quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Decidi interpretar a vida

Então eu decidi interpretar a vida, assumir as consequências dos meus erros, deixar de lado minhas insanidades, apostar no coração , dar uma chance para as certezas e voltar de uma forma interessante para o meu eu. 

Talvez eu tenha tentado fugir de decepções, talvez eu tenha tentado não ver a realidade , talvez eu tenha tentado de tudo , e nada seria tão mais preciso se eu tivesse tentado apenas ser feliz. 

Ninguém é tão grande em mim quanto meu Deus e ninguém é tão superior a dor do que o meu próprio amor. Eu cá fico na espera, daquilo que a gente chama de presente, daquilo que a gente chama de inesperado, daquilo que a gente chama de felicidade. 

Nem sempre gosto de viver sonhando e se neste momento eu tricotasse com Martha Medeiros eu usaria de suas palavras pra dizer: "Se você for uma garota boba como eu fui, acorde. Ninguém é muito areia pra ninguém. Pessoas aparentemente especiais se apaixonam por outras aparentemente banais ". E eu afirmo, ninguém é tão ninguém que não consiga fazer parte do mundo de um tão interessante alguém. Se cuida ai, que eu me cuido aqui.

TEXTO DE: Cecilia Sfalsin
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Texto lido no programa "Madrugada Viva Liberdade FM" no quadro "Momento de Reflexão" no dia 16 de Fevereiro de 2.017.
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