segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Saber Esperar

Um dos mais significativos
desafios que a vida nos
apresente é aprender
a esperar.

Sempre me pergunto por
que a maioria de
nós não é orientada,
ao longo de sua formação,
sobre o valor da espera
paciente.

Acredito que
a razão esteja principalmente
no fato de que a maior
parte da humanidade
vive totalmente inconsciente dos
ciclos naturais da vida.

Quanto mais próximo da
natureza viver,
mais sabedoria o homem tem a
chance de adquirir,
pois ele passa,
então,
a mover-se num ritmo
totalmente diferente,
muito mais
lento do que aquele que a
vida nas metrópoles impõe.

Pessoas sem
qualquer refinamento
intelectual
aprendem através de
um método bastante simples,
o da observação,
que tudo na natureza tem
um ritmo próprio.

Só o ser humano destoa
desta harmonia,
pois insiste em querer apressar
os acontecimentos
de acordo com os seus desejos,
sempre determinados
pelo ego.

A sabedoria oriental,
expressa numa de suas
mais valiosas obras,
o I Ching,
nos ensina a importância
de nos sentirmos
parte integrante da natureza,
e de agirmos sempre em
sintonia com o seu ritmo,
plantando as sementes do
que queremos
e esperando pelo momento propicio
para vê-las germinar.

Quanto mais rapidamente
aprendermos esta lição,
mais facilmente atingiremos um
estado de equilíbrio e serenidade,
e nos libertaremos do
desejo de querer controlar os
acontecimentos,
a maior das ilusões que
podemos alimentar.

TEXTO: Elisabeth Cavalcante
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 05 de Novembro de 2.011.

A MAIOR DAS TENTAÇÕES

A oração do Pai Nosso,
a única que Jesus nos ensinou,
fala-nos em um trecho,
fonte de muitas meditações:
"Não nos deixeis cair em tentação".

No Espiritismo sabemos
que podemos
receber influências de espíritos
ignorantes que tentam
desviar-nos do caminho do bem,
tentações que quase
sempre nos oferecem facilidades.

E na Terra,
principalmente nos dias de hoje,
as tentações encontram-se
em toda parte:
na publicidade,
nos meios de lazer,
em companheiros encarnados,
etc.

Mas,
nossa maior tentação
são nossos próprios defeitos
e tendências.

E são estas também as
mais difíceis de serem
vencidas.

Vencedores são aqueles que
vencem a si mesmos,
conhecem seus
defeitos e se esforçam
por combatê-los.

E temos armas para
os que querem vencer:
oração, caridade,
estudo do Evangelho
e a leitura dos livros espíritas,
nos quais achamos
a consolação e o
entendimento.

Há também a necessidade
de vigiarmos nossos pensamentos.
Os bons pensamentos nos iluminam,
enquanto os maus pensamentos
nos deixam à mercê dos
maus espíritos.

Oremos o Pai-Nosso,
peçamos com firmeza,
mas tenhamos sempre
o propósito de melhorar,
vencer as tentações,
as facilidades do mundo atual,
para que
possamos crescer
espiritualmente.

AUTORIA: Antônio Carlos
Psicografada por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 04 de Novembro de 2.011.

Ignorantes

O sábio Galileu Galilei,
físico,
matemático e astrônomo italiano
(1564-1642),
afirmava:
- "Quanto menos alguém entende,
mais quer discordar."

Este é o
"Tratado Geral dos Ignorantes",
um resumo do que acontece com
aquelas pessoas que
tudo querem discutir,
que mal conseguem manter a língua
dentro da boca,
para tudo e para todos tem uma
"recomendação",
uma censura,
uma pitada do seu
mau-humor.

São esses "ignorantes"
que não conseguem travar
um diálogo quando se acham
"ofendidos",
quando se julgam "ultrajados",
quando acreditam
que têem razão,
e normalmente eles são os
donos da razão e usam o
poder de discussão.
Sentem um
prazer enorme em dizer:
"não falei que eu estava certo",
o seu gozo está em "humilhar,
ridicularizar, espancar,
levar o sofrimento,
seja pelas
palavras que aprenderam
a dominar,
seja pelos músculos que
exercitam diariamente.

Esses ignorantes não
são os que não estudaram,
nem "os sem diplomas",
nada disso,
são muitas vezes os
doutores da lei,
os mesmos "fariseus"
que Jesus
já especificou há mais
de 2000 anos atrás,
e que hoje vivem vestidos em becas,
em jalecos brancos,
em paletós de risca,
em cargos e títulos de
importância duvidosa.

Por isso,
ao avistar um ignorante desses,
seja no trânsito,
seja nas repartições e instituições,
na rua onde mora,
no seu condomínio,
na escola que frequenta,
no seu trabalho,
ou em qualquer lugar,
não perca a sua saúde
e nem o seu tempo discutindo
com quem não tem nada além
"de ressentimento
dentro de si mesmo
para oferecer".

Mentalmente, silenciosamente,
faça uma prece por essa pessoa,
peça "iluminação",
clareza, e principalmente,
peça a Deus que o amor
toque nessa alma ferida,
e que depois desse choque
que só o amor pode produzir,
ela se encontre,
para descobrir que só a FRATERNIDADE,
A TOLERÂNCIA E O AMOR,
podem mudar qualquer coisa.
O resto é resto.

Por onde você for,
seja o que planta,
não o que pisa no jardim.

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 03 de Novembro de 2.011.

Resista A Necessidade de Criticar

Quando julgamos
ou criticamos outra pessoa,
não são os seus defeitos que
estamos denunciando,
mas o nosso:
a nossa necessidade de
sermos críticos.

Se você costuma ir a
encontros e ouvir críticas
que normalmente são
levantadas em relação ao
comportamento de outros,
e depois vai para casa e
pensa a respeito
do bem que essa prática fará
para a tentativa de tornarmos
este mundo um lugar melhor,
provavelmente chegará à mesma
conclusão que eu:
Zero ! Nenhum bem.

E não é só isso.
A crítica não só não resolve nada,
como contribui para a irritação
e a desconfiança
em relação ao nosso mundo.

Afinal,
ninguém de nós gosta
de ser criticado.
Nossa relação normal à
crítica é nos tornarmos defensivos
ou desencorajados.

Uma pessoa que se
sinta atacada,
normalmente tem duas reações:
ou retrocederá,
por medo ou vergonha,
ou atacará e irromperá em raiva.

Quantas vezes você criticou
alguém e ouviu a seguinte resposta:
" Muito obrigado por apontar
minhas falhas,
eu realmente apreciei sua
contribuição?"

A crítica,
como xingamento,
nada mais é que um
péssimo hábito.
É algo que nos acostumamos a fazer:
somos íntimos da sensação.
É algo que nos mantém
ocupados e nos fornece assunto
para conversas.

Se, no entanto,
você ocupar um minuto
observando de como realmente
se sente logo após
criticar alguém,
perceberá que fica um
pouco abatido e envergonhado,
um pouco como se fosse você
a pessoa atacada.

O motivo dessa
sensação é que ao criticarmos,
fazemos uma declaração ao
mundo e para nós
mesmos:
" Preciso ser crítico ".

Não é algo que tenhamos em
orgulho em admitir.

A solução é perceber o momento
em que estamos sendo críticos.

Perceba
quantas vezes você
costuma ser crítico e como
se sente mal.

O que eu gosto
de fazer é transformar
tudo num jogo.
Eu ainda me pego no
ato de ser crítico,
mas quando sinto
o sentimento aflorando,
tento me lembrar,
dizendo
"Aí vou eu , de novo ".

Por sorte,
consigo transformar,
na maior parte das vezes,
minha crítica em
tolerância.

TEXTO: Richard Carlson, Ph.D.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 02 de Novembro de 2.011.

A PARTILHA

É bonito descrever
nossa existência
como uma grande caminhada.
Desde o nascimento,
na aurora de nossos dias,
atravessando o tempo do meio
dia e do entardecer,
chegamos até a terra da velhice,
numa constante e
persistente caminhada.

Não é bom caminhar só.
A graça da caminhada,
o encanto da peregrinação,
está em caminhar de
mãos dadas
com outros corações.

Juntos cantamos,
juntos carregamos os fardos
uns dos outros,
juntos escutamos os segredos
de uns e de outros.

Procuramos uma sombra amiga ,
para abrir nosso farnel
e fazer a refeição da amizade.
Há companheiros que desanimam,
há colegas que têm feridas nos pés
e machucados no coração.

Há crianças que precisam
ser levadas ao colo
e há anciãos que buscam braços
para se apoiarem.

É assim a vida.

E assim é bom viver.

Quando partilhamos,
quando nos sentimos unidos,
quando temos vontade
de cantar juntos,
de sorrir uns para os outros,
de adivinhar as necessárias
providências a serem tomadas
a fim de que a caminhada de
todos seja bem sucedida.

Assim são os peregrinos
da esperança,
os irmãos de uma
mesma família,
os passageiros do mesmo
barco da vida.

No trabalho nós também
estamos no mesmo barco
e devemos perseguir
ardorosamente juntos,
a estrela que Deus coloca
diante de nós,
para que a nossa caminhada
seja bem sucedida.

Lembremo-nos que
a perseverança tudo alcança
e que a confiança é algo
que não se
pode perder,
porque é muito difícil
reconquistar.

OBS.:
Não encontramos a autoria
do texto acima,
mas gostaríamos de dar
os créditos merecidos a quem
o escreveu.
Colabore conosco.
Fineza nos informar através do e-mail: mensagem@toninholima.com.br
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 01 de Novembro de 2.011.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Soltar as mãos!

Intuição, harmonia e paz!
As vezes,
precisamos largar as mãos da Vida.

Principalmente quando estamos
nervosos demais.
Aguardando aquela resposta,
aquele resultado
Ou simplesmente aflitos pelo dia
que ainda nem chegou.
Relaxe!

A vida sopra o dia em
pequenas rajadas de
acontecimentos.

Tudo tem o seu momento,
o seu tempo de realizar-se.

Seja você aquele que
dirige a sua vida,
ainda que sem as mãos,
cheio de emoção,
guiado pela intuição,
inspirado pelo coração.

Vibrando aquela alegria
quase infantil,
certo de que no final
daquela curva,
na próxima esquina,
a Felicidade te espera para mais
um momento incrível.

Solte as mãos
da Vida e descubra que
Alguém te guia.

Ainda que você não o veja,
Deus te acompanha e deseja que
você descubra o prazer de viver,
na simplicidade do dia que
foi feito pra você.

Dia de crescer na paz e na riqueza de ser
“mais você”!

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 29 de Outubro de 2.011.

Tempestade em copo d'água

Fazer tempestade em copo
d'água é dar a uma situação uma
importância muito maior do que
ela tem ou merecer ter.

Vê-la, talvez,
com os olhos do desespero
e com a inquietação da alma.
São os pequenos acontecimentos
de cada dia que vão formando
nossa história,
com outra ou outras pessoas.

Esses fatos têm uma importância
singular para cada um e para que
sejamos justos numa relação,
é necessário não julgarmos o tamanho
que cada coisa ocupa na vida
da outra pessoa.

O que é importante para o outro,
pode ser simples para
mim e vice-versa.
Nunca podemos desprezar
ou minimizar os sentimentos de
uma outra pessoa ou sua reação,
somente porque aquilo é menos
importante pra gente,
pois quem mente a si mesmo,
acredita nas próprias mentiras.

Quando uma pessoa exagerar
numa reação e disser a você
que isso a machuca,
não menospreze.

Ela realmente sente e importa
pouco se a dor é grande ou pequena.
Tente,
com muita ternura,
abraçar o coração dela.

Se for o caso de realmente
ser uma tempestade num
copo d'água,
a calma virá mais rápido se
sua reação for de uma pessoa
compreensiva e que respeita
a dor alheia.

Quando se trata da vida,
atiçamos o vento e produzimos a chuva,
acalmamos as tempestades
e trazemos com nossas próprias
mãos o sol de volta.

É bastante um olhar,
um grande coração,
um gesto de compreensão
e todas as tempestades da
vida se tornarão suaves
ventos de primavera.

E a colheita de flores,
juntamente com a dos frutos,
é a mais abençoada de todas.

AUTORIA: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 28 de Outubro de 2.011.

O meu nome é desafio

O problema só é problema
quando se apresenta.
Logo depois do choque inicial,
ele passa a ser desafio.

Por isso é tão gratificante vencê-lo,
e por isso nos esforçamos.
Mas porque os problemas
dão tanto medo e fazem sofrer?

Os problemas
representam o desconhecido,
e ninguém gosta de entrar em
uma rua escura,
tarde da noite e em bairro
afastado.

Mas, no dia seguinte,
a mesma rua sob a influência do sol,
se transforma, é outra,
e pode até acabar sendo a
rua da nossa futura casa.

Você já andou pela sua
casa de madrugada sem
acender nenhuma luz?
Já foi até o banheiro
ou assaltar a geladeira sem
tropeçar em nada?
Tenho certeza que foi preciso
um tempo para o seu cérebro
assimilar o trajeto
e guardar a informação de que
você pode andar
no escuro sem medo,
sem riscos.

Assim,
os problemas quando
se apresentam são como
quartos escuros,
onde precisamos tatear
as paredes e objetos para
chegar até a luz.

Tudo pode ser vencido,
mesmo que demore anos,
que passe muito tempo aos olhos da
“vida moderna e imediatista”
que não sabe esperar,
ainda assim,
quando “chegamos lá”
onde muita gente apostou
que não conseguiríamos chegar,
a satisfação é tão grande
que nos esquecemos do início,
onde acreditávamos em
“problemas”.

O verdadeiro problema
está em desacreditar
da nossa capacidade de
SUPERAÇÃO.

E superação é o mover-se
com determinação no sentido
contrário da dor,
é mover os olhos para
outra direção,
é olhar para frente,
ainda que ás lágrimas deixem
a visão meio embaçada,
é saber que
após a grande tempestade,
o sol vai se abrir,
o chão vai florir
e tudo recomeça para quem
não deixou de acreditar.

Tá com problemas?
Que bom!
“São desafios que vem
testar a sua capacidade de
vencer a própria dúvida.
Depois deles,
você será muito melhor.

Acredite em você.”

Eu acredito em você.

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 26 de Outubro de 2.011.

A vida entrelinhas

É incrível como em várias
situações da vida nos tornamos
cegos a certas coisas.
Vemos o que queremos ver,
sabemos o que queremos saber
e tudo o mais toma uma
importância tão mínima que quase
desaparece da nossa memória.

É assim que muitas pessoas
toleram situações que,
se assim não fosse,
se tornariam insuportáveis.
Mas como todas as moedas
têm dois lados,
nem sempre ignorar os fatos
nos ajuda a melhor viver.

Precisamos saber reconhecer
o que está nas entrelinhas da vida,
buscar a honestidade relacionada
a uma situação,
uma pessoa, a si mesmo,
à própria vida.

Se nos cegamos
voluntariamente a algo importante,
o fardo não se torna mais leve.
Apenas fugimos para
lugar nenhum.
O fato de não vermos um
problema não o torna inexistente e,
sejamos francos,
não nos machuca menos.

Quantas e quantas vezes
sentimos que algo nos incomoda,
vivemos num mal-estar quase
constante e continuamos
a prosseguir.

Se procurarmos ver um
pouco mais profundamente,
honestamente e sem medo,
com ou sem ajuda,
encontraremos a raiz do mal.
Fazer face à certas coisas
poderá provocar muitas lágrimas.

Mas lágrimas benditas,
que nos ajudarão a evacuar a
dor e provocarão o profundo suspiro
de alívio depois de algum tempo.
Eu sei que não é fácil abrir o coração,
escancarar a alma e resolver tudo
como num passe de mágica.

Sei que não é de uma hora
pra outra que tudo se
torna claro e visível.
E é para isso que
existe o tempo.

Porém a porta do querer
saber deve ser aberta por nós.
Depois outras portas se abrirão,
devagarzinho, até a última,
que nos mostrará a luz do dia,
nos dirá que a vida é bela,
apesar de tudo o que vivemos
ou tivemos que passar.

Nos possíveis e impossíveis da vida,
muito está nas nossas mãos.
Jesus disse:
"Quem tem ouvidos para ouvir,
ouça."

A melhor maneira de ler
as entrelinhas da vida é com os olhos
fechados em oração
e súplica Àquele que cuida de
nós nos mínimos detalhes e que,
para nos dar exemplo,
foi como nós,
carregou um fardo e
também chorou.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 25 de Outubro de 2.011.

JESUS

" UM GRANDE AMOR NA AURA DO PLANETA "
Poucos são os que
conhecem a si mesmos.
E, muito menos,
os que abraçam o mundo sem
preconceitos.

O amor não vê raça,
sexo ou fronteiras.
Nada julga.
Jamais se exaspera.
É paciente e sereno,
pois sabe o tempo de despertar
de cada um.

Ele está em cada coração
e é a grande riqueza
espiritual do Ser.

Por mais que
alguns tentem distorcê-lo,
ele não cede aos caprichos
humanos.

Ele conhece todos os motivos
e age baseado na verdade.

Jesus ensinou muitas
coisas aos homens,
mas bem poucos o
entenderam.

Ele falava ao coração e eles
tentavam entendê-lo só
com a mente.

Ele falava de um Grande Amor,
mas eles só queriam emoções
fugazes e jogos de
politicagem e engodos
variados.

Ele sabia,
mas não se importava,
pois enxergava
além dos convencionalismos
sociais.

Ele sabia o tempo certo do
despertar de cada um!
Ele conhecia o
poder de transformação
do amor.

E Ele sabia que existem
muitas vidas,
cada uma com suas lições e
aprendizados.

Por isso,
Ele ensinava as coisas
do espírito aos homens...
Mesmo que eles não
estivessem prontos para
o entendimento.
Ele precisava semear!

Sim, precisava semear
o Grande Amor que Ele
trouxera do Céu.
Seu coração transbordava
de luz e Ele era um
sol de amor.

A luz estava ali,
mas eles estavam cegos.
Suas palavras tinham
o fogo do espírito,
mas eles estavam surdos.

O amor estava na Terra,
mas eles não deixaram que Ele
entrasse em seus corações.
Ele sabia como era difícil
semear no deserto deles.

Mas o Seu coração transbordava,
e Ele os compreendia,
mais do que eles percebiam.

E,
assim como desceu entre os homens,
Ele voltou ao Céu.
Mas deixou um Grande Amor
vibrando na Terra.
Suas palavras e Suas energias ficaram
gravadas na aura do planeta.

Os Seus pensamentos generosos ainda
gravitam na atmosfera que
envolve o orbe.

E felizes são os que sentem
Sua presença no próprio
coração.
Sim,
mesmo em meio às provas
do mundo,
eles sentem um Grande Amor
guiando-os...

E isso é algo que não se explica,
só se sente...
Em espírito e verdade.

P.S.: "Há uma luz que brilha mais
Do que bilhões de sóis juntos.
É a essência da alma.
Essa é a luz que mora no coração".

Jesus, valeu!

TEXTO: Wagner Borges
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 21 de Outubro de 2.011.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

OBS.: O texto lido no programa de hoje
não pode ser publicado neste espaço,
porque a autora não autoriza
a publicação do mesmo.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 20 de Outubro de 2.011.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

OS PÁSSAROS SOLITÁRIOS

Do lado de um
imenso muro de pedras
voava um pássaro,
sempre sozinho,
pensando na sua eterna
solidão.

Do outro lado do mesmo muro,
outro
pássaro também voava
e lamentava
o seu interminável
isolamento.

Mas do alto de uma nuvem,
bem acima de qualquer muro,
dois Anjos observavam
a cena.

Um dos Anjos comentou:
Veja que maravilha!
Que sincronismo de vôo.
Isto é o verdadeiro Amor.

O outro Anjo questionou:
Será que eles nunca se
encontrarão?

O primeiro anjo respondeu:
É claro que sim!
Olhe, lá adiante, o fim do muro.
Todo muro tem um fim.
E completou:
Mas,
se eles se arriscassem a
voarem mais alto,
acima do muro,
teriam se encontrado hoje
mesmo!

Assim somos nós,
em certos momentos
da nossa vida,
devemos nos arriscar e
voarmos mais alto...

Acima do muro
de dificuldades da Vida!
Em primeiro lugar,
devemos ter Fé em Deus e
em segundo, em nós mesmos,
acredite...

VOCÊ PODE!
Pense nisso,
com FÉ!

OBS.:
Procuramos autoria
do texto acima,
mas não encontramos.
Gostáríamos de dar os créditos
merecidos a quem o escreveu.
Fineza nos informar
através do e-mail:
mensagem@toninholima.com.br
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 19 de Outubro de 2.011.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Entre o céu e a terra

Como sonhar é bom!
Nos dá aquela
sensação de que os fardos
são mais leves,
mais suportáveis.

Sonhar é esquecer-se por
algum tempo dos problemas,
imaginar o inimaginável,
viajar por terras longíquas e não
encontrar soluções
para os problemas...
pois estes simplesmente
não existem!

Eu não diria que a vida é cruel.
Ela é estática.
Mas as situações,
em certas circunstâncias,
são difíceis de se enfrentar.

Existe esse momento na vida
onde nos encontramos num
beco sem saída,
onde nossos porquês ficam
sem respostas e tudo
o que conseguimos fazer é chorar
e levar o pensamento ao céu
como último recurso.

E ninguém é poupado,
que seja rico ou pobre.

Pouco importa o tamanho
dos problemas,
todos estão à mercê e
cada um sabe o peso
da sua cruz.

E são nessas horas que sair
um pouquinho do chão
pode ser benéfico.

São as asinhas que criamos
e que nos levam a qualquer direção,
nos dão a idéia de
liberdade e nos ajudam a
recuperar as forças para
quando os pés pisarem a
terra novamente.

Esses momentos de leve
fuga são importantes,
mas que não sejam intermináveis.
Fugir da realidade não
resolve problemas e a queda
pode ser ainda mais dura se
longa for a viagem.

É se enfrentando nossos
monstros que aprendemos
a não ter medo deles,
que aprendemos que,
embora assustadores,
podemos ser mais fortes,
não por que somos gigantes,
mas por que temos em nós
um Pai de onde podemos
tirar forças.

Que possamos aproveitar
nossos momentos de evasão
para apreciar do alto
as belezas que a vida nos oferece,
mas que sejamos sábios o bastante
para colocar os pés no chão
e enfrentar a realidade que,
embora dura muitas vezes,
não é e não pode ser mais
forte que nós.

A cruz,
fincada no chão e
apontando os céus nos mostra que,
embora plantados na terra,
temos no Alto nossa saída,
nossa escapatória,
nossa libertação.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 12 de Outubro de 2.011.

O que as crianças realmente precisam

Você já se perguntou o que seu
filho realmente precisa?

Quando as crianças reclamam,
ou quando se comportam mal,
quase sempre desabafamos:
"Eu as alimento,
visto,
compro brinquedos,
mantenho-as limpas e aquecidas.
Levo para passear.
O que mais querem, afinal?"

Se elas forem indagadas,
dirão:
"queremos você!"

E estarão traduzindo
necessidades essenciais para
as suas vidas e para se
sentirem felizes.

Conta-se que ao término
da segunda guerra mundial,
em 1945,
a Europa estava em ruínas.

Entre os tantos problemas humanos
a serem enfrentados,
estava o cuidado de centenas de órfãos,
cujos pais haviam sido mortos
ou separados
permanentemente dos filhos,
pela guerra.

A suíça,
que tinha se mantido
neutra durante a guerra,
mandou alguns dos seus
profissionais de saúde para ajudar
a enfrentar o problema.

Um deles deveria pesquisar
a melhor forma de cuidar
dos bebês órfãos.

O médico viajou toda a Europa.
Visitou muitos tipos
de lugares que cuidavam dessas
crianças para ver qual obtinha
maior sucesso.

Ele viu situações extremas.
Em alguns lugares,
campos hospitalares americanos
foram montados.

Os bebês foram colocados em
berços limpos,
em enfermarias higienizadas,
sendo alimentados em
horários regulares com leite especial,
por enfermeiras uniformizadas.

Todo rigor de higiene.
Todos os cuidados possíveis.

Na outra ponta da escala,
nas remotas vilas das montanhas,
um caminhão simplesmente
encostou e o motorista perguntou:
"Você pode cuidar desses bebês?"

E deixou quase 50 crianças chorando,
aos cuidados dos moradores da vila.

Ali,
cercados por crianças,
bodes, cães,
nos braços de uma camponesa,
os bebês dependiam
de leite de cabra e alimento
comunitário.

O médico suíço tinha uma
maneira simples de comparar
as diferentes formas de cuidado.
Ele não pesava os bebês nem a
sua coordenação motora.

Naqueles dias de graves enfermidades,
ele usava a mais simples
das estatísticas:
a taxa de mortalidade.
O que ele descobriu foi uma surpresa.

Enquanto as epidemias
se alastravam pela Europa
e muitas pessoas estavam morrendo,
as crianças nas vilas
estavam se desenvolvendo melhor
do que as dos hospitais com todos
os cuidados científicos.

Descobriu que os bebês
pecisam de amor para viver.

As crianças dos hospitais tinham tudo.
Menos afeto e estímulos.

Os bebês nas vilas tinham
mais abraços e alegria.
Com cuidados básicos,
se desenvolviam.

Em resumo:
os bebês precisam de contato
humano e de afeto.

Sem esses ingredientes humanos,
podem facilmente morrer.

Você sabia?

Que os bebês precisam
de contato freqüente
com a mãe ou com pessoas
que lhes dêem muito carinho
e calor humano?

E que
necessitam de troca de olhares,
sorrisos,
e um ambiente colorido
e cheio de vida?

As crianças precisam ser carregadas,
balançadas no joelho,
acarinhadas.

E você sabia que os bebês
apreciam os sons como
canto e conversas?

Enfim,
eles precisam de quem os ame!
Eles precisam de você!

TEXTO: Equipe de Redação do Momento Espírita
com base no livro O segredo
das crianças felizes,
de Steve Biddulph,
Ed. Fundamento, cap. 2.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 12 de Outubro de 2.011.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

APROVEITE O MOMENTO

Eu tenho uma amiga
que vive baseada em uma filosofia
de três palavras:
Aproveite o momento.

Exatamente por isso,
ela me parece ser a mulher
mais sábia neste planeta.

Muitas pessoas adiam
algo que lhes traz alegria
só porque não pensaram sobre isto,
ou não tem vaga em sua agenda,
ou não sabem o que vem pela frente ou
são muito rígidas para sair da rotina.

Outro dia eu estava pensando
sobre todas aquelas mulheres
no Titanic,
que privaram-se da sobremesa
no jantar naquela noite fatal
num esforço para manter
a silhueta.

Parece meio besta mas pense bem.
Daí em diante eu tentei
ser um pouco mais flexível.

Quantas mulheres por aí comerão
em casa porque quando seu
marido convidou para jantar
já tinha algo descongelado?

Quantas vezes você tinha suas
crianças prontas para
brincar e conversar e você
ficou em silêncio
assistindo aquele programa
na televisão?

Foram inúmeras as vezes
em que eu liguei para minha
irmã e disse,
- Que tal irmos almoçar daqui
a meia hora?
Ela ofegava e gaguejava um
- Eu não posso.
Sempre completado com um:
- Preciso lavar a cabeça.
- Você devia ter me avisado ontem.
- Eu tomei o café da manhã muito tarde.
- Parece que vai chover.
E o meu favorito:
- Hoje é segunda-feira.

Ela morreu alguns anos atrás.
E nós nunca almoçamos juntos.

Parece que nós programamos
até o horário da dor de cabeça.
Nós vivemos com
uma lista de promessas que
fazemos para nós mesmos para
quando as condições
forem perfeitas.

Visitarei meus avós...
quando conseguirmos reformar
o banheiro;

Faremos uma festa...
quando substituirmos o tapete;

Sairemos em uma segunda lua de mel...
quando as crianças se formarem.

A vida tem um jeito mais
acelerado quando vamos
ficando mais velhos.

Os dias ficam menores
e a lista de promessas para
nós mesmos vai ficando
cada vez mais longa.

Uma manhã a gente acorda
e tudo o que temos para mostrar de
nossas vidas é uma ladainha de
"estou indo",
"estou planejando"
e "algum dia,
quando as coisas estiverem
ajeitadas".

Quando alguém convida minha amiga
"aproveite o momento",
ela está sempre aberta à
aventuras e disponível para viagens.
Ela mantém a mente aberta para
novas idéias.
Seu entusiasmo pela vida
é contagioso.

Meus lábios não tocavam em
um sorvete há 10 anos.
E eu adoro sorvete.
Noutro dia,
eu parei o carro e comprei
um cascão triplo.

Se meu carro batesse em um
iceberg a caminho casa,
eu teria morrido feliz.

Agora,
vá em frente e tenha
um bom dia.

Faça algo que você
QUER fazer e não
apenas algo que
DEVIA ESTAR NA LISTA.

TEXTO: Tradução Sérgio Barros
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 11 de Outubro de 2.011.

domingo, 9 de outubro de 2011

DOIS HOMENS E UMA JANELA

Dois homens,
ambos gravemente doentes,
estavam no mesmo quarto de hospital.
Um deles podia sentar-se na sua
cama durante uma hora,
todas as tardes,
para que os fluidos circulassem
nos seus pulmões.
Sua cama estava junto da única
janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre
deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio.
Falavam das suas mulheres e famílias,
das suas casas,
dos seus empregos,
onde tinham passado as férias...
E todas as tardes,
quando o homem da cama perto da janela se sentava,
ele passava o tempo a descrever
ao seu companheiro de quarto todas
as coisas que ele
conseguia ver do lado de
fora da janela.

O homem da cama do lado
começou a viver à espera desses
períodos de uma hora,
em que o seu mundo era alargado
e animado por toda a atividade e cor
do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um
lindo lago.
Patos e cisnes chapinhavam
na água enquanto as crianças
brincavam com os seus barquinhos.
Jovens namorados caminhavam de braços
dados por entre as flores de todas
as cores do arco-íris.
Árvores velhas e
enormes acariciavam a paisagem
e uma tênue vista da silhueta
da cidade podia
ser vista no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto
da janela descrevia
isto tudo com extraordinário pormenor,
o homem no outro lado do quarto
fechava os seus olhos e imaginava
a pitoresca cena.

Um dia,
o homem perto da janela
descreveu um desfile que
ia a passar.
Embora o outro homem não
conseguisse ouvir a banda,
ele conseguia vê-la e ouvi-la
na sua mente, enquanto o outro senhor
a retratava através de palavras
bastante descritivas.
Dias e semanas passaram.
Uma manhã,
a enfermeira chegou ao quarto
trazendo água para os seus banhos,
e encontrou o corpo sem
vida do homem perto da janela,
que tinha falecido calmamente
enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou
os funcionários do hospital para que
levassem o corpo. Logo que lhe
pareceu apropriado,
o outro homem perguntou
se podia ser colocado na cama
perto da janela.
A enfermeira disse logo que
sim e fez a troca.

Depois de se certificar de
que o homem estava bem instalado,
a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente,
e cheio de dores,
o homem ergueu-se,
apoiado no cotovelo,
para contemplar o mundo lá fora.
Fez um grande esforço e lentamente
olhou para o lado de fora da janela que dava,
afinal, para uma
parede de tijolos!

O homem perguntou à enfermeira
o que teria feito com que o seu falecido
companheiro de quarto lhe tivesse
descrito coisas tão maravilhosas do lado
de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem
era cego e nem sequer
conseguia ver a parede.

- Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem...
disse a enfermeira..

Moral da História:

Há uma felicidade
tremenda em fazer os outros felizes,
apesar dos nossos
próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza,
mas a felicidade,
quando partilhada,
é dobrada.
Se queres te sentir rico,
conta todas as
coisas que tens que o dinheiro
não pode comprar!!!!

TEXTO: Procura-se o autor.
Informações para mensagem@toninholima.com.br
* * * * *
Texto lido pelo radialista
"Anderson Fonseca",
no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 07 de Outubro de 2.011.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

É preciso saber viver

Esperamos demais para
fazer o que precisa ser feito,
num mundo que só
nos dá um dia de cada vez,
sem nenhuma garantia do amanhã.

Enquanto lamentamos qua
a vida é curta,
agimos como se tivessemos
à nossa disposição um estoque
inesgotável de tempo.

Esperamos demais para
dizer as palavras de perdão
que devem ser ditas,
para por de lado os rancores
que devem ser expulsos,
para expressar gratidão,
para dar ânimo,
para oferecer consolo.

Esperamos demais para
ser generosos,
deixando que a demora
diminua a alegria de dar
espontaneamente.

Esperamos demais para ser
pais dos nossos filhos pequenos,
esquecendo quão curto
é o tempo em que eles são
pequenos,
quão depressa a vida os
faz crescer e ir embora.

Esperamos demais para dar
carinho aos nossos pais,
irmãos e amigos.

Quem sabe quão logo
será tarde demais?

Esperamos demais para
enunciar as pessoas que
estão esperando
para atravessar nossos lábios,
para executar as
tarefas que estão esperando
para ser cumpridas,
para demonstrar o amor
que talvez não seja mais
necessário amanhã.

Esperamos demais nos bastidores,
quando a vida tem um
papel para desempenharmos
no palco.

Deus também está esperando,
esperando nós
pararmos de esperar.

Esperando nós começarmos
a fazer agora tudo aquilo
para o qual
este dia e esta vida
nos foram dados.

TEXTO: Henry Sobell
* * * * *
Texto lido pelo radialista
"Anderson Fonseca",
no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 05 de Outubro de 2.011.