quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Um modelo de docilidade


Maria simples criatura escolhida
como mestra do amor.

A alegria e a emoção invadem
o meu coração neste momento que
escrevo sobre Maria,
a mulher que abandonou-se inteiramente
nas mãos do Criador.

A mestra do amor que gera
o Mestre do amor,
pois só quem ama e capaz
de submeter-se ao amor e assumir todas
as suas conseqüências.

Maria,
uma mulher que teve a
coragem de renunciar ao seu
lindo plano de amor,
que era casar-se com Jose,
por causa de um Bem Maior:
ser a Mãe do Salvador.

Muitas vezes em nossa vida,
nos não conseguimos viver a
vontade de Deus,
porque temos dificuldades de
fazer a troca de um Bem por
um Bem Maior.
Mas,
quando amamos a Deus
sobre todas as coisas,
os nossos desejos e interesses
são considerados mesquinhos e
pequenos diante da grandeza,
bondade,
sabedoria e amor do Pai.

Maria fez da sua felicidade
a realização do projeto de Deus.
Nós também somente conquistamos
a felicidade autêntica imitando-a na
realização de uma total
entrega a Deus.
E todo aquele que ama Jesus prefere
a vontade e os desejos do Pai.

Entre inúmeras virtudes de Maria,
saliento a sua docilidade e obediência
a Palavra de Deus,
que capacitou Maria para gerar
o próprio Deus.
Os discípulos de Jesus são aqueles
que acolhem a Palavra
e permitem que as suas vidas sejam
transformadas e conduzidas por ela.

Jesus reconhece todas
as pessoas que seguem o
exemplo da sua mãe.
“Felizes são aqueles que ouvem
a palavra de Deus e a põem em prática”
(Lc 11, 28).

Se todos ouvissem a Deus
como Maria,
teríamos pessoas mais felizes e uma
convivência humana bem mais fácil.

Maria,
simples criatura de Deus,
foi escolhida como modelo de
abertura total à ação do Criador.
Ele olhou para a humildade
da Sua serva; e ela,
apesar de uma escolha de destaque,
continuou sendo simples e humilde.

Torna-se verdadeira discípula
e assume a missão de apresentar
o filho de Deus para o mundo.

Para entendermos a missão
de Maria é preciso nos abrirmos
ao projeto de Deus,
que visa o bem humano,
a nossa união,
a convivência fraterna de todos,
tendo em vista a conquista ao
Premio Celeste:
o Céu.

Toda a humanidade deveria
reconhecer a escolha de Deus:
Maria, a Mãe de Deus,
como esta no evangelho de Lucas:
“Todas as gerações me chamarão Bem-Aventurada”
(Lc 1, ) .

Ela deseja que todos os seus
filhos brasileiros a acolham como
a anfitriã do nosso Pais,
a nossa mãe.

O mundo atual tem levado as
pessoas a serem egoístas e competitivas,
mas nos brasileiros não podemos
deixar que esta maneira de
ser nos contagie,
porque somos um povo que acolhe
o estrangeiro e tem gestos de amor
para com o outro.

Neste dia da Virgem Aparecida,
a Rainha e Padroeira do Brasil,
vamos pedir ao Pai que Ele una os
nossos corações,
para que cada vez mais possamos
nos render ao amor
daquela que e a mestra do amor
e que gerou o Mestre do Amor.

 O amor não divide,
o amor se multiplica.
Aprendamos com ela a amar a
Deus acima de todas as coisas e
o próximo como a nos mesmos.

Se você ainda não se relaciona
com Maria como uma mãe,
comece hoje a dar os primeiros passos,
e deixe que ela entre em sua casa,
em seu coração e seja a sua
educadora e mestra,
a sua amiga, conselheira,
consoladora, auxilio
e companheira rumo ao Céu!

TEXTO: Marina Adamo
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 12 de Outubro de 2.012.

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