quinta-feira, 12 de junho de 2014

Somos todos espelhos

Nascemos todos, 
certo, 
com uma enorme bagagem 
genética. 
Carregamos em nós traços, 
expressões, 
modos de ser daqueles 
que nos antecederam. 
Mas à partir daí, 
saímos em busca de 
identidade.

Nossos primeiros 
espelhos são nossos pais, 
a família, 
aos quais nos jogamos 
de braços abertos, 
sem questões. 
É a confiança que se 
instala desde a mais 
pequena idade. 
Julgamos que se nossos 
pais fazem, 
podemos fazer, 
pois eles devem saber 
o que é bom ou não. 
Crianças imitam, 
quando ainda não sabem 
construir sozinhas. 
A linguagem é a maior 
prova disso.

Nem todo mundo tem 
essa consciência e nem 
se dá conta do peso 
da responsabilidade 
que ela acarreta. 
Achamos que a vida 
forma as pessoas, 
mas nos esquecemos 
que somos os primeiros 
espelhos nos quais 
elas se refletem.

E nós que queremos 
o melhor para os nossos filhos, 
que sejam bons, 
grandes e bem sucedidos na vida, 
somos a pedra fundamental 
do que eles serão mais tarde. 
Nossas atitudes 
em relação à família, 
nossos valores, 
nossa maneira de gerir 
os problemas e aprender 
a lidar com eles, 
tudo isso vai ficando 
naqueles pelos quais 
somos responsáveis. 
É como se fôssemos adiante, 
com uma lanterninha, 
mostrando o caminho, 
que eles seguem, 
misturando assim o 
que vêem a essa bagagem 
que já vêm carregando 
e formam assim a própria 
personalidade.

Depois, 
vêm os amigos, 
a escola, 
o meio em que se frequenta. 
Tudo isso vai espelhando 
e formando o eu de cada 
um e isso continua vida à fora, 
mesmo na idade adulta.

Somos todos pessoas 
importantes para outras 
pessoas e podemos 
influenciá-las positiva 
ou negativamente. 
Amigos são grandes 
espelhos.

Daí a importância de 
sermos pessoas boas, 
honestas, pacientes, 
corajosas, 
espelhos nos quais 
outros poderão se olhar 
e se encontrar.

É preciso refletir sobre isso: 
que tipo de espelho estamos 
sendo para nossos filhos, 
nossos grupos de amigos, 
trabalho e sociedade em 
que freqüentamos? 
Somos do tipo 
"faça o que eu digo, 
mas não faça o que eu faço?" 
Bom é lembrar que muito 
mais que de palavras e conselhos, 
as pessoas ouvem e 
vêm exemplos.

Cristo deveria 
ser o maior espelho de 
toda a humanidade. 
Ele falou sim, 
mas muito mais que isso, 
viveu, calou, 
mostrou, fez. 
Nos refletindo nEle, 
evitaríamos muitos dos 
desastres pelos quais 
atravessamos. 
Seríamos, assim, 
espelhos refletindo o bem, 
para o bem daqueles 
que amamos.

TEXTO DE: Letícia Thompson
* * * * *
Texto lido no programa 
"Madrugada Viva Liberdade FM" 
no quadro 
"Momento de Reflexão" 
no dia 13 de Junho de 2.014.
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