segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ano eleitoral: momento de reflexão

Reflita sobre o ano de 2006:
em quem você votou?
Lembra-se exatamente quais
os candidatos escolhidos para os
cargos de Presidente da
República e Governador?

Muito provavelmente sim.

E para o Poder Legislativo?
Quais foram os seus escolhidos
para os cargos de Deputado Federal,
Deputado Estadual e Senador?

É quase certo que você não se
lembra dessa escolha,
pois mais de 80% dos brasileiros
não sabem a resposta
para essa questão.

Amanhã, 03 de outubro de 2010
o processo se repete,
o que é fundamental num
regime democrático.

Vamos escolher o Presidente da República,
o Governador do Estado,
o Senador e os deputados
federais e estaduais.

O momento é de reflexão.

Chegou a hora de avaliarmos
os mandatos e votarmos.

Esse exercício deve priorizar
a razão e a capacidade de o
eleitor fazer uma análise profunda
de suas necessidades coletivas.

Tente fugir de algumas
armadilhas como:
promessas mirabolantes,
jogadas de marketing eleitoral,
ligação do candidato com questões
pouco úteis à política,
suspeitas e histórias estranhas.

Concentre-se na capacidade de
o candidato transformar em ação
aquilo que é necessário.

Para tanto,
não se esqueça de uma
questão fundamental:
seu voto é uma procuração.
Por meio dele você delega o seu
direito de administrar o patrimônio
público (nosso) aos representantes
que você mais confia.

Dessa forma,
essa relação precisa ser transparente,
e não termina quando você lê
a palavra FIM na urna eletrônica.

Cobre seus escolhidos,
e não se sinta derrotado em eleições.
Se outro político ganhou,
você tem o mesmo direito de fiscalizar,
exigir e reivindicar.

O bjetivo desta mensagem é
despertar em você,
eleitor,
o espírito participativo.

A democracia não exige
apenas a escolha,
mas a ação consciente.

Vamos discutir política sem
a defesa de posições partidárias
e preocupados com o fortalecimento
de nossa democracia.

Bom voto.

Que o seu voto seja capaz de transformar
as dificuldades do povo brasileiro
em políticas públicas condizentes
com nossas demandas.

AUTORIA: Humberto Dantas
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 02 de Outubro de 2.010.

PEDAÇO DO CÉU

Às vezes você se sente
deslocado no planeta que habita,
como se o Criador o tivesse
jogado a esmo,
e você caiu em local
inóspito e infeliz...
Olha ao redor e tem a sensação
de que todos
estão bem encaixados,
como engrenagens vivas nessa
imensa máquina
chamada sociedade...,
menos você.

Parece até que as pessoas não o vêem,
não o ouvem,
e sente-se como um fantasma que se move,
sem rumo e sem alegria.

E pensa que seria tão bom
se você pudesse fazer parte
das alegrias de todos,
das conquistas alheias,
das belezas da natureza que o cerca.
Seria ainda melhor se todos
percebessem seus talentos,
seus esforços,
suas pequenas vitórias,
e o amparassem nos seus
dias de tristezas.

Sente que pode estar
no mundo errado,
no momento errado,
com as pessoas erradas,
e talvez fosse mais feliz se
alterasse a rota,
trocasse de posição com outra pessoa,
fosse outro ser qualquer.

Você olha o céu e analisa os pássaros,
na sua trajetória maravilhosa,
a planar ao vento com o sol a brilhar
sobre suas penas...
É delicioso ser pássaro, pensa você.
Volve os olhos ao mar e analisa os peixes,
com suas cores diversas,
tamanhos variados e pensa na
maravilha que é nadar
no recife entre os corais,
na água tépida.

Seria tão bom ser peixe...,
pensa você.
Observa árvores gigantescas,
arbustos, plantas,
flores e frutos à disposição
dos seres selvagens.
E pensa que não seria nada
mau ser um tigre a desfrutar da liberdade,
a correr leve e solto,
sem peias, sem amarras.

Volta seu olhar para o seio
da terra e vê seres que cavam
tocas profundas, bem feitas e,
embora ache escuro,
observa os seres que lá
habitam e medita que
não seria nada ruim habitar
as entranhas da terra.

Volve seu olhar a todos esses seres
que habitam o planeta e analisa
prós e contras,
e percebe cada um com um
pedacinho do céu.

E assim é a vida de cada
um de nós:
diferente,
formando habilidades múltiplas,
desenvolvendo aptidões diversas,
com prós e contras.
Mas,
assim como o pássaro não pode nadar,
o peixe habitar a selva
nem o tigre voar,
cada um tem um pedacinho
do céu em suas vidas.

Saiba verificar qual é o seu
pedaço do céu.
Não ambicione o céu alheio.
É possível que você não
esteja preparado para
vivenciar a realidade alheia.
Talvez lhe falte envergadura.
Talvez lhe sobre possibilidades.
E não há nada pior do que
estar no lugar errado,
na hora errada.

Conscientize-se de que você
tem o pedaço do céu
que merece e que tem a
capacidade de desfrutar.

De que adiantaria o pôr-do-sol
mais esplendoroso
para quem não pode enxergar?

Viva o seu momento,
na certeza de que a vida
futura lhe reserva
experiências diferentes,
mestres diferentes e, sobretudo,
o pedaço do céu que
lhe pertence.

Este é o seu momento de crescer,
de produzir,
de colaborar com o
Criador exatamente onde ele o colocou.
Pense nisso,
e seja feliz no seu pedacinho do céu,
que é único e é seu!

AUTORIA: Equipe de Redação do Momento Espírita,
com base em mensagem do Espírito Stephano,
psicografada por Marie-Chantal Dufour Eisenbach,
na Sociedade Espírita Renovação, no dia 23/05/2005.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 01 de Outubro de 2.010.

Ser diferente

Pelas andanças na vida
Nós vivemos aprendendo coisas
que muitas vezes nos acrescentam algo,
outras nos deixam marcas,
que demoram tempo para sumir.

No entanto,
se procuramos viver
de forma original,
inovando a cada dia,
a cada instante,
deixando nossas assinaturas
nas estrelas,
nossas pegadas bem
marcadas na areia.

Somos diferentes.

Às vezes incompreendidos
pelo preconceito alheio
e pela mesmice medíocre da vida!

Nessas horas dá um aperto no peito.
Uma vontade de gritar nossas razões.
De mostrar que não estamos errados.

E isso realmente vale a pena?

Acredito que a melhor forma
de sermos diferentes é
sendo diferentes na forma de agir
e de reagir.

Se continuarmos vivendo da forma
que acreditamos,
lutando pelo que amamos,
rodeados por coisas que,
para nós,
são significativas,
fazendo com que nossas mentes
sejam as únicas a comandarem
nossas vontades.

Somente assim
estaremos sendo diferentes.

Isso não significa
que não precisamos de outras opiniões,
apenas estamos respeitando a nossa
própria individualidade.

O que seria da vida se fôssemos
todos iguais?

Um parque industrial
cheio de produtos seqüenciais
e não um grupo de seres
que poderiam se completar,
acrescentando uns aos outros.

Na verdade,
a idéia não é polemizar,
Mas levantar uma reflexão
sobre sermos realmente diferentes, e
, principalmente,
diferentes de nós mesmos,
modificando a cada dia o que somos,
o que sentimos,
o que pensamos,
o que vivemos!

Vamos pensar nisso e mostrar que,
no fundo no fundo,
quem é diferente é quem não inova
de alguma forma,
porque não tem coragem para viver!

E sintimos muito por isso.

AUTORIA: Vivenda Renascer
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 29 de Setembro de 2.010.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PERGUNTAS E RESPOSTAS

Há dois tipos de perguntas.
Uma que precisa ser respondida
e outra precisa ser vivida.

Há perguntas práticas e perguntas existenciais.
Perguntas práticas se contextualizam
no horizonte da objetividade.
Perguntas existenciais não provocam
respostas imediatas.

Viver é uma forma de respondê-las.
É maravilhoso conviver com elas.

O que torna uma pessoa especial
é sua capacidade de viver
intensamente por uma causa.

São raras nos dias de hoje.
Vive-se muito pela metade ultimamente.
Pessoas que se empenham
na realização de seus sonhos não
se conformam com a uniformidade.
Assumem o preço de serem diferentes e,
geralmente,
nadam contra a corrente.

Isso requer coragem.
Coragem de ser,
não simplesmente de fazer.
Ser é mais difícil do que fazer,
afinal,
é no ser que o fazer encontra
o seu sustento.

Faço a partir do que sou.
Não, o contrário.

Tenho encontrado muita gente
perdida no muito fazer.
Gente que perdeu totalmente
o referencial existencial
de suas vidas.
Gente que se empenhou
e investiu na vida só para um
dia poder fazer alguma coisa.
Estudou, lutou, aprofundou,
com o desejo de um dia poder
desempenhar uma função.

É claro que
o fazer também realiza,
faz feliz,
mas não podemos negar
que há uma realidade que
precede o mundo da prática.

O significado que sou
No silêncio do coração,
há um lugar que não
sabe fazer nada.

É lá que nos descobrimos em
nosso primeiro significado.
É ele também o nosso
lado mais sedutor.
É ele que faz com que as
pessoas se apaixonem por nós.
É justamente por isso que ele
tem que ser bem descoberto,
de maneira que,
quando façamos o que
quer que seja,
tudo o que fizermos tenha
as marcas do que somos.
É simples.
Medicina muita gente faz,
mas é no exercício da profissão
que cada pessoa se mostra em
sua intimidade mais profunda.

Aí mora a diferença.
Muitos Fazem a mesma faculdade,
mas se encontram de maneira
diferente com o conhecimento
que recebem.

Realizo tudo a partir de
minha particularidade.

Sou único,
ainda que imitado por muitos.

Eis a questão
Essas coisas me fazem
pensar na beleza e na
responsabilidade que essa
diferença nos traz.
Ela nos coloca diante da vida
como um acontecimento que merece
ser sorvido com toda a
intensidade do nosso coração.

Agir é um desdobramento do meu ser.
Eu sou,
antes de fazer qualquer coisa.
Há em mim uma realidade que
me faz significar,
mesmo que um dia eu fique
totalmente incapacitado de
realizar qualquer ação.
Eu sou,
mesmo na incapacidade dos
movimentos e na impossibilidade
dos gestos.

Nem sempre podemos
compreender tudo isso,
por mais simples que seja.
Vivemos na era da utilidade,
onde tudo tem que estar
conectado a uma função prática,
onde o fazer prevalece sobre o ser.

O que você faz na vida?
Esta é a pergunta.
O que você é na vida?
Continua sendo a pergunta.

Mas a primeira é mais fácil responder.
Dizer o que se faz não dá tanto
trabalho quanto dizer o que se é.
O que se faz é simples de se dizer
e as palavras nos ajudam,
mas dizer o que se é,
não é tão simples assim,
e por vezes,
as palavras nem sempre nos socorrem.

Sou muito mais do que posso
dizer sobre mim mesmo.
Você também.
Por isso não gostaria que
nossa conversa terminasse
com uma pergunta pragmática,
dessas que se escutam em todas
as esquinas que
costumamos freqüentar.

Opto por uma pergunta que
não espera por resposta imediata,
tão pouco pelo desconcerto da fala.
Só lhe peço que honestamente
debruce-se sobre ela:

Quem é você?

AUTORIA: Padre Fábio de Melo
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 25 de Setembro de 2.010.

Transformar

Mais do que um sonho,
a esperança é a chama
que mantém desejos,
é a mola que impulsiona
os doentes para a cura,
empurra o fraco para a
vitória no bom combate,
movimenta energias capazes
de transformar idéias em ideais,
subordinados em líderes,
desempregados em patrões.

A esperança é uma
energia que abre horizontes,
mas é preciso encontrar
pessoas dispostas ao risco.
pessoas determinadas em mudar,
que não aceitem a derrota
antes de começar a luta.

Por isso,
olhe para o horizonte lá fora,
contemple as belezas deste mundo,
perceba a grandeza de
tudo o que nos cerca,
e não se intimide,
você é parte desse milagre
que é a vida.

Aproveite a oportunidade
de transformar,
coloque energia na
sua esperança,
acrescente uma pitada de
fé e abuse da determinação,
agora,
nesse exato momento
pode estar nascendo um sonho,
se concretizando entre o
turbilhão de emoções que te cercam,
e se você acreditar,
se não desistir,
se não deixar o medo te dominar,
você vai invariavelmente ver
a materialização de tudo o
que mais deseja,
seja o que for, seja onde for,
do jeito que você quer;
o impossível existe para
ser testado,
vencido e transformado,
e você é perfeito para provar
do sabor da vitória.

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 24 de Setembro de 2.010.

Acomodação

Você já notou como as pessoas se acostumam
facilmente com certas situações
difíceis e se deixarem,
elas vão se adaptando a dor de tal
maneira que,
dificilmente conseguimos distinguir
o que é a pessoa,
quais são os sonhos dela e o porquê da
pessoa viver naquela situação extrema?

Responda rápido:
é mais fácil se adaptar ou se acomodar,
diante das coisas alegres e boas,
ou diante da dor e da tristeza?

Se for para responder sem pensar,
às pessoas sempre dirão que as coisas boas
e alegres são o "sonho de consumo"
de todos os seres humanos,
mas o que nós vemos por ai,
é o contrário,
são pessoas vivendo pelas ruas,
em casas de palafita,
favelas e guetos,
em condições que chegam a ser revoltantes
e mesmo assim,
encontram até motivações para permanecerem
nesses locais,
enfeitam o que é feio, se apegam na miséria.

No campo dos sentimentos,
a coisa fica pior ainda,
pois aqueles que vivem um
relacionamento estável por exemplo,
logo caem na rotina e começam
a viver por viver,
o companheiro ou companheira passa a
ser mais um "objeto" da sala de visitas,
aquela pessoa que "nos pertence",
a "coisa" com quem convivemos, mas,
se uma traição ou uma separação brusca acontece,
as pessoas se martirizam,
se apegam á dor como vela de barco e acabam
destruindo a própria vida...

Será que você não se acostumou ao seu trabalho
e não consegue mais ver a graça dos
primeiros dias?
Será que o seu amor de anos,
não virou brincadeira de papai e mamãe?
Será que as suas escolhas,
não estão sendo realizadas por impulso,
por sentimentalismo e até por "piedade"?
Será que não está faltando luta, desejo de vencer,
mais garra da sua parte?
Não está faltando prestar atenção nos detalhes,
ou quem sabe,
você não esteja sendo detalhista demais,
cobrando demais,
querendo coisas demais de
quem só pode oferecer o que já te oferece?

Permita-se questionar a vida,
os motivos que te levam para essa
ou aquela decisão,
o porque dos fatos,
a razão pela qual essa ou aquela situação
se apresenta,
onde você anda errando e onde deveria focar
seus pensamentos,
desejos e sonhos,
quem sabe você não descobre que está
valorizando demais o que não
merece tanta atenção,
e, por outro lado,
não está prestando atenção a quem te
pede apenas carinho.

Seja como for,
a vida não é um ônibus com destino fixo,
na verdade,
quem dirige é você,
e o roteiro é feito por suas escolhas,
até da estrada que vai seguir viagem.

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 22 de Setembro de 2.010.

O ENCANTO NOSSO DE CADA DIA!

Ainda bem que o tempo passa!
Já imaginou o desespero
que tomaria conta de nós se
tivéssemos que suportar uma
segunda feira eterna?

A beleza de cada dia só existe
porque não é duradoura.
Tudo o que é belo não pode ser aprisionado,
porque aprisionar a beleza
é uma forma de desintegrar
a sua essência.

Dizem que havia uma menina
que se maravilhava todas
as manhãs com a presença de
um pássaro encantado.

Ele pousava em sua janela e
a presenteava com um canto que
não durava mais que
cinco minutos.
A beleza era tão intensa que o
canto a alimentava pelo
resto do dia.

Certa vez,
ela resolveu armar uma
armadilha para o pássaro
encantado.
Quando ele chegou,
ela o capturou e o deixou preso
na gaiola para que pudesse
ouvir por mais tempo
o seu canto.

O grande problema é que
a gaiola o entristeceu,
e triste,
deixou de cantar.

Foi então que a menina
descobriu que,
o canto do pássaro só existia,
porque ele era livre.
O encanto estava justamente
no fato de não o possuir.
Livre,
ele conseguia derramar na
janela do quarto,
a parcela de encanto que
seria necessário,
para que a menina pudesse
suportar a vida.

O encanto alivia a existência...
Aprisionado, ela o possuia,
mas não recebia dele o que
ela considerava ser a
sua maior riqueza:
o canto!

Fico pensando que nem
sempre sabemos recolher só encanto...

Por vezes,
insistimos em capturar o encantador,
e então o matamos de tristeza.

Amar talvez seja isso:
Ficar ao lado,
mas sem possuir.
Viver também.

Precisamos descobrir,
que há um encanto nosso
de cada dia que só poderá
ser descoberto,
à medida em que nos
empenharmos em não
reter a vida.

Viver é exercício de desprendimento.
É aventura de deixar que o tempo
leve o que é dele,
e que fique só o necessário
para continuarmos as
novas descobertas.
Há uma beleza escondida nas passagens...
Vida antiga que se desdobra
em novidades.
Coisas velhas que se
revestem de frescor.
Basta que retiremos os
obstáculos da passagem.

Deixar a vida seguir.
Não há tristeza que mereça
ser eterna.
Nem felicidade.

Talvez seja por isso que
o verbo dividir nos ajude tanto
no momento em que precisamos
entender o sentimento da
tristeza e da alegria.

Eles só são suportáveis à
medida em que os dividimos...
E enquanto dividimos,
eles passam,
assim como tudo precisa passar.

Não se prenda ao acontecimento
que agora parece ser definitivo.

O tempo está passando...
Uma redenção está sendo
nutrida nessa hora...

Abra os olhos.
Há encantos escondidos
por toda parte.
Presta atenção.
São miúdos, mas constantes.

Olhe para a janela de sua vida
e perceba o pássaro encantado
na sua história.
Escute o que ele canta,
mas não caia na tentação de
querê-lo o tempo todo
só pra você.

Ele só é encantado
porque você não o possui.
E nisto consiste a beleza
desse instante:
o tempo está passando,
mas o encanto que você pode
recolher será o suficiente para
esperar até amanhã,
quando o passaro encantado,
quando você menos imaginar,
voltar a pousar na sua janela.

AUTORIA: Padre Fábio de Melo
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 21 de Setembro de 2.010.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

De onde vem o desânimo?

O desânimo nunca chega sozinho.
E nem é o primeiro a bater à sua porta.
Antes dele vem as preocupações excessivas,
o medo de não conseguir completar alguma coisa,
a ansiedade que vai minando as convicções,
e por fim, o desânimo se sente em casa e fica.

No começo ele se comporta,
deixa você pensar que está cansado,
alguns dirão que você precisa de férias,
médicos diagnosticarão como "estresse",
e você vai se abatendo, caindo mesmo,
deixando de sonhar.

Aliás, a falta de sonhos, de objetivos,
são os primeiros indícios de que o desânimo
está no seu "sistema operacional",
é como vírus no computador,
ele fica ali esperando a "tecla", a data certa para agir,
e quando começa é muito difícil de "remover".

O antivírus do desânimo é a alegria,
companheira da convicção, irmã da certeza,
da mesma família dos vencedores.
Por isso, busque motivação para a vida.
Motivação que você pode encontrar em você mesmo,
na família, nos amigos, em uma comunidade religiosa,
em bons livros, como a Bíblia por exemplo.

Só não vale deixar passar despercebido,
fingir que é passageiro, que já vai passar,
deitar de lado e deixar a "vida te levar".
A vida deve ser conduzida, não o contrário.
Pense nisso e mexa-se!
Sorria,
o dia está apenas começando
e tudo pode mudar!

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 18 de Setembro de 2.010.

Intuição

Conta-se uma história nas montanhas
rochosas da velha cidade do garimpo,
que certa vez,
um velho e experiente garimpeiro
subia a encosta com seu burrinho
carregado de ferramentas e que
em determinado ponto da estrada,
ele resolveu empacar e não havia força ou
palavra de comando que fizesse
o danado do animal andar.
Depois de tentar
por algum tempo usar de
todos os artifícios para fazer
o burrinho seguir,
o velho garimpeiro sentou-se conformado
ao lado dele e ainda resmungando disse:
- Animal imbecil,
vamos perder a bóia na cidade,
é por isso que o seu nome é burro.

Assim que terminou de falar,
o homem ouviu um grande estrondo
logo a frente e correu para
ver o que aconteceu.
Logo após a curva da onde estava,
uma avalanche de pedras havia
soterrado a estradinha por
onde ele iria passar.
Assustado voltou correndo e abraçando
o burrinho agradeceu pela sua
desobediência que lhe salvou a vida.

Assim como o velho garimpeiro,
nós também temos um burrinho que
vive de alerta e que as vezes
empaca diante das situações (estradas)
que devemos ou queremos atravessar,
é a nossa "INTUIÇÃO",
que por vezes fingimos não
escutar e por outras,
queremos espancar,
desafiar até descobrir que a avalanche de
"pedras"
(problemas) já está sobre
a nossa cabeça.

Quantas vezes você até sonhou
com uma situação,
um aviso para
não fazer essa ou aquela coisa?

Quantas vezes do nada sentiu uma energia
ruim ao se aproximar de determinada pessoa,
uma "voz interior"
dizendo que tal situação iria se transformar
em uma grande roubada?

Felizes os que ouvem o "burrinho"
e aprendem a respeitar a sua intuição,
e seguem confiantes diante
das próprias incertezas.
Para os que insistem em desafiar
o "burrinho",
que a dor de cada situação
"mal-vivida"
possa ensinar antes da próxima curva,
antes da próxima avalanche.

Confie em você,
acredite na sua CAPACIDADE,
esforce-se um pouco mais,
segue confiante e se o "burrinho"
pedir para parar,
faça uma pausa, reflita,
agradeça.

Nem sempre a paralisação é um sinal
de perda de tempo ou fraqueza.
A água barrenta quanto mais se
agita mais turva fica,
quanto mais à deixamos descansar,
mais clara,
limpa e pronta para beber.
Ouça a sua intuição!

Por vezes é o próprio Pai falando
ao filho aflito.
A solução esta dentro de você.

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 17 de Setembro de 2.010.

Entre nós

Amar é importante.
Sentir o amor,
sentir-se amado é importante.

O grande mal que atinge
o mundo é a ausência daquilo que
chamamos o maior
de todos os sentimentos e a maior
dentre todas as coisas.

Não falo aqui do amor carnal,
embora este entre em conta
na contabilidade da felicidade
de cada um de nós.
O que falo é
no amor que gera a atenção,
aquele devido e reclamado
por cada ser,
mas mais reclamado que tudo,
como se o dar não fizesse parte do
acordo implícito em cada
relação humana.

As pessoas
desinteressam-se das outras,
porque dizem-se ter o suficiente
com os próprios problemas.
E o têm, provavelmente.
Mas o que gera o isolamento,
a solidão temida,
é justamente querer receber
aquilo que nos recusamos a dar.

O que falta é a atenção necessária
ao outro para sentir-se,
pelo menos,
ouvido e parte integrante
na roda da vida.

Cada um fala por si e poucos
são os que se importam realmente
com que o outro diz,
com seus reais sentimentos,
suas reais razões.

Muitas e muitas
vezes quando um fala,
o outro já está
preparando-se para dizer,
sem ponderar,
aquilo que ele mesmo
pensa ou sente.

Pessoas tornam-se assim,
surdas às outras,
porque só conseguem
ouvir a voz do próprio egoísmo,
não por maldade,
mas pelo apelo das próprias
necessidades.

Pessoas juntas sentem-se sozinhas,
casais unidos pela vida
sentem-se abandonados,
amigos criam relações superficiais,
pais e filhos distanciam-se.

Olhar nos olhos do outro é importante.
Perceber a dor ou a felicidade
e compartilhar dela é fundamental ao
outro na sua necessidade de
se sentir amado.

Poucos, raros mesmo,
são os que param o que estão
fazendo quando o companheiro,
amigo ou colega de trabalho
precisam falar.
Parte do que se diz fica
desconectada no ar e
a outra parte,
invariáveis vezes,
esquecidas depois.
Numa fração de segundo a frase
"do que mesmo estávamos falando?"
pode entrar na conversa,
deixar um sem ação e o
outro sem graça.

A atenção dada ou recebida faz
parte do tratamento e da cura
dos males que tomam
conta do mundo,
ela reforça relações,
cria laços, solda,
une e faz bem.

Não ouvimos Deus porque
não queremos ouvir,
porque, quem sabe,
o que Ele quer nos dizer nos
desagrada e contraria,
mas Ele fala e só percebemos
isso depois com o infalível
"eu sabia"
que nos fere como um punhal.

Não somos ouvidos por Ele porque
não abrimos inteiramente nosso eu,
temos sempre pressa,
estamos sempre ocupados.

Entre Deus e nós e entre nós
e os outros somos os que
definimos o tipo de relação que temos.

Podemos colocar o primeiro
tijolo ou esperar que
alguém o faça.
Porém a ordem com que
este é colocado influencia
e determina cada um dos nossos
passos e abre ou fecha para nós
as portas do paraíso.

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 16 de Setembro de 2.010.

Cada tempo tem o seu tempo

Não tenho o poder de
tirar a sua dor,
e acredito que ninguém
o tem.

Nem mesmo Deus,
pode interferir no nosso arbítrio,
se é tempo de chorar,
chore,
se é tempo de geme,
gema,
se é tempo de recordar,
recorde,
se é tempo de saudade profunda,
sinta-a.

Mas,
não se demore além do
tempo necessário.
Tempo que o próprio tempo
vem dizer-lhe.
Este sim,
poderoso consolador,
vem abrandar,
jamais apagar,
a marca da dor,
usando a alquimia das horas,
a magia simples do amor.

Por isso,
não te peço que esqueça
o ente querido,
ou o amigo inesquecível
que morreu.

Não te peço que arrume
outro amor hoje,
para esquecer este que
tanto marcou e partiu.

Nem sou louco para te pedir
que perdoe imediatamente,
quem tanto mal te fez.

Nem eu, nem Deus,
que tudo espera.

Senhor do tempo,
Senhor do Amor,
envia refrigérios para a alma aflita,
na forma de uma música bonita,
uma mensagem bem escrita,
uma poesia,
ainda que sem rima,
que toca no coração,
pega a sua mão e diz:
-Vem, é tempo de renascer.

Se a lágrima que
ainda rola no seu rosto,
queima a face,
é tempo de refletir.

Talvez seja a hora
de recomeçar o caminho,
seguir pela estrada que
ainda reclama passos,
ir adiante,
além da dor e do grito,
rumo ao seu futuro,
rumo ao infinito.

Deus te ama profundamente.

Eu acredito em você

TEXTO: Paulo Roberto Gaefke
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 15 de Setembro de 2.010.

sábado, 4 de setembro de 2010

ONDE DEUS OCULTOU A FELICIDADE

Uma das coisas
que mais o homem busca
é a felicidade.
E o que mais se ouve
as criaturas afirmarem é que são infelizes.
Esse é infeliz porque não tem dinheiro.
Outro, porque lhe falta saúde,
outro ainda,
porque o amor partiu,
ou nem chegou.

Um reclama da solidão.
Outro,
da família numerosa que
o atormenta com mil problemas.
Um terceiro aponta o excesso de trabalho.
Aquele outro,
reclama da falta dele.
Alguém ama a chuva,
o vento e o frio.
Outro lamenta a estação invernosa que
não lhe permite o gozo da praia,
dos gelados e do calor do sol.
Em todo esse panorama,
o homem continua
em busca da felicidade.

Afinal,
onde será que
Deus ocultou a felicidade?
Soberanamente sábio,
Deus não colocou a felicidade
no gozo dos prazeres carnais.
Isso porque uma criatura
precisa de outra criatura para atingir
a sua plenitude.
Assim,
quem vivesse só pelos roteiros da terra,
não poderia encontrar a felicidade.

Amoroso e bom,
o Pai também não
colocou a felicidade na beleza do corpo.
Porque ela é efêmera.
Os anos passam,
as estações se sucedem e a beleza
física toma outra feição.
A pele aveludada,
sem rugas, sem manchas,
não resiste ao tempo.
E os conceitos de beleza se modificam no
suceder das gerações.
O que ontem era exaltado,
hoje não merece aplausos.
Também não a colocou na conquista
dos louros humanos,
porque tudo isso é
igualmente transitório.

Os troféus hoje conquistados,
amanhã passarão a outras mãos,
mostrando a instabilidade dos julgamentos
e dos conceitos humanos.
Igualmente,
Deus não colocou a felicidade
na saúde do corpo,
que hoje se apresenta e amanhã
se ausenta.

Enfim, Deus,
perfeito em todas as suas qualidades,
não colocou a felicidade
em nada que dependesse de outra pessoa,
de alguma coisa externa,
de um tempo ou de um lugar.
Estabeleceu, sim,
que a felicidade depende exclusivamente
de cada criatura.
Brota da sua intimidade.
Depende de seu interior.

Como ensinou o
extraordinário Mestre Galileu:
"o reino dos céus está dentro de vós."

Por isso,
se faz viável a felicidade na terra.
Goza-a o ser que não coloca
condicionantes externos para a sua conquista.
É feliz porque ama alguém,
mesmo que esse alguém não o ame.
É feliz porque pode auxiliar a outrem,
mesmo que não seja reconhecido.
É feliz porque tem consciência de
sua condição de filho de Deus,
imortal,
herdeiro do universo.

Não se atém a picuinhas,
porque tem os olhos fixos
nas estrelas,
nos planetas que brilham no infinito.
Se tem família,
é feliz porque tem pessoas para amar,
guardar, amparar.
Se não a tem,
ama a quem se apresente carente
e desamparado.
Se tem saúde,
utiliza os seus dias para construir o bem.
Se a doença se apresenta,
agradece a oportunidade do aprendizado.

Nada de fora o perturba.
Se as pessoas não o entendem,
prossegue na sua lida,
consciente de que cada qual tem
direito a suas próprias idéias.
Se tem um teto,
é feliz por poder abrigar a outro irmão,
receber amigos.
Se não o tem,
vive com a dignidade
de quem está consciente de que nada,
em verdade, nos pertence.

Enfim,
o homem feliz é aquele que
sabe que a terra é somente um
lugar de passagem.
Que sabe que veio de lugares distantes
para cá e que, cessado o tempo,
retornará a outras paragens,
lares de conforto e escolas de luz.
Moradas do Pai,
nesse infinito universo de Deus.

* * * * *
A verdadeira felicidade
reside na conquista
dos tesouros imperecíveis
da alma.
* * * *
Equipe de Redação do Momento Espírita com base em palestra proferida por Sandra Della Polla, na FEP, em 9.5.2004, intitulada Em busca da felicidade.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 14 de Setembro de 2.010.

Entre cardos e espinhos...

Há coisas
que vêm para o mal,
outras para o bem.
Mas todas as coisas que
chegam nos trazem aprendizado.
Só que é muito
difícil de entender
no momento
em que acontece.

Como ver bem
com olhos marejados
de lágrimas?
Como pensar direito com o
coração cheio de dor ou com
nosso físico sofrendo?

Difícil...
difícil abrir os olhos,
se levantar,
caminhar sem se entregar.
Difícil sentir, perdoar,
entregar os pontos,
ouvir conselhos,
dar razão, aceitar.

Mas passados
os instantes de angústia,
passadas as
horas que não se importam
se paramos ou não,
podemos abrir os olhos e ver.
Podemos ver que tudo na
vida tem significado,
que de tudo
podemos tirar aprendizado.
Uma pessoa pode
aprimorar-se acertando sempre,
mas ela não aprende nada novo.

Um amigo com
o qual você contava
muito te decepcionou?
Ai!... isso dói demais!
Mas, ainda assim,
você aprendeu
a conhecer a outra
face dele e o
relacionamento torna-se
mais límpido.
O seu amor te deixou,
você perdeu o emprego?
Provavelmente
é hora de você
reavaliar sua vida,
suas prioridades,
suas escolhas e
escolher outro caminho.

Se você perdeu
um ente querido,
apesar de todo o sofrimento
que isso causa,
você deve aprender
a ter mais cuidado
ainda com as centenas de
outros que ainda
estão fazendo parte da
sua vida e olhá-los com olhar
novo e amoroso.

Tudo!!!
Tudo na vida é aprendizado.
Entre cardos e espinhos
há ainda flores
que nascem,
há o sol que aquece
e o vento que refresca.
E há você,
que talvez nem perceba,
que é importante na vida de alguém.

Se você chora, se você sofre,
é que suas emoções estão bem
vivas dentro de você.
Aproveite, então,
e faça delas
seus degraus de subida.

Não foi a morte
de Cristo uma vitória?
Aos olhos dos que
O condenaram era
uma derrota,
mas se isso não tivesse
acontecido nós
não receberíamos o
maravilhoso presente
da salvação.

Da semente que
se entrega nasce a flor;
da flor que se entrega,
vem o fruto,
que serve para nosso alimento.
E nós?
Nós estamos aqui aprendendo e
ensinando uns aos
outros que a vida é muito
mais do que ser ou fazer feliz,
mas é um aprendizado diário do qual
ora somos mestres,
ora servos.

Não precisamos
atravessar a vida sem dor,
sem problemas.
O que podemos fazer
é aprender a lidar com
eles e tirar o máximo
do que podem nos ensinar.

E vamos continuar caminhando...
e se as flores não nascerem no nosso
caminho, a gente planta,
colhe e recomeça.

Vida é luta?
Sim... mas lutar é viver!

TEXTO: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 10 de Setembro de 2.010.

A chave da felicidade

Muitas vezes quando
nos julgamos muito inteligentes,
estamos apenas no meio
do caminho que essa
palavra significa.

Ser inteligente não é saber
tudo ou ter a curiosidade
de tudo saber.
Ser inteligente é tirar
proveito das lições da vida,
olhar os acontecimentos
com objetividade e não
permitir que as emoções
dominem a situação.

Desistir na metade
do caminho só porque alguém
disse que seria difícil continuar,
não é uma atitude inteligente.
É importante continuar
e até com mais ânimo
e vontade de vencer
quando as dificuldades
apontarem na esquina.

Fazemos isso com as
crianças quando queremos
obter alguma coisa delas dizendo
"aposto que você não vai conseguir"
porque sabemos que
ela vai pegar aquilo como
um desafio e vai
se desdobrar em esforços.

E por que baixamos os braços,
nós, adultos,
conscientes e tão sábios?

Há quem diga que
tomou esse ou aquele
caminho porque
não teve opção.

É a vida, o que podemos fazer?
Devemos aceitar as
situações porque esse
é o nosso destino.

Será?
Se fosse assim,
melhor seria não fazer nada,
se sentar num canto e
esperar o destino
acontecer.

Temos opções sim,
mesmo se não são as
que esperamos,
as que desejamos.

Podemos desistir,
podemos perseverar,
podemos ficar parados para ver o que acontece. O que não podemos, geralmente, é voltar atrás. Não... nós voltamos atrás nas nossas decisões, mas não nas conseqüências que elas já ocasionaram em nós... e nos outros!

Quando a caminhada
parecer longa e dura demais
e as pessoas acharem que
você vai desistir,
encha o peito de fôlego
e prove do que você é capaz.
Volte a ser criança e
aceite o desafio,
sem duvidar um instante
que você vai conseguir.

Lute até o último
instante e se você não
mudar a situação,
vai ter deixado pelo
menos nos outros e em
você mesmo a impressão
de um batalhador,
que não se deixa
facilmente vencer.

Não deposite nas mãos
de ninguém e em nada
a chave para a sua felicidade.
Guarde consigo o poder
de ser dono da sua própria
vida e diga-se que se
você for um bom condutor,
vai saber evitar acidentes.
E se eles vierem,
apesar de tudo,
nem por isso condene-se!

Muitas quedas acontecem
para nos acordar para
uma outra realidade,
para nos ensinar a
parar um pouco e,
quem sabe,
encontrar outras direções e saídas.
E caminhar sem parar
pode ser extremamente
entediante e cansativo.

Guarde no seu coração
o amor a si mesmo e aos outros,
cultive a fé como arma de luta,
como escudo,
seja guerreiro na história,
nem que seja a sua e vença,
porque se o próprio
Deus acredita em você,
não há razão para duvidar.

TEXTO: Letícia Thompson

* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 09 de Setembro de 2.010.

Caminhar sempre

Nada e ninguém têm o direito de nos
fazer parar ou desistir.
Para que parar,
se temos a oportunidade de continuar
e construir uma nova história?
Quando paramos, estacionamos,
não abraçamos nem tomamos
posse das graças e promessas
de Deus em nossas vidas.

Ao passo que quando caminhamos,
crescemos,
nos tornamos melhores,
fazemos a diferença em nossas
vidas e na dos demais,
aprendemos a amar mais,
a perdoar mais e a sorrir mais.
Dessa maneira,
vamos transformando as pessoas
e as situações ao nosso redor,
e também sendo transformados por elas.
Tendo a graça de corrigir e ser corrigidos,
de conhecer os desígnios de Deus e tocar
nas promessas d'Ele.
Olhe que lindo!

Quando caminhamos,
nós vamos descobrindo qual a melhor
direção a seguir e a buscar.
E assim,
fazemos a experiência de descobrir
os melhores caminhos que
Deus tem para nós,
sem correr o risco de errá-los.
E ao abraçar o que Deus tem para nós,
somos mais felizes, e dessa forma,
também fazemos os outros
mais felizes.
Seguir em frente é necessário
e fundamental.
O que nós não podemos fazer é parar.
Isso não pode acontecer.
Pois ao fazê-lo,
deixamos de viver,
de acreditar e de ver as coisas "além"
do que conseguimos ver normalmente,
e acabamos nos tornando
pessoas negativas,
desmotivadas, tristes,
acomodadas.

Quando paramos,
perdemos o gosto e a razão de viver.
Por quê?
Justamente porque estamos
"estacionados".
E isso não pode acontecer conosco.
Nem comigo nem com você.
Não pode acontecer com ninguém.
Mas,
se isso estiver ocorrendo com você,
reaja, lute,
volte a caminhar de onde você parou!

Acolha isso como uma ordem de Deus:
Ande, caminhe, siga em frente.
Quantas pessoas estão paradas
nos seus medos,
nos seus complexos de inferioridades,
nas suas dores,
nas suas preocupações,
nas provações, nas revoltas,
na depressão, no ódio.

Quantas pararam nos seus
relacionamentos.
Muitas pararam de sonhar,
de lutar por seus ideais e metas.
Onde você parou?
Para que parar,
quando temos a chance de continuar
a caminhada todos os dias?

Nada e ninguém têm o direito
de nos fazer parar ou desistir.
Por isso, voltemos à estrada,
voltemos a trilhar nosso caminho,
com fé, coragem, determinação,
ousadia, ânimo, força de vontade.
Vamos tocar a vida em frente
sem olhar para trás.
Caminhemos sem desanimar,
independentemente do que
possamos estar vivendo.
Não vamos deixar que o sofrimento,
as provações,
as pessoas e os acontecimentos
nos paralisem.
Caminhemos sempre!

E saiba que a cada novo passo
que nós damos,
Jesus o dá junto conosco.

Pense nisso.

TEXTO: Betania Alves
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 08 de Setembro de 2.010.

Dedicação

Dedicação é a capacidade de se entregar
à realização de um objetivo.
Não conheço ninguém que tenha
progredido na carreira sem trabalhar
pelo menos doze horas por dia
nos primeiros anos.

Não conheço ninguém que conseguiu
realizar seu sonho sem sacrificar
sábados e domingos pelo menos
uma centena de vezes.

Da mesma forma,
se você quiser construir uma relação
amiga com seus filhos,
terá de se dedicar a isso,
superar o cansaço,
arrumar tempo para ficar com eles,
deixar de lado o orgulho e o comodismo.

Se quiser um casamento gratificante,
terá de investir tempo,
energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite!
Durante o dia você faz o
que todos fazem.
Mas,
para conseguir um resultado
diferente da maioria,
você tem de ser especial.
Se fizer igual a todo mundo obterá
os mesmos resultados.

Não se compare à maioria,
pois, infelizmente,
ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial,
terá de estudar no horário em
que os outros estão tomando chope
com batatas fritas.
Terá de planejar,
enquanto os outros permanecem
à frente da televisão.
Terá de trabalhar,
enquanto os outros tomam
sol à beira da piscina.

A realização de um sonho
depende da dedicação.
Há muita gente que espera que
o sonho se realize por mágica.
Mas toda mágica é ilusão.
E ilusão não tira ninguém
do lugar onde está...
Ilusão é combustível de perdedores.

TEXTO: Roberto Shinyashik
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 07 de Setembro de 2.010.