quinta-feira, 30 de abril de 2015

Que decepção...

Certamente você já disse:

Caramba,
que decepção...
Jamais poderia esperar
isso desta pessoa...

Na realidade,
a pessoa em questão,
a que causou a decepção,
pode estar isenta de
qualquer maldade
pela sua atitude.
O problema maior está
em nossos valores
e na forma de como queremos
que as pessoas sejam
ou nos vejam.

Primeiro vamos analisar
a palavra decepção.
Para mim ela é formada
por decepa a ação.
Eu quero vê-la assim;
eu a sinto assim.

Cada um pode encontrar
a sua verdade na
comunicação que faz com
as pessoas.
As palavras
são verdadeiros torpedos
de energia potencializadas
pelo que estamos vivenciando e,
portanto,
sentindo naquele
momento.
Se a energia é boa a
palavra fica suave.
Se for ruim pode
funcionar até como uma
verdadeira pedrada.

Decepção, para mim,
conforme frisei acima,
determina o final de
uma etapa ou da maneira
de se ver
a mesma coisa.
Depois de muito estudar,
eu fico com a segunda hipótese.
Não é recomendável
sofrer pelo que causamos
a nós mesmos.
A dor é inevitável,
mas o sofrimento é
opcional.

Trata-se da quebra de
um conceito criado
pela nossa mente,
invariavelmente não verdadeira.
Fomos nós que

construímos os valores
e o rótulo que colocamos
na outra pessoa.
Foram nossos conceitos
que pautaram o carinho,
o amor e a amizade.
Ninguém é igual a nós.

O outro só fez a parte dele.
Na realidade a pessoa sempre
foi o que está demonstrando
naquele momento,
mas éramos nós que não fazíamos
a leitura correta de como ela
realmente é em seu interior.

As adversidades da vida
nos mostram outras
realidades com as quais
não tínhamos contato.

Muitas vezes me decepcionei.
Em algumas,
fiquei irritado,
mas não sabia ler a vida
como sei hoje.

TEXTO DE: Saul Brandalise Jr
* * * * *
Texto lido no programa
"Madrugada Viva Liberdade FM"
no quadro
"Momento de Reflexão"
no dia 02 de Maio de 2.015.
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