segunda-feira, 15 de março de 2010

Aceite-me como sou

"uma história real".
Esta é a história de um soldado que,
finalmente voltava para casa,
depois de ter lutado no Vietnã.

Ele ligou para os
pais em São Francisco:

- Mamãe, Papai,
estou voltando para casa,
mas antes quero pedir
um favor à vocês.

Tenho um amigo que eu
gostaria de levar junto comigo.
- Claro, eles responderam.
Nós adoraríamos conhecê-lo
também!
Há algo que vocês precisam
saber antes,
continuou o filho.
Ele foi terrivelmente ferido
em combate.
Pisou numa mina e perdeu
um braço e uma perna.
Pior ainda é que ele não tem
nenhum outro lugar para morar.
Nossa!!!
Sinto muito em ouvir isso,
filho!
Talvez possamos ajudá-lo
a encontrar algum lugar
para morar!

- Não mamãe,
eu quero que ele possa
morar na nossa casa!
- Filho, disse o pai,
você não sabe o que está pedindo?
Você não tem noção da
gravidade do problema?

A mãe concordando com
o marido reforçou:
Alguém com tanta dificuldade
seria um fardo para nós.
Temos nossas próprias vidas e
não queremos uma coisa como
essa interfira em nosso
modo de viver.
Acho que você poderia voltar
para casa e esquecer
esse rapaz.
Ele encontrará uma maneira
de viver por si mesmo!

Nesse momento o filho
bateu o telefone e nunca
mais os pais ouviram uma
palavra dele.

Alguns dias depois,
os pais receberam um
telefonema da polícia,
informando que o filho deles havia
morrido ao cair de um prédio.
A polícia porém acreditava
em suicídio.

Os pais,
angustiados voaram para
a cidade onde o filho
se encontrava e foram levados
para o necrotério para
identificar o corpo.

Eles o reconheceram e,
para o seu terror e espanto,
descobriram algo que
desconheciam:

“O FILHO DELES TINHA APENAS UM BRAÇO E UMA PERNA!”

Os pais nessa história
são como nós,
achamos fácil amar aqueles
que são perfeitos,
bonitos, saudáveis, divertidos,
mas não gostamos das pessoas
que nos incomodam ou não
nos fazem sentir confortáveis.

Esta noite, antes de dormir,
façamos uma prece a Deus,
para que nos dê as forças que
precisamos para aceitar,
sem restrições,
as pessoas como elas são,
mesmo que diferentes de nós.

Peçamos a Deus para
nos dar paciência.

Deus responderá:
Paciência é um subproduto
das tribulações;
ela não é dada,
é aprendida.

Peçamos a Deus para nos
ajudar a AMAR os outros,
como Ele nos ama.

Deus nos dirá:
... Ahhhh, finalmente,
vocês entenderam a idéia...

Se você ama a Deus,
envie isto para
seus amigos e conhecidos,
mesmo que não acredite,
tenha certeza que isso irá
lhe fazer muito bem.

"Para o mundo você
pode ser uma pessoa,
mas, para uma pessoa você
pode ser o mundo".

Que Deus te abençoe.
* * * * *
OBS:
Não encontramos a autoria
do texto acima.
Caso você seja o autor(a)
ou conheça a autoria do mesmo
e quer colaborar conosco,
fineza enviar um e-mail para
mensagem@toninholima.com.br.
Será uma grande alegria
dar os créditos merecidos a
quem o escreveu.
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 18 de Março de 2.010.

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