sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A POLÍTICA DA FELICIDADE

Uma das origens do 
conflito com 
relação à felicidade é o 
ambiente social e político.

Como podemos ser felizes 
com tantas guerras, 
fome, pessoas desabrigadas, 
miséria, doenças, 
injustiça, ignorância, 
crueldade e sofrimento 
no mundo?

Como podemos ficar 
atentos ao que acontece, 
interessados em conseguir 
fazer mudanças 
positivas e ser felizes ao 
mesmo tempo?

É fácil se 
sentir desestimulado 
ou deprimido 
diante de todos os 
problemas do mundo.

Mas o desestímulo 
e a depressão nunca 
provocaram nenhuma 
mudança positiva.

A provocação, a raiva, 
o medo e a tristeza fazem 
com que nos sintamos justos, 
conscientes, 
preocupados e bem informados, 
mas tais sentimentos 
em nada contribuem para 
diminuir ou sanar 
os problemas.

Tomar qualquer atitude 
a partir de um 
ponto de vista negativo 
é autodestrutivo e improdutivo.

Porém, 
a atitude positiva que 
surge dos bons 
pensamentos pode gerar 
uma grande mudança.

Se optarmos pela 
verdadeira felicidade interior 
poderemos espalhar 
essa energia positiva 
pelo mundo todo.

Acho que as pessoas 
mais felizes do mundo são 
aquelas que estão 
realmente dando uma 
contribuição positiva 
para a humanidade.

A Madre Teresa de Calcutá, 
por acaso se sentia desanimada, 
achando que o trabalho 
que fazia junto aos pobres era 
só UMA GOTA no 
enorme mar de sofrimento 
humano?

Se tivesse optado 
por esse ponto 
de vista negativo, 
ela não teria conseguido 
levantar todas as manhãs 
e realizar o maravilhoso 
trabalho que fez.

Sem um enorme e profundo 
sentimento de fé, 
esperança e paz,
 que são os elementos 
básicos da verdadeira felicidade.

Como ela poderia dar tanto 
amor às pessoas?

A nossa infelicidade 
não ajuda ninguém 
e nem transforma o mundo 
num lugar melhor.

TEXTO DE: Veronica Ray
* * * * *
Texto lido no programa 
"Madrugada Viva Liberdade FM" 
no quadro 
"Momento de Reflexão" 
no dia 30 de Novembro de 2.013.

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