domingo, 31 de dezembro de 2017

Relacionamentos perfeitos não existem!

Grande ilusão achar que existem relacionamentos perfeitos. Muitas pessoas entram em uma busca sem fim por uma relação perfeita, não encontram e ficam decepcionadas.

Perfeição não existe, todos temos qualidades e defeitos, cometemos erros e acertos.

Nunca deposite sua felicidade e seus sonhos em alguém. Não existe outra pessoa com o poder de fazê-lo feliz, a não ser você mesmo!

Toda relação é feita de altos e baixos, momentos bons e ruins. Algumas pessoas acabam se iludindo com a ideia de “relacionamento perfeito” devido a filmes, livros e, principalmente, redes sociais. Esquecem que filmes e livros possuem histórias imaginárias e cada um passa a imagem que quer nas redes sociais.

Pare e pense, ninguém posta que está chateado, com raiva, ciúmes ou que foi traído. Não se iludam com a imagem de “casal feliz” que muitos passam. Esses casais abriram mão da felicidade, muitas vezes; o relacionamento desgastou devido a inúmeros motivos e ambos não têm coragem de colocar um ponto final e buscar algo novo e verdadeiro, preferem ficar na zona de conforto e viver de aparências.

Casal verdadeiramente feliz não tem necessidade de declarações diárias de amor para todos lerem.

Esqueça a ideia de perfeição. Temos que enxergar a pessoa do jeito que ela é e não da forma como queríamos que ela fosse.

Existem relacionamentos que fazem muito bem para nós, são relações saudáveis e leves. A base dessa relação é formada por liberdade, confiança e respeito.

Cada um deve ter a liberdade para fazer o que quiser, obviamente tendo respeito e confiança mútua. Não prenda, não aperte, não sufoque. Ninguém é de ninguém, somos livres para escolher e escravos das consequências. Ou seja; confiança, respeito e liberdade andam de mãos dadas.

Casal feliz é livre, conversam sobre tudo, caminham juntos em busca dos seus objetivos. Existe admiração, carinho, preocupação, cuidado, respeito, confiança, apoio, paixão, e um vive as loucuras do outro. Isso é amor!

Grande equívoco achar que quando existe amor não existe paixão ou vice-versa. Um relacionamento completo e saudável possui tudo isso e mais um pouco.

Não procure por alguém perfeito, você vai se decepcionar! Procure por alguém que dê o melhor de si em uma relação e faça você viver de uma maneira surpreendente e especial.

Muito melhor do que já imaginou!

TEXTO DE: Ana Carolina Pafetti. Consultora de imagem e estilo pessoal e estudante de terapia espiritual. Amante de trabalho voluntário, exercícios físicos, leitura e moda. Escrever e compartilhar conhecimento é mais do que uma paixão, é uma missão! Intensa, determinada, focada e com muita fé em todos os seus objetivos!
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 02 de Janeiro de 2.018.
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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

MAIS UM FIM DE ANO? E O QUE FAREMOS AGORA? DE DIFERENTE, DE OUSADO, DE INOVADOR, DE MELHOR?

Mais um fim de ano? Quem inventou o calendário, deduzo, não tinha a intenção de contar as horas, os dias, as colheitas. Muito menos as festas. Estava prevendo o futuro.

De alguma forma inexplicável, em seu íntimo, já sabia o que iria acontecer. Gerações posteriores usariam as festas de fim de ano para reunir-se em família, ao menos uma vez, para compartilhar alegrias, trocar presentes, sorrir, abraçar. Esquecendo as mágoas. Para perdoar. Aos outros e a si mesmo. Pelas falhas. Pelas faltas.

Mais um fim de ano, para refletir em tudo que passou. Nas realizações. Nas coisas que não foram feitas. Nas palavras ditas. E as mal ditas também. Outro fim de ano que chega e passa, para nos levar a uma auto análise: de quem fomos, quem somos e quem queremos ser. 

Para lembrarmos das pessoas que conhecemos, das que nos distanciamos. E pensar sempre mais nas que tanto amamos.

Mais um fim de ano para renovar os votos de paz, saúde e felicidade. Uma paz que vai acabar no mesmo dia em que se encerram as férias. Uma saúde que vai começar uma dieta na segunda-feira, após um fim de semana altamente desregrado. Uma felicidade que ninguém sabe onde fica, que é projetada para outros lugares, outras pessoas, e fica sendo adiada para o próximo fim de ano, seguido do novo ano. Um grande ano novo.

Quem dera os pedidos da meia-noite se tornassem tão reais. O mundo seria muito mais belo. O melhor lugar para se viver. Pois duvido que alguém não deseje algo super tudo de bom para si mesmo após a contagem regressiva.

Mais um fim de ano… E o que fazemos agora? O que faremos depois? De diferente? De ousado? De inovador? De melhor?

Mais um fim de ano, pra você e pra mim? Ou só na folhinha do calendário? Nas agendas de compromissos vários?

Mais um fim de ano com listas de coisas: por fazer, não feitas, desfeitas, de sonhos, de medos, de planos, de memórias, de coisas para deixar para trás, de coisas para concluir… É isso mesmo? Mais um fim de ano?

Para desejar aos outros as mesmas coisas que desejamos no fim de ano anterior?

Deveríamos desejar e oferecer o que há de melhor às pessoas não apenas no final de cada ano, e no início de um suposto novo. Deveríamos manter o desejo todos os dias. O ano todo. E ao final, poderíamos perder as contas das realizações e fazer, de fato, apenas uma comemoração. Reunindo todos os irmãos, de fé, num amor que é único.

Enquanto esse ano não chega, vamos festando o fim de mais um ano. E escolher com quem e onde passaremos a virada.

Mais um fim de ano. Já sabem o cardápio? Já separam as roupas? E quais as cores preferidas que fecharão e abrirão mais um ano?

Que estejamos todos de branco, que é a união de todas as cores… E doemos de nós, para todos nós, não só mais um voto de fim de ano, mas a paz e o amor de que todos somos feitos, apesar de humanos.

TEXTO DE: Marcinha Girola
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 30 de Dezembro de 2.017.
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

FIM DE ANO, QUE SEJA MAIS DO QUE RETROSPECTIVA…

Fim de ano! Que seja mais do que retrospectiva…

É comum, ao findar um ano, as pessoas fazerem uma retrospectiva. Visualizando a série de acontecimentos decorridos, acontecidos ou não evoluídos no período dos últimos doze meses.

Escrevem relatos, descrevem casos e causos. Por fim, vão tentar ver sempre o lado bom nas coisas e criar uma nova lista para o ano seguinte. Inserindo tudo que ficou pra trás, mas que ainda pretende-se… Quem sabe um dia, começar, terminar, continuar…

Uma lista de mudanças na carreira, na casa, na vida pessoal, familiar e até emocional. Mesmo não tendo certeza, porque um novo ano promete sempre uma mudança. Nós é que não conseguimos cumpri-la ou realizá-la. A lista. Não necessariamente a mudança. Porque um pouco, esperamos que a mudança comece do lado de fora. Nos outros.

Estava fazendo aquela faxina de fim de ano, em que quase desmonto a casa, tiro tudo do lugar e algumas coisas, ainda que sejam os pequenos enfeites, acabam mudando de posição na volta.

Começo sempre um cômodo de cada vez. Uma parte da casa por vez. Assim como aquela frase que cansamos de ouvir e dizer “um dia de cada vez”. O colchão assume uma posição vertical, o guarda-roupa, vai pra horizontal. E que ironia olhar para um Baguá na planta da casa, é a combinação dos relacionamentos. Um quarto simples (assim como a dona?), limpo e arejado. Simples, mas suficiente. Pra ser por si só, a medida exata e ponderada do que é realmente necessário. Os raios do sol esquentam a cama, e, muito provavelmente são os causadores da minha insônia, dos sonos agitados. Faz parte. Alguma coisa tem que dar errado quando se tem luz natural, luz própria. Porque sobra energia. Que continue sempre assim.

Retrospectiva nesse espaço, não tem nada de retrô. A inspiração não vem do passado.

Depois é a vez da sala. Sucesso e prosperidade ficam lado a lado nas combinações para harmonização de ambientes. Isso pode justificar o fato de dizerem que a minha casa é muito “boy”. Tirando as miniaturas que ganhei dos parentes, amigos e nas viagens, tudo é bastante futurista e muitos recursos tecnológicos. Muitos discos de filmes e shows e jogos. E não poderia faltar o suporte dos livros publicados. Os pessoais. De outros autores ficam na biblioteca do escritório. Mas já vamos chegar lá. No quinto dia. Da limpeza. Porque é inevitável não acessá-lo diariamente. Sucesso e prosperidade. Por isso sinto-me tão bem nesse espaço. Deve ser a prosperidade. Assim como os votos para o Ano Novo. De que seja “Próspero Ano Novo! ”. Passarei mais tempo na sala a fim de que assim seja!

Retrospectiva aqui é só olhar o saldo positivo no banco e as muitas mensagens dos fãs em todas as redes imagináveis. Os contatos foram promissores. Novos amigos, porções de desafios…

Terceiro dia: banheiro. Está sempre branco, sempre limpo desde que foi totalmente reformado. Eu jamais teria coragem de tomar um banho ou sentar no vaso antes da reforma. Mesmo depois de o terem limpado, bem limpinho. A sensação era horrível. As imagens antigas voltavam o tempo todo. Branco. Totalmente. Os detalhes das luminárias – do teto e do espelho – são na cor prata, bem como os porta-alguma-coisa: papel, toalha, shampoo, sabonete. Área da família. Que lugar para ser a energia da família. Posso até ser a rainha do vaso, mas saindo dali, devo esquecer os bons modos e deixar o filho comandar boa parte da programação da casa, como horário de acordar, comer, assistir TV, jogar. A ‘bola da vez’ foi ouvi-lo dizer no dia do aniversário que estava na hora de ele ter um celular para receber as mensagens de felicitações que até então estavam sendo enviadas para a mãe dele. E assim a gente percebe que o tempo passa muito mais rápido para as crianças. Nós continuamos jovens com certa dificuldade de “controlar o lar”. É isso, definitivamente, precisando de atualização para continuar no poder após sair do banheiro.

Com isso, podemos dispensar a retrospectiva.
O corredor que não tem nem 1x1m, é o centro do equilíbrio, concentra todas as passagens. Se entrar na minha lista do próximo ano “meditar mais”, esse vai ser o local adequado para posicionar uma almofada e tentar treinar a respiração e controlar os pensamentos. Tentar é um bom começo. Afinal, tudo tem que iniciar por algum lugar, em algum momento.

Retroexpectativa?! Já perdi as contas de quanto tempo faz que eu tento, tento mesmo fazer essa bendita de meditação e respirar fundo. Sei lá o que acontece, mas tenho a sensação de asfixia. Penso na boca fechada (e para quem respirou muito tempo com a boca aberta quando criança) e lembro-me de abri-la para puxar o ar como se estivesse recuperando o ar que faltava. Eu, que me acostumei a não cheirar as flores para não ter uma crise de espirros por conta da alergia a pólen, aprendi que há uma respiração que de tão sutil, é a mais profunda e realmente nos deixa em estado de contemplação. Olhando atentamente para o que acabo de afirmar, puxa, eu finalmente consegui meditar. Algumas vezes. E faz um bem danado de bom. Sem contraindicações. Super recomendo.

Penúltimo cômodo. Porque não necessariamente trata-se do penúltimo dia. A cozinha. Conjugada com a área de serviço. Área da sabedoria. Agora está explicado o motivo de gostar tanto de entrar pela porta da cozinha (é que tem uma na sala também). Não tem muito que mudar os móveis de lugar, pois ela já é funcional. Só acontece um arrastar de um lado depois pra outro até não sobrar um floquinho de pó nem no teto.

Se bem que já me acostumei com a ideia de que por mais que tenha terminado de limpar a cozinha, em poucos minutos, a vassoura estará lá, passeando por ela novamente, pois o vento faz uma volta incrível no canto onde o muro é alto pra trazer o pó de fora pra dentro. Ter o piso claro causa isso.

Retroperspectiva história cerebral…. Foram mais de 250 livros lidos. Sem contar os textos soltos por aí. Entram na contabilidade do mundo das palavras, os prefácios, posfácio, revisões e orientações. Acabei não contando as produções individuais, mas giram em torno de 500, divididas entre os gêneros da poesia, da crônica, da paródia, do aforismo e outros projetos literários. Reconheço que escrevi pouco e vou culpar o ano e seus percalços. Prometo que é só dessa vez. Não vai acontecer mais. Entra na lista atender aos pedidos dos leitores de “não parar de escrever” e “continuar inspirando”.

Último cômodo. O escritório. Sempre leva mais de um dia. Também pudera, juntam-se aqui, o trabalho e os amigos. Duas áreas relacionadas ao movimento e à ideia de continuidade. Não poderia ser tão simples, tão rápido e tão objetivo. É mais do que vida profissional, se conecta com a rotina diária.

Querendo ou não. É mais do que um círculo de amizades. Entram também as pessoas que chegam devagar, que chegam pra ficar, de pessoas que apenas passam por nós. As pessoas que nos atingem de alguma forma, seja ouvindo ou reclamando. São todas as pessoas que nos ajudam. Sabe aquele “anjo que caiu do céu”? Quando você mais precisa? Sem esquecer as viagens. Ah, as viagens… Pra perto ou pra longe, num livro ou na tela plana, na imaginação… As viagens de carro, de ônibus ou de avião. As viagens da alma e do coração.

Que seja mais do que retrospectiva. Além da análise ou vista do que passou. Que seja mais uma iniciativa numa linha contínua do processo que vai narrar nossa história traçando um paralelo entre os fatos anteriores intercalados com nossas ações no presente.

Afinal, o flashback é só uma interrupção na sequência cronológica, que acontece de forma tão rápida, e a vida é este momento que temos agora.

TEXTO DE: Marcinha Girola
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 29 de Dezembro de 2.017.
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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Dicas para tornar 2018 o melhor ano da sua vida!

A especialista em relacionamentos humanos, Renata Cruz, traz maneiras de passar a virada do ano cheio de positividade. 

São Paulo, dezembro de 2017 – Mais um ano terminando, um novo ciclo começando… e você? Cumpriu todas suas promessas do ano passado? Uma tarefa difícil para todos que tentam criar novas perspectivas, mudar radicalmente, começar uma dieta, frequentar a academia, focar nos estudos, dentre vários outros votos de ano novo. Se seu ano não foi um dos melhores, não desanime!

A especialista de relacionamentos humanos, Renata Cruz, traz dicas de como levantar a cabeça e começar 2018 com o pé direito, trazendo tudo de mais positivo para sua vida.

Respire fundo e reveja tudo!

Pare um momento para pensar sobre tudo o que ocorreu em seu ano, os conflitos, os erros, as chances não aproveitadas.

Reflita o que você poderia ter feito de diferente, anote e deixe em algum lugar visível, como algo que seria uma “meta para cumprir em 2018”. É muito importante que você consiga ter consciência do que houve de errado e tentar enxergar os pontos nos quais você pode se aprimorar.

União em primeiro lugar. Para sentir-se bem consigo mesmo, é bom estar bem com as outras pessoas. Sem nenhum rancor, mágoa ou problema. Busque se resolver e conversar com aquelas pessoas que em 2017 aconteceram alguns conflitos. Entenda o lado da pessoa, explique o seu, limpe seu coração de tudo o que sente de ruim! Isso deixará você e a outra pessoas mais leves.

Entenda sua insatisfação. Caso tenha sido um ano que você não se sentiu feliz, procure entender a causa disso! O que impediu que você estivesse satisfeito (a)? Se foi o trabalho que está sugando demais, não consegue ver crescimento dentro da empresa ou se não está sentindo-se bem em sua própria casa, até mesmo seus estudos no qual você não se sente motivado, entenda o porquê e parta para uma resolução.

Converse com o (a) seu (sua) chefe ou, se for o caso, procure um novo emprego, mude a decoração da sua casa para que você se sinta confortável, examine se você está no curso certo e, caso necessário, mude! Nada o (a) impede de ser feliz, mude a aparência, mude o estilo, mude você, encontre-se e recomece em um ano novo!

Positividade e incentivo por todo o lugar.

Para não desanimar em 2018, coloque alguns lembretes por sua casa, algumas frases que o (a) façam sentir-se bem e motivado (a), para que assim não abaixe a cabeça perante as dificuldades. Não podemos garantir que tudo que queremos vá acontecer, mas podemos correr atrás e não desistir de encontrar nossa felicidade e nosso objetivo.

TEXTO DE: Renata Cruz
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 28 de Dezembro de 2.017.
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terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Qual foi a história da sua vida em 2017? Use a Roda da Vida para criar uma nova realidade em 2018!

Todo final de ano desperta em nós uma certa dualidade de pensamentos.

Consideramos todas as coisas pelas quais temos que agradecer e também aquilo que não aconteceu da maneira que esperávamos. Isso é natural dos seres humanos. No entanto, a forma como nos portamos diante da vida faz uma enorme diferença em como experimentamos tudo ao nosso redor.

Você considera 2017 um ano em que viveu intensamente?

Se sim, provavelmente tem muitas histórias para contar, desafios que enfrentou, dores que sentiu, lições que aprendeu. Se não, você não está sozinho.

Cada vez mais as pessoas vivem no modo automático. A pressa do dia a dia nos condiciona a uma vida padrão, na qual não temos oportunidade de realmente aprender com o que vivenciamos. Dessa maneira, acabamos por repetir os mesmos erros e encontrar em nossa rotina sempre as mesmas respostas. Podemos comparar as histórias anuais de nossas vidas a filmes que englobam todos os gêneros.
Com qual das 3 situações abaixo você mais se identifica no ano de 2017?

1. Só me falta o amor
Todas as áreas de sua vida vão bem, mas você sente que não tem alguém com quem compartilhar suas conquistas, e isso causa um sentimento de vazio em seu ser.

Tenha em mente que esse fato não desmerece nenhuma das conquistas que você teve em 2017. Um relacionamento é importante, mas a falta dele não torna sua vida incompleta ou triste. Valorize as outras coisas que você tem.

2. Faltou crescer
Você ficou preso em sua zona de conforto e deixou de aproveitar muitas oportunidades de crescimento pessoal e profissional. Com isso, ficou estagnado em uma ou mais áreas de sua vida, sem certeza de qual caminho tomar.

Esteja atento para não deixar de lado sua própria evolução em função de dinheiro ou relacionamentos. Priorize a si mesmo e seu desenvolvimento.

3. O dinheiro me encontrou
Apesar de 2017 ter sido um ano financeiramente difícil para a maioria, muitas pessoas conquistaram mais dinheiro do que o esperado.

Se esse foi o seu caso, analise se essa busca por dinheiro comprometeu partes importantes de sua vida. Se, no entanto, 2017 não é o seu melhor ano financeiro, avalie se o investimento de tempo e de energia em outras áreas da sua vida não atrapalhou sua prosperidade financeira.

Todas as 3 situações acima apresentam pontos positivos e negativos. Em 2018, nossas histórias podem mudar, depende apenas de nós!

Nós temos poder de escolha, somos seres pensantes e conseguimos diferenciar e explicar sentimentos como nenhum outro ser na face da Terra. 

Vamos usar esse dom a nosso favor e nos tornarmos protagonistas de nossas próprias vidas, criando um realidade de sucesso e digna dos melhores roteiros para nós mesmos. 

A Roda da Vida é uma grande aliada.

A Roda da Vida é uma técnica de avaliação pessoal, originalmente desenvolvida pelos hindus, muito utilizada por coaches profissionais para mapear as principais áreas da vida de uma pessoa e ajudá-la a encontrar um equilíbrio pessoal.

A Roda é composta por um círculo com divisões referentes a áreas específicas de nossas vidas: família, lazer, vida pessoal, profissional, entre outras. Em cada uma dessas divisões, colocamos uma pontuação de 0 a 10, que reflete o quanto estamos satisfeitos com a área em questão.

O principal objetivo dessa prática é analisar todas as áreas da vida de uma pessoa e destacar em qual delas é preciso ter mais foco e dedicação, para criar maiores mudanças em um número maior de áreas ou na vida em geral.

A Roda da Vida é uma ferramenta simples e eficiente e, por isso, pode nos ajudar a entender melhor a nós mesmos e, dessa maneira, seguirmos caminhos mais positivos no ano que se inicia, para nos tornar as melhores versões de nós mesmos.

TEXTO DE: Miria Kutcher
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 27 de Dezembro de 2.017.
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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Agradeço pelas dores que tive este ano…

Sim, agradeço pelo ano que tive. Os machucados, as alegrias, os momentos de desespero e os dias de calmaria. Se eu não tivesse passado por tudo isso, acredito que talvez não fosse quem você vê agora.

Ter gratidão pelas coisas boas é simples. Complicado é agradecer por todas as cicatrizes que marcaram a minha paz este ano.

Foram muitas despedidas e muitos recomeços. Acho que faz parte de qualquer coração viver esse ciclo de transformações. É desse jeito que a gente aprende a cuidar e a valorizar instantes. Carregar o peso do mundo não resolve nada.

É desleal e absurdo transbordar onde não existe uma real importância para nós. Foi sentindo assim que resolvi me guardar um pouco mais. Foi com esse aprendizado que encontrei sossego dentro da minha vida. Não posso dar conta daquilo que não me estimula e troca com os meus sorrisos.

Demorei, mas percebi ainda em tempo do ano terminar que, sem uma felicidade cultivada a cada gesto, reciprocidade alguma é possível.

E não falo só do recíproco nos relacionamentos, mas também na forma como a vida vai ou não nos aconselhar. Precisei reparar nos sinais para atingir essa espécie de tranquilidade e maturidade dos meus inteiros.

Não nego os erros que cometi. Pedi desculpas, encarei lágrimas, atravessei perdas. Foi um ano de grande desgaste emocional, assumo. Mas é aí que está a lição, a vida continua. Eu não queria o luxo de não me importar, ainda que quisesse que as dores não deixassem marcas. Mas todas deixam. Hoje, sou mais forte.

Para o ano que vem, que venham novos inícios. Que venham novas oportunidades de sentimentos e pessoas para o meu convívio. De expectativas frustradas, não sofro mais.

Tive o ano inteiro para entender quem aproxima e quem afasta. Só desperto afetos para quem cumpre a mais importante das entregas, a cumplicidade.

Sim, agradeço pelas dores que tive este ano. Elas me ensinaram – algumas vezes em duras quedas, que se eu não tivesse passado por tudo isso, o meu coração não encontraria a serenidade necessária para enxergar o meu melhor.

Um muito obrigado ao ano do autoconhecimento!

TEXTO DE: Guilherme Moreira Jr
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 26 de Dezembro de 2.017.
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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Desapegar para atrair o que deseja

Parece contraditório dizer que para atrair algo que você quer primeiro precisa desapegar. E toda aquela história da lei da atração? Afinal a gente não precisa mentalizar?

Não é verdade que nosso cérebro não sabe distinguir o que é real do que é imaginação? Então, se a gente visualiza algo ele entende que é verdade e trabalha para nos dar condições para que isso de fato se concretize?

A resposta é "sim" para todas as perguntas acima. Mas o fato é que primeiro a gente deseja, sonha, idealiza, parte para ação, faz tudo o que está ao nosso alcance e depois desapega. É a lei do desapego trabalhando em conjunto com a lei da atração. Quando você faz tudo o que pode, o próximo passo é deixar que o universo trabalhe a seu favor, deixar Deus agir.  

Se você tenta o tempo todo controlar a situação, você impede o agir de Deus, você segura algo que é para ficar nas mãos dele e ele, que nos deu o livre-arbítrio, jamais vai pegar uma situação para resolver, se estivermos em posse dela.

O primeiro passo é sabermos que somos, sim, responsáveis pela nossa vida, mas não temos o controle de nada. A nós cabe apenas a ação e, à vida, a reação.

Certa vez ouvi uma frase que nunca saiu da minha cabeça e ela diz assim: "Leite vigiado não ferve.". Já lhe aconteceu de colocar um leite para ferver, ficar de olho e nada, daí você se afasta para pegar algo e o leite derrama no fogão?

Bastou uma distração e pronto. Ou então quando você tem um dia extremamente atarefado e quando se dá conta são duas da tarde e nem sequer almoçou e quando não tem nada para fazer os ponteiros do relógio parecem engatar a marcha ré?

Pois é, quando a gente se distrai, entrega, desapega, a gente deixa Deus livre para trabalhar e a nossa vida flui. Você libera para o universo uma certeza linda de que tudo vai dar certo, de que tudo já foi feito e que sabe que os resultados virão.

Ansiedade faz mal ao fígado, aos relacionamentos com os outros, com Deus e consigo mesmo. Deixe a vida lhe surpreender! Para isso, às vezes, nada se vê. É como uma festa surpresa que só tem graça porque o homenageado não sabe de nada. E cá para nós. Já pensou se pudéssemos controlar o que nos acontece? Saber exatamente qual vai ser o próximo passo, ter uma vida completamente previsível?

Certamente seria uma frustrante monotonia. Viver sem o inesperado, sem o frio na barriga diante do desconhecido.

Por isso pare de querer brincar de Deus, chega de tentar fazer com que o universo conspire a seu favor a todo custo. A Terra não vai girar mais rápido porque você quer, ao contrário, ela seguirá seu ritmo e sua percepção será de que a rotação está mais lenta, o que vai lhe deixar cada vez mais distante do que você quer.

Não foque no que lhe falta, assim você emana ao universo que não tem aquilo e tudo o que você transmite volta para você, ou seja, você vai potencializar essa falta.

É como uma pessoa solteira que reclama porque não tem ninguém, e só aparece gente que não quer nada e quanto mais pensa nisso e repete isso, mas ela reforça essa condição e não consegue atrair alguém especial. Mas se você trabalha em prol do que quer, por exemplo, cuidando da autoestima, tornando-se alguém mais interessante, bem-humorado, sem carências afetivas, você vai atrair pessoas assim, com essa mesma energia.

Então trabalhe em prol dos seus sonhos, siga em direção às suas metas e desapegue.

Libere suas mãos para receber o novo, para segurar os resultados das suas ações, para colher tudo o que está plantando. Libere Deus para que ele possa trabalhar conforme a vontade dele, libere a energia da fé, da confiança e o universo se encarregará de encaixar todas as peças para o seu sonho se realizar.

TEXTO DE: Giselle Ribeiro
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 23 de Dezembro de 2.017.
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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Se for necessário, recomece!

É muito comum vermos pessoas reclamarem e não fazerem nada pela mudança que tanto desejam. São antagonistas da própria vida.

Nasci para ser protagonista e tenho certeza de que você também, talvez só precise mudar alguns posicionamentos em sua trajetória.

Ame-se e coloque-se em primeiro, segundo e terceiro lugar sempre. Isso não é egoísmo, chama-se amor-próprio!

Valorize-se, respeite suas vontades, seus princípios e valores. Não tente ser igual a alguém vivendo de aparências e não se sinta diferente por não seguir os "padrões" da sociedade, isso é antagonismo! Seja maior, você nasceu para brilhar!

Lute por tudo o que deseja, independente das consequências, arrisque-se!

A vida é muito curta para ter medo. Confie no seu potencial, você pode muito mais do que imagina, corra atrás dos seus próprios sonhos!

Tenha coragem para buscar o novo. Abandone situações frustrantes, relacionamentos falidos e pessoas tóxicas. Se for necessário, recomece.

Não tenha receio. A cada novo dia temos a chance de escrever uma história diferente. Não desperdice essa oportunidade única!

Seja sua melhor versão diariamente. Tenha humildade suficiente para reconhecer seus erros. Sem isso você não chegará a lugar algum. O perdão é libertador. Perdoe-se.

Não se sinta melhor ou superior a alguém. A arrogância é um dos piores defeitos do ser humano. Ninguém tem poder sobre sua vida, somente você é responsável pela sua felicidade. Não sinta culpa e muito menos culpe os outros. Tenha sabedoria e entendimento, algumas situações não dependem exclusivamente de você.

Seja de verdade, viva de acordo com a sua realidade e não de ilusões. 

Não aceite migalhas e muito menos contente-se com pouco. Você merece muito mais do que imagina e acredita!

Seja grato. A vida já é o maior motivo pela sua gratidão.

Sei que é muito fácil permanecer na sua zona de conforto, mas para ser protagonista é preciso ter muita vontade de vencer, acreditar e arriscar.

Comece já a mudança que tanto deseja e seja o principal personagem da sua história!

TEXTO DE: Ana Carolina Pafetti
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 22 de Dezembro de 2.017.
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Faça, mas não espere nada em troca

Interessante observar a postura de algumas pessoas, que dizem: "Ah, sabe porque ajudo e procuro fazer o bem? Porque se um dia eu precisar, vou encontrar alguém que retribua o que faço."

Não é bem assim que as coisas acontecem! Se fazemos algo por alguém pensando desse jeito, já começamos errado.

Esperar reconhecimento pelo bem que praticamos é uma péssima forma de pôr em prática a caridade. Se o que nos move é interesse, melhor não fazer nada.

São bem poucos os que sabem expressar gratidão. A grande maioria deturpa tudo e acha que temos obrigação, não compreendem que ajudamos porque queremos, porque nos sensibilizamos com o sofrimento alheio, etc.

Muita gente não sabe ser merecedor(a) das almas boas que Deus coloca em seu caminho e, aproveitando da boa vontade de gente bem intencionada que lhes oferece ajuda, metem os pés pelas mãos e começam um verdadeiro círculo vicioso de exploração da boa fé alheia.

Muito meritório,  sem dúvidas nenhuma, auxiliar os que precisam, entretanto, necessitamos observar quem circula em nosso entorno,e não ser permissivos, deixando que tirem vantagens em cima de nós, aproveitando-se da nossa bondade e espírito cristão.

A vida anda difícil, tem muita gente malandra que não quer fazer nada a não ser "colar" em pessoas de bem, sugando o máximo que podem.

Por outro lado existe também gente boa, sincera, bom caráter, porém, é necessário muita atenção da nossa parte para distinguir com o devido critério.

Como já dizia Jesus, é preciso separar o joio do trigo e ter consciência de que estamos procedendo de maneira correta. Devemos, sim, ajudar dentro das nossas possibilidades; óbvio, sem esperar nada em troca, desde que não sejamos bobos, sabendo diferenciar quem merece ou não ajuda.

Uma coisa é ser bom outra bem diferente é ser ingênuo demais, achando que todo mundo que se aproxima da gente é do bem.

Corretíssima a máxima de São Francisco de Assis inserida em sua prece: É dando que se recebe. Lógico, existe a Lei do Retorno. Se praticamos o bem, recebemos o bem de volta e vice-versa. Porém não pensemos em recompensas ao estender a mão para ajudar o próximo que realmente precisa e merece.

Deus tudo sabe e no momento certo sua misericórdia nos alcançará. Portanto, vale muito a pena ser bom!

TEXTO DE: Yára Uchôa Barreto
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 21 de Dezembro de 2.017.
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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Quem vai atrás é mochila. Segue em frente e quem quiser que caminhe ao seu lado.

No amor, ou você está ao lado de quem ama ou não está. Correr atrás de alguém não é coisa que se faça, não.

É péssimo para quem persegue e pior ainda para quem é perseguido. Destrói a autoestima de um e acaba com a paz do outro.

Gente que aceita viver atrás de quem quer que seja, abriu mão de seu amor-próprio. E eu tenho a impressão de que só ama alguém de verdade aquele que se ama primeiro. Afinal, quem é que pode dar o que não tem?

Quem se ama mesmo não precisa ir atrás de ninguém. Quem se ama leva sua vida em frente e quem quiser que siga ao seu lado.

Se tudo der certo, se os caminhos coincidirem, se os santos baterem e as vontades se encontrarem, lá estarão duas pessoas caminhando juntas pela vida. Lado a lado, sempre. Nunca uma na frente e outra atrás.

Quem tanto vai atrás de uma pessoa é porque não pode estar ao lado dela. Se pudesse, já estaria. Se tivesse de ser, já teria sido.

Aos muito afeitos a viver na esteira de outro alguém, feito viaturas policiais perseguindo um fugitivo, falta em geral amor-próprio e "semancol".

Atrás a gente só corre dos nossos sonhos, nossas metas, nossos objetos de desejo. De pessoas, não. Pessoas se encontram, não se perseguem.

Seguir em busca do amor é diferente. A gente exercita um gosto sincero por nós mesmos, a gente se cuida e se põe no lugar certo. Em consequência, dá à pessoa certa os motivos para ela nos amar também. A gente se ama e assim se faz merecedor do amor de outro alguém. Bem diferente de correr atrás de quem quer que seja.

Vão me desculpar os que pensarem diferente de mim. Mas Deus me livre do delírio de um dia aceitar correr atrás de alguém e me proteja de quem, por algum engano, resolva me perseguir.

Pessoas afins caminham ao lado umas das outras. Quem vai atrás é mochila!

TEXTO DE: André J. Gomes
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 20 de Dezembro de 2.017.
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domingo, 17 de dezembro de 2017

Resiliência: a habilidade de renascer!

Imprevistos e situações traumáticas acontecem com todos nós em algum momento da vida. Porém, nossas reações a essas situações são diferentes. Primeiro, porque ninguém é igual a ninguém, e segundo porque algumas pessoas possuem mais resiliência do que outras.

Resiliência é capacidade de renascer e de se reinventar, após momentos de dificuldade na vida. Muitas pessoas se questionam como aplicar essa habilidade e se recuperar após adversidades. A verdade é que todos temos a resiliência dentro de nós, e somos responsáveis por nossas próprias recuperações. Cabe a você enxergar suas dificuldades como oportunidades ou limitações.

As pessoas resilientes são como nós, também se sentem tristes e magoadas, quando enfrentam dificuldades. No entanto, o que as diferencia é sua capacidade de obter força, através da própria situação, para superar e seguir em frente com suas vidas, ao invés de ficarem paralisadas e desesperançosas.

Essas pessoas não são superiores ou mais desenvolvidas do que nós, apenas incorporam certos comportamentos e formas de pensar que todos nós podemos aprender e aplicar em nossas vidas. Elas aceitam a vida como ela é e buscam melhorar a si mesmas, pensam de forma mais precisa e realista, evitam tirar conclusões precipitadas e sabem que todos estamos aqui para servir a um propósito maior.

Nem sempre é fácil o processo de renascer depois de grandes decepções, mas certamente nos traz inúmeros benefícios.

Ser resiliente nos torna pessoas mais otimistas e crentes em nossa capacidade de sucesso, o que melhora as nossas manifestações em nossas vidas. Também nos dá sabedoria para identificar as causas de um problema e prevenir para que não aconteça novamente, além de nos fornecer energia e motivação para encontrar desafios e oportunidades de evolução.

As pessoas resilientes também são mais "saudáveis", física e espiritualmente, são mais felizes com sua aparência e se saem melhor em seus estudos e ocupações.
Como resultados, criam relacionamentos positivos, que estão de acordo com seu propósito e contribuem para seu crescimento.

Para encerrar, a resiliência ajuda a nos tornarmos mais bem-sucedidos e a levarmos vidas mais completas e conscientes, tornando-nos mais fortes a cada obstáculo superado.

TEXTO DE: Luiza Fletcher
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 19 de Dezembro de 2.017.
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Espere. Tudo tem seu tempo certo para acontecer.

Via de regra, vivemos extremamente ansiosos na expectativa que as coisas que desejamos aconteçam. Esquecemos que tudo sobre a terra tem seu momento certo de chegar.

O nosso tempo não é  o mesmo de Deus e nada obedece a nossa vontade e muito menos depende da urgência incontida que não conseguimos dominar.

Muitas vezes ficamos estressados, excessivamente impacientes e não compreendemos que a vontade de Deus, por ser soberana, prevalece sobre a nossa e que tudo nos será proporcionado conforme a vontade d'Ele e não ao nosso querer, as nossas exigências, reclamações e peditórios inconsistentes, que mais parecem uma intimação.

Somos imediatistas, teimosos, imprudentes, desejando sempre atropelar o tempo e, com isso, gerando toda sorte de desequilíbrios, os quais só nos acarretam dissabores de toda espécie.

Falta-nos bom senso, paciência e, sobretudo, fé para aguardar a vontade de Deus realizar-se em nossas vidas.

Teimamos em insistir que os fatos ocorram, segundo a nossa insensatez, não levando em conta que tudo obedece a uma programação previamente traçada pela Leis Cósmicas que regem nossos destinos.

Sabemos muito bem que o que nos é direcionado encontrará uma forma de chegar até nós, naturalmente, sem precisar que nada façamos ou forcemos para que se realizem.

Nada nem ninguém pode impedir a concretização do plano Divino em nossas vidas, a não ser nós mesmos pela nossa precipitação, imprudência e invigilância no sentido de desarmonizar o que nos foi reservado com muito amor.

No período atual de transição pelo qual nosso planeta está passando, o egoísmo, a rebeldia, a não aceitação da vida que temos, a arrogância exacerbada, arrasta multidões movidas pela ambição a abandonar princípios  e desprezar valores morais e éticos que formam o caráter do homem de bem,  obediente a Deus, cumpridor de seus deveres, conscientes da onipotência divina.

Necessitamos mais que nunca exercitar a virtude da paciência. Sem ela, nada se faz.

Devemos trabalhar melhor a nossa compreensão, procurando entender que não devemos e nem podemos ir contra os desígnios do "alto", domando nosso orgulho, prepotência e vaidade desmedidas, conscientes de que não nos é permitido sabotar impunemente a vontade divina, precipitando o que Deus nos reservou, do alto de sua misericórdia e sabedoria infinitas.

TEXTO DE: Yára Uchôa Barreto
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 18 de Dezembro de 2.017.
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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Lute por seus objetivos. Gente satisfeita não inveja ninguém

Nesses tempos em que todo acontecimento, por menor que seja, é transmitido aos quatro ventos, não raros são os episódios de inveja que as atualizações de status são capazes de provocar.

Na lista expressa para uma inveja rápida e talvez duradoura assumem o topo as festas, aquisições e novos relacionamentos. Sucesso profissional e passeios também são capazes de arrebanhar uma multidão de invejosos a cada publicação.

Tudo isso graças ao povo que não se conforma com as novidades alheias e não perde a oportunidade de rebaixá-las; tem muita gente que ainda acha a grama do vizinho mais viçosa e verdinha que a sua e se consome por isso.

Esse mal-estar que se abate sobre muitas pessoas vem, sobretudo, da incapacidade que elas têm de criar suas próprias novidades; de fazer suas apostas e tentativas para ter com o que se ocupar.

Aliás, a inveja nasce exatamente disso: da falta de objetivos, ou de garra para fazê-los acontecer.
E é justamente nessas circunstâncias que muitas pessoas gastam suas energias revirando a vida dos outros, criticando e menosprezando as conquistas dessas pessoas, porque não está sendo capaz de investir em seus próprios projetos.

Alguns até chegam a elaborar metas, mas não são capazes de estabelecer meios nem prioridades. E ficam parados na mesma, pelo no meio do caminho, sem saber exatamente aonde ir. Além do que, existe muita gente medrosa por aí, ou preguiçosa mesmo, que não tem coragem nem disposição para sair da mesmice. É essa frustração, misturada com prostração, que causa essa pavorosa onda de inveja que vemos.

E para quem caiu nesse embuste que é a inveja, a solução é se envolver menos com as vitórias alheias e investir forças em algo construtivo para sua própria vida. E depois dos planos, lançar-se de corpo e alma para tornar sua vida tão satisfatória quanto as que você tem observado.

Afinal de contas, todas as pessoas são interessantes. E têm momentos bons e outros nem tanto assim. Quem aparece sorrindo e contando coisas espetaculares em redes sociais também quebra a cara de vez em quando, porque isso acontece com todo mundo. É natural!

Mas é justamente desse enfrentamento, desse "tentar a sorte", que as novidades podem surgir.

Então, ao invés de cobiçar os acontecimentos alheios, não se esqueça de colocar força e fé nos seus. Invista mais em si mesmo!

Um conselho infalível para o caso de você se perguntar por que as coisas mais legais acontecem sempre na vida do outro: aposte mais fichas em você e esqueça o que acontece com os outros.
Gente satisfeita com a própria vida não tem tempo para invejar ninguém. E a vida é preciosa demais para ser gasta com inveja dos fatos alheios.

TEXTO DE: Alessandra Ferrari Piassarollo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 16 de Dezembro de 2.017.
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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Livre-se do barulho mental, aquiete sua mente.

Com certeza absoluta, somos bem mais felizes e sem dúvidas vivemos melhor, quando nossos pensamentos estão em ordem e não permitimos que causem tumultos em nossas cabeças.

É muito importante mantê-los alinhados, direcionando-os de maneira correta e equilibrada, isso exige muita disciplina e obviamente educação e controle mental.

É todo um aprendizado que nos ensina a nos manter calmos, serenos, quando uma enxurrada de pensamentos desordenados desaba sobre nossas cabeças, causando-nos transtornos dos mais variados os quais podem nos causar, em futuro próximo, danos irreparáveis.

Aquietar a mente, exercer o devido controle sobre a mesma, não deixar que o barulho desordenado de pensamentos inquietantes seja mais importante que a nossa paz, é um trabalho de persistência diário até que programemos a nossa mente, aprendendo a selecionar o que realmente é relevante e devemos fixar a nossa atenção e o que devemos descartar de imediato.

Sim, porque o barulho mental é profundamente desagradável, podendo tornar-se patológico.

Por isso necessitamos disciplinar nossas mentes, voltando nossos pensamentos para o que verdadeiramente faz sentido e merece nossa preocupação.

É de suma importância saber conduzir as situações inquietantes, de forma a resolver um problema de cada vez, não nos pondo em desequilíbrio desejando solucionar tudo ao mesmo tempo.

Vivemos tempos difíceis, eu bem sei e muitas vezes é necessário que tenhamos um grande autocontrole para nos conter e não nos deixar levar pelas dificuldades que sempre surgem em nossas vidas, querendo resolvê-las, todas ao mesmo tempo, estabelecendo, dessa forma, um verdadeiro caos mental.

Se nos mantivermos calmos, automaticamente silenciamos a mente e as soluções, pouco a pouco, começam a aparecer.

Estabeleçamos metas saudáveis e sigamos por elas. Procuremos o máximo possível nos manter serenos, pesando sempre os prós e os contras do que vamos fazer. 

Nunca é demais usar de cautela ao falar com as pessoas, não emitir opiniões indevidas a respeito de assuntos pessoais alheios, discussões inúteis, ambientes tumultuados, pessoas desajustadas, etc., mais uma série de coisas que nos perturbam e nos tiram do sério.

Estejamos sempre conscientes de que mentes nebulosas, obtusas, são responsáveis por sérios danos aos seus portadores.

Nada nem ninguém vale a nossa paz, nosso equilíbrio físico, mental e espiritual. Enfim, façamos o possível para descartar da nossa vida tudo aquilo que não agrega, não soma, não traz paz ao coração.

Que possamos acreditar que merecemos sempre o melhor, busquemos nos livrar do barulho mental, aquietando nossa mente, enchendo-nos de levezas, permitindo que brilhe nossa luz!

TEXTO DE: Yára Uchôa Barreto
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 15 de Dezembro de 2.017.
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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Faça por onde nunca perder a confiança que depositam em você.

Entre as inúmeras virtudes que caracterizam o ser humano, a confiança destaca-se com umas das mais importantes!

É muito bom ser alguém confiável, integro, honesto, alguém com quem a família e os amigos possam falar abertamente sobre seus problemas, dificuldades, abrir o coração e desabafar suas alegrias, dores, tristezas, felicidades, enfim, uma pessoa digna e correta.

Alguém que sabe a importância de ser discreto, ouvindo e calando o que lhes confidenciam e não sai espalhando por ai irresponsavelmente o que sabe.

Quem, em um mundo tão conturbado, onde reina tanta hipocrisia, onde as pessoas sabem mais da vida dos outros que das suas próprias, onde tudo é motivo para se armar um circo, e movido por uma das maiores vilãs da humanidade a perigosa e destruidora "INVEJA," saem pela vida espalhando "inverdades" sobre os segredos que lhes são confiados, não gostaria de ter um amigo(a) verdadeiro? Óbvio que todos desejam ter por perto alguém assim!

Quem é portador de uma virtude dessas deve preservá-la ao máximo possível, não se permitindo nunca contaminar por "fofocas" e sentimentos outros que não sejam do bem.

As tentações do mundo são enormes, o poder desmedido, a riqueza ilícita, a desonestidade, a famosa troca de favores, etc, e mais uma série de coisas contribuem assustadoramente para que personalidades fracas caiam.

É preciso que haja muita vigilância nesse aspecto para que se evitem transtornos que viram verdadeiros labirintos dos quais dificilmente se consegue sair.

Portanto, não minta, não engane a ninguém e nunca, mas nunca mesmo, traia a confiança, a boa fé que alguém deposita em você.
Confiança é algo muito sério, delicado, é como um cristal que uma vez partido não tem mais conserto.

Lidar com traição de qualquer natureza é sempre muito complicado, a pessoa ou as pessoas atingidas podem até perdoar, porém não confiam mais em você. Até porque tudo tem a primeira vez, e é exatamente por causa dessa primeira chance que sempre volta a se repetir. Você pode até falar a maior verdade, todavia, ninguém, e em especial a pessoa traída, confiará em você.

A confiança é um sentimento que quando perdido muito dificilmente será recuperado.

Por isso é necessário pensar bem, refletir, pesar os prós e os contras com cautela, antes de dar passos errados que possam comprometer não só sua vida, mas, sobretudo, estragar a vida de muita gente.
Pense nisso!

TEXTO DE: Yára Uchôa Barreto
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 14 de Dezembro de 2.017.
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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

A vida é para quem corre atrás, não para quem, passivamente, espera.

Confesso que tenho uma certa preguiça do jargão “Eu decidi esperar”, muito comum nas redes sociais. Como assim? Não seria mais coerente a pessoa entrar em ação em busca do que deseja?

Sabe, isso tem cheiro de comodismo temperado com falta de senso de realidade.  É a típica passividade de quem não tem coragem de arregaçar as mangas e lutar pelos próprios objetivos. Então, prefere esperar que algo caia do céu ou que Deus ou o Universo entregue de mãos beijadas aquilo que ela deseja.

Ah, isso também se aplica aos relacionamentos amorosos, viu? Eu compreendo que não é possível planejar um relacionamento amoroso como quem planeja a compra de um carro.

Entretanto, a pessoa precisa fazer o mínimo para facilitar esse processo. Alguém    que investe em si próprio, é uma pessoa interessante, mesmo que não tenha uma aparência de arrancar suspiros. Quem tem vida própria e orgulho da própria existência, é alguém que desperta atração e fascínio no outro. É que, lamentavelmente, existem pessoas cuja motivação para viver resume-se em encontrar alguém para se relacionar. Diante disso, nada fazem de interessante por si mesmas, aí complica, não é?

Nada acontece sem ação. Não podemos confundir paciência com comodismo.

Ter paciência é entender que existe um tempo certo para cada coisa acontecer. É compreender que existe um lapso temporal entre o plantio e a colheita.

Contudo, entre essas duas fases existem várias ações que envolvem: regar, podar, retirar as ervas daninhas, proteger a planta de determinados insetos peçonhentos, etc. Em contrapartida, o comodismo está relacionado à inércia quase que absoluta. A pessoa não faz nada em prol do que deseja e acredita, que, num passe de mágica, ela será agraciada, simplesmente, porque ela é merecedora.

A Bíblia diz que a fé sem obras é morta. Em minha crença pessoal, acredito que Deus se alegra quando decidimos participar das dinâmicas dos milagres que tanto pedimos.

Não porque Ele precisa de nossa ajuda, e sim para percebermos que, muitas vezes, consideramos impossível algo que está ao nosso alcance e que não percebemos porque o medo embaça a nossa visão.

Dar um pequeno passo, ainda que vacilante, em busca daquilo que tanto desejamos é o início de um empoderamento que cresce a cada vez que optamos por não recuar.  E as portas vão se abrindo e os nossos medos vão ficando cada vez mais tímidos. Não é possível evolução sem enfrentamento, sem esforço, sem suor, sem foco e sem disciplina. Isso não é frase clichê, é uma realidade inquestionável.

A vida é para quem corre atrás, não de quem, passivamente, espera.

Se, quando éramos bebês, tivéssemos desistido de andar na nossa primeira queda, estaríamos até hoje engatinhando pelo chão. Entretanto, como não nos importávamos com os julgamentos de quem quer que seja, insistimos. Alguns evoluíram ao ponto de correrem maratonas internacionais. Nós carregamos as sementes de muitos dos milagres que queremos, elas estão dentro de nós, no entanto, muitas vezes, preferimos buscar fora, subjugando a nossa força e menosprezando a nossa capacidade.

Outra coisa, aquilo que é conquistado por nosso mérito é infinitamente mais gratificante do que aquilo que recebemos de mãos beijadas. É como se receber algo sem fazer por onde nos lembrasse do quão folgados somos. Soa como favor imerecido. Não estou fazendo apologia ao orgulho ou à arrogância. Lógico que é muito bom receber presentes, refiro-me àquilo que poderíamos fazer, mas, nem sequer tentamos, daí, o outro que não é, em nada, mais qualificado que nós, vai e faz por nós.

Como, lindamente, canta Geraldo Vandré: Vem, vamos embora, que esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

TEXTO DE: Ivonete Rosa
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 13 de Dezembro de 2.017.
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domingo, 10 de dezembro de 2017

O que fazemos quando a vida não nos deixa pegar o ossinho?

Outro dia, vi uma cena comum: uma pessoa passeando com seu cachorro.

Acontece que o cachorrinho se interessou por algo no chão e logo tentou pegar. Seu dono, rapidamente, puxou a guia.

O cãozinho tentou lutar, dava para ver que ele queria muito aquele ossinho! Mas não adiantou.

O dono era mais forte, e o arrastou para longe.

E eis que o cachorrinho desistiu do osso e acompanhou de bom grado o seu dono.

Pensei: esse cachorrinho é muito inteligente! Mais que eu em alguns momentos!

Por que?

Ele queria muito aquele osso. Mas, por algum motivo, que ele não pôde controlar, ele não conseguiu o que queria. E o que ele fez? 

Seguiu em frente, feliz! Afinal, é provável que existirão outros ossinhos pelo caminho, não é?
Por que perder tempo pensando naquele ossinho que ele não ganhou?

Poderia até mesmo ter ficado bravo com o seu dono, ressentido: poxa, por que me impediu ter o que eu queria?! Mas, não. Ele rapidamente seguiu em frente. Para que perder esse dia lindo?

Esse cachorrinho, ele sabe muito!

Porque o osso poderia facilmente representar algo que eu, ou outra pessoa, desejamos muito: aquela oportunidade que colocamos tanta expectativa, mas não aconteceu como queríamos. Aquele projeto que investimos e não deu certo. Aquela situação que foi idealizada, mas tomou outro rumo. E o dono? Ele representa as circunstâncias do mundo externo. Tudo aquilo que não podemos controlar – que é mais forte do que nós.

Mas o que fazemos quando a vida não nos deixa pegar o ossinho?

Muitas vezes ficamos olhando para trás! Ressentidos com a vida: “Por que não consegui o ossinho? Eu queria tanto! Ó vida…”

E sofremos um longo tempo pensando no que poderia ter sido, no que desejamos, mas não obtivemos. Deixamos de aproveitar os dias e as novas oportunidades, porque focamos naquilo que não realizamos.

Eu admiro o cachorrinho, quero ser como ele, que logo seguiu em frente.

Afinal, existirão outros ossinhos no caminho. Por que estragar um dia perfeito de passeio por isso?

TEXTO DE: Gabriela Mondelo
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 12 de Dezembro de 2.017.
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sábado, 9 de dezembro de 2017

O ano ainda não acabou, mas algumas coisas em minha vida eu já dei por encerrado.

O ano ainda não acabou, mas algumas coisas em minha vida eu já dei por encerrado. Ando meio cansada de superficialidades, e sem paciência alguma pra tudo que  me faz perder tempo. Isso inclui coisas, pessoas e sentimentos ruins. 

Estou priorizando a minha paz, e o meu bem estar com Deus e comigo mesmo.  Organizei a fila, e coloquei bem no final dela tudo que me atrasa, me engana, me enfraquece e esnoba. Tudo que realmente não me faz crescer em nada, e, não estou nem um pouco arrependida. 

Aprendi que peso na consciência a gente só carrega daquilo que fazemos contra nós,  e os outros, caso contrário, é só leveza e cuidado mesmo. Se você não se cuidar, ninguém o fará por você. Mesmo que o seu ciclo de amizades seja enorme, cheio de pessoas de bom coração, amor, merecimento e valor é a gente que se dá, não podemos esperar isso de ninguém. 

Não podemos responsabilizar o outro pelo que cabe a nós nos oferecer. Tem gente que vive buscando felicidade, e eu te afirmo: felicidade não se busca meu bem, se encontra bem dentro da gente e está bem guardada naquilo que não tem preço, mas que desperta em nós alegria, vontade de continuar vivendo, sonhos, planos e uma porção de fé e força.

Felicidade é aquilo que ninguém consegue entender na gente, quando, mesmo que cansados e talvez aflitos pelas lutas diárias que enfrentamos conseguimos exercer a gratidão. É por esse motivo que ao invés de reclamarmos da vida, precisamos olhar para tudo que somos, temos e conquistamos até hoje, e agradecermos a Deus, certos de que nada passa despercebido aos olhos dele, e, por mais difíceis que sejam os nossos dias, por mais distantes ou impossíveis que sejam os milagres que esperamos, não há nada que Ele não faça por nós, se nEle estiver a nossa confiança. 

A gente precisa se dar tempo, se dar oportunidades, se dar respeito, se dar credibilidade e não permitir que a negatividade que anda a nossa volta nos atinja. A gente se ocupa demais com o que é desnecessário, e se cuida pouco. Que sejamos protegidos e guardados pelo Senhor, amém.

TEXTO DE: Cecilia Sfalsin
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 11 de Dezembro de 2.017.
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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Você pensa antes de falar?

Aquela expressão “pronto falei” virou uma bengalinha. Uma frase de apoio quando a trava da língua está com problemas técnicos.

Ela pode ser usada quando se tem intimidade com quem vai escutar, digo muita intimidade mesmo!

Quando se conhece o quão bem estruturado é o psicológico da pessoa, quando existe descontração na situação e quando você está pronto para enfrentar a reação de quem escuta.

O problema é que intimidade e empatia tem que andar juntas, de mãos dadas e grudadinhas, senão, a chance de “dar ruim” é bem grande.

Essa liberdade de expressão e atitude que alguns dizem que têm, pode não passar de falta de limites, para não dizer falta de educação.

O mundo parece que anda sem controle do número de vagas para este tipo de pessoa. Ele andou dando liberdade demais e travas de menos, assim temos:

– Profissionais que se acham íntimos e destratam e humilham clientes com comentários desnecessários.

– Chefes com seus egos super inflados, que raciocinar antes de falar não está na lista de exigências ao cargo.

– Amigos que se acham no direito de dizer o que pensam.

– Pessoas língua frouxa que falam mais do que devem.

– Colegas que se acham íntimos e ultrapassam as fronteiras da elegância.

Os diálogos andam cheios de comentários desnecessários e vazios de empatia.

Pensar antes de falar, saber o seu grau de intimidade com a pessoa e se colocar no lugar de quem vai escutar, é muito?

Não, para quem tem empatia. Muito, para quem precisa reler este texto ou então ser o ouvinte de um #prontofalei.

TEXTO DE: Cintia Almeida
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 09 de Dezembro de 2.017.
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Às vezes é preciso parar de pensar um pouco na vida e vivê-la!

Algumas vezes é necessário, vital até, eu diria, remar contra a maré. Peixe que só segue a correnteza não sobrevive à pororoca!

A gente precisa nadar contra as marés, principalmente, as de azar. A gente precisa quebrar os protocolos, os paradigmas. principalmente, os nossos próprios; perder os medos dos paradoxos; arrebentar as correntes. Furar o sistema. INVADIR O FLUXO!

Viver no flow!!! Gritar o mais alto possível, mesmo que aparentemente estando em absoluto silêncio. Chega uma hora que a resiliência se faz desnecessária, é a força que predomina. A aceitação demais, de tudo, o tempo inteiro, começa a nos infernizar o juízo. então. rebelar-se (e revelar-se) é preciso!

Chega uma hora em que cansa seguir a cartilha, cansa ser um bom sujeito, cansa viver vendo todos os maus-caracteres se dando bem; cansa ainda ter um coração batendo aqui dentro. Ter consciência demais, cansa. Esgota. Desanima.

Esgota mentalmente, espiritualmente e fisicamente, tentar prever o futuro a todo instante. Ficar fazendo mil cálculos e  organizar um plano de emergência para cada letra do alfabeto. Cansa viver com o "E SE" cravado no peito, latejando a todo momento.
A vida fareja o medo.

E desta forma, de repente nos vemos petrificados em nossos sofás, brigando com a mente que nos manda levantar e abrir as janelas, mas não obedecemos. Vamos assim, numa aparente apatia, pedindo a Deus que mude tudo e mortos de medo de tudo mudar.

Mas, às vezes, não dá. Às vezes não dá pra marcar hora, para programar o jantar. Às vezes não dá pra planejar e cumprir férias para daqui um ano.

Às vezes, não dá pra dispensar o amor e combinar de encontrá-lo um pouco mais à frente. Não dá para viver esperando o carnaval pra ser feliz.

Às vezes, não dá para contar só com a sorte e ficar esperando a porta abrir, às vezes tem que se meter o pé; dar no pé; ir à pé, mas.IR. Às vezes, não dá pra permanecer, mesmo muito se querendo.

Às vezes, não dá para contar com as pessoas, contar os passos, seguir o roteiro. Há de se ter savoir faire para contornar, pegar o atalho, voltar, corrigir a rota ou, simplesmente, seguir em frente, como dá. Porque seguir em frente, sempre dá! O que não dá, de jeito nenhum, é ignorar o tempo, estagnar-se.

Nesses momentos, em que a alma parece não caber (e não fazer mais questão de tentar) mais dentro do corpo, em que nós nos largamos e nos perdemos de nós, em que deixamos a mente correr insana à revelia. nesses momentos, é preciso dar o grito de independência. das próprias amarras, também. É preciso cavar, com afinco, as oportunidades; acender um isqueiro, se não houver luz no fim do túnel. Ascender!

É preciso IR VIVER e parar de pensar um pouco na vida.
Capisce?

Senão o ciclo não termina nunca, a casca do ovo não rompe, o casulo não desprende e os nossos neurônios, de tão maduros, apodrecem.

Imagine se os nossos ancestrais não tivessem saído das cavernas, com medo do mundo? Imagine se Gauss, Newton, Eistein, Santos Dumont, nunca tivessem tentado nada por medo de falhar. Imagine se os Incas e os Maias tivessem tido medo de observar o céu, o espaço, as estrelas?

Há quanto tempo você não vê as estrelas? Não conta vagalumes. não ri até a barriga doer?! É preciso sentir o timing das coisas. Passividade NÃO é resiliência. Covardia não é DIPLOMACIA. 

O conformismo é o câncer das sociedades modernas. Felizmente, tem cura. Cure-se! Mexa-se!

Pare de pensar que "NÃO DÁ" e combine consigo de FAZER, da maneira que der no momento.

Você vai ver que ATITUDES dão um baita alívio no peito e certas vezes o Universo só espera um sinal nosso, uma prova da nossa vontade, para agir.

Nem sempre a "hora certa" vai chegar, nem sempre sairá perfeito, mas o importante é ir, de qualquer jeito.

Confie na Vida, confie na sorte, em Deus e acima de tudo isso, em você. Vá VIVER. Não se conforme somente em coexistir.

TEXTO DE: Bruna Stamato
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 08 de Dezembro de 2.017.
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Amando, perdoando e prosperando! Aceita o desafio?

"O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta." - 1 Coríntios 13:4-7.

Perdoar é a ação humana de livrar alguém de uma suposta culpa, uma ofensa, uma dívida e etc. O perdão a rigor, é como passar uma borracha, deletar mesmo, qualquer ressentimento, rancor ou qualquer sentimento negativo sobre determinada pessoa.

"O perdão é uma estrada de mão dupla. Sempre que perdoamos alguém, estamos também perdoando a nós mesmos. Se somos tolerantes com os outros, fica mais fácil aceitar nossos próprios erros. Assim, sem culpa e sem amargura, conseguimos melhorar nossa atitude diante da vida.

Quando por fraqueza permitimos que o ódio, a inveja, e a intolerância fiquem vibrando ao nosso redor, terminamos consumidos por esta vibração (Paulo Coelho).

"Pedro perguntou a Cristo: Mestre devo perdoar sete vezes meu próximo? E Cristo respondeu: Não apenas sete, mas setenta vezes. O ato de perdoar limpa o plano astral, e nos mostra a verdadeira luz da Divindade." - Paulo Coelho.

Deixe ir tudo que for pesado, abra espaço para o novo e as oportunidades virão. Abra o coração para o Amor e deixe as "bênçãos" entrarem. Deus não é intruso, ele precisa achar as portas abertas. Dê a si mesmo a chance de ser feliz, todos os dias!

Crie um refletor para energias negativas. O Amor é a força mais poderosa do universo e não se pode perdoar sem amar o perdão. Aprenda a amar o perdão experimentando.

Sabe aquela ou aquelas portas que estão fechadas na sua vida? Faça o teste! Vá perdoando e "enxergando" as portas se abrindo na sua mente.

Não devemos esquecer, é claro, que se não for de todo o coração, deletado mesmo, não surtirá efeito algum. Mas se for, amigo: eleve suas mãos para o alto e agradeça, pois as portas se abrirão, uma a uma, não tem erro, amigo leitor!

Encha seu coração agora a com sentimentos de amor que você tem pelas pessoas que você ama. Agora respire fundo, prenda a respiração por 20 segundos e solte o ar e agora tenha a sensação de estar amando todas as pessoas que o magoaram.

Apenas ame! O Universo faz o resto. Apenas perdoe e ele lhe entregará muitas bênçãos. Apenas agradeça, pois o Universo já está pronto para te enviar o que você desejar. Paz e Bem!

TEXTO DE: Carlos Alberto Dantas da Costa
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 07 de Dezembro de 2.017.
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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Saber ouvir é uma forma de ajudar.

Nem sempre quando procuramos o apoio e a atenção de um amigo, um ente querido, estamos procurando por um conselho, instruções de como se deve agir, de como se deve ser e de que forma se deve sofrer ou ser feliz.

Às vezes, só queremos ser ouvidos, desabafar, aliviar um pouco a tensão que carregamos dentro de um peito sufocado em determinados momentos da vida.

Às vezes, também nem estamos a fim de falar sobre nossas perturbações, queremos apenas abstrair, esquecer, ainda que por alguns instantes, tudo aquilo que nos entristece e preocupa.

Não há excessos de bons ouvintes  por aí.  São raros, ou porque as pessoas não têm real interesse nas aflições alheias, porque as pessoas não têm paciência de ouvir, ou porque elas estão mais preocupadas em falar, em dar a sua receita de como se deve ser do que prestar atenção naquilo que o outro vivencia, esquecendo que cada um tem sua própria forma de enfrentar os problemas e quase nunca é igual à forma com que o outro costuma se comportar.

Ouvir e escutar são duas coisas diferentes. No cotidiano rotineiro, ouvimos muitas coisas, mas escutamos muito pouco. Krishnamurti afirmava que"Escutar é um ato de silêncio". Enquanto não calarmos nosso diálogo interno e prestarmos atenção ao nosso interlocutor, não aprenderemos a escutar.

Aqueles que se empenham em ser bons ouvintes têm a oportunidade de aprender muito além do que é restrito a seu próprio mundo, abrindo-se para o mundo do outro, pois quem é capaz de ouvir tem acesso à muitas coisas que dizem respeito a seu interlocutor, porém,  isso só ocorre se perceberem que há um interesse verdadeiro sobre sua pessoa, sua história, seus dilemas, seus sofrimentos.

Quem é bom "escutador" sempre sai de uma conversa mais enriquecido, pois  é esta uma oportunidade de ser útil e de conhecer algo diferente de si mesmo. Rubem Alves dizia algo genial: Que existem por aí muitos cursos de oratória, porém não se vê nenhum curso de "escutatória".

O ato de escutar é uma habilidade que exige abertura, transparência e compreensão, e, sobretudo ausência de julgamento.

Ser bom ouvinte é uma grande qualidade, porém, difícil de ser adquirida, visto que como já expressado anteriormente, não é tão fácil assim encontrar pessoas verdadeiramente interessadas nas questões alheias.

Penso que aqueles que buscam alguém para ouvir seus desabafos esperam acolhimento, palavras de incentivo, abraços apertados, nem sempre precisa ouvir e em outras vezes necessita mais do que ser ouvido, necessitam ser entendidos.

A empatia é uma grande virtude, porém, há que se ter cautela, pois ao se colocar no lugar do outro, cometemos o equívoco de acreditar que este agiria tal como nós, que o outro vive suas emoções da mesma maneira que a gente, e as coisas não são assim.

O bom ouvinte quando, após ouvir, for emitir sua opinião ou dizer o que quer que seja para seu interlocutor, há que ter atenção especial em seu tom de voz, em sua postura, se não está usando de reprovação, autoritarismo o arrogância, pois em momentos difíceis aqueles que nos procuram exatamente do que não precisam é de serem julgados, recriminados ou qualquer outra coisa semelhante.

Um elogio sincero, um "estamos juntos", um "isso vai passar" podem ser até clichês, mas se ditos com sinceridade e afeto surtirão um efeito positivo e outro sentirá que não está só, que tem com quem contar com quem dividir aquele fardo que tanto lhe pesa.

Lembre-o de que as coisas passam, que já se superou muito e que adiante haverá novamente a luz e a cor presentes em sua vida.

Tenhamos cautela para não agravar as feridas do outro, com palavras e atitudes que nada acrescentarão, ao contrário, que poderão tornar aquele momento ainda mais sofrido
"Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também." - Rubem Alves

TEXTO DE: Helena Fernandes
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 06 de Dezembro de 2.017.
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