quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Feliz 2012

Talvez 2011 não seja aquele que tenhamos esperado.
Muitos dos nossos planos não foram realizados,
muitos dos nossos sonhos foram desfeitos
e os projetos começados ficaram ainda à espera
de um acabamento.

Terminamos o ano com aquela sensação de que
poderíamos ter aproveitado mais as oportunidades,
ter gasto mais tempo com o que é produtivo,
com as coisas do coração,
com as coisas que realmente valem a pena
nossa passagem pela terra.

E 2012 chega com novas promessas
que nos fazemos e nós e aos outros,
nas quais acreditamos,
mas sem muita convicção,
pois nos falta fé.

Uma coisa que talvez não tenhamos
consciência e que precisemos aprender é que
não são os grandes feitos que
fazem grandes pessoas.

A areia na praia é um conjunto de grãozinhos
e um punhado desses já nos dá
a impressão de paraíso.

Todas as coisas,
pequenas ou grandes,
gestos, atitudes, decisões,
que nos são colocadas nas mãos,
são nossa responsabilidade e cada um de nós
é um instrumento precioso de Deus na terra.

Pouco importa se a casa não foi construída,
se o sonho não foi realizado,
se o amor não chegou ou foi-se embora,
se a vida não se completou,
o ano termina,
mas não acaba a vida.

Nós não acabamos!!!

O importante e que Deus leva em consideração
é a nossa disposição em realizar as
tarefas que nos são dadas,
o quanto do nosso coração colocamos
e o esforço das nossas mãos.

O pouco que realizamos com o muito que
nos dispomos preenche todo
o coração de Deus.

Tudo o que Ele coloca nas nossas mãos é prova
da Sua confiança em nós e na nossa capacidade.
Ele nunca mede nossa incapacidade,
ele acredita em nós e em nossos
sonhos que nunca são em vão.

Não comece o ano com o pé direito ou esquerdo,
segundo a tradição, comece com todo você,
todo seu corpo,
toda a sua vontade e todo o seu coração.

Prometa dar o melhor de si em cada passo,
sem medir esforços e os outros virão por si só.

A vida é uma caminhada,
é uma escada onde não podemos
saltar degraus.

Tudo tem seu tempo,
sua hora,
sua forma e o que para nós pode
parecer pequeno e insignificante
poderá alterar vidas,
dar cores ao mundo e trazer as finas
chuvas de felicidade que
tanto fazem bem.

Tenha um abençoado 2012!!!

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 31 de Dezembro de 2.011.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

PROJETOS INACABADOS

Faz parte da natureza humana sonhar
e idealizar as mais variadas realizações.

Um hábito muito comum é a lista
que se faz no início de cada ano,
as famosas
"proposições de ano novo".

Costuma-se relacionar hábitos
nocivos a serem abandonados,
cursos a serem iniciados
e virtudes a serem adquiridas...

Propostas razoáveis e,
na maioria das vezes,
necessárias ao desenvolvimento
daquele ser que as relacionou.

No entanto, comumente,
antes mesmo da primeira semana
do ano acabar,
a lista é abandonada em alguma gaveta,
juntamente com a disposição
sincera de mudança que
a havia inspirado.

E lá se vão para o esquecimento,
mais uma vez,
as mudanças prometidas
para si mesmo.

Quem se espera enganar?

Afinal,
a proposição de reforma
íntima atinge primeiramente ao
próprio interessado.

Propostas como essas abandonadas
lembram projetos que se iniciam
e não se realizam.

São barcos que jamais alcançam o mar.
Textos sem ponto final.
Obras que não saem da prancheta de desenho.
Músicas jamais executadas.
Flores que não desabrocharam.
Filhos que não nasceram.
Amores inconfessados.
Desenhos que nunca tocaram um papel.
Promessas não cumpridas.
Sonhos abandonados.

Os dias passam rápidos.

As folhas brotam,
crescem e mais adiante caem das árvores,
enquanto as pessoas passam
seus dias adiando partidas,
retardando começos e cancelando mudanças.

E o que poderia acontecer de modo voluntário,
acaba se tornando obrigatório.

A vida, um dia,
há de nos cobrar pelas realizações que nos
caberiam e que não levamos a termo.

Que realizações serão essas?
Grandes feitos?
Conquistas retumbantes?
Não.

Por certo,
as mais significativas missões que nos foram
confiadas têm o objetivo de domar
nossas próprias imperfeições.

"Ah! Mas é tão difícil vencer hábitos antigos!"
- poderíamos argumentar.

No entanto,
mais difícil ainda será conviver
para sempre com costumes infelizes
que amargam a nossa existência
e a daqueles que nos cercam.

Projetos inacabados,
por certo, temos vários.

Qual deles retomar e concluir
de uma vez por todas?

Cada um de nós deverá saber
qual é o mais urgente e mais viável,
por ora.

Trata-se de uma decisão intransferível e inadiável.
É chegada a hora de realizar e de transformar.
É hora de abandonar as desculpas
que nos serviram de muletas por
tantos séculos,
retardando-nos,
no mesmo compasso de atraso
e de teimosia vã.

Pense nisso!

Que o dia de hoje seja uma marca
significativa na linha do tempo
de nossas existências.

Pouco importa que dia da semana seja.
Não interessa em que mês do ano estejamos.
Não há porque esperar por outra oportunidade.
Chances são como brisas que surgem
rapidamente e se vão de igual forma.

Não há motivo real e justo para
permanecer estacionados
enquanto a vida nos chama
a realizar o bem.

Coragem e disposição hão
de ser a inspiração que nos faltava.

Não amanhã, mas sim, hoje.
Não depois, mas sim,
a partir de agora.

Pense nisso.

TEXTO: Equipe de Redação do Momento Espírita
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 29 de Dezembro de 2.011.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Uma virtude inestimável

Nossa concepção de tempo
muito tem a ver
com o estado de ansiedade
que nos encontramos.

Assim,
uma hora pode parecer
uma eternidade
e alguns momentos de felicidade
podem se evacuar como
se o relógio se apressasse
dez vezes mais.

Quem quer parar o tempo
o vê passar entre
os dedos como a mais fina
areia e quem
quer ver correr o hoje
para chegar logo o amanhã
precisa acalmar
o coração.

Há coisas que não
controlamos e quaisquer
que forem nossas ansiedades,
cada minuto pega o
devido tempo para
ser percorrido.

O fruto colhido no devido
tempo e estação é muito
mais saboroso.
Quando esperamos,
sempre esperamos demais
no nosso ver.

Quando pedimos,
já queríamos que fosse
para ontem e nos esquecemos
que existe uma ordem
natural para todas as coisas.

As bênçãos de Deus não tardam...
elas chegam na hora
exata que devem chegar e o
que nos causa sofrimento
e agonia é a pressa de
querer ver resultados.

Se nos entregamos
inteiramente
aos cuidados de Deus,
sabemos que as promessas
que recebemos serão
cumpridas no tempo previsto,
não por nós,
mas por Aquele que
conhece o mais profundo
do nosso âmago e a mais pequenina
das nossas necessidades.

Descansar nas promessas
Divinas faz do nosso
dia-a-dia melhor,
nos torna serenos e exemplo
para aqueles que não
conseguem controlar
a ansiedade.

A fé nos sustenta,
alimenta nosso espírito
e nos faz agradáveis aos
olhos de Deus.

Esperar por uma promessa
pode ser a maior de
todas as provações,
mas bendito é aquele que espera,
não baixa a cabeça,
olha para a frente e confia.

Esse comerá do fruto da vitória,
pois cada estação nos
oferece o que ela tem de
melhor e a paciência é uma
virtude inestimável.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 23 de Dezembro de 2.011.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Tempestades

Aos olhos de quem assiste de longe,
depois da tempestade que sacudiu a vila,
restou apenas os escombros de uma vida,
restos de uma história que agora jazem no chão.

Fotografias, eletrodomésticos, móveis,
tudo destruído e embolados pela lama.
Lágrimas...

Mas,
para o dono da casa existe algo mais,
em cada canto de parede uma história,
emoções que não contam no censo,
lutas, conquistas, celebrações,
derrotas, contratempos e decepções,
tudo embolado com a lama.
Mas ninguém vê.
Sentimentos...

Eis o que resta de toda vida,
as emoções vividas, o bom combate travado,
o que sentimos e guardamos na alma.

Sempre:
o cheiro da nossa fronha, não o travesseiro,
a sensação da nossa cama, não o colchão,
o conforto da nossa roupa, não a etiqueta da calça,
a proteção do nosso calçado, não a origem do sapato.
o amor que sentimos,
não o que esperamos de alguém.
Certezas...

Tudo pode estar no chão agora,
podem ter roubado tudo de você,
a sua paz, o seu chão, até a sua liberdade,
só não deixe que roubem as suas certezas,
o que você já tem em seu interior,
o conhecimento, a vivência, o amor.

São esses os materiais que você
precisa agora e sempre,
para reconstruir a sua "casa" depois do furacão,
e enquanto todos enxergam destroços,
você, com esperança e certeza,
vai enxergar a vida que se abre para
"o reconstruir",
e tudo começa agora,
com essa vontade louca de ser feliz!

Não desista de você!

Eu acredito em você!

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 20 de Dezembro de 2.011.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Novo tempo

Quando o vento frio passar,
e tarde deixar seus últimos suspiros,
a noite,
renovadora de todas as coisas,
vai chamar pelo seu nome e cobrar,
ainda que delicadamente,
o que você andou fazendo
pela sua felicidade.

Uns chamam isso de
"consciência",
outros de "inspiração".

Não,
não importa o nome,
o que realmente importa,
é que você não deve deixar a
sua história na mão de ninguém.

Não pode, nem deve,
depender de ninguém.
Sua felicidade é "arca própria",
é um bau de tesouros,
que não deve ficar em
qualquer canto.

Quer saber do seu futuro?

Comece agora a construí-lo
com novos pensamentos,
que geram novas atitudes.

Que sempre começam com
um grito de liberdade.

É a sua alma que se revolta
contra a situação,
de te ver assim tão pra baixo,
se sentindo o
"biscoito amassado do pacote".

É tempo de dizer: Basta!

Ainda hoje,
não importa a hora que for,
tudo pode ser melhor
na sua vida.

A começar pelo seu
estado de espírito.
Se você assumir o controle
da sua vida,
se descobrir o poder que
habita em você,
não precisará de mais nada,
nem de ninguém,
para descobrir caminhos,
oportunidades,
forças restauradoras,
amor, prosperidade, saúde,
riqueza espiritual
que não se vende,
nem se compra,
mas,
se adquire com atitudes
de VENCEDOR.

O que você quer ser?
Vencedor ou Vencido?

Não jogue a culpa de algum
fracasso para ninguém.

A escolha é sempre sua,
na dor ou no amor,
na luta ou na calmaria,
no tempo ou na espera,
sempre será a sua palavra,
a última palavra,
o que diz sim ou não,
o que aceita ou rejeita,
o que não se cala,
ou fica mudo.

É tempo de um novo pensamento,
de um novo "você".

Forte como o próprio tempo,
que é eterno.

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 15 de Dezembro de 2.011.

A CADA UM SEGUNDO SUAS OBRAS...

Há os que tatuam cruzes no braço
Mas não conseguem tatuar no coração.

Hás os que colam o plástico "Jesus no carro"
Mas plastificam seus corações.

Há os que lêem bíblias em voz alta
Mas a bondade do coração está muda.

Há os que oram de joelhos
Mas o orgulho reina em pé em seus corações.

Há os que frequentam templos
Mas não frequentam a prática do amor.

Há os que louvam os anjos e santos
Mas são surdos para os seus conselhos.

Há os que professam lindas doutrinas
Mas sequer as praticam no próprio lar.

Há os que pregam a humildade
Mas não se dobram diante do irmão de outra ideologia.

Há irmãos que doam valores materiais
Mas não doam a boa ação que transportam.

No entanto,
Há irmãos que não doam nenhum bem
Mas doam a si próprios.

Há irmãos que vivem no silêncio
Mas seus corações gritam amor.

Há irmãos que são discretos em sua humildade
Mas são gigantes fraternos.

Há irmãos sem cultura e ignorantes
Mas praticam a sabedoria da caridade.

Há irmãos que nem conhecem doutrinas religiosas
Mas já são sua própria religião no dia a dia.

Há amores e paixões, abrangência e limitações,
vontade e má fé, humildade e orgulho...

A cada um segundo suas obras.

Não importa o que a boca fala,
mas o que o coração pratica.

TEXTO: Dalton
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 14 de Dezembro de 2.011.

sábado, 3 de dezembro de 2011

O QUE FAZER COM O FRACASSO

O que fazer quando
“caímos do cavalo”?
Levantar e tentar
acertar novamente.
Só isto!

Não basta ficar mentalizando
o sucesso e lendo livros
idiotas de auto-ajuda.

Não funciona buscar
as causas nos outros,
ter autopiedade ou comportar-se
como eterna vítima.

Ser covarde e se esconder
ou somente chorar
não ajuda em nada.

Levantar,
entender porque erramos
e tentar mais mil vezes
se necessário.
Nunca desistir.

As pessoas muitas
vezes nem tentam porque
têm pavor do fracasso.
Ficam paralisadas diante
do medo de errar.

Medo todos temos,
o que nos diferencia é
a capacidade de dominá-lo.

Uma analista de uma
empresa me
contou que um consultor
perguntou sua idade
e quando ouviu que ela
tinha 30 anos,
disse: “...
você nunca será gerente.

Quem não foi promovido a
gerente até esta idade,
não o será jamais”.

Um sujeito realmente
burro e idiota este consultor!

Roberto Marinho começou
a construir um império
quando já tinha 60 anos de idade.

Conheço um empresário
que hoje tem setenta
anos e iniciou sua empresa
de 300 milhões de reais por
ano aos 64!

O conselho que dei a esta
jovem profissional?
Esqueça o idiota,
um idiota é invencível!

Você venceria o Einstein em
uma discussão se
tivesse razão,
mas você nunca vencerá
um idiota.

E, atenção:
afaste-se dos idiotas,
eles podem encontrá-la em
um dia carente e você pode
acreditar em um deles,
desorientando-se por
muito tempo.

O fracasso deve funcionar
como um combustível
para a vitória.
Cada vez que você tenta
e não consegue,
você fica mais perto do jeito
certo de fazer.

Evidentemente,
não basta apenas tentar
sem o devido PREPARO.

O que nos dá PAZ DE ESPÍRITO
na derrota é a certeza
de que nos preparamos o
máximo possível para a vitória.

Quando terminamos
a preparação e vamos
para a luta,
já não temos o controle
total da situação.

Então,
é hora de relaxar e de tentar,
sem pensar na
possibilidade do erro.
Se perdermos,
pode ser porque não
somos bons o suficiente
ou porque encontramos
competidores muito melhores
do que nós.

A única causa que não
poderia estar presente em
nossa derrota é a
falta de preparo.

Insisto neste ponto
porque nada é tão poderoso
na vida profissional
quanto o suor,
a quantidade de horas
de estudo e de trabalho.

É preciso TRABALHAR
muitas horas.

Quando alguém me diz
que fracassou porque não
teve tempo para isto
ou para aquilo,
recomendo que esta pessoa
durma menos.

Ninguém é vitorioso apenas
cumprindo oito horas
de trabalho por dia.

O fracasso pode
ser evitado com muitas
horas de trabalho e de estudo
à noite e nos finais
de semana.

Não conheço qualquer
pessoa vitoriosa que não
tenha sacrificado
centenas de sábados e
de domingos e horas de
descanso após às
seis da tarde.

Não devemos,
portanto,
pensar na possibilidade
do fracasso,
devemos manter o foco
na PREPARAÇÃO.

Os vitoriosos experimentam
fracassos,
vitórias e preparação.

Os preguiçosos e perdedores
apenas experimentam
o medo.

TEXTO: Paulo Ricardo Mubarack
(consultor de gestão,
qualidade,
administração de pessoas,
rh, iso9001 e autor do livro empresas nuas)
mubarack@terra.com.br
www.mubarack.com.br
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 10 de Dezembro de 2.011.

Fazer o bem sem olhar a quem ...

Aprendemos que a vida
nos retorna o bem que fazemos
como o espelho retorna
nossa imagem.

Aprendemos ainda que fazer
o bem é plantar flores nos
caminhos pelos quais passamos
e que um dia chegará o
grande dia da ceifa,
onde nossas cestas estarão
repletas dos frutos de tudo
o que plantamos.

O que talvez não tenhamos
aprendido completamente é que
se podemos escolher
nossos amigos,
não podemos escolher
os alvos da nossa atenção.

Quem tem uma necessidade,
tem uma necessidade aberta
a todos e não somente aos que
estão próximos dele.

Fazer o bem a alguém
não é dar e considerar
isso como uma dívida,
mas distribuir e continuar
seu caminho,
sem olhar para trás para ver
se o outro ficou agradecido.

Nosso coração se aquece
quando recebemos de volta
um olhar agradecido,
mas quem nos agradece
verdadeiramente é Deus.

Não faça algo por alguém
que precisa de você simplesmente,
mas por alguém que precisa.
Não podemos julgar as
pessoas merecedoras ou
não dos nossos favores.

Quando nosso coração é generoso,
ele fecha os olhos e oferece-se,
ele se abre para quem o magoou
e para quem o amou e também
para quem o olhou de
maneira indiferente.

Quando Jesus nasceu,
foi para todos e quando morreu
o amor confundiu-se com
perdão no Seu coração...
quando ressuscitou abriu as
portas do paraíso para quem
caminhou ao lado dele,
mas também para quem
O chicoteou.

Fazer o bem sem olhar a quem
é ver todas as pessoas
de maneira igual,
é dar um pedaço de pão,
um agasalho,
dar atenção e oferecer perdão.

Há pessoas que precisam
de comida e de teto,
outras têm mais do que
podem gastar.

Mas não existe quem não
precise de nada e não existe
quem nada tem para oferecer.

Aqueles que possuem
a luz de Cristo,
a possuem e irão iluminando
todos os caminhos por
onde passarem.

Um feliz e generoso Natal!

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 09 de Dezembro de 2.011.

Nossas dores ...

Nossa dor é uma maneira de
encarar um fato,
e podemos agravar ou não esse momento,
nos agarrando aos sentimentos
que envolvem a dor,
ou lutar para compreender e diminuir
esse estágio.

Lógico que precisamos responder a dor
com o devido sentimento,
não dá para receber a notícia de uma
morte de um ente querido,
com sorrisos e alegria,
fazendo uma "festa da passagem",
mas também não dá para se
fechar para a vida
pelo resto da existência,
vivendo o luto.

Assim também ocorre com
uma desilusão no amor,
não é porque você sofreu uma traição,
ou perdeu aquela pessoa
que julgava ser a sua alma gêmea,
que a semente do amor vai
secar na sua vida.

O amor, a dor,
a doença e até mesmo a morte,
são estágios de evolução que cobram
um preço sim,
mas cada um paga apenas o que
quer pagar,
somos nós quem colocamos
o preço do sofrer,
podemos encurtar ou prolongar
o sofrimento,
através da determinação
em seguir adiante,
deixando a vida nos mostrar
"oportunidades",
outras maneiras de ser
feliz e evoluir.

Nem toda evolução passa pela dor,
podemos optar pelo amor,
que é sempre mais prazeroso,
mas nem sempre é o caminho
mais fácil,
pois o amor pede liberdade,
perdão,
despojamento,
esperança e certeza,
coisa que nem sempre carregamos
na alma.

A escolha é sua:
fechar-se na dor e perder
o preciso tempo que tudo repara,
ou respirar fundo e dizer para a vida:
Eu quero seguir e ser feliz!

Eu acredito em você.

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 08 de Dezembro de 2.011.

Fique Firme, não desista ...

Desistir é uma solução permanente
para um problema temporário.
* James MacArthur *

Eu fico imaginando quantas pessoas
desistiram dos seus sonhos apenas duas ou
três semanas antes de conseguirem
aquela realização tão esperada.

Um dos maiores desafios rumo a uma realização
bem-sucedida é o de manter um
senso de urgência em relação ao seu trabalho,
e ao mesmo tempo ser paciente
o suficiente para permanecer firme
o tempo que for necessário.

É absolutamente importante a presença
de três indispensáveis ingredientes:
acreditar, ter fé e confiar.

Primeiramente:
acreditar naquilo que você está fazendo.

Fé na certeza de que existe um Deus
que em momento algum o desamparará;
e confiar que mediante os valores
que você está estabelecendo,
o retorno fatalmente virá
numa forma multiplicada,
muitas e muitas vezes.

Se você trabalhar em algo o tempo suficiente,
e sinceramente der o melhor de si a cada dia,
e constantemente buscar novos
rumos e estratégias a fim de
aprimorar a sua perfórmance,
sem nenhuma dúvida você será bem-sucedido.

Tudo aquilo que é rico de genuíno
valor e significado toma tempo.

Não me interprete mal.
Com isso não estou
querendo dizer que você deverá
simplesmente esperar que as coisas
aconteçam naturalmente por si mesmas.

Saiba aonde você está indo;
dê o melhor ao seu trabalho;
dê tudo que é possível dar.

Providencie,
transmita os valores para o maior
número possível de pessoas,
e então você se dará conta de que a confiança
que depositou nos seus esforços
será ricamente recompensada.

TEXTO: Nélio da Silva
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 07 de Dezembro de 2.011.

domingo, 27 de novembro de 2011

O Que Fazer Do Fracasso?

"Levanta-te, resplandece..."
(Isaías 60:1)

O Apóstolo Paulo falhou;
Pedro falhou;
todos os doze apóstolos falharam.

Davi,
o Maior rei de Israel,
"um homem segundo o coração de Deus",
falhou.
Moisés,
gigante entre os Israelitas,
que deu a Lei,
libertador de seu povo,
falhou.
Jacó,
pai de Israel,
falhou;
Isaque,
filho da promessa,
falhou.
Abraão,
pai da fé,
modelo daqueles que
são íntegros e fiéis,
falhou.
Até nossos primeiros pais,
em sua perfeição humana,
falharam.

Quem não falhou?
Falhar não é o problema e
sim o que se faz depois
da falha.
Quem faz do fracasso um
ponto final é um fracassado.

Aquele que vê no fracasso uma
escola do Espírito
deixa que o fracasso contribua
para seu
crescimento em Cristo.

A Palavra de Deus está
repleta de exemplos de
grandes homens
que experimentaram momentos
de falhas e decepções. Eram
homens e, portanto,
tinham seus erros.
Mas Deus os amava e
eles superaram
os fracassos e tornaram-se
vitoriosos na força do Senhor.

Seria diferente conosco?
Poderíamos nós ser perfeitos
e sem erros?
Claro que não.
Por isso Jesus Cristo,
nosso Senhor e Salvador,
veio ao mundo e morreu na
cruz para nos trazer
regeneração e para nos
aproximar novamente da
presença santa do Pai.

Há um ditado popular que diz:
"Errar é humano e persistir
no erro é burrice".

Espiritualmente poderíamos dizer:
"Errar faz parte da natureza humana,
mas reconhecer o erro e pedir
perdão a Deus nos conduz
novamente à santidade
e nos faz obter,
pelos méritos do Senhor,
a herança celestial que nos
foi preparada
desde a fundação do mundo".

As falhas e fracassos
diante de Deus não devem
ser o ponto
final de nossos objetivos.

Devemos sempre estar
dispostos a
levantar e seguir
em frente.

O Senhor
estará ali para nos ajudar.

Os fracassos serão
esquecidos e as conquistas
prevalecerão.
Os pecados serão perdoados
e a alegria de
estar com Deus permanecerá
por toda a eternidade.

Use seus fracassos como estímulo
para alcançar as vitórias
almejadas.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 02 de Dezembro de 2.011.

A Morte não Existe

É possível que o temor
da morte provenha do fato
de se pensar que tudo
termine com a vida.

A morte verdadeira
é o não pensar,
uma tirania que aprisiona
a inteligência,
uma escravidão mental.

Como sentir a eternidade
dentro de si?

Não estamos morrendo todas
as noites para despertar
no dia seguinte?

Na Comédia de Dante,
diz o poeta:
“O pior dos suplícios é sentir-se
morto sem acabar de morrer,
é sentir-se quase vivo estando morto,
e ansiando morrer,
seguir vivendo”.

A morte tem a ver com
a falta de estímulos,
de interesse e esperança.

O essencial é a atividade,
o movimento, o equilíbrio.

É necessário abandonar
a inércia e a desesperança,
construir um novo futuro,
ressurgir das cinzas como
o pássaro imortal,
uma verdadeira ressurreição
que a lenda de Lázaro não
pode explicar.

Por que o espírito humano
busca o conhecimento e o
aperfeiçoamento?

Por que busca o acercamento
com Deus?

A liberdade do homem
é construída sobre o pensar.
Quanto mais pensar,
mais livre será.

Mas o que é pensar?
Esta movimentação discricionária
de pensamentos na mente seria pensar?

Não, isso não é pensar,
criar soluções luminosas,
optar por caminhos,
selecionar o que convém para
o bem e felicidade próprios
e alheios.

Ao pensar,
opomo-nos à fatalidade
e liberamo-nos do destino comum,
da mediocridade.
Trata-se de opor à fatalidade
um destino construído pela pessoa,
que será viável através
do conhecimento,
do domínio dos pensamentos.

Todos têm o privilégio de
mudar o destino,
apesar de não poder
modificar o desígnio que
lhes dá um tempo de vida
neste planeta.

A cada decisão que se toma,
o futuro está sendo alterado.
A fatalidade e o predeterminismo
não existem para
quem use sua inteligência
para construir o futuro.

Não é a fatalidade
que leva o desatento
a acidentar-se,
o esquecido a envolver-se
em inúmeros problemas,
o irascível a atrair sobre si
a violência dos que
não o suportam.

O destino pode ser modificado
por quem compreende
que deve se transformar
para construir uma vida melhor,
pois existe para o ser humano
o livre arbítrio,
a liberdade interior por
optar sobre o que quer pensar,
fazer, realizar.
Assim se poderá escapar
da fatalidade.

Qualquer obstáculo
pode ser transformado
em instrumento de aperfeiçoamento
pessoal através da utilização
da inteligência.

Um defeito que nos incomoda
poderá mover-nos para combatê-lo,
extirpá-lo.

Mudando,
poderemos construir
um novo destino.

Nenhuma idéia diferente
ou oposta à do aperfeiçoamento
poderá nos impulsionar
para a construção de uma
vida mais feliz.

Um dos preceitos gravados
no Templo de Delfos era o
“Conhece a ti Mesmo”.
Platão diz através de Sócrates
- personagem de um de seus escritos -
que “parece-me ridículo,
pois,
não possuindo eu ainda
esse conhecimento,
que me ponha a examinar
coisas que não me
dizem respeito.
Não são as fábulas que investigo;
é a mim mesmo”.

Esse conhecimento implica
conhecer os defeitos pessoais;
é muito comum censurarmos
os dos outros.

Ao evitar, em nós,
os que censuramos,
estaríamos realizando uma
pequena parte daquele conhecimento
inscrito no templo grego.

Assim como a fome
e a sede são sinais de nosso
organismo indicando que
precisamos nos alimentar,
os defeitos são sinais
de que nosso organismo psicológico
nos dá indicando que
devemos mudar.

E o nome dessas mudanças
é educação espiritual;
construção de uma nova
conduta que deverá nos
ocupar diariamente,
da mesma forma como
dormimos e nos alimentamos,
para não cair na inanição mental,
na indigência espiritual.

Há também muitos
preconceitos que precisam
ser eliminados e que nos
têm influenciado fortemente.

O primeiro deles é o que
diz que não podemos mudar,
que tudo está escrito,
que a vida é um vale de sofrimentos,
que não somos ninguém,
que o ser humano não
tem conserto,
que alguém virá para
nos salvar e resolver por nós
o que não conseguimos.

Ao vencer tais preconceitos
e assumir as rédeas do destino,
opomo-nos ao comum e á
fatalidade que não existe para
quem lute por pensar com
liberdade e construir
o próprio futuro.

TEXTO: Nagib Anderáos Neto
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 30 de Novembro de 2.011.

Sobre estar sozinho

Não é apenas o avanço tecnológico
que marcou o inicio deste milênio.
As relações afetivas também
estão passando por
profundas transformações e
revolucionando o conceito
de amor.

O que se busca hoje é
uma relação compatível com
os tempos modernos,
na qual exista individualidade,
respeito,
alegria e prazer
de estar junto,
e não mais uma relação
de dependência,
em que um responsabiliza o outro
pelo seu bem-estar.

A idéia de uma pessoa
ser o remédio para nossa felicidade,
que nasceu com o romantismo,
está fadada a desaparecer
neste início de século.

O amor romântico parte
da premissa de que somos
uma fração e precisamos
encontrar nossa outra metade
para nos sentirmos completos.

Muitas vezes ocorre
até um processo
de despersonalização que,
historicamente,
tem atingido mais a mulher.
Ela abandona suas características,
para se amalgamar ao
projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos
também vem dessa raiz:
o outro tem de saber fazer
o que eu não sei.

Se sou manso,
ele deve ser agressivo,
e assim por diante.
Uma idéia prática de sobrevivência,
e pouco romântica,
por sinal.

A palavra de ordem deste
século é parceria.
Estamos trocando o amor
de necessidade,
pelo amor de desejo.

Eu gosto e desejo a companhia,
mas não preciso,
o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico,
que exige mais tempo individual,
as pessoas estão perdendo
o pavor de ficar sozinhas,
e aprendendo a conviver
melhor consigo mesmas.

Elas estão começando a
perceber que se sentem fração,
mas são inteiras.
O outro,
com o qual se estabelece um elo,
também se sente uma fração.
Não é príncipe ou salvador
de coisa nenhuma.
É apenas um companheiro
de viagem.

O homem é um animal
que vai mudando o mundo,
e depois tem de ir se reciclando,
para se adaptar ao mundo
que fabricou.

Estamos entrando na era
da individualidade,
o que não tem nada a
ver com egoísmo.
O egoísta não tem
energia própria;
ele se alimenta da energia
que vem do outro,
seja ela financeira ou moral.

A nova forma de amor,
ou mais amor,
tem nova feição e significado.

Visa a aproximação de dois inteiros,
e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles
que conseguirem trabalhar
sua individualidade...

Quanto mais o indivíduo
for competente para viver sozinho,
mais preparado estará
para uma boa relação afetiva.

A solidão é boa,
ficar sozinho não é vergonhoso.
Ao contrário,
dá dignidade à pessoa.

As boas relações afetivas
são ótimas,
são muito parecidas com
o ficar sozinho,
ninguém exige nada de
ninguém e ambos crescem.

Relações de dominação
e de concessões exageradas
são coisas do século passado.
Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar
e agir não serve de referência
para avaliar ninguém.

Muitas vezes,
pensamos que o outro
é nossa alma gêmea e,
na verdade,
o que fizemos foi inventá-lo
ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam
ficar sozinhas de vez em quando,
para estabelecer um
diálogo interno e descobrir
sua força pessoal.

Na solidão,
o indivíduo entende
que a harmonia e a paz de
espírito só podem ser
encontradas dentro dele mesmo,
e não à partir do outro.

Ao perceber isso,
ele se torna menos crítico
e mais compreensivo quanto
às diferenças,
respeitando a maneira de
ser de cada um.

O amor de duas pessoas
inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação,
há o aconchego,
o prazer da companhia
e o respeito pelo ser amado.

Nem sempre é suficiente
ser perdoado por alguém,
algumas vezes você tem de
aprender a perdoar
a si mesmo...

TEXTO: Flávio Gikovate
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 29 de Novembro de 2.011.

domingo, 20 de novembro de 2011

As dores da Alma

As dores da alma não
deixam recados,
imprimem uma sentença
que perdura pelos anos.

Um amor que acabou
mal resolvido,
um emprego que se perdeu
inexplicavelmente,
um casamento que
mal começou e já terminou,
uma amizade que acabou
com traição,
tudo vai deixando sinais,
marcas profundas...

Precisamos trabalhar
as dores da alma,
para que sirvam apenas
de aprendizado,
extraindo delas a capacidade
de nos fortalecermos,
aprendendo que o melhor de nós,
ainda está em nós mesmos.

Que amando-nos incondicionalmente
descobrimos a auto-estima,
que se deixarmos seguir
o caminho da dor e da lamentação,
iremos buraco abaixo no caminho
da depressão.

As dores da alma não
saem no jornal,
não viram capa de revista,
e só quem sente,
pode avaliar o estrago que
elas causam.

Como não existe vacina para
amores mal resolvidos,
nem para decepções diárias,
o que vale é a prevenção,
então:
ame-se para amar
e ser verdadeiramente amado,
sorria para que o mundo
seja mais gentil,
dedique-se,
para que as falhas sejam pequenas,
não se compare a ninguém,
você é único,
repare nas pequenas coisas,
mas cuidado com as grandes
que por vezes estão bem diante
do nosso nariz e não
enxergamos.

Sonhe,
pois o sonho é o combustível
da realização,
tenha amigos e seja o melhor
amigo de todos,
apaixone-se pela vida e por
tudo o que é seu,
acredite em seu poder
de sedução,
estimule-se,
contagie o mundo com
o seu melhor,
creia em Deus,
pois sem Ele não há
razão em nada,
e tenha sempre a absoluta
certeza de que,
depois da forte tempestade,
o arco-íris vai surgir e o sol vai
brilhar ainda mais forte.

Eu acredito em você!

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 26 de Novembro de 2.011.

A PORTA DO LADO

Em entrevista dada
pelo médico Drauzio Varella,
disse ele que a
gente tem um nível
de exigência absurdo em
relação à vida,
que queremos que absolutamente
tudo dê certo, e que,
às vezes,
por aborrecimentos mínimos,
somos capazes de passar
um dia inteiro de cara amarrada.

E aí ele deu um exemplo trivial,
que acontece todo dia
na vida da gente...

É quando um vizinho
estaciona o carro
muito encostado ao seu na garagem
(ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping).
Em vez de
simplesmente entrar pela outra porta,
sair com o carro e tratar da sua vida,
você bufa, pragueja,
esperneia e estraga o que
resta do seu dia.

Eu acho que esta história de
dois carros alinhados,
impedindo a abertura da porta do motorista,
é um bom exemplo do que
torna a vida de algumas pessoas melhor,
e de outras, pior.

Tem gente que tem
a vida muito parecida com
a de seus amigos,
mas não entende por que eles
parecem ser tão mais felizes.

Será que nada dá errado pra eles?
Dá aos montes.
Só que, para eles,
entrar pela porta do lado,
uma vez ou outra,
não faz a menor diferença.

O que não falta neste mundo
é gente que se acha o último
biscoito do pacote.
Que "audácia" contrariá-los!
São aqueles que nunca
ouviram falar em saídas
de emergência:
fincam o pé, compram briga
e não deixam barato.

Alguém aí falou em complexo
de perseguição? Justamente.
O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta,
e às vezes saio por ela também.
É incômodo,
tem um freio de mão no
meio do caminho,
mas é um problema solúvel.
E como esse,
a maioria dos nossos
problemões podem ser
resolvidos assim,
rapidinho.
Basta um telefonema,
um e-mail,
um pedido de desculpas,
um deixar barato.

Eu ando deixando de graça...
Pra ser sincero,
vinte e quatro horas têm
sido pouco prá tudo o que
eu tenho que fazer,
então não vou
perder ainda mais tempo
ficando mal-humorado.

Se eu procurar,
vou encontrar dezenas de
situações irritantes e
gente idem;
pilhas de pessoas que vão
atrasar meu dia.
Então eu uso a "porta do lado"
e vou tratar do
que é importante de fato.

Eis a chave do mistério,
a fórmula da felicidade,
o elixir do bom humor,
a razão por que parece que
tão pouca coisa na vida dos
outros dá errado."

Quando os desacertos da
vida ameaçarem o seu bom humor,
não estrague o seu dia...
Use a porta do lado e mantenha
a sua harmonia.

Lembre-se,
o humor é contagiante - para o bem e para o mal - portanto,
sorria,
e contagie todos ao seu
redor com a sua alegria.

A "Porta do lado"
pode ser uma boa entrada ou uma boa saída...
Experimente!

TEXTO: Dráuzio Varella
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 25 de Novembro de 2.011.

A Alegria na Tristeza

O título desse texto na
verdade não é meu,
e sim de um poema do uruguaio
Mario Benedetti.
No original,
chama-se "Alegría de la tristeza"
e está no livro
"La vida ese paréntesis"
que, até onde sei,
permanece inédito no Brasil.

O poema diz que a gente
pode entristecer-se
por vários motivos ou por
nenhum motivo aparente,
a tristeza pode ser por nós
mesmos ou pelas dores do mundo,
pode advir de uma palavra
ou de um gesto,
mas que ela sempre aparece
e devemos nos aprontar
para recebê-la,
porque existe uma alegria
inesperada na tristeza,
que vem do fato de ainda
conseguirmos senti-la.

Pode parecer confuso
mas é um alento.
Olhe para o lado:
estamos vivendo numa era
em que pessoas matam em
briga de trânsito,
matam por um boné,
matam para se divertir.

Além disso,
as pessoas estão sem dinheiro.
Quem tem emprego,
segura.
Quem não tem,
procura.
Os que possuem um amor
desconfiam até da própria sombra,
já que há muita oferta
de sexo no mercado.

E a gente corre pra caramba,
é escravo do relógio,
não consegue mais ficar
deitado numa rede,
lendo um livro,
ouvindo música.
Há tanta coisa pra fazer
que resta pouco tempo
pra sentir.

Por isso,
qualquer sentimento é bem-vindo,
mesmo que não seja uma euforia,
um gozo,
um entusiasmo,
mesmo que seja uma melancolia.

Sentir é um verbo que se
conjuga para dentro,
ao contrário do fazer,
que é conjugado pra fora.

Sentir alimenta,
sentir ensina,
sentir aquieta.
Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro,
fazer é uma festa.
O sentir não pode ser escutado,
apenas auscultado.
Sentir e fazer,
ambos são necessários,
mas só o fazer rende grana,
contatos, diplomas, convites,
aquisições.

Até parece que sentir não
serve para subir na vida.

Uma pessoa triste é evitada.
Não cabe no mundo da
propaganda dos cremes dentais,
dos pagodes, dos carnavais.

Tristeza parece praga,
lepra, doença contagiosa,
um estacionamento proibido.

Ok,
tristeza não faz realmente
bem pra saúde,
mas a introspecção é um
recuo providencial,
pois é quando silenciamos
que melhor conversamos
com nossos botões.

E dessa conversa sai luz,
lições, sinais,
e a tristeza acaba saindo também,
dando espaço para uma alegria
nova e revitalizada.

Triste é não sentir nada.

TEXTO: Martha Medeiros
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 24 de Novembro de 2.011.

A FELICIDADE REALISTA

De norte a sul,
de leste a oeste,
todo mundo quer ser feliz.
Não é tarefa das mais fáceis.

A princípio,
bastaria ter saúde,
dinheiro e amor,
o que já é um pacote louvável,
mas nossos desejos são
ainda mais complexos.

Não basta que a gente
esteja sem febre:
queremos, além de saúde,
ser magérrimos,sarados,
irresistíveis.

Dinheiro?
Não basta termos para
pagar o aluguel,
a comida e o cinema:
queremos a piscina olímpica,
a bolsa Louis Vitton e uma
temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor?
Ah, o amor...
não basta termos alguém
com quem podemos conversar,
dividir uma pizza e fazer
sexo de vez em quando.

Isso é pensar pequeno:
queremos AMOR,
todinho maiúsculo.

Queremos estar visceralmente
apaixonados,
queremos ser surpreendidos
por declarações e presentes
inesperados,
queremos jantar à luz de
velas de segunda a domingo,
queremos sexo selvagem e diário,
queremos ser felizes assim
e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos
de tentar ser felizes de
uma forma mais realista.

Por que só podemos ser felizes
formando um par e não
como pares?
Ter um parceiro constante,
não é sinônimo de felicidade,
a não ser que seja a felicidade
de estar correspondendo
a expectativas da sociedade,
mas isso é outro assunto.

Você pode ser feliz solteiro,
feliz com uns romances ocasionais,
feliz com parceiros,
feliz sem nenhum.

Não existe amor minúsculo,
principalmente quando
se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção.
Quem tem,
precisa aproveitá-lo,
gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando,
juntando, juntando.
Apenas o suficiente para
se sentir seguro,
mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco,
é com este pouco que
vai tentar segurar a onda,
buscando coisas que
saiam de graça,
como um pouco de humor,
um pouco de fé e um
pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma
realista é fazer o possível
e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem
almejar passarelas,
trabalhar sem almejar o estrelato,
amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio:
hora de acordar.
É importante pensar-se
ao extremo,
buscar lá dentro o
que nos mobiliza,
instiga e conduz mas sem
exigir-se desumanamente.

A vida não é um game
onde só quem testa seus
limites é que leva o prêmio.

Não sejamos vítimas
ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais,
reduza-a.
Se você não está de
acordo com as regras,
demita-se.

Invente seu próprio jogo.

TEXTO: Martha Medeiros
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 23 de Novembro de 2.011.

Há momentos ...

Há momentos na vida da gente,
que a gente se pergunta
por que é que as coisas
são assim.

São nesses momentos,
que paramos para refletir sobre
o real sentido das coisas...
descobrindo assim as certezas e as
INcertezas da vida que a gente
vem carregando desde de sempre.

O interessante disso tudo,
é que não é apenas questão
de rever os principios,
mas é questão de rever a sí mesmo,
em quem você se tornou
em como você interage
com as pessoas,
se perguntar por que as coisas
são assim não adianta
em nada se você não demonstra
pra você mesmo o seu brilho,
a sua força, a sua garra,
o seu carisma,
o seu alto astral, o seu vigor,
sua juventude.

Não basta apenas mostrar
pra você mesmo,
você deve agarrar isso com tudo,
e provar pra todo
mundo do que você é capaz
e COMO você se dispoe
a encarar seu medos e seus
tropeços de cabeça erguida,
de peito aberto, sem medo,
sem preceitos,
sem esquecer de quem você
realmente é de que
como você realmente
gostaria de ser.

É com esse pensamento
que você abre
as portas de você mesmo
para que o seu verdadeiro
EU mostre a todos
quem está por dentro e
abrindo essa porta,
também,
é que você consegue
trazer pra dentro,
interagir com o exterior,
absorver as coisas.

Nessas horas,
temos que ficar atentos
e criar um filtro para
drenar tudo de ruim e absorvermos
somente o bom,
o agradavel, o doce.

Se você consegue acordar
todos os dias,
com o brilho nos olhos,
disposto a enfrentar seus medos,
e dar um tapa nos inimigos,
você consegue obter
de você mesmo e dos outros
tudo aquilo que você sonha,
tudo aquilo que você quer.

É a capacidade de nos
apaixonarmos todos os dias
é que nos faz criar
asas e alçar vôo rumo a lugares
mais distantes,
mais bonitos.

O fogo inocente dos olhos d
e uma criança,
o brilho curioso,
é o que devemos ter para
conseguirmos sonhar,
viver,
sorrir e crescer.

E para finalizar,
uma citação,
essa é para todos vocês
então decore:
"Amanhã será tomorrow(amanhã)"
- Falcão -

TEXTO: Pedro Bial
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 22 de Novembro de 2.011.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ouse sonhar

"Não há nada como
o sonho para criar o futuro.
Utopia hoje,
carne e osso amanhã. "
(Victor Hugo)

Não há nada pior do que
uma pessoa vagando pelo
mundo sem sonhos.
E digo vagando pois essa
é a sensação da pessoa:
um zumbi.

Sem vontade, sem desejos,
nada além do seguir adiante.
E não pense que a falta
de sonhos é coisa dessa
ou daquela pessoa.
Não tem nada haver com dinheiro,
posição social, cultura...

Muitos mendigos sonham
com um bom banho,
a mesa farta,
muitos ricos sonham
com dias de paz,
viagens maravilhosas,
outros,
querem apenas saúde.

Mas,
há os que não sonham,
ou sonham pouco.
Esses sim são os que preocupam.

Muitos estão vegetando fora
do coma hospitalar.
Trancados em quartos,
sem abrir janelas,
ou vivendo "vidinhas medíocres",
a troca de baixos salários,
com medo de "rebelar-se"
contra o sistema,
contra si mesmo.

Ouse sonhar!
ouse pensar grande!
Colocar a voz para fora,
as idéias para circularem.
Ouse inventar um novo
jeito de fazer a mesma coisa.
Ouse renovar o
seu relacionamento de anos,
com uma nova forma de beijar,
de fazer amor.
Nada precisa ser igual
todos os dias.
Nem você!

Um pouco de ousadia vai
te fazer muito bem!
Pode te levar de volta a escola,
pode te levar para
uma viagem para bem longe,
ou aqui mesmo em Piracicaba,
quem sabe?

Tudo depende da
sua capacidade de sonhar,
de sentir que pode realizar.

De colocar a mão na massa
e do trigo fazer o pão.
Do feijão cru a bela feijoada.
Do desejo de amar,
a um romance inesquecível.

É tempo de desejar a felicidade
e lutar por ela.
Sem medo de sonhar,
conquistar e ser feliz.

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 19 de Novembro de 2.011.

PERDAS ...

"Falar em perdas é falar em solidão,
tristeza, desesperança,
medo.

Quando digo perdas,
não estou apenas me referindo
aos que morrem,
mas a todos que de alguma forma,
nos deixam prematuramente,
antes que estejamos preparados.

Um amigo que se muda para longe,
um namoro interrompido
abruptamente e até mesmo um
ente querido que se vai,
provoca sempre em nós uma
sensação de vazio.

E porquê isso?

Porque sofremos tanto,
mesmo sabendo que estas perdas
ou partidas inesperadas são
inerentes á vida,
e que portanto,
náo podemos controlá-las?

Não saberia responder
com precisão á pergunta feita
em cima,
mas,
o que me parece mais
coerente é que nunca estaremos
prontos para nos acostumarmos
com a falta dos que amamos.

Por mais que saibamos,
que a qualquer momento
eles nos faltarão,
temos sempre a predisposição
em acreditarmos que quem
nos ama nunca nos traíria,
nos privando do seu carinho,
afecto e amor.

Ledo engano.
São justamente os que
mais amamos,
que mais nos machucam
com suas partidas inesperadas.
Vão-se sem aviso prévio,
e levam a nossa felicidade,
a fé na vida,
o equílibrio ...

O que fazer então?
Não amarmos?

Não nos permitirmos gostar
de alguém pelo simples facto
de que seremos,
mais cedo ou mais tarde,
deixados para trás na vida,
entregues ás nossas angústias
e remorsos por não termos dito
tudo ou não termos feito o
suficiente por eles?

Creio que não.
Se há algo na vida que
mais nos trás felicidade,
é sabermos que somos queridos
e não seria honesto nos privarmos
de tal sentimento por covardia.

Um amor de pai e mãe,
o carinho de um amigo
ou o afecto de uma relação a dois,
deve sempre se sobrepor
ao medo da perda.

Porque ela é inevitável;
o sentimento não.
Deve de ser exercitado,
todos os dias de nossas
breves vidas.
Ele é o que nos move,
nos dá o chão para que possamos
caminhar pela vidacom a certeza de que,
haja o que houver,
teremos sempre alguém
com quem contar,
que nos apoiará mesmo nos
momentos em que não
tenhamos razão.

Esta, meus amigos,
deve de ser a maior lição
deixada pelos que partem
sem nos avisar:
lembrar-nos que devemos
sempre curtir aqueles que amamos
com a intensidade proporcional
á brevidade de uma vida.
Porque quando nos faltarem,
saberemos que amámos
e fomos amados,
que demos e recebemos todo
carinho esperado,
que construímos um sentimento
que nenhuma perda poderá apagar.

Este sentimento transcende
o espaço e o tempo,
não se limita ao contacto físico.

Torna-se parte de nós,
impregnado em nossa alma,
nos confortando nos dias dificeís,
sendo cúmplices de nossas
vitórias pessoais,
norteando nossa conduta,
nos fazendo sentir eternamente amados.

Que me perdoem os físicos,
mas neste caso,
acredito sim que dois corpos
podem ocupar o mesmo
lugar no espaço.
Basta que permitamos,
sentir a presença dos que amamos,
dentro de nós,
como se fossem parte
de nossa alma.

Só assim seremos inteiros.

TEXTO: Luiz Henrique Zanforlin
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 18 de Novembro de 2.011.

Suas Atitudes Determinam Seu Sucesso

Os bons profissionais são aqueles que
mesmo diante da adversidade acreditam
que podem se superar sempre,
pois envolvem toda a empresa
na busca por resultados
e pela superação.

Você sabe o que destrói suas
chances de vitória?

Pouca gente se dá conta de
que um profissional
entra em crise em sua carreira,
quando simplesmente
ele se acomoda.

A acomodação é a pior inimiga
do bom profissional.
É preciso saber que o sucesso
"engorda" o cérebro.

A pessoa para de pensar e relaxa,
pois acha que já descobriu
a fórmula da vitória.

Por isso,
é muito raro ver pessoas
que permanecem
sempre evoluindo e arriscando.

Muita gente perde a maior
parte de seu tempo
alimentando o próprio ego,
sem conseguir
olhar o que acontece
a sua volta.

Essa atitude é crucial,
porque insere o profissional
numa "redoma de vidro",
incapaz de conviver em grupo
e culpando os outros
por sua infelicidade.

E quando a crise chega,
o abalo é tão grande,
que a simples tentativa
de se reerguer
transforma-se em um
pesado fardo.

Os bons profissionais e equipes
campeãs são aqueles que
mesmo diante da adversidade
acreditam que podem se
superar sempre
e saem das crises com maturidade,
pois envolvem toda a empresa
na busca por resultados
e pela superação.

Derrotas vão fazer parte
cada vez mais da vida
dos campeões.

Só quem não for
para o campeonato mundial
é que não vai perder
nenhum jogo.

Aprender com as derrotas
é mais importante do que ganhar
todas as partidas.

O campeão sabe que derrotas
fazem parte da vida.

Tem sabedoria
para aprender com os erros.

Sabe ser tão grande nas derrotas
quanto nas vitórias.

Nossa tendência é pensar que
o nosso problema é o
maior do mundo.
Certamente,
é assim com todas as pessoas.
Mas as dificuldades
não são baseadas
no tamanho dos problemas,
e sim nas soluções criadas.

Se sua vida não está de
modo como gostaria,
dê um jeito de transformá-la.

É maior presente que pode
dar a si mesmo.

Não podemos simplesmente deixar
a pressão desses tempos nos afundar.

Não podemos simplesmente deixar que
as crises nos paralisem.

O mundo exige uma postura inédita,
um modo original de olhar.

Resultados são sempre conseqüência
de muita dedicação,
boas estratégias e,
principalmente,
prazer de viver.

TEXTO: Roberto Shinyashiki
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 17 de Novembro de 2.011.

Outonos e primaveras...

Primavera é tempo de ressurreição.
A vida cumpre o ofício de florescer ao seu tempo.
O que hoje está revestido de cores precisou
passar pelo silêncio das sombras.

A vida não é por acaso.
Ela é fruto do processo que a encaminha
sem pressa e sem atropelos a um
destino que não finda,
porque é ciclo que a faz continuar em
insondáveis movimentos de vida e morte.

O florido sobre a terra não
é acontecimento sem precedências.
Antes da flor, a morte da semente,
o suspiro dissonante de quem se
desprende do que é para ser revestido
de outras grandezas.
O que hoje vejo e reconheço belo
é apenas uma parte do processo.
O que eu não pude ver é o que
sustenta a beleza.

A arte de morrer em silêncio é
atributo que pertence às sementes.
A dureza do chão não
permite que os nossos olhos
alcancem o acontecimento.
Antes de ser flor,
a primavera é chão escuro de sombras,
vida se entregando ao dialético movimento
de uma morte anunciada,
cumprida em partes.

A primavera só pode ser o que
é porque o outono lhe embalou
em seus braços.
Outono é o tempo em que as
sementes deitam sobre a terra seus
destinos de fecundidade.
É o tempo em que à morte se entregam,
esperançosas de ressurreição.
Outono é a maternidade das floradas,
dos cantos das cigarras e dos
assovios dos ventos.
Outono é a preparação das aquarelas,
dos trabalhos silenciosos que
não causam alardes,
mas que mais tarde serão fundamentais
para o sustento da beleza
que há de vir.

São as estações do tempo.
São as estações da vida.

Há em nossos dias uma
infinidade de cenas que podemos
reconhecer a partir da mística
dos outonos e das primaveras.
Também nós cumprimos em nossa
carne humana os mesmos destinos.
Destino de morrer em pequenas partes,
mediante sacrifícios que nos faz abraçar
o silêncio das sombras...

Destino de florescer costurados em cores,
alçados por alegrias que nos
caem do céu,
quando menos esperadas,
anunciando que depois de outonos,
a vida sempre nos reserva
primaveras...

Floresçamos.

TEXTO: Pe. Fábio de Melo
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 16 de Novembro de 2.011.

domingo, 6 de novembro de 2011

Não desista do bem

Por vezes nos sentimos
impotentes diante das
próprias limitações.
Gostaríamos de fazer tanta coisa,
de mudar as situações que
nos infelicitam
e fazem sofrer aqueles
que nos rodeiam,
mas não logramos sequer
dar o
primeiro passo.

Os problemas do mundo
são tantos que temos
a impressão de que
não há nada
que possamos fazer,
considerando a nossa pequenez.

Talvez você também já
tenha pensado em desistir
do bem e deixar que as
coisas sigam ao sabor
dos ventos...

Talvez você desejasse ser
tanta coisa e muito pouco
consiga ser...
Mas mesmo assim,
nunca desista do bem.

Há dias em que você
desejaria ser um grande e
produtivo pomar...
Ante a dificuldade de consegui-lo,
torne-se uma árvore frondosa e
acolhedora,
que produza flores e frutos.

Por vezes,
você gostaria de ser uma
fonte cristalina.
Não o logrando,
transforme-se num vaso de
água fresca e aplaque a
sede de alguém.

Você desejaria ser uma
montanha altaneira a apresentar
horizontes infinitos
ao homem que a conquistasse.
Diante da impossibilidade,
seja um degrau humilde para
a ascensão de quem
ambiciona a glória estelar.

Você pretenderia ter um sol
emboscado no coração,
a fim de clarear os
viajantes da noite.
Em face do impedimento,
acenda uma lâmpada de esperança
no caminho de um
desalentado.

Você almejaria ser
um jardim de bênçãos para
o enriquecimento da paisagem
dos homens.
Não o conseguindo,
converta-se numa flor,
abençoando com seu perfume,
a estrada dos desesperados.

Você ambicionava
as gemas preciosas do seio
generoso da terra,
a fim de diminuir a dor
e a miséria dos
caminhantes da aflição.
Não as possuindo,
distenda a palavra de
renovação como pérola
de inigualável valor,
soerguendo quem
se recusa a levantar para
prosseguir na luta.

Você pensava em escrever
poemas de engrandecimento à vida,
enriquecendo as
mentes e os corações
com painéis de luz
e sabedoria.
Na impossibilidade de fazê-lo
por lhe faltarem os requisitos
essenciais,
redija uma carta
singela com expressões de amor,
a quem se encontra na curva
da queda e perdeu a
confiança na afeição
dos outros.

Você esperava a melhoria das
criaturas e do mundo...
Decepcionado por não
poder alcançar essa difícil meta,
erija no altar dos
sentimentos um santuário
à fraternidade e ao dever
superior.

Não desista do bem,
não desfaleça no bem,
não duvide da vitória do bem.
Agasalhe-o no imo da
alma e seja uma expressão do
bem em triunfo,
mesmo convertido num grão
de mostarda que,
todavia,
produzirá estímulos vigorosos
para o bem de todos.

Seja qual for a situação,
jamais desista de fazer o bem.

Jamais duvide da força do bem,
porque o mal não tem vida própria,
ele só se insinua quando o
bem não está presente.

O mal,
assim como a sombra,
bate em retirada aos primeiros
raios de luz.

TEXTO: Equipe de Redação do Momento Espírita,
adaptação do cap. 8 do livro
Momento de Decisão,
Divaldo Franco,
pelo Espírito Marco Prisco
e no verbete “Bem”,
do livro Repositório de Sabedoria,
1º volume.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 11 de Novembro de 2.011.

RECONSTRUÇÃO

Há momentos em que
a Terra toda parece chorar.

A chuva fina cai lá fora
e aqui dentro de meu coração.

Por vezes,
não é fácil viver nesta Terra.
Mas... é preciso prosseguir!

Nada é por acaso.
Se eu estou aqui é porque
assim tem que ser.
Estou aqui para sofrer,
mas também para ser
Senhor do meu destino,
com poder para atuar
frente às dificuldades e lutar
pelos meus ideais.

Se o momento é de chorar,
tenho que saber que
não é eterno.
É mais um momento de luta,
de lutar para me reerguer
e reconstruir a minha
felicidade.

E, se possível,
estar consciente disto a
todo o instante,
para não me
entregar às vãs
lamentações.

Penso que,
mesmo que eu não
consiga realizar
todos os meus sonhos,
ao menos eu estou
lutando e lutarei até
o fim por eles.

Mesmo que, às vezes,
sinta que o melhor
é me entregar,
mesmo que,
por vezes,
a dor seja tão
profunda que queira
levar com ela toda
a minha força interior,
é preciso resistir e caminhar!

Uma singela e,
ao mesmo tempo, f
orte prova de
vida nos dá o sol,
astro imponente que se
agiganta no céu,
clareando o dia,
a natureza,
tudo o que toca...

Tempestades se formam
e aparentemente
ofuscam o seu brilho.
Mas, contudo,
isto é apenas uma ilusão:
ele permanece intacto
em seu lugar,
conservando em si toda
a nobreza de um
grande astro.

Assim como o sol,
porque não ser
também Eu uma
força que não se entrega?

Morrendo um pouco
em cada dor,
cambaleando e tropeçando,
por vezes,
pelos caminhos,
tateando às cegas,
eu tenho que seguir
em frente.

Não posso e nem
conseguiria permitir que
tempestades,
ciclones,
furacões abalassem
o meu brilho,
porque sou maior do
que tudo isso.

Sou Filho de um Astro bem
mais fulgurante que a
luz de mil sóis.

E sou imortal,
em semente!

Por isto,
devo aceitar esta dor
que me flagela o
peito como parte do processo
natural da vida.

Uma dor que posso
fazer curativo,
que me
reerguerá e que
me fará ter
mais consciência do
meu brilho e fortaleza
interior.

E essas lágrimas derramadas,
com certeza,
farão parte de meus troféus,
posto que elas regam
meu jardim interior,
para que novos botões
tornem a florescer!

TEXTO: Rita Palhares
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 10 de Novembro de 2.011.

Mostre ao Mundo o melhor de Você...

Sempre que
você olhar à sua volta
e perceber que o mundo
está confuso,
que as pessoas se perdem
e se destroem em angústias,
é porque é chegada
a hora!!!

Olhe para dentro de você
e perceba que a vida
não é o que você escuta
ou muito menos
o que você vê lá fora,
mas sim o que você carrega
na sua consciência.

Não deixe que a descrença
habite seu coração,
nem permita sequer
se sentir vacilar.

Procure na sua luz interior
o brilho para desfazer
todas as sombras e dúvidas.

Permita essa luz
fluir pela sua consciência,
e como um bálsamo.

Permita que você busque
sua verdade interior,
que você trabalhe
seus valores
e que você encontre
a sua Paz.

Lembre-se e jamais
esqueça...
Ninguém poderá fazer
isso por você,
pois a cada hora somos
desafiados a aprender
novas lições.

Com o simples propósito
de expandir a nossa
consciência para a
conquista da Paz
e do Amor ao próximo.

Mostre ao mundo o
melhor de você.

Permita que você irradie
essa luz,
pois o mundo nada
mais é do que o resultado
dessa Luz interior.

OBS.:
Não encontramos a autoria
do texto acima,
mas gostaríamos de dar
os créditos merecidos a quem
o escreveu.
Colabore conosco.
Fineza nos informar através do e-mail: mensagem@toninholima.com.br
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 08 de Novembro de 2.011.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Saber Esperar

Um dos mais significativos
desafios que a vida nos
apresente é aprender
a esperar.

Sempre me pergunto por
que a maioria de
nós não é orientada,
ao longo de sua formação,
sobre o valor da espera
paciente.

Acredito que
a razão esteja principalmente
no fato de que a maior
parte da humanidade
vive totalmente inconsciente dos
ciclos naturais da vida.

Quanto mais próximo da
natureza viver,
mais sabedoria o homem tem a
chance de adquirir,
pois ele passa,
então,
a mover-se num ritmo
totalmente diferente,
muito mais
lento do que aquele que a
vida nas metrópoles impõe.

Pessoas sem
qualquer refinamento
intelectual
aprendem através de
um método bastante simples,
o da observação,
que tudo na natureza tem
um ritmo próprio.

Só o ser humano destoa
desta harmonia,
pois insiste em querer apressar
os acontecimentos
de acordo com os seus desejos,
sempre determinados
pelo ego.

A sabedoria oriental,
expressa numa de suas
mais valiosas obras,
o I Ching,
nos ensina a importância
de nos sentirmos
parte integrante da natureza,
e de agirmos sempre em
sintonia com o seu ritmo,
plantando as sementes do
que queremos
e esperando pelo momento propicio
para vê-las germinar.

Quanto mais rapidamente
aprendermos esta lição,
mais facilmente atingiremos um
estado de equilíbrio e serenidade,
e nos libertaremos do
desejo de querer controlar os
acontecimentos,
a maior das ilusões que
podemos alimentar.

TEXTO: Elisabeth Cavalcante
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 05 de Novembro de 2.011.

A MAIOR DAS TENTAÇÕES

A oração do Pai Nosso,
a única que Jesus nos ensinou,
fala-nos em um trecho,
fonte de muitas meditações:
"Não nos deixeis cair em tentação".

No Espiritismo sabemos
que podemos
receber influências de espíritos
ignorantes que tentam
desviar-nos do caminho do bem,
tentações que quase
sempre nos oferecem facilidades.

E na Terra,
principalmente nos dias de hoje,
as tentações encontram-se
em toda parte:
na publicidade,
nos meios de lazer,
em companheiros encarnados,
etc.

Mas,
nossa maior tentação
são nossos próprios defeitos
e tendências.

E são estas também as
mais difíceis de serem
vencidas.

Vencedores são aqueles que
vencem a si mesmos,
conhecem seus
defeitos e se esforçam
por combatê-los.

E temos armas para
os que querem vencer:
oração, caridade,
estudo do Evangelho
e a leitura dos livros espíritas,
nos quais achamos
a consolação e o
entendimento.

Há também a necessidade
de vigiarmos nossos pensamentos.
Os bons pensamentos nos iluminam,
enquanto os maus pensamentos
nos deixam à mercê dos
maus espíritos.

Oremos o Pai-Nosso,
peçamos com firmeza,
mas tenhamos sempre
o propósito de melhorar,
vencer as tentações,
as facilidades do mundo atual,
para que
possamos crescer
espiritualmente.

AUTORIA: Antônio Carlos
Psicografada por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 04 de Novembro de 2.011.

Ignorantes

O sábio Galileu Galilei,
físico,
matemático e astrônomo italiano
(1564-1642),
afirmava:
- "Quanto menos alguém entende,
mais quer discordar."

Este é o
"Tratado Geral dos Ignorantes",
um resumo do que acontece com
aquelas pessoas que
tudo querem discutir,
que mal conseguem manter a língua
dentro da boca,
para tudo e para todos tem uma
"recomendação",
uma censura,
uma pitada do seu
mau-humor.

São esses "ignorantes"
que não conseguem travar
um diálogo quando se acham
"ofendidos",
quando se julgam "ultrajados",
quando acreditam
que têem razão,
e normalmente eles são os
donos da razão e usam o
poder de discussão.
Sentem um
prazer enorme em dizer:
"não falei que eu estava certo",
o seu gozo está em "humilhar,
ridicularizar, espancar,
levar o sofrimento,
seja pelas
palavras que aprenderam
a dominar,
seja pelos músculos que
exercitam diariamente.

Esses ignorantes não
são os que não estudaram,
nem "os sem diplomas",
nada disso,
são muitas vezes os
doutores da lei,
os mesmos "fariseus"
que Jesus
já especificou há mais
de 2000 anos atrás,
e que hoje vivem vestidos em becas,
em jalecos brancos,
em paletós de risca,
em cargos e títulos de
importância duvidosa.

Por isso,
ao avistar um ignorante desses,
seja no trânsito,
seja nas repartições e instituições,
na rua onde mora,
no seu condomínio,
na escola que frequenta,
no seu trabalho,
ou em qualquer lugar,
não perca a sua saúde
e nem o seu tempo discutindo
com quem não tem nada além
"de ressentimento
dentro de si mesmo
para oferecer".

Mentalmente, silenciosamente,
faça uma prece por essa pessoa,
peça "iluminação",
clareza, e principalmente,
peça a Deus que o amor
toque nessa alma ferida,
e que depois desse choque
que só o amor pode produzir,
ela se encontre,
para descobrir que só a FRATERNIDADE,
A TOLERÂNCIA E O AMOR,
podem mudar qualquer coisa.
O resto é resto.

Por onde você for,
seja o que planta,
não o que pisa no jardim.

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 03 de Novembro de 2.011.

Resista A Necessidade de Criticar

Quando julgamos
ou criticamos outra pessoa,
não são os seus defeitos que
estamos denunciando,
mas o nosso:
a nossa necessidade de
sermos críticos.

Se você costuma ir a
encontros e ouvir críticas
que normalmente são
levantadas em relação ao
comportamento de outros,
e depois vai para casa e
pensa a respeito
do bem que essa prática fará
para a tentativa de tornarmos
este mundo um lugar melhor,
provavelmente chegará à mesma
conclusão que eu:
Zero ! Nenhum bem.

E não é só isso.
A crítica não só não resolve nada,
como contribui para a irritação
e a desconfiança
em relação ao nosso mundo.

Afinal,
ninguém de nós gosta
de ser criticado.
Nossa relação normal à
crítica é nos tornarmos defensivos
ou desencorajados.

Uma pessoa que se
sinta atacada,
normalmente tem duas reações:
ou retrocederá,
por medo ou vergonha,
ou atacará e irromperá em raiva.

Quantas vezes você criticou
alguém e ouviu a seguinte resposta:
" Muito obrigado por apontar
minhas falhas,
eu realmente apreciei sua
contribuição?"

A crítica,
como xingamento,
nada mais é que um
péssimo hábito.
É algo que nos acostumamos a fazer:
somos íntimos da sensação.
É algo que nos mantém
ocupados e nos fornece assunto
para conversas.

Se, no entanto,
você ocupar um minuto
observando de como realmente
se sente logo após
criticar alguém,
perceberá que fica um
pouco abatido e envergonhado,
um pouco como se fosse você
a pessoa atacada.

O motivo dessa
sensação é que ao criticarmos,
fazemos uma declaração ao
mundo e para nós
mesmos:
" Preciso ser crítico ".

Não é algo que tenhamos em
orgulho em admitir.

A solução é perceber o momento
em que estamos sendo críticos.

Perceba
quantas vezes você
costuma ser crítico e como
se sente mal.

O que eu gosto
de fazer é transformar
tudo num jogo.
Eu ainda me pego no
ato de ser crítico,
mas quando sinto
o sentimento aflorando,
tento me lembrar,
dizendo
"Aí vou eu , de novo ".

Por sorte,
consigo transformar,
na maior parte das vezes,
minha crítica em
tolerância.

TEXTO: Richard Carlson, Ph.D.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 02 de Novembro de 2.011.

A PARTILHA

É bonito descrever
nossa existência
como uma grande caminhada.
Desde o nascimento,
na aurora de nossos dias,
atravessando o tempo do meio
dia e do entardecer,
chegamos até a terra da velhice,
numa constante e
persistente caminhada.

Não é bom caminhar só.
A graça da caminhada,
o encanto da peregrinação,
está em caminhar de
mãos dadas
com outros corações.

Juntos cantamos,
juntos carregamos os fardos
uns dos outros,
juntos escutamos os segredos
de uns e de outros.

Procuramos uma sombra amiga ,
para abrir nosso farnel
e fazer a refeição da amizade.
Há companheiros que desanimam,
há colegas que têm feridas nos pés
e machucados no coração.

Há crianças que precisam
ser levadas ao colo
e há anciãos que buscam braços
para se apoiarem.

É assim a vida.

E assim é bom viver.

Quando partilhamos,
quando nos sentimos unidos,
quando temos vontade
de cantar juntos,
de sorrir uns para os outros,
de adivinhar as necessárias
providências a serem tomadas
a fim de que a caminhada de
todos seja bem sucedida.

Assim são os peregrinos
da esperança,
os irmãos de uma
mesma família,
os passageiros do mesmo
barco da vida.

No trabalho nós também
estamos no mesmo barco
e devemos perseguir
ardorosamente juntos,
a estrela que Deus coloca
diante de nós,
para que a nossa caminhada
seja bem sucedida.

Lembremo-nos que
a perseverança tudo alcança
e que a confiança é algo
que não se
pode perder,
porque é muito difícil
reconquistar.

OBS.:
Não encontramos a autoria
do texto acima,
mas gostaríamos de dar
os créditos merecidos a quem
o escreveu.
Colabore conosco.
Fineza nos informar através do e-mail: mensagem@toninholima.com.br
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 01 de Novembro de 2.011.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Soltar as mãos!

Intuição, harmonia e paz!
As vezes,
precisamos largar as mãos da Vida.

Principalmente quando estamos
nervosos demais.
Aguardando aquela resposta,
aquele resultado
Ou simplesmente aflitos pelo dia
que ainda nem chegou.
Relaxe!

A vida sopra o dia em
pequenas rajadas de
acontecimentos.

Tudo tem o seu momento,
o seu tempo de realizar-se.

Seja você aquele que
dirige a sua vida,
ainda que sem as mãos,
cheio de emoção,
guiado pela intuição,
inspirado pelo coração.

Vibrando aquela alegria
quase infantil,
certo de que no final
daquela curva,
na próxima esquina,
a Felicidade te espera para mais
um momento incrível.

Solte as mãos
da Vida e descubra que
Alguém te guia.

Ainda que você não o veja,
Deus te acompanha e deseja que
você descubra o prazer de viver,
na simplicidade do dia que
foi feito pra você.

Dia de crescer na paz e na riqueza de ser
“mais você”!

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 29 de Outubro de 2.011.

Tempestade em copo d'água

Fazer tempestade em copo
d'água é dar a uma situação uma
importância muito maior do que
ela tem ou merecer ter.

Vê-la, talvez,
com os olhos do desespero
e com a inquietação da alma.
São os pequenos acontecimentos
de cada dia que vão formando
nossa história,
com outra ou outras pessoas.

Esses fatos têm uma importância
singular para cada um e para que
sejamos justos numa relação,
é necessário não julgarmos o tamanho
que cada coisa ocupa na vida
da outra pessoa.

O que é importante para o outro,
pode ser simples para
mim e vice-versa.
Nunca podemos desprezar
ou minimizar os sentimentos de
uma outra pessoa ou sua reação,
somente porque aquilo é menos
importante pra gente,
pois quem mente a si mesmo,
acredita nas próprias mentiras.

Quando uma pessoa exagerar
numa reação e disser a você
que isso a machuca,
não menospreze.

Ela realmente sente e importa
pouco se a dor é grande ou pequena.
Tente,
com muita ternura,
abraçar o coração dela.

Se for o caso de realmente
ser uma tempestade num
copo d'água,
a calma virá mais rápido se
sua reação for de uma pessoa
compreensiva e que respeita
a dor alheia.

Quando se trata da vida,
atiçamos o vento e produzimos a chuva,
acalmamos as tempestades
e trazemos com nossas próprias
mãos o sol de volta.

É bastante um olhar,
um grande coração,
um gesto de compreensão
e todas as tempestades da
vida se tornarão suaves
ventos de primavera.

E a colheita de flores,
juntamente com a dos frutos,
é a mais abençoada de todas.

AUTORIA: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 28 de Outubro de 2.011.

O meu nome é desafio

O problema só é problema
quando se apresenta.
Logo depois do choque inicial,
ele passa a ser desafio.

Por isso é tão gratificante vencê-lo,
e por isso nos esforçamos.
Mas porque os problemas
dão tanto medo e fazem sofrer?

Os problemas
representam o desconhecido,
e ninguém gosta de entrar em
uma rua escura,
tarde da noite e em bairro
afastado.

Mas, no dia seguinte,
a mesma rua sob a influência do sol,
se transforma, é outra,
e pode até acabar sendo a
rua da nossa futura casa.

Você já andou pela sua
casa de madrugada sem
acender nenhuma luz?
Já foi até o banheiro
ou assaltar a geladeira sem
tropeçar em nada?
Tenho certeza que foi preciso
um tempo para o seu cérebro
assimilar o trajeto
e guardar a informação de que
você pode andar
no escuro sem medo,
sem riscos.

Assim,
os problemas quando
se apresentam são como
quartos escuros,
onde precisamos tatear
as paredes e objetos para
chegar até a luz.

Tudo pode ser vencido,
mesmo que demore anos,
que passe muito tempo aos olhos da
“vida moderna e imediatista”
que não sabe esperar,
ainda assim,
quando “chegamos lá”
onde muita gente apostou
que não conseguiríamos chegar,
a satisfação é tão grande
que nos esquecemos do início,
onde acreditávamos em
“problemas”.

O verdadeiro problema
está em desacreditar
da nossa capacidade de
SUPERAÇÃO.

E superação é o mover-se
com determinação no sentido
contrário da dor,
é mover os olhos para
outra direção,
é olhar para frente,
ainda que ás lágrimas deixem
a visão meio embaçada,
é saber que
após a grande tempestade,
o sol vai se abrir,
o chão vai florir
e tudo recomeça para quem
não deixou de acreditar.

Tá com problemas?
Que bom!
“São desafios que vem
testar a sua capacidade de
vencer a própria dúvida.
Depois deles,
você será muito melhor.

Acredite em você.”

Eu acredito em você.

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 26 de Outubro de 2.011.

A vida entrelinhas

É incrível como em várias
situações da vida nos tornamos
cegos a certas coisas.
Vemos o que queremos ver,
sabemos o que queremos saber
e tudo o mais toma uma
importância tão mínima que quase
desaparece da nossa memória.

É assim que muitas pessoas
toleram situações que,
se assim não fosse,
se tornariam insuportáveis.
Mas como todas as moedas
têm dois lados,
nem sempre ignorar os fatos
nos ajuda a melhor viver.

Precisamos saber reconhecer
o que está nas entrelinhas da vida,
buscar a honestidade relacionada
a uma situação,
uma pessoa, a si mesmo,
à própria vida.

Se nos cegamos
voluntariamente a algo importante,
o fardo não se torna mais leve.
Apenas fugimos para
lugar nenhum.
O fato de não vermos um
problema não o torna inexistente e,
sejamos francos,
não nos machuca menos.

Quantas e quantas vezes
sentimos que algo nos incomoda,
vivemos num mal-estar quase
constante e continuamos
a prosseguir.

Se procurarmos ver um
pouco mais profundamente,
honestamente e sem medo,
com ou sem ajuda,
encontraremos a raiz do mal.
Fazer face à certas coisas
poderá provocar muitas lágrimas.

Mas lágrimas benditas,
que nos ajudarão a evacuar a
dor e provocarão o profundo suspiro
de alívio depois de algum tempo.
Eu sei que não é fácil abrir o coração,
escancarar a alma e resolver tudo
como num passe de mágica.

Sei que não é de uma hora
pra outra que tudo se
torna claro e visível.
E é para isso que
existe o tempo.

Porém a porta do querer
saber deve ser aberta por nós.
Depois outras portas se abrirão,
devagarzinho, até a última,
que nos mostrará a luz do dia,
nos dirá que a vida é bela,
apesar de tudo o que vivemos
ou tivemos que passar.

Nos possíveis e impossíveis da vida,
muito está nas nossas mãos.
Jesus disse:
"Quem tem ouvidos para ouvir,
ouça."

A melhor maneira de ler
as entrelinhas da vida é com os olhos
fechados em oração
e súplica Àquele que cuida de
nós nos mínimos detalhes e que,
para nos dar exemplo,
foi como nós,
carregou um fardo e
também chorou.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 25 de Outubro de 2.011.

JESUS

" UM GRANDE AMOR NA AURA DO PLANETA "
Poucos são os que
conhecem a si mesmos.
E, muito menos,
os que abraçam o mundo sem
preconceitos.

O amor não vê raça,
sexo ou fronteiras.
Nada julga.
Jamais se exaspera.
É paciente e sereno,
pois sabe o tempo de despertar
de cada um.

Ele está em cada coração
e é a grande riqueza
espiritual do Ser.

Por mais que
alguns tentem distorcê-lo,
ele não cede aos caprichos
humanos.

Ele conhece todos os motivos
e age baseado na verdade.

Jesus ensinou muitas
coisas aos homens,
mas bem poucos o
entenderam.

Ele falava ao coração e eles
tentavam entendê-lo só
com a mente.

Ele falava de um Grande Amor,
mas eles só queriam emoções
fugazes e jogos de
politicagem e engodos
variados.

Ele sabia,
mas não se importava,
pois enxergava
além dos convencionalismos
sociais.

Ele sabia o tempo certo do
despertar de cada um!
Ele conhecia o
poder de transformação
do amor.

E Ele sabia que existem
muitas vidas,
cada uma com suas lições e
aprendizados.

Por isso,
Ele ensinava as coisas
do espírito aos homens...
Mesmo que eles não
estivessem prontos para
o entendimento.
Ele precisava semear!

Sim, precisava semear
o Grande Amor que Ele
trouxera do Céu.
Seu coração transbordava
de luz e Ele era um
sol de amor.

A luz estava ali,
mas eles estavam cegos.
Suas palavras tinham
o fogo do espírito,
mas eles estavam surdos.

O amor estava na Terra,
mas eles não deixaram que Ele
entrasse em seus corações.
Ele sabia como era difícil
semear no deserto deles.

Mas o Seu coração transbordava,
e Ele os compreendia,
mais do que eles percebiam.

E,
assim como desceu entre os homens,
Ele voltou ao Céu.
Mas deixou um Grande Amor
vibrando na Terra.
Suas palavras e Suas energias ficaram
gravadas na aura do planeta.

Os Seus pensamentos generosos ainda
gravitam na atmosfera que
envolve o orbe.

E felizes são os que sentem
Sua presença no próprio
coração.
Sim,
mesmo em meio às provas
do mundo,
eles sentem um Grande Amor
guiando-os...

E isso é algo que não se explica,
só se sente...
Em espírito e verdade.

P.S.: "Há uma luz que brilha mais
Do que bilhões de sóis juntos.
É a essência da alma.
Essa é a luz que mora no coração".

Jesus, valeu!

TEXTO: Wagner Borges
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 21 de Outubro de 2.011.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

OBS.: O texto lido no programa de hoje
não pode ser publicado neste espaço,
porque a autora não autoriza
a publicação do mesmo.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 20 de Outubro de 2.011.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

OS PÁSSAROS SOLITÁRIOS

Do lado de um
imenso muro de pedras
voava um pássaro,
sempre sozinho,
pensando na sua eterna
solidão.

Do outro lado do mesmo muro,
outro
pássaro também voava
e lamentava
o seu interminável
isolamento.

Mas do alto de uma nuvem,
bem acima de qualquer muro,
dois Anjos observavam
a cena.

Um dos Anjos comentou:
Veja que maravilha!
Que sincronismo de vôo.
Isto é o verdadeiro Amor.

O outro Anjo questionou:
Será que eles nunca se
encontrarão?

O primeiro anjo respondeu:
É claro que sim!
Olhe, lá adiante, o fim do muro.
Todo muro tem um fim.
E completou:
Mas,
se eles se arriscassem a
voarem mais alto,
acima do muro,
teriam se encontrado hoje
mesmo!

Assim somos nós,
em certos momentos
da nossa vida,
devemos nos arriscar e
voarmos mais alto...

Acima do muro
de dificuldades da Vida!
Em primeiro lugar,
devemos ter Fé em Deus e
em segundo, em nós mesmos,
acredite...

VOCÊ PODE!
Pense nisso,
com FÉ!

OBS.:
Procuramos autoria
do texto acima,
mas não encontramos.
Gostáríamos de dar os créditos
merecidos a quem o escreveu.
Fineza nos informar
através do e-mail:
mensagem@toninholima.com.br
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 19 de Outubro de 2.011.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Entre o céu e a terra

Como sonhar é bom!
Nos dá aquela
sensação de que os fardos
são mais leves,
mais suportáveis.

Sonhar é esquecer-se por
algum tempo dos problemas,
imaginar o inimaginável,
viajar por terras longíquas e não
encontrar soluções
para os problemas...
pois estes simplesmente
não existem!

Eu não diria que a vida é cruel.
Ela é estática.
Mas as situações,
em certas circunstâncias,
são difíceis de se enfrentar.

Existe esse momento na vida
onde nos encontramos num
beco sem saída,
onde nossos porquês ficam
sem respostas e tudo
o que conseguimos fazer é chorar
e levar o pensamento ao céu
como último recurso.

E ninguém é poupado,
que seja rico ou pobre.

Pouco importa o tamanho
dos problemas,
todos estão à mercê e
cada um sabe o peso
da sua cruz.

E são nessas horas que sair
um pouquinho do chão
pode ser benéfico.

São as asinhas que criamos
e que nos levam a qualquer direção,
nos dão a idéia de
liberdade e nos ajudam a
recuperar as forças para
quando os pés pisarem a
terra novamente.

Esses momentos de leve
fuga são importantes,
mas que não sejam intermináveis.
Fugir da realidade não
resolve problemas e a queda
pode ser ainda mais dura se
longa for a viagem.

É se enfrentando nossos
monstros que aprendemos
a não ter medo deles,
que aprendemos que,
embora assustadores,
podemos ser mais fortes,
não por que somos gigantes,
mas por que temos em nós
um Pai de onde podemos
tirar forças.

Que possamos aproveitar
nossos momentos de evasão
para apreciar do alto
as belezas que a vida nos oferece,
mas que sejamos sábios o bastante
para colocar os pés no chão
e enfrentar a realidade que,
embora dura muitas vezes,
não é e não pode ser mais
forte que nós.

A cruz,
fincada no chão e
apontando os céus nos mostra que,
embora plantados na terra,
temos no Alto nossa saída,
nossa escapatória,
nossa libertação.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 12 de Outubro de 2.011.