parece que
tão pouca coisa na vida dos
outros dá errado."

Quando os desacertos da
vida ameaçarem o seu bom humor,
não estrague o seu dia...
Use a porta do lado e mantenha
a sua harmonia.

Lembre-se,
o humor é contagiante - para o bem e para o mal - portanto,
sorria,
e contagie todos ao seu
redor com a sua alegria.

A "Porta do lado"
pode ser uma boa entrada ou uma boa saída...
Experimente!

TEXTO: Dráuzio Varella
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 25 de Novembro de 2.011.

A Alegria na Tristeza

O título desse texto na
verdade não é meu,
e sim de um poema do uruguaio
Mario Benedetti.
No original,
chama-se "Alegría de la tristeza"
e está no livro
"La vida ese paréntesis"
que, até onde sei,
permanece inédito no Brasil.

O poema diz que a gente
pode entristecer-se
por vários motivos ou por
nenhum motivo aparente,
a tristeza pode ser por nós
mesmos ou pelas dores do mundo,
pode advir de uma palavra
ou de um gesto,
mas que ela sempre aparece
e devemos nos aprontar
para recebê-la,
porque existe uma alegria
inesperada na tristeza,
que vem do fato de ainda
conseguirmos senti-la.

Pode parecer confuso
mas é um alento.
Olhe para o lado:
estamos vivendo numa era
em que pessoas matam em
briga de trânsito,
matam por um boné,
matam para se divertir.

Além disso,
as pessoas estão sem dinheiro.
Quem tem emprego,
segura.
Quem não tem,
procura.
Os que possuem um amor
desconfiam até da própria sombra,
já que há muita oferta
de sexo no mercado.

E a gente corre pra caramba,
é escravo do relógio,
não consegue mais ficar
deitado numa rede,
lendo um livro,
ouvindo música.
Há tanta coisa pra fazer
que resta pouco tempo
pra sentir.

Por isso,
qualquer sentimento é bem-vindo,
mesmo que não seja uma euforia,
um gozo,
um entusiasmo,
mesmo que seja uma melancolia.

Sentir é um verbo que se
conjuga para dentro,
ao contrário do fazer,
que é conjugado pra fora.

Sentir alimenta,
sentir ensina,
sentir aquieta.
Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro,
fazer é uma festa.
O sentir não pode ser escutado,
apenas auscultado.
Sentir e fazer,
ambos são necessários,
mas só o fazer rende grana,
contatos, diplomas, convites,
aquisições.

Até parece que sentir não
serve para subir na vida.

Uma pessoa triste é evitada.
Não cabe no mundo da
propaganda dos cremes dentais,
dos pagodes, dos carnavais.

Tristeza parece praga,
lepra, doença contagiosa,
um estacionamento proibido.

Ok,
tristeza não faz realmente
bem pra saúde,
mas a introspecção é um
recuo providencial,
pois é quando silenciamos
que melhor conversamos
com nossos botões.

E dessa conversa sai luz,
lições, sinais,
e a tristeza acaba saindo também,
dando espaço para uma alegria
nova e revitalizada.

Triste é não sentir nada.

TEXTO: Martha Medeiros
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 24 de Novembro de 2.011.

A FELICIDADE REALISTA

De norte a sul,
de leste a oeste,
todo mundo quer ser feliz.
Não é tarefa das mais fáceis.

A princípio,
bastaria ter saúde,
dinheiro e amor,
o que já é um pacote louvável,
mas nossos desejos são
ainda mais complexos.

Não basta que a gente
esteja sem febre:
queremos, além de saúde,
ser magérrimos,sarados,
irresistíveis.

Dinheiro?
Não basta termos para
pagar o aluguel,
a comida e o cinema:
queremos a piscina olímpica,
a bolsa Louis Vitton e uma
temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor?
Ah, o amor...
não basta termos alguém
com quem podemos conversar,
dividir uma pizza e fazer
sexo de vez em quando.

Isso é pensar pequeno:
queremos AMOR,
todinho maiúsculo.

Queremos estar visceralmente
apaixonados,
queremos ser surpreendidos
por declarações e presentes
inesperados,
queremos jantar à luz de
velas de segunda a domingo,
queremos sexo selvagem e diário,
queremos ser felizes assim
e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos
de tentar ser felizes de
uma forma mais realista.

Por que só podemos ser felizes
formando um par e não
como pares?
Ter um parceiro constante,
não é sinônimo de felicidade,
a não ser que seja a felicidade
de estar correspondendo
a expectativas da sociedade,
mas isso é outro assunto.

Você pode ser feliz solteiro,
feliz com uns romances ocasionais,
feliz com parceiros,
feliz sem nenhum.

Não existe amor minúsculo,
principalmente quando
se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção.
Quem tem,
precisa aproveitá-lo,
gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando,
juntando, juntando.
Apenas o suficiente para
se sentir seguro,
mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco,
é com este pouco que
vai tentar segurar a onda,
buscando coisas que
saiam de graça,
como um pouco de humor,
um pouco de fé e um
pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma
realista é fazer o possível
e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem
almejar passarelas,
trabalhar sem almejar o estrelato,
amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio:
hora de acordar.
É importante pensar-se
ao extremo,
buscar lá dentro o
que nos mobiliza,
instiga e conduz mas sem
exigir-se desumanamente.

A vida não é um game
onde só quem testa seus
limites é que leva o prêmio.

Não sejamos vítimas
ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais,
reduza-a.
Se você não está de
acordo com as regras,
demita-se.

Invente seu próprio jogo.

TEXTO: Martha Medeiros
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 23 de Novembro de 2.011.

Há momentos ...

Há momentos na vida da gente,
que a gente se pergunta
por que é que as coisas
são assim.

São nesses momentos,
que paramos para refletir sobre
o real sentido das coisas...
descobrindo assim as certezas e as
INcertezas da vida que a gente
vem carregando desde de sempre.

O interessante disso tudo,
é que não é apenas questão
de rever os principios,
mas é questão de rever a sí mesmo,
em quem você se tornou
em como você interage
com as pessoas,
se perguntar por que as coisas
são assim não adianta
em nada se você não demonstra
pra você mesmo o seu brilho,
a sua força, a sua garra,
o seu carisma,
o seu alto astral, o seu vigor,
sua juventude.

Não basta apenas mostrar
pra você mesmo,
você deve agarrar isso com tudo,
e provar pra todo
mundo do que você é capaz
e COMO você se dispoe
a encarar seu medos e seus
tropeços de cabeça erguida,
de peito aberto, sem medo,
sem preceitos,
sem esquecer de quem você
realmente é de que
como você realmente
gostaria de ser.

É com esse pensamento
que você abre
as portas de você mesmo
para que o seu verdadeiro
EU mostre a todos
quem está por dentro e
abrindo essa porta,
também,
é que você consegue
trazer pra dentro,
interagir com o exterior,
absorver as coisas.

Nessas horas,
temos que ficar atentos
e criar um filtro para
drenar tudo de ruim e absorvermos
somente o bom,
o agradavel, o doce.

Se você consegue acordar
todos os dias,
com o brilho nos olhos,
disposto a enfrentar seus medos,
e dar um tapa nos inimigos,
você consegue obter
de você mesmo e dos outros
tudo aquilo que você sonha,
tudo aquilo que você quer.

É a capacidade de nos
apaixonarmos todos os dias
é que nos faz criar
asas e alçar vôo rumo a lugares
mais distantes,
mais bonitos.

O fogo inocente dos olhos d
e uma criança,
o brilho curioso,
é o que devemos ter para
conseguirmos sonhar,
viver,
sorrir e crescer.

E para finalizar,
uma citação,
essa é para todos vocês
então decore:
"Amanhã será tomorrow(amanhã)"
- Falcão -

TEXTO: Pedro Bial
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 22 de Novembro de 2.011.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ouse sonhar

"Não há nada como
o sonho para criar o futuro.
Utopia hoje,
carne e osso amanhã. "
(Victor Hugo)

Não há nada pior do que
uma pessoa vagando pelo
mundo sem sonhos.
E digo vagando pois essa
é a sensação da pessoa:
um zumbi.

Sem vontade, sem desejos,
nada além do seguir adiante.
E não pense que a falta
de sonhos é coisa dessa
ou daquela pessoa.
Não tem nada haver com dinheiro,
posição social, cultura...

Muitos mendigos sonham
com um bom banho,
a mesa farta,
muitos ricos sonham
com dias de paz,
viagens maravilhosas,
outros,
querem apenas saúde.

Mas,
há os que não sonham,
ou sonham pouco.
Esses sim são os que preocupam.

Muitos estão vegetando fora
do coma hospitalar.
Trancados em quartos,
sem abrir janelas,
ou vivendo "vidinhas medíocres",
a troca de baixos salários,
com medo de "rebelar-se"
contra o sistema,
contra si mesmo.

Ouse sonhar!
ouse pensar grande!
Colocar a voz para fora,
as idéias para circularem.
Ouse inventar um novo
jeito de fazer a mesma coisa.
Ouse renovar o
seu relacionamento de anos,
com uma nova forma de beijar,
de fazer amor.
Nada precisa ser igual
todos os dias.
Nem você!

Um pouco de ousadia vai
te fazer muito bem!
Pode te levar de volta a escola,
pode te levar para
uma viagem para bem longe,
ou aqui mesmo em Piracicaba,
quem sabe?

Tudo depende da
sua capacidade de sonhar,
de sentir que pode realizar.

De colocar a mão na massa
e do trigo fazer o pão.
Do feijão cru a bela feijoada.
Do desejo de amar,
a um romance inesquecível.

É tempo de desejar a felicidade
e lutar por ela.
Sem medo de sonhar,
conquistar e ser feliz.

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 19 de Novembro de 2.011.

PERDAS ...

"Falar em perdas é falar em solidão,
tristeza, desesperança,
medo.

Quando digo perdas,
não estou apenas me referindo
aos que morrem,
mas a todos que de alguma forma,
nos deixam prematuramente,
antes que estejamos preparados.

Um amigo que se muda para longe,
um namoro interrompido
abruptamente e até mesmo um
ente querido que se vai,
provoca sempre em nós uma
sensação de vazio.

E porquê isso?

Porque sofremos tanto,
mesmo sabendo que estas perdas
ou partidas inesperadas são
inerentes á vida,
e que portanto,
náo podemos controlá-las?

Não saberia responder
com precisão á pergunta feita
em cima,
mas,
o que me parece mais
coerente é que nunca estaremos
prontos para nos acostumarmos
com a falta dos que amamos.

Por mais que saibamos,
que a qualquer momento
eles nos faltarão,
temos sempre a predisposição
em acreditarmos que quem
nos ama nunca nos traíria,
nos privando do seu carinho,
afecto e amor.

Ledo engano.
São justamente os que
mais amamos,
que mais nos machucam
com suas partidas inesperadas.
Vão-se sem aviso prévio,
e levam a nossa felicidade,
a fé na vida,
o equílibrio ...

O que fazer então?
Não amarmos?

Não nos permitirmos gostar
de alguém pelo simples facto
de que seremos,
mais cedo ou mais tarde,
deixados para trás na vida,
entregues ás nossas angústias
e remorsos por não termos dito
tudo ou não termos feito o
suficiente por eles?

Creio que não.
Se há algo na vida que
mais nos trás felicidade,
é sabermos que somos queridos
e não seria honesto nos privarmos
de tal sentimento por covardia.

Um amor de pai e mãe,
o carinho de um amigo
ou o afecto de uma relação a dois,
deve sempre se sobrepor
ao medo da perda.

Porque ela é inevitável;
o sentimento não.
Deve de ser exercitado,
todos os dias de nossas
breves vidas.
Ele é o que nos move,
nos dá o chão para que possamos
caminhar pela vidacom a certeza de que,
haja o que houver,
teremos sempre alguém
com quem contar,
que nos apoiará mesmo nos
momentos em que não
tenhamos razão.

Esta, meus amigos,
deve de ser a maior lição
deixada pelos que partem
sem nos avisar:
lembrar-nos que devemos
sempre curtir aqueles que amamos
com a intensidade proporcional
á brevidade de uma vida.
Porque quando nos faltarem,
saberemos que amámos
e fomos amados,
que demos e recebemos todo
carinho esperado,
que construímos um sentimento
que nenhuma perda poderá apagar.

Este sentimento transcende
o espaço e o tempo,
não se limita ao contacto físico.

Torna-se parte de nós,
impregnado em nossa alma,
nos confortando nos dias dificeís,
sendo cúmplices de nossas
vitórias pessoais,
norteando nossa conduta,
nos fazendo sentir eternamente amados.

Que me perdoem os físicos,
mas neste caso,
acredito sim que dois corpos
podem ocupar o mesmo
lugar no espaço.
Basta que permitamos,
sentir a presença dos que amamos,
dentro de nós,
como se fossem parte
de nossa alma.

Só assim seremos inteiros.

TEXTO: Luiz Henrique Zanforlin
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 18 de Novembro de 2.011.

Suas Atitudes Determinam Seu Sucesso

Os bons profissionais são aqueles que
mesmo diante da adversidade acreditam
que podem se superar sempre,
pois envolvem toda a empresa
na busca por resultados
e pela superação.

Você sabe o que destrói suas
chances de vitória?

Pouca gente se dá conta de
que um profissional
entra em crise em sua carreira,
quando simplesmente
ele se acomoda.

A acomodação é a pior inimiga
do bom profissional.
É preciso saber que o sucesso
"engorda" o cérebro.

A pessoa para de pensar e relaxa,
pois acha que já descobriu
a fórmula da vitória.

Por isso,
é muito raro ver pessoas
que permanecem
sempre evoluindo e arriscando.

Muita gente perde a maior
parte de seu tempo
alimentando o próprio ego,
sem conseguir
olhar o que acontece
a sua volta.

Essa atitude é crucial,
porque insere o profissional
numa "redoma de vidro",
incapaz de conviver em grupo
e culpando os outros
por sua infelicidade.

E quando a crise chega,
o abalo é tão grande,
que a simples tentativa
de se reerguer
transforma-se em um
pesado fardo.

Os bons profissionais e equipes
campeãs são aqueles que
mesmo diante da adversidade
acreditam que podem se
superar sempre
e saem das crises com maturidade,
pois envolvem toda a empresa
na busca por resultados
e pela superação.

Derrotas vão fazer parte
cada vez mais da vida
dos campeões.

Só quem não for
para o campeonato mundial
é que não vai perder
nenhum jogo.

Aprender com as derrotas
é mais importante do que ganhar
todas as partidas.

O campeão sabe que derrotas
fazem parte da vida.

Tem sabedoria
para aprender com os erros.

Sabe ser tão grande nas derrotas
quanto nas vitórias.

Nossa tendência é pensar que
o nosso problema é o
maior do mundo.
Certamente,
é assim com todas as pessoas.
Mas as dificuldades
não são baseadas
no tamanho dos problemas,
e sim nas soluções criadas.

Se sua vida não está de
modo como gostaria,
dê um jeito de transformá-la.

É maior presente que pode
dar a si mesmo.

Não podemos simplesmente deixar
a pressão desses tempos nos afundar.

Não podemos simplesmente deixar que
as crises nos paralisem.

O mundo exige uma postura inédita,
um modo original de olhar.

Resultados são sempre conseqüência
de muita dedicação,
boas estratégias e,
principalmente,
prazer de viver.

TEXTO: Roberto Shinyashiki
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 17 de Novembro de 2.011.

Outonos e primaveras...

Primavera é tempo de ressurreição.
A vida cumpre o ofício de florescer ao seu tempo.
O que hoje está revestido de cores precisou
passar pelo silêncio das sombras.

A vida não é por acaso.
Ela é fruto do processo que a encaminha
sem pressa e sem atropelos a um
destino que não finda,
porque é ciclo que a faz continuar em
insondáveis movimentos de vida e morte.

O florido sobre a terra não
é acontecimento sem precedências.
Antes da flor, a morte da semente,
o suspiro dissonante de quem se
desprende do que é para ser revestido
de outras grandezas.
O que hoje vejo e reconheço belo
é apenas uma parte do processo.
O que eu não pude ver é o que
sustenta a beleza.

A arte de morrer em silêncio é
atributo que pertence às sementes.
A dureza do chão não
permite que os nossos olhos
alcancem o acontecimento.
Antes de ser flor,
a primavera é chão escuro de sombras,
vida se entregando ao dialético movimento
de uma morte anunciada,
cumprida em partes.

A primavera só pode ser o que
é porque o outono lhe embalou
em seus braços.
Outono é o tempo em que as
sementes deitam sobre a terra seus
destinos de fecundidade.
É o tempo em que à morte se entregam,
esperançosas de ressurreição.
Outono é a maternidade das floradas,
dos cantos das cigarras e dos
assovios dos ventos.
Outono é a preparação das aquarelas,
dos trabalhos silenciosos que
não causam alardes,
mas que mais tarde serão fundamentais
para o sustento da beleza
que há de vir.

São as estações do tempo.
São as estações da vida.

Há em nossos dias uma
infinidade de cenas que podemos
reconhecer a partir da mística
dos outonos e das primaveras.
Também nós cumprimos em nossa
carne humana os mesmos destinos.
Destino de morrer em pequenas partes,
mediante sacrifícios que nos faz abraçar
o silêncio das sombras...

Destino de florescer costurados em cores,
alçados por alegrias que nos
caem do céu,
quando menos esperadas,
anunciando que depois de outonos,
a vida sempre nos reserva
primaveras...

Floresçamos.

TEXTO: Pe. Fábio de Melo
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 16 de Novembro de 2.011.

domingo, 6 de novembro de 2011

Não desista do bem

Por vezes nos sentimos
impotentes diante das
próprias limitações.
Gostaríamos de fazer tanta coisa,
de mudar as situações que
nos infelicitam
e fazem sofrer aqueles
que nos rodeiam,
mas não logramos sequer
dar o
primeiro passo.

Os problemas do mundo
são tantos que temos
a impressão de que
não há nada
que possamos fazer,
considerando a nossa pequenez.

Talvez você também já
tenha pensado em desistir
do bem e deixar que as
coisas sigam ao sabor
dos ventos...

Talvez você desejasse ser
tanta coisa e muito pouco
consiga ser...
Mas mesmo assim,
nunca desista do bem.

Há dias em que você
desejaria ser um grande e
produtivo pomar...
Ante a dificuldade de consegui-lo,
torne-se uma árvore frondosa e
acolhedora,
que produza flores e frutos.

Por vezes,
você gostaria de ser uma
fonte cristalina.
Não o logrando,
transforme-se num vaso de
água fresca e aplaque a
sede de alguém.

Você desejaria ser uma
montanha altaneira a apresentar
horizontes infinitos
ao homem que a conquistasse.
Diante da impossibilidade,
seja um degrau humilde para
a ascensão de quem
ambiciona a glória estelar.

Você pretenderia ter um sol
emboscado no coração,
a fim de clarear os
viajantes da noite.
Em face do impedimento,
acenda uma lâmpada de esperança
no caminho de um
desalentado.

Você almejaria ser
um jardim de bênçãos para
o enriquecimento da paisagem
dos homens.
Não o conseguindo,
converta-se numa flor,
abençoando com seu perfume,
a estrada dos desesperados.

Você ambicionava
as gemas preciosas do seio
generoso da terra,
a fim de diminuir a dor
e a miséria dos
caminhantes da aflição.
Não as possuindo,
distenda a palavra de
renovação como pérola
de inigualável valor,
soerguendo quem
se recusa a levantar para
prosseguir na luta.

Você pensava em escrever
poemas de engrandecimento à vida,
enriquecendo as
mentes e os corações
com painéis de luz
e sabedoria.
Na impossibilidade de fazê-lo
por lhe faltarem os requisitos
essenciais,
redija uma carta
singela com expressões de amor,
a quem se encontra na curva
da queda e perdeu a
confiança na afeição
dos outros.

Você esperava a melhoria das
criaturas e do mundo...
Decepcionado por não
poder alcançar essa difícil meta,
erija no altar dos
sentimentos um santuário
à fraternidade e ao dever
superior.

Não desista do bem,
não desfaleça no bem,
não duvide da vitória do bem.
Agasalhe-o no imo da
alma e seja uma expressão do
bem em triunfo,
mesmo convertido num grão
de mostarda que,
todavia,
produzirá estímulos vigorosos
para o bem de todos.

Seja qual for a situação,
jamais desista de fazer o bem.

Jamais duvide da força do bem,
porque o mal não tem vida própria,
ele só se insinua quando o
bem não está presente.

O mal,
assim como a sombra,
bate em retirada aos primeiros
raios de luz.

TEXTO: Equipe de Redação do Momento Espírita,
adaptação do cap. 8 do livro
Momento de Decisão,
Divaldo Franco,
pelo Espírito Marco Prisco
e no verbete “Bem”,
do livro Repositório de Sabedoria,
1º volume.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 11 de Novembro de 2.011.

RECONSTRUÇÃO

Há momentos em que
a Terra toda parece chorar.

A chuva fina cai lá fora
e aqui dentro de meu coração.

Por vezes,
não é fácil viver nesta Terra.
Mas... é preciso prosseguir!

Nada é por acaso.
Se eu estou aqui é porque
assim tem que ser.
Estou aqui para sofrer,
mas também para ser
Senhor do meu destino,
com poder para atuar
frente às dificuldades e lutar
pelos meus ideais.

Se o momento é de chorar,
tenho que saber que
não é eterno.
É mais um momento de luta,
de lutar para me reerguer
e reconstruir a minha
felicidade.

E, se possível,
estar consciente disto a
todo o instante,
para não me
entregar às vãs
lamentações.

Penso que,
mesmo que eu não
consiga realizar
todos os meus sonhos,
ao menos eu estou
lutando e lutarei até
o fim por eles.

Mesmo que, às vezes,
sinta que o melhor
é me entregar,
mesmo que,
por vezes,
a dor seja tão
profunda que queira
levar com ela toda
a minha força interior,
é preciso resistir e caminhar!

Uma singela e,
ao mesmo tempo, f
orte prova de
vida nos dá o sol,
astro imponente que se
agiganta no céu,
clareando o dia,
a natureza,
tudo o que toca...

Tempestades se formam
e aparentemente
ofuscam o seu brilho.
Mas, contudo,
isto é apenas uma ilusão:
ele permanece intacto
em seu lugar,
conservando em si toda
a nobreza de um
grande astro.

Assim como o sol,
porque não ser
também Eu uma
força que não se entrega?

Morrendo um pouco
em cada dor,
cambaleando e tropeçando,
por vezes,
pelos caminhos,
tateando às cegas,
eu tenho que seguir
em frente.

Não posso e nem
conseguiria permitir que
tempestades,
ciclones,
furacões abalassem
o meu brilho,
porque sou maior do
que tudo isso.

Sou Filho de um Astro bem
mais fulgurante que a
luz de mil sóis.

E sou imortal,
em semente!

Por isto,
devo aceitar esta dor
que me flagela o
peito como parte do processo
natural da vida.

Uma dor que posso
fazer curativo,
que me
reerguerá e que
me fará ter
mais consciência do
meu brilho e fortaleza
interior.

E essas lágrimas derramadas,
com certeza,
farão parte de meus troféus,
posto que elas regam
meu jardim interior,
para que novos botões
tornem a florescer!

TEXTO: Rita Palhares
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 10 de Novembro de 2.011.

Mostre ao Mundo o melhor de Você...

Sempre que
você olhar à sua volta
e perceber que o mundo
está confuso,
que as pessoas se perdem
e se destroem em angústias,
é porque é chegada
a hora!!!

Olhe para dentro de você
e perceba que a vida
não é o que você escuta
ou muito menos
o que você vê lá fora,
mas sim o que você carrega
na sua consciência.

Não deixe que a descrença
habite seu coração,
nem permita sequer
se sentir vacilar.

Procure na sua luz interior
o brilho para desfazer
todas as sombras e dúvidas.

Permita essa luz
fluir pela sua consciência,
e como um bálsamo.

Permita que você busque
sua verdade interior,
que você trabalhe
seus valores
e que você encontre
a sua Paz.

Lembre-se e jamais
esqueça...
Ninguém poderá fazer
isso por você,
pois a cada hora somos
desafiados a aprender
novas lições.

Com o simples propósito
de expandir a nossa
consciência para a
conquista da Paz
e do Amor ao próximo.

Mostre ao mundo o
melhor de você.

Permita que você irradie
essa luz,
pois o mundo nada
mais é do que o resultado
dessa Luz interior.

OBS.:
Não encontramos a autoria
do texto acima,
mas gostaríamos de dar
os créditos merecidos a quem
o escreveu.
Colabore conosco.
Fineza nos informar através do e-mail: mensagem@toninholima.com.br
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 08 de Novembro de 2.011.