domingo, 17 de setembro de 2017

Ei, quem é você na fila do pão!

Ei, quem é você na fila do pão! Hum, que ironia ofensiva não é verdade? Nós humanos temos esta mania de levarmos tudo para o emocional, de nos sentirmos pequenos quando alguém tenta nos diminuir ou humilhar diante de um caminho que talvez nem saibam o quanto esta sendo difícil, e deixamos de olhar a dimensão que certas ofensas pode nos levar se atentarmos para quem nos ofende e o seu objetivo.

Quando eu digo que a sua história começa na fila do pão, é pelo simples fato de que quem pergunta quem você é, com certeza esta na mesma fila que você, e claro, atrás e não na frente. Te enxergou de longe, te reconheceu a ponto de questionar a sua identidade, e gritou para os demais escutarem que você é alguém importante, porém no intuito de ofender mas não percebendo que o seu momento auge é aquele.

Quem vigia a sua vida trafega o mesmo caminho que você, só não tem a mesma direção, não sabe o que quer, não consegue sonhar, porque a vida dele esta focada na sua. Aquele que vive de especulação não tem a mesma visão que você, e, talvez até consigam semear suas insatisfações e contaminar alguns corações, mas jamais conseguirão impedir Deus de te tomar pela mão e te colocar aonde ele planejou.

A fila do pão é o primeiro passo de muitos outros, é aonde você tem tempo pra pensar, é aonde você aprende a respeitar a vez do alheio, é o lugar onde você aprende que para ter o seu pão de cada dia você tem que batalhar, e não podemos nos esquecer que aonde tem pão, também tem sonhos não é verdade (risos)?!. Comece a trabalhar certas ofensas como um meio de crescimento, e também uma forma declarada de que realmente as coisas estão dando certo.

Não revide, não indirete, não se permita envenenar, não reaja, avance, você não tem tempo para resolver pendências de gente de vida mal resolvida. Ore por elas, perdoe, e não se atrase por favor. Ocupe-se com o que lhe edifica. E nunca se esqueça, você sempre estará na fila do pão, afinal, quem não gosta de tomar um bom café? Psiu, se nos esbarramos em alguma padaria por ai, me abrace por favor. :)

TEXTO DE: Cecilia Sfalsin
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 20 de Setembro de 2.017.
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sábado, 16 de setembro de 2017

Sua Vitória começa hoje!

Que tal deixar o amanhã cheio de problemas, para viver um hoje pleno. Viver este momento é abrir caminhos para a transformação do amanhã.

Você é hoje o reflexo do que deseja ver na sua vida amanhã.

Então, quem ficar chorando e se lamentando neste dia abençoado, vai viver um amanhã cheio de olheiras e marcas tristes na face.

Difícil entender as pessoas que reclamam do que "ainda nem viveram".

Sofrem por antecipação, e olha que a mais de 2000 anos um jovem, mais que um profeta, um sábio chamado Jesus já havia deixado uma lição:

"Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo, mais do que o vestuário?" (Bíblia Mateus 6 vers. 25)

Antes de se afligir tanto com o amanhã, semeie boas sementes hoje! 

Distribua currículos, fale com amigos, observe comerciantes trabalhando, espelhe-se em que anda fazendo sucesso, quem anda conquistando, não se fiando em palavras de gente derrotada.

Seja você agora, o seu futuro!

Seja você agora o que deseja ser amanhã, afinal de contas, o amanhã começou exatamente agora.

Força, fé, perseverança e determinação.

Segredos simples para a sua vitória mais do que certa.

Que assim seja e assim será!

TEXTO DE: Paulo Roberto Gaefke
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 19 de Setembro de 2.017.
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SENTIR

A gente tem que se libertar, se deixar sentir. Não é porque tivemos uma decepção no passado que devemos nos fechar para novos amores. 

Você pensa que não vai valer a pena, que você vai sair machucado outra vez, mas como saberá se nunca tentar? Se nunca se permitir sentir? 

As vezes temos alguém que fica ao nosso lado por meses e meses, demonstrando compaixão, te cuidando e te mostrando que a vida pode ser melhor se você abrir o seu coração e deixar o que é bom entrar. 

E se machucar? Se errar outra vez? Se não der certo? Arquiva como experiência, aprende com os erros e cresce. Mas se dê uma chance. Se deixe sentir. Se deixe ser livre de decepções e arrependimentos. 

Não fique aí só sentada pensando “e se?” Vai em frente e deixe acontecer como tem de ser. A vida é curta demais para deixarmos de fazer o melhor que existe: sentir.

TEXTO DE: Juliana Santos
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 18 de Setembro de 2.017.
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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Você tem medo da solidão?

Quando falo sobre o medo quero me referir àquela emoção que se caracteriza por um intenso sentimento provocado pela percepção de um perigo, seja ele real ou imaginário e que geralmente vem acompanhado de uma sensação extremamente desagradável.

Esta é a emoção do medo. Infelizmente, não aprendemos a lidar com nossas emoções da forma como deveríamos, e, como consequência, ao invés de mantê-las sob controle, frequentemente nos deixamos dominar por elas.

Se você parar para observar, vai perceber que é muito comum as pessoas sentirem medo de ficar só. Esta sensação de solidão pode tornar-se insuportável para aqueles que não têm muita prática no autocontrole.

É importante saber que para conseguir eliminar esse medo você terá que experimentar ficar na sua própria companhia observando tudo o que você tem de bom e que lhe é agradável. Este é o primeiro passo.

No entanto, é necessário aprender também que estes serão momentos em que o processo de introspecção fluirá naturalmente e é exatamente para estes instantes que você deve se preparar, sob pena de fugir dele assim que o inevitável encontro consigo mesmo começar a se tornar incômodo ou doloroso.

A introspecção mostrará suas qualidades e também seus maiores temores, esteja certo disso. Mostrará também o seu lado "sombra", que insiste em permanecer na escuridão por temer o confronto com seus próprios contrastes. É para este combate que você deve se preparar, muito mais do que para enfrentar a sua suposta solidão.

Ao mesmo tempo, será preciso abandonar aquele personagem que você criou como forma de autodefesa e proteção.

Ao fazer isso você perceberá que todas as dúvidas, as angústias, as inquietudes e as apreensões que você possui servem como uma excelente bússola que sinaliza para o fato de que a verdadeira percepção acerca de si mesmo continua submersa em suas profundezas.

Quando você consegue desenvolver a coragem necessária para esta jornada de AutoDescoberta e se dispõe a ficar só, você tem a oportunidade de potencializar a compreensão do que e de quem você realmente é.

Da mesma forma, você tem também a possibilidade de identificar qual é a distância que separa as suas partes do seu "todo" e, assim, torna-se capaz de alinhar seu ego e passa a se constituir um ser integral - e integrado. Integrado com a verdadeira compreensão acerca de si mesmo e que se traduz pelo encontro com a sua verdadeira essência. Isto representa vencer o confronto com a sua parte mais obscura e com os seus próprios contrastes e dissemelhanças.

Para tanto, você precisará marcar e comparecer ao encontro mais importante de toda a sua vida: o encontro com você mesmo.

Depois disso, aprenda também a amar-se incondicionalmente e logo você conseguirá desfrutar e curtir a sua própria companhia. E o mais importante: sem medo de ficar só!

TEXTO DE: Luciane da Cunha
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 16 de Setembro de 2.017.
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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Salve, Salve o AQUI e o AGORA, porque o depois é consequência!

"Cada dia me oferece uma nova oportunidade. Ontem já terminou. Hoje é o primeiro dia do meu futuro."  - Louise Hay

Estamos diante de uma nova semana, um novo dia que traz INFINITOS motivos, para que nos mantenhamos VIVOS.

O Culto à VIDA, à ALEGRIA, à SAÚDE representa a valorização de SI MESMO e de todo SER vivente. Todos nós passamos por momentos difíceis, muito trevosos, complicados, desesperadores, intensos de dor, infinitos e demorados, justificando a canção: "Tristeza não tem fim, felicidade sim."
Os tempos de trevas e dor fazem parte da nossa VIDA!

Nosso aprendizado com a SUPERAÇÃO, fornece caminhos para a RESILIÊNCIA.

A questão não está no outro, na situação difícil, mas na maneira como enxergamos as dificuldades, no modo como nos posicionamos diante das negativas da vida. Exemplifico: fim de um relacionamento, desemprego, doença.

Por mais doloroso que seja o fim de um relacionamento, falo por experiência, pois sofri diversas perdas: ser trocada por outra; ser traída; não ser amada; mas de todos - o pior - foi o término do meu noivado, porque um Câncer no pulmão pôs fim a sua vida. Exatos 10 meses, após meu pai partir para a eternidade, vítima de um infarto fulminante.

Desemprego? Já sofri muitas vezes, a amargura de ser demitida, a sensação de descartabilidade, de perda de referencial, para cumprir com os compromissos financeiros.

Sofrimento. Dor. Revolta. Desespero. Quem nunca os sentiu? Quem está vivo já teve seus MOMENTOS.

Eles são momentos e passam. A compreensão da dinâmica da vida cicatriza a ferida que a perda nos causa.

Mas, PERDA? Perda do quê? Perda de quem? Não podemos perder nada que nunca tivemos, não é mesmo?

Pessoas, não somos possuidores de ninguém, nem donos da consciência do outro; logo não existem perdas de pessoas.

Elas sentem que não estão felizes ao nosso lado, que elas desejam viver outras experiências com outras pessoas.

Perceba que estamos falando da vida do outro. Devemos cuidar e zelar das nossas próprias vidas.
Como estava nosso relacionamento? Estava agregando valor? Estávamos felizes?

Quando analisamos com Inteligência Emocional, teremos consciência de que nossas respostas sinceras trarão a realidade dolorosa do relacionamento.

Ou seja, o OUTRO foi mais corajoso em finalizar a relação, ele nos permitiu a LIBERDADE de encontrarmos alguém que componha a nossa vida com QUALIDADE, com PARTILHA, com SAÙDE.

A nossa dor mortal pode estar sendo mascarada pelos términos de relacionamento, pelo desemprego, pela morte de alguém.

Esse mascaramento é o nosso mecanismo de defesa. Estamos nos defendendo de nós mesmos. Estamos querendo culpar o outro, pela nossa baixa AUTOESTIMA.

Hoje, como você está?  O que já acabou, finalizou? O que está acontecendo, podemos melhorar, aprimorar. O que viveremos depende de nós AGORA, JÁ.
Vamos lá, curar a nós mesmos, entendendo e aceitando os porquês de sua AutoEstima em baixos níveis atrapalhar a sua vida. A compreensão humilde gera força motriz transformacional.

Procure ajuda profissional, ter alguém com respaldo científico nessa empreitada é sempre bom.
Abraços Curativos da Melcina.

TEXTO DE: Melcina Moura Moreno
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 15 de Setembro de 2.017.
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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Resiliência: a essência! - Quem nunca perdeu seu chão na vida que atire a primeira pedra!

Quem nunca perdeu seu chão na vida que atire a primeira pedra!

Quantas vezes a vida é inconstante e incerta?! Eu diria que a todo tempo! Nunca   sabemos o que nos espera a cada curva, a cada dia, ou a cada segundo.

Não sei se o tempo é mais inconstante do que o próprio ser humano, mas qual seria o brilho da vida se não fosse a oportunidade de todas as voltas que o mundo pode dar?

Cada um com a sua parte no universo, sua função, seu lugar, seu espaço. O dia e a noite nascem todos os dias; o sol e a chuva. Tudo se complementa, o ar que  respiro, preciso da árvore que brota, a água que bebo, preciso, do céu em chuvas.

Tudo e todos tentando ser fortes, viver e sobreviver a cada canto do mundo e, muitas vezes, florescer exige passar por todas as estações.

A grandes conquistas são acompanhadas de muitos nãos, erros, dúvidas, obstáculos e superações que nos transformam e nos fazem caminhar para o amadurecimento o autoconhecimento, tirando as escamas do que nos deixa cegos.

A necessidade de aprovações nos torna reféns, construindo uma cadeia de hipocrisias, cheias de máscaras para atuar e impressionar, oferecendo aquilo que as pessoas gostariam que você fosse, e não quem realmente é, perdendo assim o som do  coração que já deixou de bater há muito tempo pelo seus próprios sonhos, ideais, e a vida.

Resiliência é uma forma mais autêntica de resistir às pressões, aos medos, decepções, aos julgamentos de tudo que não faça você transbordar de si mesmo.

A prisão está em nossa própria mente, ela é muito mais do que física, mesmo que os ventos estejam contrários àquilo que você quer,  o caminho que está seguindo é o atalho para suas vitórias, para o seu despertar.

As pessoas altamente resilientes acreditam em si mesmas, e com seus machucados retalharam o  coração com grandes experiências, e usam disso como seu maior escudo de que na vida a escuridão nunca se sobressai perante a luz, e ela chega a todo amanhecer.

Fechamos os olhos perante a noite para enxergar a luz do nosso coração. Nunca faça escolhas ao que corte suas asas para voar.

Como disse Rubem Alves "Sem tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em lugares onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte."

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa."

Agarre seus valores, cuide do que é valioso para você, mantenha coragem , transborde, aceite, entregue e confie , mantenha a fé como amor e viva intensamente, nada além.

Queira a felicidade que salta aos olhos!

TEXTO DE: Nataly Andrade
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 14 de Setembro de 2.017.
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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Quando as coisas não vão bem.

Muitas vezes quando as coisas não vão bem, quando parece que tudo saiu dos trilhos, quando parece que tudo deu para trás, a melhor coisa é se aquietar e esperar os ventos ruins mudarem o seu curso.

Tendemos, nestes momentos, afobados, a querer fazer mais alguma coisa, mas já estamos nos sentindo para baixo, completamente down, o melhor então é não fazer nada.

Tudo que fizermos estará carregado de uma energia não muito boa e, sendo assim, não obteremos sucesso. Se conseguirmos mudar esta energia, perfeito! Mas, muitas vezes, isso é difícil, pois o que precisa acontecer para essa energia melhorar é exatamente aquietar  e esperar.

Nessas horas o melhor a fazer é ficarmos com nós mesmos, tentando recuperar nosso equilíbrio interior. É importante conseguir entrar no vácuo e nos deixar levar, porque é neste vácuo que reside tudo, é nele onde residem as infinitas possibilidades, para podermos, então, embarcar na onda de uma possibilidade infinitamente melhor e transformá-la em realidade.

Pois tudo pode acontecer do dia para noite, tudo pode mudar da água para o vinho. Mas enquanto estivermos mergulhados no olho do furacão, não conseguiremos operar esta mágica e continuaremos rodando com ele, sem conseguirmos fazer nada.

O pulo do gato é saltar para fora do furacão e deixá-lo girar sozinho. É se desligar dos problemas mesmo! Se você se identifica com o problema, além do seu estado de ânimo piorar, fica muito mais difícil resolvê-lo. Não é fingir que as dificuldades não existem, mas é não valorizá-las além da conta. Com certeza, você já fez o que precisava fazer. Se há mais para fazer, não é este o momento.

Um exemplo: você precisa urgentemente de um trabalho. Está desesperado, desempregado ou com pouco dinheiro e precisa aumentar a sua renda. Num dia específico, ou em uma semana, você se vê angustiado com a situação, mergulhado no problema, sentindo-se mal por conta disto.

Não adianta ir atrás do emprego neste período, mandar currículos, enfim, empreender todas as ações necessárias para consegui-lo. Você não vai conseguir nada, pois está com a energia péssima.

Você precisa procurar o emprego quando tiver soltado o problema, quando não  supervalorizá-lo. Mergulhe no vácuo e mude a sua vibração. Quando você estiver se sentindo melhor, você retorna às suas ações, pois estará mais tranquilo, mais confiante e com uma energia bem melhor. 

Na maioria das vezes as coisas precisam de tempo para acontecer, e esse tempo vai ser mais rápido de acordo com a sua mudança de energia e vibração. Mergulhe no vazio, espere serenamente, curta o seu ser - ou o não fazer nada - não se desespere.

Quando não estamos bem a melhor coisa é fazermos o que nos relaxa e nos dá prazer, nem que seja preciso o dia inteiro sentado no sofá da sua sala contemplando a montanha em frente a sua janela.

A mudança de energia está dentro de nós e não fora. Não se cobre, não se culpe, apenas se distancie e contemple a vida.

Provavelmente você vai perceber que a mágica está em cada canto, em cada segundo, e você será capaz de fazer mágica, sem fazer nada.

TEXTO DE: Anna Leão
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 13 de Setembro de 2.017.
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sábado, 9 de setembro de 2017

O caminho de volta...

Já estou voltando. Só tenho 45 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo... Indo morar no apartamento mais alto, do prédio mais alto, do bairro mais nobre. 

Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda. Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras.

Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe!  Mas, com quase cinquenta, eu estava chegando lá. 

Onde mesmo?  

No que ninguém conseguiu responder. Eu imaginei que quando chegasse lá, ia ter uma placa com a palavra "fim".  

Antes dela, avistei a placa de "retorno" e, nela mesmo, dei meia volta.  Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo).  É longe que só a gota serena! Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe. Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo.

E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos), agora vêm pra cá todo fim de semana?  

E meu filho anda de bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou). 

Por aqui, quando chove, a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo), abre um livro e, pasmem, lê.  E no que alguém diz: "a internet voltou!", já é tarde demais, porque o livro já está melhor que o Facebook, o Instagram e o Snapchat juntos. 

Aqui se chama "aldeia" e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama.  

No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos, converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar, contando as horas para voltar... Aí eu me lembro da placa "retorno", e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: "retorno – última chance de você salvar sua vida!"  

Você, provavelmente, ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: "Compre um e leve dois".  Nós, da banda de cá, esperamos sua visita.

Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta..."

CUIDE DO SEU TEMPO, CUIDE DA SUA FAMÍLIA.

TEXTO DE: Teta Barbosa - jornalista, publicitária e mora no Recife.
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 12 de Setembro de 2.017.
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Quatro aulas de Gestão Estratégica.

Não sei se já conhecem, mas sempre é bom lembrar.

1ª AULA: 
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: 
- Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?
O corvo responde:
- Claro, porque não?

O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Conclusão: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.

2ª AULA:
Na África todas as manhãs o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão se quiser se manter vivo. Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veadinho se não quiser morrer de fome.

Conclusão: Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer você tem que começar a correr.

3ª AULA:
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e, na rua, encontram uma antiga lâmpada mágica. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz:
- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!
- Eu primeiro, eu primeiro, grita um dos funcionários! Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida... Puff e ele foi.

O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pina coladas! Puff, e ele se foi.

Agora você, diz o gênio para o gerente. 
- Eu quero aqueles dois folgados de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

Conclusão: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

4ª  AULA:
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho, ao passar por
uma lagoa, ouve vozes femininas e acha que provavelmente algumas mulheres invadiram suas terras.

Ao se aproximar lentamente,observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa. Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: 
- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.

O fazendeiro responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

Conclusão: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos mais rapidamente.

Portanto,
Antes de falar, escute...
Antes de escrever, pense...
Antes de gastar, ganhe...
Antes de julgar, espere...
Antes de desistir, tente...

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras, que vão te odiar pelo mesmo motivo."

TEXTO DE: Autoria não encontrada. Fineza nos informar através do e-mail: mensagem@toninholima.com.br
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 11 de Setembro de 2.017.
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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Nada acontece por acaso.

Tudo tem uma razão de ser, um propósito maior que não nos damos conta. Celebre a vida!

Viver o hoje, celebrando a vida!

A gente tem pressa, mas reclama que o tempo passa rápido demais. A gente quer que tudo se resolva e critica os obstáculos que temos de superar. A gente pede pelo novo, mas não honra os ensinamentos do passado.

Quando você se deparar com a pressa, pare, reflita e lembre-se de que a paciência é uma virtude valiosa, uma qualidade espiritual que devemos praticar todos os dias.

Não tenha pressa. Não tenha medo. Não se preocupe. Não fique aflito. Não deixe a ansiedade tomar conta da sua mente e das suas emoções.

Celebre a vida. Viva o hoje, com alegria, fé, bom humor, entusiasmo, consciência e gratidão.

As mudanças vão acontecer quando você estiver pronto para abraçá-las. Está escrito e que assim seja.
Acredite no seu sonho, verdadeiramente, e confie que tudo dará certo, no tempo que tiver que ser, pois nada acontece por acaso.

Tudo tem uma razão de ser, um propósito, um objetivo maior que não nos damos conta, mas que lá na frente, na hora certa, entenderemos.

Pratique o exercício da vibração todos os dias, ao menos uma vez por dia. Vibre por amor, respeito, tolerância, compaixão, lealdade, sinceridade, alegria, paz, harmonia.

Vibre pelo novo, pelas mudanças, eleve o pensamento e, aos poucos, você perceberá as transformações acontecendo, naturalmente, em sua vida.

Pra quê pressa? Já diziam nossos ancestrais: "A pressa é inimiga da perfeição". Vá sem pressa, sem grandes expectativas. Caminhe e contemple a bela paisagem que é a vida.

Seja grato, íntegro, seja feliz. Vá sem pressa, celebrando a vida!

TEXTO DE: Fabiana Paloro
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 09 de Setembro de 2.017.
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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Não se esqueça de agradecer a Deus por tudo que acontece em sua vida!

Hoje me peguei reflexiva sobre uma coisa: sobre o quanto a gente esquece de agradecer a Deus pelas coisas que acontecem em nossas vidas, isso é bem normal eu diria, acho que a maioria das pessoas está mais acostumada a pedir e não a agradecer.

Mas você já parou para agradecer pelas coisas que NÃO deram certo? Sério, pense comigo, se não deu certo, é porque Deus não achou que fosse a hora, ou que não fosse necessário, ou que você não estivesse pronto para aquilo.

Porque cara, Deus manja de todas as coisas, Ele entende de tudo que você precisa e tudo que você nunca vai precisar conhecer e viver porque não vale a pena, porque vai lhe machucar. E Deus cuida da gente.

Eu tenho uma séria mania de agradecer várias vezes ao dia por tudo que não deu certo, porque eu penso que: se algo não deu certo, é porque outras melhores estão por vir. Vamos pensar sobre todas as vezes que algo não rolou, que simplesmente determinada coisa não fluiu naturalmente. Vamos pensar sobre todas as vezes que você perdeu um ônibus e teve que pegar outro que o deixa LONGE À BEÇA da sua casa. Sobre aquele estágio que você queria MUITO mas acabou indo para outra pessoa, sobre a festa que você queria ir mas seu pai disse que não, ou sobre aquele relacionamento que todo mundo jurava que era pra sempre, mas teve ponto final. Tudo isso, REPITO, tudo isso, serve como aprendizado, para melhorarmos, e para nos lembrar SEMPRE, de que se algo foi embora, se algo não aconteceu, se algo não fluiu, é porque MILHÕES de outras coisas melhores estão por vir, é porque Deus está preparando coisa muito melhor para você, ok?

Vamos fazer uma reflexão pessoal aqui: pensa aí sobre todas as vezes que algo lhe derrubou, deixou mal MESMO, sabe? Que lhe feriu, fez chorar, sofrer, ficar com raiva, culpando Deus e o mundo, várias coisas que te fizeram ficar láaaa no chãozinho, pensando em desistir de tudo.

Porque desistir é sempre o caminho mais fácil, acreditem! Mas a vida é assim, dá tudo errado, das pequenas às grandes coisas, parece bobeira isso, mas é a verdade.

Se você não se segurar em alguma coisa, você cai, e cai feio.

De cara a gente não sabe entender porque tal coisa não deu errado, a gente fica procurando respostas, fica procurando um porquê, até que OPA, a gente percebe que não tem um motivo específico, que as coisas simplesmente acontecem, e não acontecem. É tão natural!

A gente tem uma mania muito feia de agir por impulso e de achar que tudo é no nosso tempo, que a gente que decide, que é do nosso jeito. MAS OLHA SÓ, TENHO UM NEGÓCIO PARA  LHE CONTAR: NÃO É!! Quem decide tudo, é Deus, e Ele não brinca em serviço, posso te garantir.

Os dias vão passando e você automaticamente, sem perceber, vai recebendo as respostas, de uma forma toda linda, vai compreendendo de forma bem tranquila tudo aquilo que seu coração teimava em não escutar.

Parece louco né? E é, mas confiar é uma coisa maluca mesmo. Olha, confiança é uma parada muito doida, requer doses pesadas de amor, paciência, discernimento, sabedoria, fé. É difícil, mas não impossível. Porque confiar em Deus é um troço bom demais, você se segurar nesse amor e nessa leveza, é um sentimento todo único. RECOMENDO!

Deus ama você e cuida de você, e sabe o tempo certo para tudo, então só espera e confia, eu sei que é difícil, caraca e como sei, é maior missão entender tudo isso e esperar em Deus, mas se você quer muito uma coisa, não pede por ela, simplesmente fala com Deus que seja feito o melhor para você e para todos que estão a sua volta.

E aí, Deus vai saber o que fazer. Deus age quando estamos prontos para viver aquilo que Ele vem moldando lindamente pra gente, para momentos magníficos.

Resta a gente se deixar ser preparado para tudo isso, não dói nada!

TEXTO DE: Thalyta Souza
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 08 de Setembro de 2.017.
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

É preciso calmaria. É preciso leveza.

No percurso da vida, por muitas vezes, andamos com pressa, afinal de contas, a sociedade nos convoca a ter pressa porque o tempo é curto demais.  Não é mesmo?

Mas é preciso calma, leveza para sentir a vida passar; para poder seguir a vida. E nessa calmaria, ora podemos chorar, ora podemos sorrir, mas com uma certeza: Sempre aprendemos.

As dificuldades enfrentadas nos permitem sentir mais fortes, mais experientes, mas sempre em busca de aprendizados, pois, "muito pouco sei ou nada sei".

Precisamos conhecer o desconhecido e aprofundar em conhecer o já conhecido. Conhecer para não julgar. Conhecer para entender. Então é preciso "Conhecer as manhas e as manhãs."

E esse caminho de sorrisos e choros, alegria e tristeza, sucesso e fracasso conseguimos segui-lo com menos dureza e mais leveza quando o amor se faz presente.

O amor permite-nos pulsar. Pulsar é viver. Viver é pulsar. Ora sorrimos. Ora choramos. Sempre aprendendo.

Um dia chegamos e no outro vamos embora. É preciso chegar e também é preciso partir. Esse é o dom da vida! A vida sempre nos permitindo a seguir o livre arbítrio - Dádiva de Deus.

No final descobrimos o mistério: A verdade é que nós somos os compositores da nossa própria jornada de vida. Permitam-se! Querem um conselho? Continuem TOCANDO EM FRENTE.

OBS.: Texto criado diante da reflexão da letra da música "Tocando em frente".

TEXTO DE: Luanna Lustosa 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 07 de Setembro de 2.017.
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terça-feira, 5 de setembro de 2017

A pressa é inimiga da perfeição e amiga intima da frustração

As coisas em minha vida acontecem devagar, e eu vou levando como posso sem atropelar  o que é pra ser. Não me empolgo mais com certos elogios, nem encho os meus olhos com certas propostas que talvez sejam até interessantes, mas  o momento não é oportuno.

Aprendi a sonhar com os pés firmes no chão, e a esperar que as coisas aconteçam no  tempo e conforme a vontade de Deus pra mim. Não estou dizendo que eu sou super paciente, que esperar é a minha maior virtude, e que eu não sofro quando parece tudo ser demorado, e sim, que a pressa nos faz abraçar o imperfeito, o engano, o que não é nosso, e que provavelmente nos trará grandes e doídas consequências futuras.

Já recebi muitos nãos nesta vida e fui ignorada diversas vezes. A princípio pensei não ser capaz, depois culpei os outros, hoje eu sei o quanto me foi necessário tudo isto, o quanto eu cresci, e o quanto precisamos proteger o nosso coração do mal  e trabalharmos nele a humildade e a compreensão para não mergulharmos tanto em almas rasas e nos contaminarmos com elas, nem vivermos de entusiasmos.

Se conselho fosse bom seria cobrado, mas eu me arrisco a te dar um: Saiba caminhar pelas estradas que este mundo te oferece com cautela e dignidade, e não vá com tanta sede ao pote, não aceite tudo pensando que é benção, nem saia pisando nos outros acreditando que amanhãs não existem.

Aquilo que é do Senhor pra nós nos alcança, aquilo que é milagre construído por ele nos abraça, aquilo que é para nos honrar não precisa de força, nem é necessário que a gente corra desesperadamente atrás buscando plateia, forçando a barra, gritando mais um, nem lambendo o chão de ninguém.

Tudo que é pra nos trazer alegria, paz e realizações acontece exatamente como deve ser e do jeito que deve ser quando nos colocamos aos cuidados daquele que tudo pode fazer. Deus tem o seu modo de agir e  as pessoas certas para usar a nosso favor. Seja você, e acredite no cuidado dEle com a sua vida. Menos expectativa, mais oração.

TEXTO DE: Cecilia Sfalsin
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 06 de Setembro de 2.017.
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sábado, 2 de setembro de 2017

Mentiras que todos contamos a nós mesmos:

As mentiras não são coisas que desejamos em nossas vidas. Quando alguém mente para nós, nos sentimos machucados e ofendidos. Mas existe outro tipo de mentiras que são igualmente prejudiciais: as mentiras que contamos a nós mesmos. Elas são baseadas em pensamentos limitantes e que nos impedem de viver nossos verdadeiros propósitos.

Abaixo está uma lista com as mentiras mais populares que contamos a nós mesmos, esperamos que ajude a perceber o quanto são limitantes e montar uma estratégia para se livrar delas.

1. “Sou vítima do meu passado”. Nós não somos vítimas de nossos passados, coisas ruins acontecem com todos, mas não podemos deixar que elas nos impeçam de avançar em direção a uma melhor vida. Quando vivemos baseados em nosso passado, estamos limitando nossa vida no presente, o que pode levar a erros ainda maiores. Controle o seu passado ou ele  controlará você.

2. “Eu não tenho mais idade para fazer isso”. O mundo está cheio de exemplos de pessoas que realizaram coisas significativas com uma idade avançada. Nelson Mandela, por exemplo, tinha 76 anos quando se tornou presidente. As probabilidades não significam nada quando você se dedica e é focado naquilo que deseja. Acredite que você pode  e isso será retribuído em sua vida. Nós nunca somos velhos ou jovens demais para viver nossos propósitos.

3. “O dinheiro foge de mim”. O dinheiro não deve ser nosso principal objetivo na vida, existem outras coisas que nos trazem tanta realização quanto ele  e uma busca desenfreada por dinheiro pode prejudicar outras áreas da vida. No entanto, isso não significa que você deve riscá-lo de sua lista de desejos. Você merece tudo o que sonha para si mesmo. Mas lembre-se de começar pequeno.

4. Só serei feliz quando tiver… A felicidade não reside em lugares ou realizações específicas, ela está em tudo. Depende de nós nos abrirmos para aquilo que vivemos no momento e procurarmos a melhor visão de mundo que pudermos.

5. “Depois eu faço isso”. Essa é uma das mentiras que mais contamos a nós mesmos. O problema em dizer isso é que nós nunca sabemos quanto tempo temos pela frente. O futuro é incerto e misterioso. Podemos um dia acordar e perceber que estamos sem tempo para fazer aquilo que precisamos ou desejamos. Portanto, não deixe as coisas para a última hora, aproveite o momento agora, pois é apenas ele que temos garantido.

6. “Eu falho em tudo o que tento fazer, sou um fracasso”. Só porque algo não vai da maneira como planejamos, não significa que somos um fracasso. Concentre-se no que você tem agora e trabalhe com isso, abandone suas expectativas de como a vida deve ser. O sucesso é uma coisa que conquistamos diariamente.  Se trabalharmos corretamente, todos os nossos passos e decisões levarão aos nossos objetivos.

7. “Ninguém me entende”. Por mais que pareça muitas vezes que essa é a realidade, você nunca está sozinho. As pessoas podem não concordar com você, mas isso não significa que não o entendam. Cada um tem uma história de vida diferente, portanto, pontos de vista diferentes. Podemos aprender muito ao ouvirmos pessoas diferentes de nós.

8. “Eu não sou como essas pessoas. Não consigo fazer isso.” Como mencionado no tópico acima, todos somos diferentes. Desenvolvemos habilidades, personalidades e planos de ação baseados em nossas experiências de vida. Quando olhamos pessoas bem-sucedidas, tendemos a pensar que já nasceram com essa disposição para o sucesso, esquecemo-nos que muitas delas começaram assim como nós, mas tiveram a força e a perseverança de não desistir a cada obstáculo no caminho.

TEXTO DE: Luiza Fletcher
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 05 de Setembro de 2.017.
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Gratidão pelas coisas que lhe são oferecidas livremente. Você tem?

Você consegue imaginar viver em um mundo onde pode ter tudo de graça, sem precisar se preocupar com dinheiro e nem com contas? Parece um pensamento irracional e sem sentido lógico, visto que no mundo de hoje não há basicamente nada que podemos fazer sem dinheiro.

Mas tenho uma coisa importante para lhe dizer:  sua vida (e tudo o que vem com ela) é dado gratuitamente a você!

Pode parecer que isso é bobagem, porque temos que trabalhar muito para ganhar dinheiro e conquistar aos poucos as coisas que desejamos. Muitas vezes ficamos sobrecarregados, correndo de um lugar para outro, esgotando-nos dia após dia, para manifestar os resultados desejados em nossas vidas.

No entanto, se você olhar ao seu redor com atenção, perceberá que a grande maioria do que tem,  foi, de fato, concedido a você, livremente.

Abaixo estão algumas dessas coisas:

O ar que respira, o Sol no céu, a bondade dos estranhos.

Os talentos que possui, a batida de seu coração, a capacidade de fazer escolhas. 

Diversão, risada e emoção. Amigos, familiares e vizinhos.

Um planeta hospitaleiro para viver, cheio dos recursos necessários para a nossa sobrevivência.

Porém, o fato de recebermos muitas coisas gratuitamente, não quer dizer que não trabalhemos duro e que nosso esforço não mereça recompensa. Mas talvez algo a mais precise ser levado em consideração ao recebermos as coisas que queremos e precisamos na vida.

Conforme vamos ficando mais velhos e passamos por mais experiências, costumamos acreditar que devemos nos sacrificar para conseguir tudo o que desejamos. No entanto, nem sempre essa foi a nossa realidade. Por exemplo, quando éramos bebês, não sabíamos nada sobre a vida em geral, muito menos sobre sacrifícios e esforços, e ainda assim, obtivemos o que precisávamos para sobreviver.

Esse exemplo também pode ser aplicado a natureza que está ao redor de todos.

A grama não paga aluguel para viver nos gramados da vida, e as árvores são oferecem pagamento à água e luz do Sol por seus serviços prestados. Tudo o que se relaciona ao que a natureza precisa é oferecido de forma gratuita. E, por mais que pareça confuso, nós também somos seres vivos que fazem parte do esquema total da natureza.

Esse pensamento é apenas uma forma de nos fazer refletir sobre nossos esforços e sobre aquilo que temos de graça na vida e, muitas vezes, não sabemos valorizar. Podemos rejeitar o valor das coisas que não nos esforçamos para conquistar, mas imagine ter que trabalhar duro para conseguir ar para respirar e água para se hidratar?!

Reflexões como essa nos ajudam a colocar em perspectiva nossa realidade, sermos gratos por tudo aquilo que temos de graça na vida e nos esforçarmos para conquistar outras coisas que desejamos sem desvalorizar o que já temos. Esperamos que esse texto o faça refletir e viver uma vida de maior gratidão!

TEXTO DE: Luiza Fletcher
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 04 de Setembro de 2.017.
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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Descobri que todas as intuições que chegam são sopros divinos… E se hoje a porta se fechou, amanhã a gente segue em frente…

Descobri que um dia sem Deus na alma, é um dia a menos sem procura, sem busca, sem respostas. É um dia a menos sem evolução espiritual e cura para tudo aquilo que necessito.

É andar no vazio e ao mesmo tempo sentir o chão cheio de desníveis, tentando encontrar o eixo que falta para os dias poderem ser mais sustentáveis, assim como o que a vida quer de mim.

É um dia a menos para aprender a conviver melhor com os problemas e tentar resolvê-los sem que o coração se acabe em ansiedade, tristeza e algum vazio.

Que buscar a fé na prece é necessário para o desenvolvimento íntimo e que, a cada acalentar do novo dia, existe uma nova chance diante da vibração que se torna perceptível ao olhar, ao coração a sensação de proteção que vem e acolhe o ser.

Descobri que tudo se resolve de algum jeito ou de outro, que é preciso ir libertando a vida das coisas que fizeram mal, que olhar para trás e sentir que passou é melhor do que tentar resgatar coisas que não servem mais.

Descobri que abraçar alguém importante é como receber um passe de amor e carinho, é como sentir que os dias são bons, porque tenho em quem confiar, porque tenho em quem me apoiar quando preciso.

Descobri que perguntas vem e vão que o coração segue na cadência dos dias e que cuidar-se não é crime, que dizer não, não mata e que se fortalecer é acreditar mais em si mesmo. É alicerçar sonhos, plantar coragem, e sentir que sorrir é algo que deveria ser um mantra,dito ao pé da própria alma, feito feixes de luz que adentram a janela do tempo, sem pedir licença.

Descobri que todas as intuições que chegam são sopros divinos e que se hoje a porta se fechou, amanhã é dia de tocar em frente e descobrir em qual área da vida posso me dar melhor, e qual sentimento é preciso para poder reagir e me reconstruir.

Descobri que não posso descontar todos os meus problemas em quem não merece, que não posso sair aleatoriamente escolhendo o que vem à frente. Que preciso ir com mais calma, com menos culpa, com mais confiança e menos exageros.

Que minha essência é única, que minha casa é meu altar sagrado, que meu desarrumado me pertence.

Descobri, ao olhar para o céu, que ele é infinito e que aqui dentro onde alimento meus sonhos, minhas querências e meus desejos existem também uma enorme profundidade que me questiona, mas que ao mesmo tempo me eleva e me torna alguém passível de viver e viver com mais sintonia, mais afabilidade, mais generosidade e mais entrega, dentro daquilo que é para ser.

Se o mundo diz não, eu digo sim a mim, e vou completando meus ciclos sem odiar ninguém.

Paz ainda é a melhor coisa para sentir depois de qualquer desavença interna. Nela reside tudo que eu busco pra seguir.

Por isso entrego a Ele minhas preces, meu agradecimento e a forma de me ensinar a colher melhor a própria existência por vezes cansada, mas abençoada e aquecida pela luz divina.

O plano é ficar bem. Descobri que tem que ser assim.

TEXTO DE: Sil Guidorizzi
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 02 de Setembro de 2.017.
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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Aprendi a crescer por causa da vida. Fui lá e fiz! A vida agora me respeita. E fez de mim, gigante!

Eu cresci. Não, não, não estou falando da contagem dos anos. Virei um gigante. A vida disse pra mim, como disse pra você também: "vai lá e faz". . Eu fui. E fiz. Agigantei-me pra vida. Mostrei que não tenho medo de apanhar, que ela pode me dar a prova que for, eu sangro e cumpro.

Não sabia que apanharia tanto, nem que sangraria assim.

Não tô reclamando, não. É só que. Eu sinto uma dor nas costas às vezes. Você sente também? Eu sinto o coração queimar, parece que vai parar a qualquer momento. Mas o danado cisma em bater sem parar e pela manhã acorda cheio de olheiras, com cara de ressaca, cara de quem apanhou a noite toda.

Mas sou um gigante. Já avisei pra ele (meu coração) que coração de gigante, coração gigante é. Cansa, apanha, mas segue. Sou gigante. Não ganhei kit de sobrevivência na batalha com a vida, então fui crescendo. Mas agora já não caibo quase em lugar nenhum e quase todo mundo se espanta com meu tamanho.

Não uso grilhões. Amarra nenhuma. Não sento na calçada com a mão estendida para o trocadinho. Não sou orgulhosa nem egoísta, mas é que aprendi a crescer por causa da vida e agora sou assim, um gigante.

Às vezes parece que ficou difícil essa vida de gigante, pra mim. Não sei esperar construírem minha casa, porque eu aprendi a fazer isso sozinha conforme ia crescendo e tomando esse tamanho tão particular.

Não sei esperar que me alimentem, porque minha fome era gigante e eu tive que saber produzir alimento suficiente para saciá-la. Não tenho paciência pra nada. Mas a culpa é da vida, que quando me via esperando por alguém vinha cheia de dedos, falando: Vai lá e faz, você! Sozinha!

Eu fui. Não podia esperar nada nem ninguém, não era alternativa válida pra mim.

Então fiquei assim. Gigante. E eu assusto as pessoas. Outras me seguem porque todo esse tamanho as faz sentirem-se seguras. Algumas querem cuidar de mim. Mas sou gigante, acho que não sei deixar que façam isso.

Tudo culpa da vida que nunca permitiu, sempre de dedo dizendo: Vai lá e faz!

Eu fui. E fiz. Sempre sozinha. Sozinha por tempo demais para agora não ser mais só. É que sozinha não quer dizer solitária, entende? Mas gosto de ter companhia quando estou sozinha. Uma companhia que aceite meu gigantismo. Por que tem sempre alguém achando que sou a Alice e vou tomar aquela fórmula de encolher?

Não lembram que ela encolheu tanto que escorreu pelo buraco da fechadura?

Não quero escorregar da vida. Também não queria ser gigante, não. Mas sou.

Espere um pouco! Tá vendo ali? Bem ali, naquele horizonte? Acho que é um espelho côncavo.

A vida toda achei que era um gigante. Mas sou só uma pessoa projetando uma imagem maior de si para a vida.

Ela (a vida) agora me respeita. E fez de mim, gigante. Não sabe que sou o reflexo num espelho côncavo. Não sabe que sou só um reflexo. Não sabe que sou só. Não sabe que sou. Uma pessoa comum, agigantando-SE para ela, só, para sobreviver.

TEXTO DE: Luciana Marques
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 01 de Setembro de 2.017.
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

As coisas não mudam por dois motivos: ou é medo ou já é tarde demais.

A hesitação em agir muitas vezes acaba culminando no desperdício de oportunidades únicas, que já terão ido embora quando resolvermos abraçá-las. Demorar-se demais nas dúvidas pode nos impedir de avançar na hora certa, de aproveitar o melhor momento, de optar por quem seria verdadeiro.

Mudar algo lá fora e mudar algo dentro de nós são tarefas muitas vezes difíceis e assustadoras. A gente gosta do que é certo, do que já está estabelecido, do que é constante.

A gente até força e se ilude com o que supostamente já está ali do lado, com quem permanece faz tempo, com o que somos desde cedo. A zona de conforto é deveras cômoda e muitos não ousam questioná-la, pois isso requer uma coragem absurda.

Fato é que nunca teremos certeza absoluta quanto às tomadas de decisão que assumiremos vida afora, uma vez que a escolha implica, em si, também uma renúncia. Quando optamos por algo, deixamos para trás alguma coisa e assim nos questionaremos quanto à possibilidade de o que preterimos ter sido o que deveríamos ter mantido. Jamais teremos cem por cento de certeza sobre nossas escolhas, sobre o que devemos guardar e o que necessita ser jogado fora.

E dá medo. Medo de desistir de algo ou de alguém que merecia um pouco mais de insistência. Medo de ficar dando chances à mesma pessoa inutilmente, tendo outro alguém esperando somente uma chance nossa. Medo de partir para um emprego mais afim com nossas habilidades, porém incerto quanto à remuneração. Medo de mudar o corte de cabelo ou sua cor, de usar jeans rasgado, de opinar numa reunião. Medo de se arrepender.

E, por mais que nos alertem, por mais que nos sintamos incomodados, bem lá no fundo, por mais que o que não muda não nos anime, chegará um momento em que a dor por não mudar será insuportável.
Teremos, então, que tomar uma atitude, caso desejemos sobreviver, seguir em paz, voltar a sorrir com verdade. Ou isso ou vivemos pela metade, sufocados, à margem da totalidade de sonhos que nos aguardam ali pertinho, sonhos nossos, mas que dependem de nossa coragem.

Infelizmente, a hesitação em agir muitas vezes acaba culminando no desperdício de oportunidades únicas, que já terão ido embora quando resolvermos abraçá-las. Demorar-se demais nas dúvidas pode nos impedir de avançar na hora certa, de aproveitar o melhor momento, de optar por quem seria verdadeiro. E então a lamentação será dolorosa, enquanto sentimos o que deveria estar junto se esvaindo por entre nossas mãos. E então será tarde demais. Como dói o tarde demais.

Temer errar não é de todo mal, pois o medo, muitas vezes, protege-nos e alerta-nos aos descaminhos que devemos evitar. Mesmo assim, precisaremos evitar nos acomodarmos junto ao que e a quem nada trazem de bom, nada acrescentam, em nada ajudam. Mais vale um caminho de lutas em busca do que nos faz feliz do que um repouso paralisante junto a incertezas que incomodam.

Vamos ser felizes agora, que o depois demora muito.

TEXTO DE: Marcel Camargo 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 31 de Agosto de 2.017.
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terça-feira, 29 de agosto de 2017

O problema não é entregar o seu coração e sim não pegá-lo de volta. Não o deixe em mãos erradas.

Quando você menos espera surge aquela paixão avassaladora que você rapidamente confunde com amor.

E seus dias se tornam perfeitos e você se dedica totalmente a alguém por acreditar que ele (a) seja  único em sua vida.

Você começa a fazer planos, a construir seu futuro, encaixando cada detalhe do seu sonho, como se fosse uma criança montando o seus blocos de Lego, mas, de repente, você percebe que montar as peças sozinho (a) não tem graça. Que os planos são somente seus e a pessoa amada não está nem aí para o futuro desta relação.

Não, a culpa não é sua!

Você não errou por se entregar demais, por ter ocupado todo o espaço do seu coração com este alguém. Você se dedicou a um amor no qual acreditou e de fato isto é muito lindo.

Mas o amor precisa ser vivido no plural. Os dois corações precisam estar em sintonia, sonhando juntos, desejando trilhar o mesmo caminho, enxergando um futuro onde os dois estejam lado a lado.

Mas, se não é recíproco, então chegou a hora de pegar o seu coração de volta.

Não deixá-lo em mãos erradas é o primeiro passo para superar uma decepção. Erguer a cabeça é o segundo passo, pois de cabeça baixa você não será capaz de enxergar um novo amor.

Claro que você sentirá medo de se entregar novamente, mas é preciso tentar.  E quando encontrar outro alguém, mantenha o seu coração alerta. Construa novos planos, novos sonhos. Mas observe se o seu amor é do tipo que chega e adiciona mais uma "peça" aos seus sonhos ou é do tipo que esbarra derrubando uma a uma.

Se ele caminha junto com você ou se desvia sempre, pegando atalhos para um caminho que nunca o levará ao futuro que você merece.

É difícil, eu sei, porque há muito lobo em pele de cordeiro, mas repito, não há nada de errado em entregar o seu coração e sim não pegá-lo de volta, caso necessite.

Estar pronto (a) para desistir de algo que não tem futuro é um desafio que não é impossível de ser vencido, mas assusta o fato de ter que recomeçar do zero, conquistar outro amor e reconstruir com ele novos sonhos.

O que lhe resta é esvaziar o seu coração para que haja espaço para novos sonhos e novos sentimentos, mas não se esqueça de reservar um cantinho para o seu amor-próprio.

E de repente você se verá apaixonado (a) outra vez (e quantas vezes forem necessárias) até que um dia, quando menos perceber, todas as peças estarão montadas no seu devido lugar.

E você terá certeza deste amor, pois vai lembrar que cada peça dos teus planos foi encaixada a dois.
Agora sim! O seu coração estará em boas mãos! Seja feliz!

TEXTO DE: Gleidiane Miranda
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 30 de Agosto de 2.017.
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domingo, 27 de agosto de 2017

Quando se ama, a fidelidade é um prazer e não um sacrifício!

O amor resiste ao tempo, à distância, às doenças, à falta de dinheiro, à falta de conforto, mas jamais sobreviverá à falta da verdade.

Muito se discute sobre a fidelidade, sobre sua importância ou não, entre outros. A questão é que se trata de algo cuja importância diz respeito a cada casal, pois o que vale para um nem sempre valerá para todos. É assim com tudo na vida. O amor não precisa de contrato, mas sim de que cada parceiro saiba exatamente o que o outro requer, para não agir de modo a quebrar expectativas e promessas.

Se, desde o princípio, a fidelidade for um pré-requisito que tranquilize os sentimentos do parceiro, não haverá outro comportamento aceitável que não o do comprometimento em não sair com mais ninguém. Não existe, aliás, relacionamento em que não seja necessário fazer concessões, pois teremos que abrir mão de certas coisas, para ganharmos outras. Roda assim a manivela do mundo.

Nesse sentido, caso a pessoa não queira conceder em nada, em nenhum aspecto que seja, então terá que se contentar em viver sozinha e, se possível, longe da sociedade, porque a convivência social, por si só, já nos impõe o estabelecimento de limites, para que não se ultrapassem os terrenos alheios. Além disso, a mentira é muito cruel com quem atinge, ainda mais quando há amor verdadeiro envolvido. Dói muito.

Na verdade, não devemos criar expectativas demais, ainda mais quando o outro já nos dá indícios de que não corresponderá ao que tanto idealizamos.

Da mesma forma, não conseguiremos encontrar alguém perfeito, ou seja, aceitar os limites do outro será necessário, para que também sejamos aceitos naquilo em que não agradamos.

Ainda assim, muitas vezes o outro é que nos enche de ilusões e promessas, sendo as expectativas trazidas por ele mesmo. Daí a pessoa vacila feio e quebra tudo de uma tacada só.

A gente já sofre tanto por amor, porque a vida vai tirando as pessoas, os momentos, os animais de estimação, muitos sonhos, tanta coisa sai sem razão aparente. Não é justo termos que sofrer também por amar alguém que promete o que já sabe que não cumprirá. A gente se engana de propósito, sim, mas há pessoas que enganam deliberadamente, sob falsas aparências. Ninguém teria que passar por decepções amorosas; ninguém.

Temos que aprender algo bem simples: o amor resiste ao tempo, à distância, às doenças, à falta de dinheiro, à falta de conforto, mas jamais sobreviverá à falta da verdade. Como dizem, quando se ama, a fidelidade então será um prazer e nunca um sacrifício.

TEXTO DE: Marcel Camargo 
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 29 de Agosto de 2.017.
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Ouvi dizer que joelhos ralados doem menos que corações partidos…

A verdade é que crianças não têm dimensão do quanto dói um coração partido, então, para elas, a única dor possível é a do joelho, ou as dores que os tombos permitirem.

Pergunto então: Que criança em sã consciência já deixou de andar de bicicleta por causa de um tombo caído?

Se bem me lembro, em minha infância era assim: A gente caia, corria pro colo de mãe… às vezes, só gritava por ela e ela prontamente atendia, ela cuidava, colocava remédio (que aqui entre nós fazia doer bem mais que o machucado original), dava-nos carinho, por vezes, um doce e dizia: Agora que caiu, levanta e vai brincar de novo.

Menina moleca que sempre fui, tive uma infância repleta de fatos marcantes com direito a joelhos e cotovelos ralados, a quase perda de um dente, uma ida ao hospital para descobrir que a dor não era pedra nos rins mas sim efeito de um tombo de árvore, e tantas outras coisas retratadas nas minhas cicatrizes. Por outro lado também tive uma infância repleta de gargalhadas, brincadeiras, colos de mãe, abraços de pai e broncas. Uma infância doce, digna de toda criança, a infância perfeita pra mim.

Desastrada que sempre fui, olho até hoje para cada uma das marcas que os tombos ousaram deixar em meu corpo e acabo por vezes gargalhando sozinha. Principalmente quando ainda consigo tropeçar em algo, deixar algo cair, quebrar e logo vem a frase: Que novidade, só podia ser você!

O que um dia foi motivo de choro hoje é motivo de alegria.

As cicatrizes essas marcas que tantos acham feias, são motivo do meu orgulho. Quando olho para cada uma delas, é como se um filme passasse em minha mente. Eu lembro da criança que fui e é ela que me fez a mulher que sou hoje.

Lembrando de cada cena, de como tudo aconteceu eu penso, como fui fazer isso?

Mas também lembro com carinho do colo que não faltava, mas junto do colo sempre vinha um: Levanta e vai de novo, mas cuida!

Por vezes também o colo vinha acompanhado de uma bronca e um remédio que fazia arder muito, lágrimas por vezes rolavam dos olhos, não pelo machucado, mas por causa do remédio para poder ficar bem.

Então, entendi, só agora que sou adulta e minha criança interior ainda pulsa aqui dentro as lições que a infância queria me ensinar:

1) Tombos são por vezes inevitáveis, parte do tempo eles acontecem apenas por mera distração. O importante então não é não cair, mas talvez cair por motivos diferentes e cada vez menos.

2) Colo de mãe e abraço de pai curam sim, não há no mundo outro remédio que não seja o AMOR.

3) Para curar, às vezes, vai doer muito, mas depois que passa a gente nem lembra mais o tamanho da dor.

4) As broncas são necessárias, elas servem de guia para nos levar ao caminho certo.

5) Não é errado cair, o problema é permanecer no chão e se entregar à dor do momento.

E a última e mais importante de todas:

JOELHOS RALADOS DOEM SIM, MAS NÃO É POR CAUSA DE UM TOMBO OU OUTRO QUE EU VOU DEIXAR DE ANDAR DE BICICLETA!

Assim é na infância, assim é agora.

Talvez a receita seja essa, curar nossos corações, da mesma forma que fazíamos com nossos joelhos, e não deixar que a dor nos impeça de continuar pedalando e desfrutando das inúmeras belezas que a paisagem tem a nos oferecer, apesar de um tombo ou outro.

TEXTO DE: Tamiris da Rossi
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 28 de Agosto de 2.017.
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

O tempo

Qual de nós não foi mais feliz do que agora? E se não éramos, achávamos que iríamos ser um dia.

A coisa mais misteriosa que existe: o tempo. O tempo acaba com tudo: com as árvores, com as montanhas, com as pedras, com a água -que se evapora-, com os sentimentos, com os bichos, com os homens.

O tempo acaba com o vigor físico, com o paladar, com o olfato, com o interesse pelas coisas; com a vontade de viajar, de comprar uma roupa nova, de reencontrar um velho amigo, até com a vontade de viver. É cruel, o tempo.

Quem se salva do passar do tempo? Os que não pensam, talvez, ou talvez os que só pensem no momento, aquele que estão vivendo; mas mesmo assim podem pensar que já viveram momentos parecidos e muito melhores que nunca mais vão se repetir, por culpa do tempo.

Qual de nós não foi mais feliz do que agora? E se não éramos, achávamos que iríamos ser um dia, quando tivéssemos mais dinheiro, quando encontrássemos o verdadeiro amor, quando tivéssemos filhos, quando eles crescessem, quando, quando, quando. E agora, você espera exatamente o quê, e a culpa é de quem? Apenas do tempo.

Dele, nada escapa: é o tempo que acaba com os grandes amores, e com os grandes entusiasmos que não resistem a ele, que passa e passa. Não são as coisas que passam: é ele. Passar é modo de dizer: quando se está muito feliz, ele voa, e quando se está esperando muito por alguma coisa, é como se ele tivesse parado.

É como se estivesse sempre contra nós, e quando acontece de se ter uma vida razoavelmente feliz, um dia se vê que ela já passou, e com que rapidez. Mas o tempo às vezes é amigo; quando se tem uma grande dor, não há dinheiro, viagens, distrações, trabalho ou aventuras que ajudem: só o tempo.

Não chega a ser um tratamento de choque, rápido, como se gostaria; é uma coisa vaga, lenta, que não dá nem para perceber que está acontecendo, mas um dia você acorda e se dá conta de que o sol está brilhando -coisa que passou meses sem perceber que acontecia diariamente-, se olha no espelho, tem uma súbita vontade de abrir a janela e respirar fundo. Ainda não sabe, mas está salva. E um dia, muito depois, vai saber que foi o tempo, e só ele, que a salvou.

Nunca se pensa no poder do tempo, do quanto ele comanda nossa vida; também nunca se pensa no quanto ele é precioso, mas um dia você vai lembrar que ele passou e não volta mais. Lembra quando você tinha 20, 30 anos, e se achava infeliz? Se achava, não: era mesmo.

E quando era adolescente, não era também profundamente infeliz, como é obrigação de todos os adolescentes?

Mas será que ninguém tem um tio, desses meio doidos que todo mundo tem, que pegue um desses meninos ou meninas de 13, 15 anos, sacuda pelos ombros e diga "pare de achar que tem problemas, viva sua juventude, não perca tempo sendo complicada, neurótica, reclamando que sua mãe não te entende e que seu pai não te dá a devida atenção. Danem-se seu pai e sua mãe, aproveite a vida".

Para ter uma maturidade com poucos arrependimentos, é preciso não perder tempo, e mesmo fazendo uma bobagem atrás da outra, é melhor do que não fazer nada. 

Os pais querem que os filhos estudem para ter uma profissão, e estão certos; mas quem vai dizer aos adolescentes para eles aproveitarem o tempo para serem felizes em todos os minutos da vida? Quem?

PS - Quando terminei de escrever esta crônica, lembrei de uma entrevista que fiz há mais de 20 anos com Pedro Nava, dez dias antes de sua morte. Ele disse que os jovens, até 30 anos, não deveriam fazer nada, nem estudar, nem trabalhar, apenas viver a vida. Ele talvez tivesse razão.

TEXTO DE: Danuza Leão
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 26 de Agosto de 2.017.
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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Resiliência psicológica: "Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima!"

A palavra resiliência vem do Latim. Resilire, que significa recusar, voltar atrás. É também a capacidade que temos de sermos flexíveis em momentos que estamos diante das adversidades.
Essa flexibilidade é erguida por meio de um conjunto de crenças, que permitem transcender os obstáculos da vida e progredir no futuro com superação.

O resiliente é uma pessoa que, mesmo quando perde o emprego, bate o carro, é lograda pelos sócios, repete o erro de confiar em quem não deveria, morre seus pais, é traída pelo cônjuge, sofre uma decepção com um filho, passa por uma grave doença e faz uma cirurgia de risco.

Porém, ela continua, firme e forte, não se deixando abater.

E a gente se questiona: Como essa pessoa consegue?

Mas existe uma explicação para isso, não se é resiliente sozinho, apesar da resiliência ser subjetiva. A psicologia destaca que o valor do relacionamento com a família, sobretudo na infância, auxiliou na constituição da inteligência emocional da pessoa em suportar as crises que a vida traz. E a sociologia diz que o capital cultural que pessoa adquiriu de herança, transformou-lhe em resiliente.

Algumas áreas da vida estão ligadas à resiliência psicológica e cooperam para a superação das adversidades, tais como otimismo com a vida, que é habilidade de confiar no desempenho, de contornar os problemas, de ter um olhar positivo e de cultivar a esperança.

Outros fatores importantes: a força de vontade em dar sentido à vida ou de buscar a razão de viver, de posicionar-se com fé e segurança nas possibilidades que a existência oferece, enfrentando os riscos sem medo.

Além disso, o resiliente tem empatia pelas pessoas e a competência de compreender suas emoções e saber lidar com as situações difíceis que a vida impõe.

O resiliente tem autoconhecimento, uma vez que conquistou o caminho da maturidade e da sabedoria. Carlos Drummond de Andrade, escreveu: "A dor é inevitável. O sofrimento, opcional". A lucidez do poeta está falando das qualidades do indivíduo resiliente.

A neuropsiquiatria tem estudos que comprovam que nosso cérebro possui a aptidão de se modificar continuamente, ou seja, de se recuperar, mostrando que podemos nos tornar uma pessoa melhor. A música "Volta por Cima", de Paulo Vanzolini, tem muito a nos ensinar sobre resiliência.

O refrão fala: "Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima".

TEXTO DE: Jackson Buonocore
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 25 de Agosto de 2.017.
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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

O que autorrespeito realmente significa?

Autorrespeito não é sobre usar roupas conservadoras, porque você não se respeita se andar com roupas mais cavadas. Não se trata de ficar sóbrio porque você não tem respeito por si mesmo, se ficar bêbado em público.

Isso é tudo besteira. Você pode se respeitar com roupas curtas e após três ou quatro bebidas. O autorrespeito não é sobre a maneira como você aparece. É sobre a maneira como você deixa outras pessoas  tratarem você- e como você trata a si mesmo.

Autorrespeito significa excluir pessoas tóxicas de sua vida. Mesmo que elas tenham sido suas amigas desde a infância. Mesmo que sejam membros de sua família e ajudem a levantar que ajudaram a criá-lo.

Significa perceber quando uma pessoa em particular pertence ao seu passado e não ao seu futuro, e tomar medidas para distanciar-se dela com o risco de ser destratado. Com o risco de se sentir horrível por virar as costas para alguém que sempre esteve lá.

O autorrespeito significa falar quando alguém o maltrata. Significa mudar sua mentalidade de “Eu mereço ser tratado como um lixo” para “Eles não têm desculpa para me tratar assim.”

Significa perceber que você merece receber respeito de todos a sua volta, de seu chefe a seus pais e irmãos.

Autorrespeito significa recusar-se a namorar alguém, ou ser amigo de alguém, que, intencionalmente, o coloca para baixo.

Alguém que faz comentários desagradáveis sobre as roupas que você está vestindo e faz você se sentir inferior por causa de seu carro ou sua carreira.

Significa afastar-se de quem faz você se sentir insuficiente, um fardo inútil – porque você sabe que não é a verdade. Você sabe quanto valor detém.

O autorrespeito significa saber o que você precisa e permitir-se ter isso. Significa ativar o botão “soneca” para ficar na cama um pouco mais, quando sabe que precisa descansar.

E se alguém o toca sem sua permissão ou acredita que ganhou o direito de ficar com você apenas por comprar uma bebida, você se impõe. Porque o autorrespeito significa assumir o controle de seu próprio corpo.

Então você fala, mesmo que seja desconfortável. Você deixa os outros saberem como se sente, mesmo que os perturbe. Você entende que está no controle de seu próprio corpo e que consegue fazer suas próprias escolhas.

Autorrespeito significa tomar as decisões que sabe que são adequadas para você, mesmo que seja difícil, mesmo que possa irritar algumas pessoas. Significa dar-se a oportunidade de seguir seu coração e alcançar seus sonhos, porque você sabe que tem o direito de fazer isso.

O autorrespeito significa perceber que você é uma alma linda e amável. Significa saber que você tem algo especial para oferecer a esse mundo. E significa que nunca aceita nada menos do que merece.

TEXTO DE: Luiza Fletcher
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 24 de Agosto de 2.017.
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